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Plano de aula: Matrizes conceituais - Ensino Médio

Sequência didática de História para o Ensino Médio sobre matrizes conceituais como etnocentrismo, racismo, evolução, modernidade e desenvolvimento. O estudante termina a sequência capaz de analisar essas ideias em seu contexto histórico e comparar discursos diferentes sobre elas.

História Ensino Médio 4 aulas de 50 min EM13CHS102

Habilidades da BNCC deste plano

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EM13CHS102

Identificar, analisar e discutir as circunstâncias históricas, geográficas, políticas, econômicas, sociais, ambientais e culturais de matrizes conceituais (etnocentrismo, racismo, evolução, modernidade, cooperativismo/desenvolvimento etc.), avaliando criticamente seu significado histórico e comparando-as a narrativas que contemplem outros agentes e discursos.

Ciências Humanas e Sociais

A sequência, aula a aula

1

O que é uma matriz conceitual

50 min

A turma identifica o que é uma matriz conceitual e como uma ideia nasce em um contexto histórico específico. Depois, analisa um exemplo simples para perceber que conceitos não são neutros.

Objetivos
  • Compreender o conceito de matriz conceitual e sua relação com o contexto histórico.Compreender
  • Analisar um conceito do cotidiano identificando sua origem e seus usos sociais.Analisar
  • Reconhecer que diferentes grupos podem interpretar a mesma ideia de formas distintas.Avaliar
2

Etnocentrismo e racismo no Brasil

50 min

A turma estuda como etnocentrismo e racismo se formaram historicamente e como aparecem na sociedade brasileira. No final, compara duas narrativas sobre povos indígenas ou população negra para avaliar visões diferentes.

Objetivos
  • Analisar as circunstâncias históricas que ajudaram a construir etnocentrismo e racismo.Analisar
  • Comparar duas narrativas sobre um mesmo fato histórico, identificando quem é incluído e quem é silenciado.Analisar
  • Avaliar criticamente a ideia de que a sociedade brasileira sempre foi igual para todos.Avaliar
3

Modernidade, evolução e progresso

50 min

A turma investiga como modernidade, evolução e progresso foram usados para defender ideias de mudança e superioridade. Depois, analisa um exemplo brasileiro para perceber quem ganhou e quem perdeu com esse discurso.

Objetivos
  • Analisar o uso histórico das ideias de modernidade, evolução e progresso no Brasil.Analisar
  • Relacionar mudanças urbanas e econômicas com exclusão social.Compreender
  • Justificar, com base em um caso histórico, por que uma ideia de progresso pode ser criticada.Avaliar
4

Comparar discursos e defender uma posição

50 min

A turma retoma as matrizes conceituais estudadas e compara discursos sobre desenvolvimento e cooperativismo em um caso brasileiro. No fim, produz uma resposta crítica, com argumentos, mostrando o que o conceito esconde e o que revela.

Objetivos
  • Comparar discursos distintos sobre desenvolvimento e cooperativismo em um caso brasileiro.Analisar
  • Argumentar, com base nas aulas anteriores, sobre os limites de uma ideia de progresso.Avaliar
  • Produzir uma resposta escrita crítica, usando pelo menos dois conceitos estudados.Criar

O que vem no plano completo

16etapas de metodologia, com o minuto de cada uma
4textos de leitura prontos para o aluno
12recursos listados por aula
9critérios de avaliação com peso

Questões deste tema

Do banco do GeraProva, com gabarito.

1 Média
Leia o seguinte trecho de uma carta de um colono português do século XVI ao rei de Portugal: “Aqui tudo que se planta dá: há árvores de frutos variados, e a terra é de grande fertilidade. Os indígenas, porém, têm costumes bem diferentes dos nossos.” Considerando a análise semiótica e o contexto histórico, qual é o principal efeito produzido pelo uso da linguagem neste trecho?
  • A Apresentar um julgamento neutro sobre os indígenas.
  • B Enfatizar a riqueza natural da terra e a alteridade dos indígenas.
  • C Demonstrar o domínio tecnológico dos portugueses.
  • D Focar exclusivamente na descrição da natureza.
  • E Questionar a legitimidade da colonização.
2 Média
Leia o trecho da carta de um colono português do século XVI: “Aqui tudo que se planta dá: há árvores de frutos variados, e a terra é de grande fertilidade. Os indígenas...”. Considerando a análise linguística e o contexto histórico, qual é o principal efeito da linguagem utilizada pelo colono ao descrever o território brasileiro e seus habitantes?
  • A Valorizar o potencial econômico da terra e apresentar os indígenas como parte de uma natureza abundante.
  • B Criticar a administração portuguesa e mostrar desinteresse pelos indígenas.
  • C Enfatizar a hostilidade dos indígenas e a pobreza da terra.
  • D Demonstrar preocupação com a preservação ambiental.
  • E Relatar a escassez de recursos naturais e a resistência indígena.
3 Média
Em uma carta enviada a comerciantes portugueses no século XVI, um colono descreveu as condições da América portuguesa: “Aqui tudo que se planta dá; as terras são abundantes e podem oferecer grandes colheitas a quem nelas investir”. A carta circulava entre pessoas interessadas em ampliar seus negócios no território colonial. Considerando o contexto e a forma como o colono descreve a produção agrícola, a expressão “Aqui tudo que se planta dá” contribui para qual estratégia de representação da América portuguesa?
  • A Defender o encerramento dos investimentos portugueses por falta de perspectivas econômicas.
  • B Descrever os obstáculos naturais que limitavam a produção agrícola na colônia.
  • C Denunciar a inexistência de recursos naturais capazes de sustentar a colonização.
  • D Atribuir aos povos indígenas o controle exclusivo da produção agrícola colonial.
  • E Promover a imagem do Brasil como terra de riqueza e oportunidades para a metrópole.
4 Média
Leia o trecho abaixo, retirado de uma carta de um colono português do século XVI: "Aqui tudo que se planta dá: há árvores de frutos variados, e a terra é de grande fertilidade. Os indígenas parecem viver em harmonia com a natureza, mas são ingênuos e simples em seus costumes." Com base na análise linguística e semiótica, avalie como a escolha das palavras e expressões contribui para construir a imagem dos indígenas e do território na perspectiva do colono.
  • A A linguagem valoriza os indígenas como superiores aos europeus, destacando sua sabedoria.
  • B A descrição utiliza palavras que sugerem uma terra abundante e indígenas vistos de modo paternalista e eurocêntrico.
  • C O texto condena a colonização e exalta as tradições indígenas como mais avançadas.
  • D Os termos empregados afirmam a igualdade cultural entre indígenas e colonizadores.
  • E A carta apresenta uma visão crítica sobre a exploração da terra pelos portugueses.
5 Média
Qual das seguintes tecnologias foi utilizada na Idade Média para a comunicação de mensagens?
  • A Imprensa
  • B Telefone
  • C Computador
  • D Televisão
  • E Internet

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