Uma moeda foi lançada 100 vezes e saiu cara 56 vezes. Usando a frequência experimental, qual é a estimativa da…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Determinar a probabilidade de ocorrência de um resultado em eventos aleatórios, quando todos os resultados possíveis têm a mesma chance de ocorrer (equiprováveis).
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
Uma moeda foi lançada 100 vezes e saiu cara 56 vezes. Usando a frequência experimental, qual é a estimativa da probabilidade de cair cara nesta moeda?
- A) 56/100 = 0,56
- B) A estimativa da probabilidade é 0,6.
- C) A estimativa da probabilidade é 70/100.
- D) A estimativa da probabilidade é 0,5.
- E) A estimativa da probabilidade é 54/100.
✅ Resposta correta: alternativa A
Resolução passo a passo
- A frequência experimental de um evento é a razão entre o número de vezes que o evento ocorreu e o número total de lançamentos realizados.
- Aqui, a cara saiu 56 vezes em 100 lançamentos, então a frequência experimental é 56/100.
- Transformando em decimal, 56/100 = 0,56, que é a estimativa da probabilidade de cair cara segundo os dados do experimento.
- A alternativa B está errada porque 0,6 corresponderia a 60 caras em 100 lançamentos, e não às 56 observadas.
- A alternativa C está errada porque 70/100 indicaria 70 caras, número diferente do observado.
- A alternativa D está errada porque 0,5 é a probabilidade teórica de uma moeda equilibrada, e não a frequência experimental obtida.
- A alternativa E está errada porque 54/100 corresponde a 54 caras, e não às 56 que saíram no experimento.
- O gabarito oficial A está correto, pois 56/100 e 0,56 são a mesma estimativa, expressa de duas formas equivalentes.
💡 Dica: Calcule a frequência de caras e divida pelo total de lançamentos.
Alternativa por alternativa
Pela frequência relativa, a probabilidade estimada é número de ocorrências favoráveis dividido pelo total: 56/100 = 0,56.
O aluno pode ter arredondado 0,56 para 0,6 de forma grosseira ou confundido a estimativa com um valor 'redondo' de probabilidade, sem conferir com os dados.
Por que engana: O aluno pode confundir a frequência experimental com a probabilidade teórica, utilizando valores incorretos para o cálculo.
O aluno pode ter trocado o número de caras observado (56) por outro número (70), possivelmente por leitura equivocada dos dados ou por inversão de algarismos.
O aluno pode ter usado a probabilidade teórica de 1/2 para uma moeda equilibrada, ignorando que o enunciado pede a frequência experimental obtida no lançamento.
O aluno pode ter subtraído ou trocado algarismos ao registrar o número de caras, obtendo 54 em vez de 56, o que indica falha de leitura dos dados.
Raio-X da questão
probabilidade experimental
avaliacao
frenquencia relativa · probabilidade
Revisar o conceito de probabilidade e como calcular a frequência experimental.
O aluno pode confundir a frequência experimental com a probabilidade teórica, utilizando valores incorretos para o cálculo.
ciencia_tecnologia
tomada_decisao
cotidiano
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