A pesquisa mostra taxas de confiança em mídias: 18–29 anos: 42%; 30–59: 55%; 60+: 70%. Analise e indique qual…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Analisar e avaliar os impasses ético-políticos decorrentes das transformações culturais, sociais, históricas, científicas e tecnológicas no mundo contemporâneo e seus desdobramentos nas atitudes e nos valores de indivíduos, grupos sociais, sociedades e culturas.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
A pesquisa mostra taxas de confiança em mídias: 18–29 anos: 42%; 30–59: 55%; 60+: 70%. Analise e indique qual política pública enfrenta melhor o impasse geracional sobre informação.
- A) Ignorar as diferenças geracionais e manter políticas atuais.
- B) Aprovar lei que proíba redes sociais para menores.
- C) Investir em educação midiática intergeracional em escolas e centros comunitários.
- D) Subsidiar plataformas digitais especificamente para jovens.
- E) Delegar moderação exclusivamente a empresas privadas sem supervisão pública.
✅ Resposta correta: alternativa C
Resolução passo a passo
- Leia os dados. A confiança em mídias cresce com a idade: 42% entre 18 e 29 anos, 55% entre 30 e 59 e 70% entre 60 anos ou mais. O impasse é que gerações diferentes confiam de formas diferentes na informação, o que dificulta o diálogo e a circulação de conteúdos verificados entre elas.
- Pergunte qual política enfrenta o problema na raiz. Como a diferença está no modo de lidar com a informação e não apenas na idade, a solução precisa aproximar as gerações e desenvolver habilidades de avaliação de fontes em todas as faixas etárias.
- Resolva. A alternativa C propõe educação midiática intergeracional em escolas e centros comunitários. Ela atua sobre o conhecimento, reúne gerações diferentes no mesmo espaço e pode levar tanto jovens quanto idosos a checar fontes e entender os mecanismos de desinformação. Por isso é a alternativa que melhor enfrenta o impasse.
- Analise as demais. A alternativa A é errada porque mantém as políticas atuais, que não reconhecem a diferença entre as gerações. A alternativa B é errada porque proibir redes sociais para menores não trata a confiança dos adultos e idosos e ainda deixa de lado a formação. A alternativa D é errada porque subsidiar plataformas só para jovens aprofunda a separação entre gerações em vez de aproximá-las. A alternativa E é errada porque entregar a moderação a empresas sem supervisão pública elimina a responsabilidade do Estado sobre a informação.
- Conclusão. A alternativa correta é a C, em concordância com o gabarito oficial. A questão não depende de figura, tabela ou texto ausente, pois os dados necessários estão no enunciado.
💡 Dica: Considere as diferenças de confiança nas mídias entre as faixas etárias.
Alternativa por alternativa
O aluno supõe que, como as gerações têm opiniões diferentes, o melhor é não agir e manter o que existe. Ele não percebe que a própria diferença é o problema a ser enfrentado.
O aluno associa o problema de informação apenas aos jovens e acredita que restringir o acesso das crianças e adolescentes às redes resolve o impasse. Ele ignora que a desconfiança e a credulidade atingem todas as faixas etárias.
Por que engana: O aluno pode confundir a necessidade de educação midiática com a proibição de redes sociais, optando por alternativas que não promovem a inclusão e a educação.
Educação fortalece capacidades críticas e reduz vulnerabilidade à desinformação em diferentes idades.
O aluno acredita que oferecer plataformas digitais específicas para jovens melhora a relação com a informação. Ele não percebe que isso reforça a separação entre as gerações, sem trabalhar a confiança nem a formação de quem tem mais de 30 anos.
O aluno entende que empresas privadas sabem moderar conteúdo de forma adequada e que a supervisão pública é desnecessária. Ele não considera que a ausência de regulação e de transparência pode aumentar a desconfiança na informação.
Raio-X da questão
confiança em mídias
diagnostico
análise de dados estatísticos · políticas públicas
Revisar políticas públicas relacionadas à informação e comunicação.
O aluno pode confundir a necessidade de educação midiática com a proibição de redes sociais, optando por alternativas que não promovem a inclusão e a educação.
cidadania_etica
pensamento_critico
cotidiano
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