— Conta pra vovó o que você viu! — pediu o adulto, já com o celular aberto para gravar um áudio. No fim da…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Relatar experiências e fatos acontecidos, histórias ouvidas, filmes ou peças teatrais assistidos etc.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
— Conta pra vovó o que você viu! — pediu o adulto, já com o celular aberto para gravar um áudio. No fim da tarde, no salão do prédio, um pequeno teatrinho de bonecos reuniu as crianças. A história mostrava um personagem que saía para passear e via o céu escurecer. Ele tinha um guarda-chuva e encontrou uma amiga sem nada para se proteger. Eles conversaram, dividiram o guarda-chuva e passaram por uma poça d’água sem molhar os pés. Em um momento, o boneco pediu ajuda da plateia para fazer o som da chuva batendo com os dedos. No final, o céu “abriu”, os dois personagens se despediram e guardaram o guarda-chuva. Depois, o adulto combinou: “Vamos contar como foi, sem inventar partes novas, para quem não veio”. Com base no texto, identifique a fala que melhor relata para a vovó o que aconteceu no teatrinho, contando os fatos em uma sequência compreensível.
- A) Relatar que antes do teatrinho comeu lanche e depois brincou no escorregador, e a vovó estava lá também.
- B) Relatar que viu dois bonecos, a chuva começou, eles dividiram um guarda-chuva e depois a chuva passou.
- C) Relatar que teve guarda-chuva, poça, chuva, dedo, tchau, tchau, e depois foi embora correndo.
- D) Relatar que foi legal e que os bonecos eram bonitos, porque todo mundo gostou muito do teatrinho.
- E) Relatar que um boneco voou para o céu, encontrou um dragão e salvou a amiga com uma capa mágica.
✅ Resposta correta: alternativa B
Resolução passo a passo
- A questão pede a fala que relata os fatos do teatrinho em uma sequência compreensível, sem inventar partes novas. Passo 2: Ao reler o texto, a ordem dos fatos é: o personagem sai para passear e vê o céu escurecer; encontra uma amiga sem proteção; os dois dividem o guarda-chuva e passam por uma poça sem molhar os pés; o boneco pede ajuda da plateia para imitar o som da chuva; no final o céu 'abriu' e os personagens se despedem e guardam o guarda-chuva. Passo 3: A alternativa B resume isso de forma fiel e na ordem: viu dois bonecos, a chuva começou, dividiram um guarda-chuva e depois a chuva passou. Passo 4: A alternativa A está errada porque fala de lanche e escorregador, que não aparecem no texto. Passo 5: A alternativa C está errada porque apenas enumera palavras soltas, sem contar os fatos em sequência compreensível. Passo 6: A alternativa D está errada porque apenas expressa opinião sobre o teatrinho e não relata o que aconteceu. Passo 7: A alternativa E está errada porque inventa um voo, um dragão e uma capa mágica, que não existem no texto. Passo 8: O gabarito B está correto e coincide com a resolução feita por conta própria.
💡 Dica: Leia o texto com atenção e escolha a fala que relata os fatos na ordem correta.
Alternativa por alternativa
O aluno pode ter se distraído com a palavra teatrinho e imaginado uma rotina de passeio com lanche e brincadeiras, acrescentando fatos que não estão no texto.
Traz fatos do que foi visto e organiza a sequência do enredo (chuva, dividir guarda-chuva, final), sem inventar.
O aluno pode ter achado que basta citar os elementos principais da história para relatá-la, sem perceber que é preciso contar os fatos em uma sequência compreensível.
O aluno pode ter confundido relatar o que aconteceu com dar uma opinião sobre o evento, achando que expressar gosto pelo teatrinho já é um relato.
O aluno pode ter ignorado a combinação de contar apenas o que aconteceu, criando uma história fantasiosa com voo, dragão e capa mágica que não aparece no texto.
Por que engana: O aluno pode confundir detalhes irrelevantes ou inventar fatos que não aconteceram na história.
Raio-X da questão
relato sequencial de fatos
diagnostico
compreensão oral de histórias
pratique contar histórias respeitando a sequência dos acontecimentos
O aluno pode confundir detalhes irrelevantes ou inventar fatos que não aconteceram na história.
pensamento_critico
cotidiano
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