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Atividades de Relação entre textos para o 8º ano com gabarito

Reuni atividades de Relação entre textos para o 8º ano com gabarito comentado. As questões exploram adaptação teatral, rubricas, conectores e a diferença entre informação objetiva e linguagem promocional.

Atividades de Relação entre textos para o 8º ano com gabarito

Quando trabalho Relação entre textos no 8º ano, procuro mostrar que comparar textos não é apenas localizar palavras iguais. A turma precisa perceber o que muda quando uma narrativa vira cena teatral, identificar as orientações que ajudam a imaginar uma encenação e observar como conectores organizam ideias. Também vale aproximar a leitura de situações cotidianas, como distinguir uma divulgação promocional de informações verificáveis sobre um destino.

Nas atividades abaixo, reuni questões que permitem observar essas relações por caminhos diferentes. Gosto de pedir que os estudantes justifiquem a escolha com uma pista do próprio texto: uma rubrica, uma fala, um conector ou uma informação atribuída a uma fonte. Assim, a correção também vira oportunidade para conversar sobre como cada gênero constrói sentido.

O que o aluno de 8º ano precisa saber sobre Relação entre textos

Para compreender relações entre textos no 8º ano, o estudante precisa comparar como cada texto organiza e apresenta informações, sem se limitar a procurar palavras repetidas. Ao relacionar uma narrativa literária e sua adaptação teatral, deve reconhecer que a narração pode dar lugar a falas atribuídas a personagens, divisão em cenas e rubricas que orientam iluminação, sons, gestos e deslocamentos. Também precisa distinguir essas indicações das falas: o nome em maiúsculas identifica quem fala, enquanto uma orientação entre colchetes pode indicar o que acontece no palco. Em textos não literários, é importante perceber a função dos conectores, como “portanto”, que sinaliza consequência, e separar dados verificáveis de expressões promocionais ou opiniões. Essa leitura depende de observar pistas, considerar a finalidade e o gênero de cada trecho e explicar a conclusão com evidências. Comparar, portanto, envolve entender tanto o conteúdo compartilhado quanto as escolhas de linguagem que diferenciam os textos.

O que ele precisa saber antes

Antes de resolver as questões, é útil retomar alguns conhecimentos que aparecem diretamente nos itens. Para as atividades de adaptação, a turma precisa reconhecer características básicas da narrativa literária e elementos do texto dramático: personagens, falas, cenas e indicações cênicas. Também ajuda diferenciar diálogo de narração e perceber que uma fala, por si só, não informa necessariamente como uma ação deve ser encenada.

Nas questões sobre língua e leitura de textos cotidianos, os pré-requisitos são reconhecer conectores textuais básicos, compreender a relação entre as ideias de um trecho e distinguir fatos de opiniões. Para avaliar informações, vale ainda observar a origem dos dados e considerar que linguagem elogiosa, depoimentos e recursos visuais não comprovam, sozinhos, a imparcialidade de uma informação.

Onde os alunos mais erram

Nas propostas de adaptação teatral, um erro recorrente é considerar que basta colocar uma narrativa em falas ou usar os nomes das personagens para transformá-la em texto dramático. A questão não é só haver diálogo: a organização precisa permitir que o leitor reconheça as personagens e imagine a cena. Na primeira atividade, por exemplo, a alternativa C parece plausível porque traz uma indicação de local e identifica Ester. O ponto decisivo é que as ações aparecem como falas da personagem, sem orientação cênica para realizá-las. Comparar com a alternativa correta ajuda a enxergar a diferença.

Outro tropeço é confundir fala com rubrica. Um sussurro pode indicar o modo de dizer uma fala; já uma indicação como “João avança” orienta uma ação no espaço. Quando o estudante escolhe o sussurro como resposta para uma pergunta sobre gestos e movimentação, ele percebe uma marca expressiva, mas não a função solicitada.

Na questão dos conectores, “além de” pode chamar atenção porque introduz uma informação relevante, mas seu papel é acrescentar uma ideia. “Portanto” é que anuncia resultado ou consequência. Já na leitura de divulgação turística, depoimentos e imagens podem parecer convincentes por serem próximos da experiência cotidiana, mas não equivalem a dados verificáveis. A leitura mais segura compara a linguagem usada, identifica a fonte e separa avaliação subjetiva de informação objetiva.

Como trabalhar em sala

  • Compare versões do mesmo acontecimento: leia um parágrafo narrativo e peça à turma que observe como ele poderia ser organizado em cenas. No quadro, registrem o que pode virar fala e o que precisa aparecer como rubrica ou indicação de ambiente.
  • Faça uma leitura marcada: os alunos podem sublinhar falas, circular nomes de personagens e colocar um traço ao lado de indicações de ação, som ou luz. Depois, expliquem a função de cada marca com base no trecho.
  • Experimente uma leitura encenada simples: em duplas, um estudante lê as falas e outro acompanha as rubricas, sem necessidade de cenário ou figurino. A atividade ajuda a perceber quais informações orientam a movimentação e quais pertencem ao diálogo.
  • Monte um quadro de conectores: usando frases curtas criadas pela turma, agrupem conectores de adição e de consequência. Peça que substituam um pelo outro e observem como muda a relação entre as ideias.
  • Compare divulgação e informação: apresente dois trechos sobre o mesmo tema e peça que identifiquem expressões avaliativas, números e fontes. A pergunta de leitura pode ser: “Que informação consigo verificar e onde ela aparece?”.

Questões prontas de Relação entre textos para o 8º ano (com gabarito comentado)

As questões a seguir podem ser usadas como atividade de leitura, avaliação diagnóstica ou retomada. Oriente a turma a justificar cada resposta com uma característica observável no texto.

Questão 1 — Qual trecho apresenta uma adaptação teatral adequada?

No alto da falésia, Ester sentiu o vento agitar seu xale enquanto observava o mar revolto. Recordou-se do bilhete misterioso que a convidava a desvendar um enigma guardado no farol abandonado. Ao aproximar-se da porta enferrujada, ouviu um estalo. Hesitou, respirou fundo e empurrou o batente. Um corredor estreito se estendia em penumbra, ladeado por velas apagadas e antigas pinturas que narravam histórias de navegadores desaparecidos. Cada passo fazia o piso ranger, ecoando como um convite sinistro. Ester adiantou a lanterna, pronta para enfrentar o que estivesse oculto na escuridão.

A partir do texto-base, identifique o trecho que apresenta a adaptação teatral adequada, com indicação de cena, personagem e direção de cena.

  • ❌ A) — Vento forte! — disse Ester. — Porta rangendo… Corredor, mistério! Essa opção usa uma forma de diálogo, mas não indica a cena nem apresenta orientação cênica para organizar a encenação.
  • ✅ B) CENA 1
    [Alta falésia]
    ESTER (com xale ao vento): Observo o mar…
    [Som de vento e batida de porta]
    ESTER: Quem colocou este bilhete? A resposta combina a indicação da cena, a identificação de Ester e orientações de ação e som, elementos próprios da adaptação teatral.
  • ❌ C) CENA 1 – FALÉSIA E FAROL
    ESTER: O vento agita meu xale enquanto observo o mar.
    ESTER: Ouço um estalo, empurro a porta e vejo um corredor escuro. Embora identifique cena e personagem, deixa as ações apenas como falas, sem indicação cênica para encená-las.
  • ❌ D) ESTER (narrando): No alto da falésia, o vento agitava meu xale e eu ouvi um estalo. Empurrei a porta e vi um corredor escuro. A personagem narra os acontecimentos, mas o trecho não organiza uma cena com indicações de ação ou ambiente.
  • ❌ E) ESTER: Eu sinto o vento na falésia! (Ela anda até o farol e abre a porta com esforço.) ESTER: Que corredor é este? Há identificação e uma orientação de ação, mas falta uma indicação explícita da cena.

Gabarito comentado: B. A alternativa correta reúne marcação de cena, personagem identificada e indicações que ajudam a orientar a encenação. A comparação com C é produtiva: nela há falas e cenário nomeado, mas as ações relevantes são contadas pela personagem, em vez de orientadas como ações cênicas.

Questão 2 — Que elemento orienta gestos e movimentação no espaço cênico?

“Como enfrentar a escuridão quando ela se faz guardiã dos segredos?”

[O palco está mal iluminado; ao fundo, ouve-se o som distante de água corrente.]

ELOÁ (sussurrando): Precisamos atravessar o rio sem perder o rumo.

JOÃO (erguendo a lanterna): Se seguirmos pelas estrelas refletidas na água, chegaremos à outra margem.

[João avança, com a lanterna em punho; Eloá hesita, olhando para o público.]

ELOÁ: Confio em seu olhar, irmão. Vamos juntos.

Analise o texto-base e conclua qual elemento do trecho orienta diretamente o encenador sobre os gestos e a movimentação dos atores no espaço cênico.

  • ❌ A) A interrogação inicial que introduz o tema da cena. A pergunta apresenta o tema, mas não orienta gestos nem deslocamentos.
  • ❌ B) O uso de letras maiúsculas no nome dos personagens. As maiúsculas identificam quem fala, não indicam ações ou movimentação.
  • ❌ C) O sussurro de Eloá na primeira fala. O sussurro orienta o modo ou volume de falar, não os deslocamentos dos atores.
  • ✅ D) As indicações entre colchetes sobre ações e deslocamentos dos atores. Os colchetes descrevem ações e movimentos que orientam a encenação.
  • ❌ E) A fala em primeira pessoa de João ao erguer a lanterna. A fala apresenta o que João diz; a primeira pessoa não indica, por si só, gestos ou deslocamentos.

Gabarito comentado: D. A pista é a função das indicações entre colchetes: elas informam aspectos da ação em cena, como João avançar e Eloá olhar para o público. A identificação do personagem e a maneira de falar cumprem outras funções.

Questão 3 — Que proposta atende aos elementos essenciais de um texto teatral?

Eu me lembro da noite em que atravessamos a gruta. A luz fraca das lanternas tremulava nas paredes úmidas, e cada passo revelava estalactites afiadas como dentes. Meu amigo Lucas sussurrou:
— Será melhor seguirmos com cuidado.
O eco devolvia nossa voz numa sinfonia sombria. À frente, a passagem se estreitava até parecer um túnel vivo. Eu respirei fundo e respondi:
— Vamos em frente. Não podemos desistir agora.

Considere o texto-base e analise as propostas de adaptação apresentadas. Identifique aquela que atende aos elementos essenciais de um texto teatral.

  • ❌ A) Adaptar o trecho em diálogo marcando falas entre aspas, sem indicar personagens ou cenários. As aspas marcam falas, mas, sem identificação de quem fala, não fica clara a organização teatral.
  • ❌ B) Adaptar o trecho em prosa descritiva com frases curtas no tempo presente. Frases curtas no presente não transformam, por si só, a prosa descritiva em texto teatral.
  • ✅ C) Adaptar o trecho em diálogo teatral com identificação de personagens e indicações de cena. A proposta identifica quem fala e inclui indicações que ajudam a organizar a cena para encenação.
  • ❌ D) Adaptar o trecho em forma de monólogo narrativo com uso de advérbios de modo. O monólogo mantém a forma narrativa, e os advérbios não substituem a estrutura teatral.
  • ❌ E) Adaptar o trecho em diálogo teatral com nome dos personagens, mas sem falas. Os nomes sem falas não constituem diálogo teatral.

Gabarito comentado: C. A adaptação precisa organizar as falas por personagem e oferecer indicações de cena quando necessário. A presença de diálogo no texto original é uma pista útil, mas não elimina a necessidade de estruturar a versão teatral.

Questão 4 — O que caracteriza a adaptação teatral da crônica?

— Vocês já ouviram falar da lenda do rio Azul? — perguntou Sofia, reunindo os colegas na biblioteca antiga. A crônica original narra como pescadores afirmavam ver luzes misteriosas à noite, num relato em terceira pessoa, cheio de descrições do luar e do murmúrio das águas.

Na adaptação para o palco, os estudantes organizaram o texto em cenas: há a indicação [Luz baixa, som de água corrente], seguida de um diálogo entre pescador e narrador. O narrador entra, descreve a paisagem em voz alta e dá passagem à fala do pescador, que expressa medo e curiosidade em falas curtas.

Analise o texto-base e identifique a estratégia que caracteriza a adaptação teatral proposta.

  • ❌ A) Usar descrições poéticas do luar em longos monólogos internos. Monólogos internos não garantem divisão em cenas nem interação dramática.
  • ❌ B) Converter todos os diálogos em relatos indiretos do narrador. O relato indireto reduz a presença de fala direta no palco e não corresponde à estratégia descrita.
  • ❌ C) Manter a estrutura original em crônica com parágrafos narrativos longos. Parágrafos narrativos longos preservam o formato da crônica, sem caracterizar a dramatização apresentada.
  • ❌ D) Manter a narração em terceira pessoa sem alterar a voz do narrador. Isso não corresponde à organização em cenas, com diálogo e indicações cênicas, descrita no enunciado.
  • ✅ E) Inserir indicações cênicas e diálogos diretos entre personagens. A marcação de luz e som, junto às falas, diferencia a adaptação teatral da narração original.

Gabarito comentado: E. O enunciado destaca cenas, uma indicação de iluminação e som e diálogo direto. A resposta adequada retoma esses elementos, em vez de confundir a forma narrativa original com a organização do texto adaptado.

Questão 5 — Que recurso substitui a narração descritiva?

Em um sótão iluminado por velas, dois irmãos investigam uma antiga lenda familiar. Texto narrativo original: “O vento uivava pelos beirais, e o retrato do ancestral parecia ganhar vida, enquanto as paredes sussurravam segredos”. Adaptação teatral: [luz fraca sobre o retrato, som de vento] IRMÃO 1 (em voz baixa): Você ouviu isso? IRMÃ (aproximando-se do retrato): É como se alguém chamasse nosso nome. [IRMÃ estende a mão, hesita e recua] IRMÃO 1 (segurando-a pelo braço): Não tenha medo. Precisamos descobrir a verdade.

Analise o trecho adaptado ao formato teatral e identifique o recurso que substitui a narração descritiva.

  • ❌ A) O uso de notas de rodapé explicativas. O trecho não apresenta notas; as informações aparecem nas indicações incluídas no corpo do texto.
  • ✅ B) O uso de rubricas de encenação. Indicações como “[luz fraca]” e “[som de vento]” representam aspectos do ambiente narrado e orientam a cena.
  • ❌ C) O emprego de versos rimados. O trecho não apresenta rimas; está organizado em prosa dramatizada.
  • ❌ D) A presença de monólogo interior em itálico. As falas são pronunciadas pelas personagens, e não há monólogo interior em itálico.
  • ❌ E) A enumeração de personagens no elenco. Listar personagens não substitui a descrição do ambiente nem as ações narradas.

Gabarito comentado: B. As rubricas ajudam a levar ao palco elementos que a narrativa apresentava por meio de descrição. Também orientam ações, como estender a mão, hesitar e recuar.

Questão 6 — O que é fundamental para enriquecer a adaptação teatral?

Nas margens do rio que serpenteava a pradaria, Lara segurou firme os remos enquanto o barco deslizava sobre a água translúcida. O farfalhar das folhagens ecoava sob o céu de fim de tarde. Ao longe, percebeu-se uma velha cabana de madeira prestes a desmoronar. O aroma de madeira úmida misturava-se ao perfume silvestre. Em silêncio, Lara observou cada detalhe: tábuas rangendo, janelas com vidros quebrados e cortinas esvoaçantes. Decidiu então entrar, apesar do receio. A porta abriu-se com um gemido, revelando um espaço abandonado onde ecos do passado pareciam sussurrar segredos.

Analise o texto-base e identifique qual elemento é fundamental para enriquecer sua adaptação em texto teatral.

  • ❌ A) Incluir versos em rima para musicalizar a peça. A rima não é requisito da adaptação teatral e pode alterar o estilo do texto-base sem necessidade.
  • ❌ B) Incluir monólogo interior para expressar sentimentos. O pensamento narrativo precisa ser adaptado a recursos representáveis, como falas ou ações, e não basta inseri-lo como monólogo interior.
  • ❌ C) Incluir narração em terceira pessoa fora dos diálogos. A narração não é a solução indicada para transformar as descrições em elementos de cena.
  • ✅ D) Incluir indicações de cenário e movimentação cênica. As indicações permitem representar o ambiente e as ações da personagem no palco.
  • ❌ E) Incluir elementos fantásticos ausentes no texto original. Acrescentá-los modifica o enredo e não é necessário para adaptar a narrativa.

Gabarito comentado: D. O texto contém descrições de espaço, sons e ações. Indicações de cenário e movimentação ajudam a converter essas informações em recursos teatrais, mantendo a relação com o texto-base.

Questão 7 — Qual conector expressa resultado ou consequência?

Como a tradição das feiras de rua contribuiu para a formação do cardápio local? Nos mercados informais, vendedores ofereciam ingredientes trazidos de diferentes regiões do país, combinando especiarias e hortaliças em bancas coloridas. Muitos sabores foram preservados por gerações e consolidados em pratos típicos. Portanto, a culinária da região se enriqueceu com receitas que mesclam influências diversas. Além de manter viva a memória cultural, esses eventos favorecem o comércio familiar e estimulam o turismo gastronômico.

Analise as informações do texto e identifique o conector que expressa relação de causa e consequência entre preservação da memória cultural e o enriquecimento da culinária local.

  • ❌ A) Esses eventos. A expressão retoma os encontros de feira, mas não funciona como conector de consequência.
  • ❌ B) Além de. A expressão introduz uma ideia adicional, não apresenta o resultado indicado na questão.
  • ❌ C) Nos mercados informais. A expressão situa o contexto de venda e não estabelece uma relação de consequência.
  • ❌ D) Muitos sabores. A expressão indica o tema da frase, mas não sinaliza a relação lógica entre as ideias.
  • ✅ E) Portanto. O conector apresenta o resultado ou a consequência do que foi afirmado anteriormente.

Gabarito comentado: E. “Portanto” anuncia uma conclusão decorrente das informações anteriores. “Além de” também liga ideias, mas acrescenta informação; não tem a mesma função lógica no trecho.

Questão 8 — Como distinguir informação objetiva de texto promocional?

Quem nunca se encantou com fotos perfeitas de destinos turísticos nas redes sociais? Muitos viajantes acabam consumindo conteúdos que misturam informação e propaganda. Veja dois trechos sobre a mesma cidade:

Trecho A: “Conheça a Cidade Luminosa: ruas charmosas, gastronomia premiada e vida noturna vibrante. Reserve seu pacote e garanta preços exclusivos!”

Trecho B: “Relatório da Secretaria de Turismo aponta que, no último ano, o município recebeu 120 000 visitantes, com aumento de 8% na ocupação hoteleira. A prefeitura registrou investimentos de R$ 4,5 milhões em melhoria de infraestrutura.”

Analise os trechos e conclua: ao buscar informações imparciais sobre o destino, qual procedimento de leitura é mais adequado para distinguir dados objetivos de texto promocional?

  • ✅ A) Filtrar expressões subjetivas e buscar dados objetivos citados por fontes oficiais. Essa estratégia permite separar a linguagem promocional do Trecho A de informações apresentadas com fonte e dados no Trecho B.
  • ❌ B) Valorizar superlativos e comparativos para identificar o melhor destino. Superlativos podem persuadir, mas não garantem imparcialidade nem comprovam dados.
  • ❌ C) Priorizar imagens e design do texto para avaliar confiabilidade. Um visual atraente pode chamar atenção, mas não comprova a veracidade das informações.
  • ❌ D) Focar em depoimentos de influenciadores para validar a experiência pessoal. Depoimentos podem expressar opiniões ou experiências particulares e não substituem dados verificáveis.
  • ❌ E) Ler apenas as manchetes para formar opinião sem ler detalhes. Ignorar o restante do texto impede observar as fontes e distinguir opinião de informação objetiva.

Gabarito comentado: A. É adequado observar a linguagem, procurar dados verificáveis e considerar quem apresenta a informação. Os números e a referência a relatórios no Trecho B são pistas diferentes dos elogios e do convite à compra no Trecho A.

Próximos passos

Depois da correção, proponha que os estudantes expliquem uma resposta com uma evidência do texto e indiquem qual alternativa os fez hesitar. Para ampliar a sequência, acesse questões da habilidade EF69LP50, questões da habilidade EF89LP34, questões da habilidade EF08LP13 e questões da habilidade EF69LP04. Você também pode montar outras avaliações no gerador de provas do GeraProva e fazer seu cadastro grátis.

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