Habilidades da BNCC deste plano
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EM13CHS601
Identificar e analisar as demandas e os protagonismos políticos, sociais e culturais dos povos indígenas e das populações afrodescendentes (incluindo as quilombolas) no Brasil contemporâneo considerando a história das Américas e o contexto de exclusão e inclusão precária desses grupos na ordem social e econômica atual, promovendo ações para a redução das desigualdades étnico-raciais no país.
Ciências Humanas e Sociais A sequência, aula a aula
A turma retoma quem são os povos indígenas e as populações afrodescendentes no Brasil hoje, evitando visões estereotipadas. Os estudantes localizam esses grupos no presente e começam a perceber que não se trata de passado distante.
Objetivos
- Reconhecer a presença atual de povos indígenas e afrodescendentes no Brasil, com exemplos concretos.Lembrar
- Compreender que esses grupos são diversos e protagonizam lutas sociais e culturais.Compreender
- Identificar estereótipos comuns e confrontá-los com fatos do cotidiano brasileiro.Analisar
A aula mostra como a escravidão africana estruturou a sociedade brasileira e como pessoas negras resistiram por meio de fugas, irmandades, revoltas e quilombos. Os estudantes analisam o passado para entender o racismo e a exclusão atuais.
Objetivos
- Explicar como a escravidão africana estruturou desigualdades no Brasil.Compreender
- Identificar formas de resistência negra, como quilombos, revoltas e organização comunitária.Lembrar
- Analisar a relação entre passado escravista e desigualdades raciais atuais.Analisar
A turma estuda a presença indígena no Brasil contemporâneo e as lutas por terra, saúde, educação e respeito cultural. A aula conecta a história das Américas à situação atual de exclusão e às formas de mobilização indígena.
Objetivos
- Reconhecer a diversidade dos povos indígenas no Brasil contemporâneo.Lembrar
- Explicar por que território é central para a vida e a cultura indígena.Compreender
- Analisar conflitos atuais envolvendo terras indígenas, direitos e preservação ambiental.Analisar
A aula relaciona as experiências de indígenas e negros com racismo, exclusão social e direitos garantidos na Constituição e em leis. Os estudantes analisam situações reais do Brasil e comparam discriminação com políticas de reparação e inclusão.
Objetivos
- Identificar situações de racismo e exclusão no cotidiano escolar e social.Aplicar
- Analisar a diferença entre direito garantido e direito efetivado na realidade brasileira.Analisar
- Avaliar ações e políticas que contribuem para reduzir desigualdades étnico-raciais.Avaliar
Na última aula, a turma retoma o que aprendeu e produz uma proposta prática para valorizar povos indígenas e afrodescendentes na escola ou na comunidade. O foco é transformar análise histórica em ação concreta de enfrentamento das desigualdades.
Objetivos
- Retomar os principais conteúdos das aulas anteriores e organizá-los em síntese.Lembrar
- Criar uma proposta concreta de valorização e enfrentamento das desigualdades étnico-raciais na escola.Criar
- Avaliar a viabilidade e a relevância das ações propostas pelos grupos.Avaliar
O que vem no plano completo
20etapas de metodologia, com o minuto de cada uma
5textos de leitura prontos para o aluno
20recursos listados por aula
11critérios de avaliação com peso
Questões deste tema
Do banco do GeraProva, com gabarito.
1
Média
Leia o trecho abaixo, retirado de uma carta de um colono português do século XVI:
"Aqui tudo que se planta dá: há árvores de frutos variados, e a terra é de grande fertilidade. Os indígenas parecem viver em harmonia com a natureza, mas são ingênuos e simples em seus costumes."
Com base na análise linguística e semiótica, avalie como a escolha das palavras e expressões contribui para construir a imagem dos indígenas e do território na perspectiva do colono.
- A
A linguagem valoriza os indígenas como superiores aos europeus, destacando sua sabedoria.
- B
A descrição utiliza palavras que sugerem uma terra abundante e indígenas vistos de modo paternalista e eurocêntrico.
- C
O texto condena a colonização e exalta as tradições indígenas como mais avançadas.
- D
Os termos empregados afirmam a igualdade cultural entre indígenas e colonizadores.
- E
A carta apresenta uma visão crítica sobre a exploração da terra pelos portugueses.
2
Média
Em comunidades indígenas e quilombolas brasileiras, a oralidade é uma ferramenta fundamental para manter viva a história desses povos. Sobre esse tema, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma função da oralidade nessas comunidades.
- A
Limitar o acesso ao conhecimento apenas aos mais velhos.
- B
Permitir a manipulação de fatos históricos para benefício pessoal.
- C
Transmitir saberes, práticas culturais e acontecimentos importantes de geração em geração.
- D
Substituir totalmente a escrita na documentação oficial.
- E
Impedir a formação de identidade coletiva.
3
Média
Durante o período colonial brasileiro, a escrita foi uma importante ferramenta de poder e exclusão. Qual das alternativas apresenta um exemplo de como o acesso restrito à escrita impactou a participação de certos grupos sociais na construção da história oficial do Brasil?
- A
A maioria dos indígenas era alfabetizada e produzia documentos oficiais sobre suas terras.
- B
Escravizados africanos tinham livre acesso às escolas e produziam relatos oficiais.
- C
A elite colonial, composta principalmente por portugueses, era responsável pela maior parte dos registros escritos oficiais.
- D
Os camponeses pobres eram frequentemente convidados a escrever cartas para autoridades.
- E
Todas as camadas sociais tinham igual acesso à escrita e publicação de documentos.
4
Média
Por que a oralidade é importante em contextos de diversidade cultural?
- A
Porque é irrelevante.
- B
Porque promove a exclusão de culturas.
- C
Porque facilita a troca de saberes entre culturas.
- D
Porque é uma forma de comunicação única.
- E
Porque limita o diálogo entre povos.
5
Média
Por que a oralidade é considerada uma forma de resistência cultural?
- A
Porque impede a inovação cultural.
- B
Porque mantém vivas as tradições em contextos adversos.
- C
Porque é apenas uma forma de entretenimento.
- D
Porque é uma prática exclusiva de grupos marginalizados.
- E
Porque substitui a escrita em todas as situações.
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Textos de leitura prontos
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