GeraProva GeraProva Provas com IA para professores do Brasil
Questoes

Atividades de Os Pré-Socráticos (A busca pela Arché / Physis) para o ENEM com gabarito

Atividades de Filosofia sobre os pré-socráticos para preparar turmas do ENEM, com oito questões e gabarito comentado. O material aborda arché, physis, principais pensadores e as habilidades EM13CHS102 e EM13CHS501.

Atividades de Os Pré-Socráticos (A busca pela Arché / Physis) para o ENEM com gabarito

Os pré-socráticos investigaram a arché, princípio originário capaz de explicar a physis, a natureza em transformação. Tales identificou a água como arché; Anaximandro, o apeiron; os pitagóricos destacaram o número. Parmênides distinguiu opinião e verdade, enquanto Empédocles explicou mudanças pela ação de Amor e Discórdia. Para o ENEM, é importante relacionar essas ideias ao contexto e evitar interpretações anacrônicas.

Quando trabalho Os Pré-Socráticos com turmas que se preparam para o ENEM, percebo que o desafio está em ir além de decorar qual filósofo escolheu cada princípio. A turma precisa ler o enunciado, identificar o problema filosófico e reconhecer como cada pensador explica a origem e a ordem da natureza.

Por isso, gosto de aproximar os conceitos de arché e physis das pistas que aparecem nos textos das questões. A comparação entre as explicações ajuda a revisar os filósofos e, ao mesmo tempo, a praticar leitura crítica, interpretação de conceitos e atenção ao contexto histórico — habilidades importantes para resolver questões de Filosofia no exame.

O que o aluno de ENEM precisa saber sobre Os Pré-Socráticos (A busca pela Arché / Physis)

Para o ENEM, o aluno precisa compreender que os pré-socráticos investigaram a physis — a natureza entendida como realidade em transformação — e buscaram uma arché, princípio capaz de explicar a origem, a composição ou a organização do cosmos. Não existe uma resposta única entre esses pensadores: Tales propôs a água; Anaximandro, o apeiron, ilimitado ou indeterminado; e os pitagóricos destacaram o número como estrutura explicativa da realidade. Também é importante reconhecer que Parmênides contrapõe doxa, opinião ligada às aparências, e alétheia, verdade relacionada ao ser; que Xenófanes critica a projeção de características humanas nos deuses; e que Empédocles usa Amor e Discórdia para explicar união e separação sem descrever forças físicas modernas. Mais do que memorizar nomes, o estudante deve localizar a tese no texto, distinguir princípio de manifestação e evitar misturar conceitos de épocas ou filósofos diferentes.

O que ele precisa saber antes

As questões pressupõem que a turma já tenha contato com a ideia de filosofia pré-socrática, com a diferença entre arché e elementos ou fenômenos particulares e com algumas teorias sobre o cosmos. Também ajuda conhecer os termos doxa e alétheia, entender o que significa antropomorfismo e reconhecer que uma leitura filosófica deve respeitar o contexto histórico, sem projetar conceitos científicos atuais sobre autores antigos.

Para a questão ligada à habilidade EM13CHS501, é útil retomar autonomia intelectual e diálogo crítico: a investigação filosófica não é apenas um catálogo de respostas, mas também uma prática de formular argumentos, confrontar explicações e justificar conclusões. Se esses conceitos não estiverem consolidados, uma revisão breve antes da atividade pode tornar a leitura mais produtiva.

Onde os alunos mais erram

Um erro recorrente nas questões é misturar a tese de um pensador com outra explicação que também parece plausível. A água, o fogo, a terra e o ar são elementos familiares, mas isso não significa que qualquer um deles corresponda à arché proposta por Tales ou Anaximandro. Na questão sobre o apeiron, por exemplo, o distrator da terra pode atrair quem associa princípio a uma base material concreta e deixa de notar que Anaximandro propõe algo indeterminado.

Também vale observar a confusão entre conceitos próximos. O texto sobre Xenófanes critica o antropomorfismo, mas a alternativa sobre racionalismo pode parecer convincente porque menciona uma atitude crítica. Ela, porém, acrescenta uma conclusão que o trecho não sustenta: a substituição integral das crenças por demonstrações formais e matemáticas. Em Parmênides, o desafio é não trocar doxa e alétheia por termos que aparecem em outros debates, como physis ou logos.

Outro cuidado é evitar o anacronismo. Amor e Discórdia, em Empédocles, não devem ser traduzidos automaticamente como energia ou gravidade. E, no item sobre pitagóricos, proporção, harmonia, ordem e medida aparecem relacionadas, mas o princípio fundamental pedido é o número. Por fim, a questão sobre autonomia intelectual pode levar à escolha de uma alternativa que reduz essa formação às artes; é importante ler o que o enunciado pergunta e reconhecer o papel da investigação racional e do debate crítico.

Como trabalhar em sala

  • Monte um quadro comparativo simples: registre filósofo, princípio proposto e pista conceitual. Ao preencher Tales, Anaximandro e pitagóricos, peça que os alunos expliquem por que água, apeiron e número não são respostas intercambiáveis.
  • Faça uma leitura marcada do enunciado: os alunos podem sublinhar o conceito central e circular as palavras que indicam a tarefa, como “crítica”, “princípio” ou “implicação”. Depois, devem justificar a alternativa escolhida com uma evidência do texto.
  • Promova uma conversa sobre contexto: use a questão de Empédocles para discutir o que é anacronismo. A turma pode comparar uma explicação antiga e uma descrição científica atual sem tratar os termos como equivalentes.
  • Peça justificativas para os distratores: em vez de apenas marcar a resposta correta, cada dupla explica por que uma alternativa incorreta parece plausível e qual detalhe a invalida. Essa prática trabalha leitura atenta e argumentação.
  • Feche com uma síntese individual: peça uma frase que relacione a busca pela arché à autonomia de pensamento. A resposta permite verificar se o aluno compreendeu a relação entre investigação racional, análise crítica e diálogo.

Questões prontas de Os Pré-Socráticos (A busca pela Arché / Physis) para o ENEM (com gabarito comentado)

As oito questões a seguir abordam conceitos e pensadores presentes no tema. Sugiro que os alunos tentem responder antes de consultar os comentários; depois, a correção pode servir para retomar tanto o conteúdo quanto o raciocínio que sustenta cada alternativa.

Questão 1 — Xenófanes e a representação dos deuses

Xenófanes de Cólofon criticou as representações tradicionais dos deuses ao observar que diferentes povos os imaginavam com formas semelhantes às suas próprias: os etíopes, por exemplo, representariam seus deuses com pele escura e cabelos crespos, enquanto os trácios os representariam com pele clara e cabelos ruivos. O filósofo acrescentou que, se cavalos ou bois pudessem pintar e esculpir, também produziriam imagens divinas semelhantes a si mesmos. Com base no texto, qual crítica Xenófanes dirige às representações tradicionais dos deuses e qual implicação epistemológica decorre dessa crítica?

  • ❌ A) A adoção do racionalismo, indicando que crenças tradicionais devem ser substituídas integralmente por demonstrações formais e matemáticas. Por que está errada: o texto sustenta uma atitude crítica, mas não afirma que todas as crenças devam ser substituídas por demonstrações matemáticas.
  • ❌ B) A formulação do panteísmo, indicando que crenças tradicionais identificam os deuses com a totalidade natural existente no mundo. Por que está errada: não se discute a identidade entre divindade e natureza, mas a variação das imagens divinas entre os povos.
  • ❌ C) A defesa da teologia da criação, indicando que crenças tradicionais explicam a origem do mundo pela ação intencional de uma divindade. Por que está errada: o trecho não explica a origem do mundo nem apresenta uma divindade criadora.
  • ✅ D) A crítica ao antropomorfismo, indicando que crenças tradicionais podem projetar características humanas nos deuses e, por isso, devem ser examinadas criticamente. Gabarito comentado: Xenófanes aponta que os povos representam os deuses à própria imagem. A consequência é questionar a confiabilidade automática dessas representações e analisá-las criticamente.
  • ❌ E) A defesa do antropocentrismo, indicando que crenças tradicionais devem tomar a experiência humana como medida universal do conhecimento. Por que está errada: o filósofo não propõe que o ser humano seja a medida universal; ele critica a projeção de características humanas sobre os deuses.

Questão 2 — O princípio pitagórico

Em uma investigação sobre os sons de diferentes cordas, um estudante observa que as notas musicais variam conforme relações quantificáveis entre os comprimentos das cordas. A partir desse tipo de observação, a tradição pitagórica interpretou que a realidade não era compreendida apenas pela matéria visível, mas por relações expressas de modo quantitativo. Nessa interpretação, a proporção entre as coisas produziria harmonia; a harmonia revelaria uma ordem; e a medida permitiria comparar essas relações. Assim, esses aspectos seriam manifestações de um princípio mais fundamental, capaz de explicar a estrutura do cosmos. Com base no texto, qual princípio os pitagóricos elevaram a fundamento explicativo do cosmos?

  • ❌ A) A proporção entre as coisas como estrutura do cosmos. Por que está errada: a proporção é uma relação que expressa quantitativamente as conexões, mas não é apresentada como princípio fundamental.
  • ❌ B) A harmonia entre as coisas como estrutura do cosmos. Por que está errada: o texto caracteriza a harmonia como algo produzido pelas proporções, não como fundamento primeiro.
  • ❌ C) A medida das coisas como estrutura do cosmos. Por que está errada: a medida serve para comparar relações; tem função instrumental no argumento.
  • ✅ D) O número como estrutura do cosmos. Gabarito comentado: para os pitagóricos, o número é o princípio que permite compreender as relações da realidade. Proporção, harmonia, ordem e medida aparecem como manifestações ou aplicações desse fundamento.
  • ❌ E) A ordem das coisas como estrutura do cosmos. Por que está errada: a ordem é revelada pela harmonia e aparece como consequência da organização numérica, não como princípio originário.

Questão 3 — A arché de Anaximandro

Segundo Anaximandro de Mileto, qual é a arché (princípio originário) do cosmos?

  • ❌ A) A terra — por sua consistência e base para suportar toda a vida. Por que está errada: a terra é um elemento determinado e não corresponde ao princípio abrangente proposto por Anaximandro.
  • ✅ B) O apeiron — o ilimitado ou indeterminado. Gabarito comentado: Anaximandro propõe o apeiron como princípio não finito e não determinado. Dele emergem e a ele retornam os elementos, o que permite explicar a geração dos seres.
  • ❌ C) O ar — porque é essencial para a respiração e suporte da vida. Por que está errada: o ar é um elemento específico; a proposta de Anaximandro é um princípio indeterminado.
  • ❌ D) O fogo — por ser a fonte de calor e energia que sustenta a vida. Por que está errada: o fogo é um fenômeno natural determinado, não o apeiron apresentado como origem.
  • ❌ E) A luz — devido à sua capacidade de trazer vida e clareza ao mundo. Por que está errada: a luz não é o princípio originário formulado por Anaximandro.

Questão 4 — Tales de Mileto e a água

Qual elemento Tales de Mileto identificou como arché e qual era a sua justificativa empírica para essa escolha?

  • ❌ A) A pedra — por ser sólida e durável, essencial para a construção. Por que está errada: a durabilidade da pedra não corresponde à justificativa atribuída a Tales, baseada na presença da água na vida e nos processos naturais.
  • ✅ B) A água; porque observa sua presença universal na vida e seu papel nas transformações naturais. Gabarito comentado: Tales teria observado que plantas e animais dependem da umidade e que muitos processos envolvem água. A partir dessas observações, identificou-a como princípio gerador.
  • ❌ C) O metal — devido à sua resistência e utilidade em ferramentas. Por que está errada: a utilidade dos metais não é a justificativa apresentada para a arché de Tales.
  • ❌ D) O fogo — por ser uma força transformadora e essencial para o aquecimento. Por que está errada: a alternativa escolhe outro elemento e não acompanha a observação empírica ligada à água.
  • ❌ E) O vento — por ser uma força poderosa que afeta o clima. Por que está errada: o vento é uma manifestação atmosférica, não o princípio que Tales identificou.

Questão 5 — Doxa e alétheia em Parmênides

Indique, em uma frase, os termos gregos que Parmênides contrapõe para distinguir aparência e verdade em sua investigação filosófica.

  • ❌ A) Doxa e ethos. Por que está errada: ethos se relaciona a caráter ou ética e não designa, nesse contraste, a verdade.
  • ❌ B) Aletheia e physis. Por que está errada: physis significa natureza; não é o termo que Parmênides contrapõe a doxa para distinguir aparência e verdade.
  • ✅ C) Doxa (opinião) e alétheia (verdade). Gabarito comentado: Parmênides contrapõe a via da opinião, relacionada às aparências sensíveis, à via da verdade, que expõe o ser imutável.
  • ❌ D) Doxa e logos. Por que está errada: logos pode se referir à razão ou ao discurso, mas não completa o par conceitual pedido.
  • ❌ E) Alétheia e mythos. Por que está errada: mythos remete ao mito e não é o termo de opinião que forma a oposição apresentada.

Questão 6 — Empédocles e o anacronismo

Afirmar que os “Amor” e “Discórdia” de Empédocles equivalem a forças físicas modernas é um anacronismo. Verdadeiro ou falso?

  • ❌ A) É um anacronismo afirmar que Empédocles via Amor como uma força de atração mágica. Por que está errada: a alternativa desloca o foco para uma interpretação mágica. A questão pergunta se é anacrônico equiparar seus conceitos a forças físicas modernas.
  • ❌ B) Afirmar que Empédocles equipara Amor a energia é uma contemporização válida. Por que está errada: a equivalência não é válida; transforma uma explicação qualitativa antiga em conceito científico moderno.
  • ❌ C) Amor e Discórdia são conceitos filosóficos, não podem ser considerados anacrônicos. Por que está errada: a questão não nega que sejam conceitos filosóficos; questiona uma interpretação que os traduz como forças modernas.
  • ✅ D) Verdadeiro — é anacronismo. Gabarito comentado: Empédocles emprega Amor e Discórdia para explicar união e separação dos elementos em uma cosmologia qualitativa. Não descreve forças mensuráveis como as da física contemporânea.
  • ❌ E) Afirmar que Amor e Discórdia são forças similares à gravidade é correto. Por que está errada: a comparação com a gravidade projeta um conceito físico atual sobre termos de outro contexto histórico.

Questão 7 — Quem propôs o apeiron?

Indique o pré-socrático que formulou a arché como apeiron (o ilimitado) como origem da physis.

  • ❌ A) Platão considerava a arché como as Ideias, imutáveis e transcendentais. Por que está errada: a alternativa atribui a outro filósofo uma teoria diferente e não identifica o autor da proposta do apeiron.
  • ❌ B) Heráclito afirmava que o apeiron era o elemento de mudança contínua. Por que está errada: a associação ao apeiron não corresponde à proposta de Anaximandro.
  • ❌ C) Anaxágoras de Atenas propôs a arché como um único elemento físico específico. Por que está errada: a alternativa não identifica Anaximandro; Anaxágoras é associado ao nous, e não ao apeiron.
  • ❌ D) Sócrates defendia que a arché era a alma humana como princípio do conhecimento. Por que está errada: Sócrates não é o pensador ligado à formulação cosmológica do apeiron.
  • ✅ E) Anaximandro de Mileto. Gabarito comentado: Anaximandro propôs o apeiron, princípio indefinido e ilimitado, como origem das mudanças da physis.

Questão 8 — Arché, autonomia e convivência democrática

De que modo a busca pré-socrática por arché pode contribuir para a formação ética da autonomia intelectual e da convivência democrática?

  • ❌ A) A autonomia intelectual surge apenas do estudo das artes e não da filosofia. Por que está errada: a alternativa exclui a contribuição da investigação filosófica, que promove análise, argumentação e reflexão autônoma.
  • ✅ B) Ao privilegiar explicações racionais e o debate crítico, promovendo autonomia de pensamento e diálogo coletivo. Gabarito comentado: investigar racionalmente, justificar teses e confrontar explicações favorece o julgamento autônomo e a deliberação coletiva, práticas importantes para a convivência democrática.
  • ❌ C) A pesquisa estética era mais relevante para a ética do que a investigação da arché. Por que está errada: essa comparação não responde ao papel da investigação racional e do debate crítico destacado no enunciado.
  • ❌ D) A investigação pré-socrática não se relaciona com a democracia ou diálogo coletivo. Por que está errada: a análise e o confronto de argumentos podem contribuir para o diálogo coletivo e a formação crítica.
  • ❌ E) A busca pré-socrática por arché inibe a convivência democrática e o pensamento livre. Por que está errada: a questão associa a investigação racional à autonomia e ao debate, não à inibição do pensamento.

Fechamento: transforme a correção em revisão

Depois de aplicar as questões, vale pedir que os alunos expliquem em voz alta a pista que levou ao gabarito e o motivo de descarte de um distrator. Esse passo simples ajuda a diferenciar memorização de compreensão. Para ampliar a prática, consulte também as questões da habilidade EM13CHS102 e as questões da habilidade EM13CHS501. Você também pode preparar outras avaliações no gerador de provas do GeraProva e fazer o cadastro grátis.

Use este material como ponto de partida: adapte a atividade ao percurso da sua turma, retome os conceitos que precisarem de atenção e conte com o GeraProva para apoiar a preparação das próximas avaliações.

Encontrou um erro neste conteúdo? Veja nossa política editorial e avise a gente.

Monte uma prova com questões como estas

O GeraProva busca questões com gabarito comentado e BNCC no acervo e monta a prova pronta para imprimir.

Criar minha prova

Habilidades BNCC deste artigo

Questões deste artigo com resolução completa

  1. Xenófanes de Cólofon criticou as representações tradicionais dos deuses ao observar que diferentes povos os…
  2. Em uma investigação sobre os sons de diferentes cordas, um estudante observa que as notas musicais variam…
  3. Segundo Anaximandro de Mileto, qual é a arché (princípio originário) do cosmos?
  4. Qual elemento Tales de Mileto identificou como arché e qual era a sua justificativa empírica para essa…
  5. Indique, em uma frase, os termos gregos que Parmênides contrapõe para distinguir aparência e verdade em sua…
  6. Afirmar que os 'Amor' e 'Discórdia' de Empédocles equivalem a forças físicas modernas é um anacronismo…
  7. Indique o pré-socrático que formulou a arché como apeiron (o ilimitado) como origem da physis.
  8. De que modo a busca pré-socrática por arché pode contribuir para a formação ética da autonomia intelectual e…

Fontes

Artigos relacionados

0 comentários

Nome
E-mail (não é publicado)
Comentário
Questões resolvidas Resolução passo a passo, gabarito e o erro de cada alternativa315.687 questões
Ver todas as questões →
Ocorreu um erro inesperado. Recarregar X

Rejoining the server...

Rejoin failed... trying again in seconds.

Failed to rejoin.
Please retry or reload the page.

The session has been paused by the server.

Failed to resume the session.
Please retry or reload the page.