Sobre estas questões de A cidade, seus espaços públicos e privados e suas áreas de conservação ambiental
Esta página reúne 7 questões de A cidade, seus espaços públicos e privados e suas áreas de conservação ambiental voltadas para ENEM, dentro da unidade temática A noção de espaço público e privado, todas alinhadas à BNCC. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.
O que estas questões cobram: noção colonial terra vazia; conceito de fronteira histórica; conceito de território e vazio; Concepções de espaço e vazio.
Objetivos pedagógicos principais: diagnostico · avaliacao.
2F · 0M · 5D
Distribuição de dificuldade
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Analisar, Aplicar, Entender, Criar, Avaliar
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Dedutivo, Critico, Analogico
Como usar: professores podem aplicar estas questões diretamente em avaliações, usar como material de apoio em aula, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva escolhendo dificuldade, quantidade e formato. Alunos podem usar para revisão ativa, praticando a resolução antes de ver o gabarito comentado.
Questão 1BNCC EM13CHS203Difícil🧠 Entender⏱ medio
Registros de expedições britânicas à costa leste da Austrália no final do século XVIII e de cronistas espanhóis na Amazônia no início do século XVII descrevem vastas regiões sem 'assentamentos permanentes'. Para esses colonizadores, a falta de vilas com plantações delimitadas era entendida como ausência de ocupação, justificando a tomada de posse sem negociações. Em contrapartida, populações indígenas consideravam o território vivo por suas rotinas de caça, coleta e rituais sazonais, sem necessidade de cercas ou construções fixas. Essa divergência revelava visões distintas sobre o que constituía território habitado, colocando em tensão a noção colonial de 'terra vazia' frente ao uso cultural e temporal dessas sociedades.
Analise o texto e identifique qual justificativa colonial sustentava a noção de 'terra vazia', legitimando a apropriação de territórios indígenas?
- A) A crença de que o solo sem fortificações era terreno de ninguém promovia sua usurpação sem consentimento local
- B) A ausência de estruturas de cultivo permanente levou colonizadores a considerar as terras indígenas desocupadas e disponíveis para posse
- C) A percepção de fronteira móvel entre reinos vizinhos justificava a expansão gradual de faixas de ocupação militar
- D) A ideia de vazio cultural apoiava que territórios sem escrita pudessem ser ocupados sem tratados ou pagamentos
- E) A noção de fronteira natural, como rios e montanhas, definia limites além dos quais se estimava haver vazio humano
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
noção colonial terra vazia
💡 Dica de resolução
Compare as visões colonizadora e indígena sobre ocupação territorial.
✅ Resposta correta: B
O texto mostra que colonizadores interpretavam a falta de vilas e plantações delimitadas como ausência de ocupação, justificando a posse das terras indígenas.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) O critério de fortificações não consta no texto; a ênfase foi na ausência de assentamentos permanentes, não em construções militares.
❌ C) Invocar fronteiras móveis entre reinos refere-se a dinâmicas políticas, não à interpretação de ausência de assentamentos permanentes citada no texto.
❌ D) O texto não menciona a escrita como parâmetro; ele trata da percepção de ocupação com base em vilas e plantações, não em registros culturais escritos.
❌ E) O uso de acidentes geográficos para definir vazio não é abordado; o enfoque foi na falta de estruturas de cultivo e assentamentos permanentes.
📚 Reveja antes de resolver
estude conceitos de colonização e ocupação territorial indígena
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Entender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Questão 2BNCC EM13CHS203Difícil🧠 Analisar⏱ medio
Manchete fictícia: Governo americano declara 50 milhões de acres no Oeste como “terras vagas” e convida colonos a ocupá-las.
O Homestead Act de 1862 disponibilizou até 160 acres por família em regiões classificadas como “não cultivadas”. Relatórios oficiais estimavam 50 milhões de acres livres, prontos para “progresso”. Entretanto, lideranças Cheyenne argumentavam que o mesmo território era percorrido anualmente por cerca de 80 acampamentos nômades, usados para caça sazonal, cerimônias e trocas. Para o governo, a fronteira era definida por limites administrativos, traçados em mapas e atestados por agentes federais. Para os Cheyenne, o espaço não funcionava com fronteiras fixas: vias de circulação e pontos de encontro se modificavam conforme a migração de animais e a gestão comunitária dos recursos.
Esse conflito de percepções marcou o avanço dos colonos no final do século XIX.
Analise as concepções de fronteira apresentadas no texto; qual inferência melhor diferencia a definição governamental daquela atribuída pelos Cheyenne?
- A) A fronteira era concebida pelo governo como bem patrimonial privativo e pelos Cheyenne como área de passagem sem demarcação permanente.
- B) A fronteira era concebida pelo governo como linha administrativa fixa e pelos Cheyenne como espaço fluido de uso coletivo.
- C) A fronteira era concebida pelo governo como zona de preservação ecológica e pelos Cheyenne como terra sem uso significativo.
- D) A fronteira era concebida pelo governo como rota de expansão agrícola e pelos Cheyenne como região destinada à caça sazonal.
- E) A fronteira era concebida pelo governo como linha de defesa militar e pelos Cheyenne como zona de trocas cerimoniais.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
conceito de fronteira histórica
💡 Dica de resolução
Compare as definições de fronteira do governo e dos Cheyenne destacadas no texto.
✅ Resposta correta: B
Correto: governo estabelecia fronteira por limites administrativos fixos; Cheyenne concebia o espaço como fluido e gerido coletivamente.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Incorreto: o texto não apresenta o governo tratando o território como propriedade privada, mas como domínio nacional para colonização.
❌ C) Errado: governo não via a fronteira como área de preservação ambiental, nem Cheyenne a considerava terra sem uso.
❌ D) Incorreto: embora o governo promovesse ocupação agrícola, o texto enfatiza sua definição administrativa, não rota de expansão.
❌ E) Não corresponde: o governo não definiu a fronteira como linha de defesa militar, mas como limites administrativos.
📚 Reveja antes de resolver
estude conceitos de fronteira e percepções culturais distintas
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Critico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Questão 3BNCC EM13CHS203Difícil🧠 Aplicar⏱ medio
Por que vastas áreas registradas como 'terras vazias' nos mapas coloniais revelam-se cheias de significados nas memórias indígenas? Em 1829, um oficial britânico encarregado de traçar as linhas de ocupação na costa sudoeste da Austrália anotou em seu diário que a “ausência de cercas e habitações fixas” autorizava a Coroa a proclamar aquelas regiões languidamente povoadas como disponíveis para assentamentos. Em contrapartida, para os Noongar, povos que habitavam aquela mesma extensão, o território era atravessado por “linhas de canto” — canções que despertavam ancestralidade e marcavam limites invisíveis entre clãs. Para eles, cada ponto do Country carregava responsabilidade ritual, tornando inconcebível imaginar qualquer parte como vazio cultural.
Analise o texto-base e identifique a alternativa que compara corretamente as concepções de território, fronteira e vazio, segundo a visão britânica e a Noongar.
- A) A visão britânica mapeava território segundo eventos cerimoniais e considerava espaços sagrados vazios, enquanto a concepção Noongar empregava mapas topográficos e via vazios como ameaça
- B) A visão britânica reconhecia o território pela ocupação espiritual e recusava o vazio cultural, enquanto a concepção Noongar dividia o espaço em lotes privados para colonos
- C) A visão britânica estabelecia fronteiras segundo canções sagradas e via o território como espaço vivo, enquanto a concepção Noongar aplicava coordenadas métricas e percebia terras sem povoar como vazias
- D) A visão britânica delimitava território conforme safras anuais e concebia o vazio cultural como indício de terras produtivas, enquanto a concepção Noongar marcava fronteiras com cercas e aceitava áreas não usadas como vazios neutros
- E) A visão britânica delimitava território por coordenadas retangulares e encarava a ausência de cercas como vazio desabitado, enquanto a concepção Noongar estabelecia fronteiras por canções ancestrais e rejeitava a noção de espaço vazio
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
conceito de território e vazio
💡 Dica de resolução
Compare as concepções de território e vazio segundo as visões britânica e Noongar.
✅ Resposta correta: E
Correta porque reflete que britânicos usavam mensuração geométrica e viam falta de cercas como vazio, ao passo que os Noongar definiam fronteiras culturalmente e não admitiam vazio cultural.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Incorreta pois britânicos não mapeavam por eventos cerimoniais e os Noongar não utilizavam mapas topográficos nem viam vazio como ameaça.
❌ B) Incorreta pois o texto mostra britânicos ignorando dimensões espirituais e os Noongar não fragmentavam o espaço em lotes privados.
❌ C) Incorreta pois inverte as atribuições: os britânicos usavam coordenadas métricas, não canções, e os Noongar não viam espaço vazio.
❌ D) Incorreta pois não há menção a safras para britânicos nem a uso de cercas pelos Noongar; ambos pontos contrapõem o texto.
📚 Reveja antes de resolver
estude concepções culturais de território e fronteiras
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Critico
Taxonomia Bloom: Aplicar
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Questão 4BNCC EM13CHS203Difícil🧠 Analisar⏱ medio
When Pizarro desembarcou no litoral peruano em 1532, a Coroa espanhola determinou que novas províncias coloniais fossem delimitadas por meridianos e paralelos, considerando como 'tierras despobladas' os planaltos não mapeados até então, abertos à colonização. Em carta ao rei de 1535, o governador expressou que esses espaços eram um vazio a preencher. Em contraste, para os incas, o espaço imperial não se pautava em fronteiras rígidas, mas numa malha de estradas, centros administrativos e ayllus, em que cada montanha e cada lago participava de uma teia de obrigações recíprocas. Os cronistas incas afirmavam que 'nenhum lugar, por remoto que seja, fica sem nome nem uso'.
Com base no texto-base, analise comparativamente as concepções de espaço e vazio no Império Inca e na administração colonial espanhola e identifique qual elemento exemplifica o tratamento espanhol do 'vazio'.
- A) a designação de terras como domínio ancestral de ayllus
- B) a adoção de fronteiras definidas por coordenadas geográficas
- C) o reconhecimento de sistemas de reciprocidade entre regiões distantes
- D) o uso de centros administrativos interligados por estradas
- E) a incorporação de montanhas como entidades sociais vivas
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
Concepções de espaço e vazio
💡 Dica de resolução
Compare as concepções de espaço e vazio entre incas e espanhóis, focando em como definem territórios.
✅ Resposta correta: B
Corresponde à demarcação colonial espanhola que via áreas não mapeadas como vazio a ocupar por limites geográficos precisos.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Caracteriza a posse coletiva inca, não o entendimento espanhol de terreno despovoado.
❌ C) Refere-se à visão inca de espaço como rede de obrigações, não ao vazio espanhol.
❌ D) Descreve o funcionamento territorial inca baseado em malha viária, não o vazio colonial espanhol.
❌ E) Aponta a dimensão sagrada e relacional inca, não ao conceito de espaço vazio pelos espanhóis.
📚 Reveja antes de resolver
Estude as diferenças entre organização territorial inca e colonial espanhola.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 5BNCC EM13CHS203Fácil🧠 Criar⏱ medio
Ao deter-se às margens desembocadura do Reno, o centurião Marcus registrou: 'Para limitar o território da província, mandamos erguer extensos paliçadas, alinhadas sem interrupção. Ao norte desse obstáculo, estendiam-se bosques habitados por povos considerados bárbaros, cujas terras, entendíamos, permaneciam desertas.' Em contraste, um ancião de uma tribo germânica descreveu as práticas de sua comunidade: 'Nossas florestas nunca foram cercadas. Percorremos juntos as áreas de caça, autorizando o uso dos campos de pasto conforme uma tradição compartilhada, sem riscos de violar limites rígidos.' Essas narrativas ilustram concepções distintas de fronteira e de vazio em duas sociedades.
Com base no texto, identifique a característica que melhor expressa a concepção germânica de espaço territorial.
- A) reconhecimento de terras desertas como áreas vagas para expansão
- B) uso coletivo de áreas sem demarcações fixas
- C) registro fiscal detalhado de propriedades para controle imperial
- D) fortificação de fronteiras com paliçadas contínuas
- E) demarcação de limites por meio de acordos formais entre comunidades
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
concepção germânica de espaço territorial
💡 Dica de resolução
Compare as duas visões sobre o uso do território e identifique a característica germânica.
✅ Resposta correta: B
O texto descreve a ausência de cercas e o uso compartilhado das florestas, indicando caráter coletivo e sem limites físicos na concepção germânica.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Reflete a visão romana de 'vazio' como deserto à expansão, não a germânica.
❌ C) Caracteriza administração imperial romana, sem relação com a tradição não burocrática germânica.
❌ D) Refere-se à prática romana de delimitar a província com paliçadas, não germânica.
❌ E) Implicaria fronteiras formais, mas o texto indica ausência de formalismos na sociedade germânica.
📚 Reveja antes de resolver
Estude conceitos de fronteira e uso coletivo do território em sociedades antigas.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Criar
Dificuldade: Fácil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 6BNCC EM13CHS203Fácil🧠 Aplicar⏱ medio
Ao entrar em uma exposição sobre a ocupação britânica da Austrália, um visitante lê um painel com duas vozes. A primeira, atribuída a um funcionário colonial do século XIX, descreve o interior como “vasto” e “sem uso”, afirmando que a falta de cercas, plantações e casas “fixas” mostraria não haver donos nem limites claros. A segunda voz, reunida em entrevistas com anciãos aborígenes no século XX, relata rotas sazonais de deslocamento, locais de água, áreas de caça e passagens proibidas por regras de parentesco e cerimônias, indicando que diferentes grupos reconheciam zonas de circulação e de restrição.
O visitante percebe que o mesmo espaço foi narrado ora como “vazio”, ora como organizado por outras formas de demarcar e pertencer.
Interprete o contraste apresentado e identifique a justificativa histórica favorecida quando autoridades coloniais tratavam esse interior como “vazio” e “sem fronteiras”.
- A) Demonstrar que o interior era vazio apenas por ter baixa densidade populacional em padrões europeus
- B) Comprovar que a região era inabitável por barreiras naturais que impediam qualquer circulação humana
- C) Legitimar a apropriação ao negar formas indígenas de territorialidade e de delimitação do espaço
- D) Explicar a ocupação como resultado de um acordo formal com lideranças indígenas reconhecidas
- E) Evidenciar que fronteiras coloniais surgiram para proteger a natureza contra a exploração econômica dos colonos
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
colonialismo e territorialidade indígena
💡 Dica de resolução
Compare as duas narrativas e identifique a intenção colonial na descrição do espaço.
✅ Resposta correta: C
O “vazio” é construído ao desconsiderar marcas não europeias, convertendo a fronteira em critério estatal para ocupar.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Erro de redução demográfica: baixa densidade não elimina território; o ponto central é o critério cultural de “uso”.
❌ B) Erro de generalização: os relatos indígenas indicam circulação e regras de acesso, contrariando a ideia de inabitabilidade.
❌ D) Erro de premissa: o texto sugere desconsideração, não negociação e reconhecimento jurídico das lideranças locais.
❌ E) Erro anacrônico: o texto remete à legitimação da ocupação, não a políticas ambientais de preservação.
📚 Reveja antes de resolver
estude a relação entre colonização e negação das formas indígenas de organização territorial
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Aplicar
Dificuldade: Fácil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS203Comparar os significados de território, fronteiras e vazio (espacial, temporal e cultural) em diferentes sociedades, contextualizando e relativizando visões dualistas (civilização/barbárie, nomadismo/sedentarismo, esclarecimento/obscurantismo, cidade/campo, entre outras).
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