Atividades de Territorialidades Culturais e Econômicas para a 1ª série do Ensino Médio com gabarito
Reuni questões de Geografia para trabalhar territorialidades culturais e econômicas na 1ª série do Ensino Médio. Confira o gabarito comentado e ideias práticas para explorar conflitos, memória e usos do território.
Quando trabalho Territorialidades Culturais e Econômicas com a 1ª série do Ensino Médio, procuro partir de situações concretas: uma comunidade que compartilha o uso de uma mata, a pesca artesanal no litoral ou a mudança de nomes de ruas. Esses exemplos ajudam a turma a perceber que território não é apenas uma área delimitada no mapa. Ele também envolve relações de poder, usos, pertencimentos, atividades econômicas e práticas culturais.
Na minha experiência, vale orientar a leitura para que os estudantes identifiquem quem usa o espaço, com quais objetivos e quais interesses estão em conflito ou podem ser conciliados. As atividades abaixo trabalham essa análise por meio de contextos rurais, costeiros e urbanos. Incluí o gabarito comentado para apoiar a correção e ajudar a discutir não só qual alternativa está certa, mas também por que as demais não respondem ao que o enunciado pede.
O que o aluno de 1ª série precisa saber sobre Territorialidades Culturais e Econômicas
Para estudar territorialidades culturais e econômicas, o aluno precisa compreender que diferentes grupos sociais se apropriam e organizam os espaços de acordo com seus usos, interesses, relações de poder e vínculos de pertencimento. Uma mata pode ser, ao mesmo tempo, fonte de alimento, renda, plantas medicinais e práticas culturais para uma comunidade, enquanto uma empresa pode buscar restringir o acesso para uma atividade privada. No litoral, pesca artesanal e turismo podem ocupar áreas próximas e produzir interesses distintos. Também é importante reconhecer que a memória e a identidade se expressam no espaço: nomes de ruas, práticas coletivas e referências rurais ajudam a construir sentidos sobre os lugares. A análise pede distinguir dimensões sociais, culturais, econômicas, políticas e ambientais, sem reduzir o território a uma só delas. Em cada situação, é preciso observar as evidências do texto, identificar os grupos envolvidos e avaliar como suas ações afetam o acesso, os recursos e a continuidade dos modos de vida.
O que ele precisa saber antes
As questões pressupõem conhecimentos básicos que podem ser retomados rapidamente antes da atividade. Primeiro, é útil revisar a diferença entre espaço rural e urbano e reconhecer exemplos associados a cada contexto, como fazendas, cidades e estações de metrô. Também é importante trabalhar os conceitos de território e territorialidade: o espaço é vivido, usado e organizado por grupos, e essas relações podem envolver pertencimento, regras e disputas.
Outros pré-requisitos são a relação entre memória coletiva e identidade, o uso político dos espaços públicos, os direitos de comunidades tradicionais e a ideia de uso sustentável da natureza. Para interpretar os itens sobre pesca, extrativismo e turismo, a turma precisa ainda reconhecer que uma prática pode reunir dimensões econômicas e ambientais, ou culturais e sociais, sem que elas sejam idênticas. Se esses conceitos já foram apresentados, uma conversa breve com exemplos próximos da realidade local costuma ser suficiente para ativá-los.
Onde os alunos mais erram
Um erro recorrente nas questões deste conjunto é selecionar um benefício que aparece no texto, mas que não responde ao foco exato do enunciado. Na situação da horta coletiva, por exemplo, há produção de alimentos, mas a pergunta destaca a preservação de tradições e a circulação de saberes. A alternativa sobre segurança alimentar pode parecer convincente porque está relacionada ao cultivo; ainda assim, não é a dimensão principal solicitada. Vale ensinar a turma a sublinhar o verbo e o foco da pergunta antes de escolher.
Também é comum confundir dimensões territoriais ou substituir o cenário descrito por outro. Uma questão sobre disputa entre uso comunitário e apropriação privada não trata de turismo ou mineração se esses elementos não aparecem no texto. Em outro item, a renomeação de ruas não extingue a história local: ela pode reorganizar a memória pública e favorecer certas narrativas. E, ao comparar usos do espaço marinho, a simples presença de duas atividades iguais não demonstra territorialidades distintas. Em todos esses casos, voltar às evidências do enunciado ajuda a evitar respostas baseadas apenas em associações gerais.
Como trabalhar em sala
- Mapeie usos do espaço: no quadro, desenhe um lugar conhecido, como uma praça, rua, margem de rio ou área rural. Peça que a turma identifique grupos que usam esse espaço e anote seus objetivos e regras.
- Compare dimensões: apresente um caso curto e peça aos estudantes que classifiquem evidências em dimensões culturais, econômicas, ambientais, sociais e políticas. A mesma situação pode envolver mais de uma dimensão.
- Faça leitura com marcações: peça que sublinhem os grupos envolvidos, circulem os usos do território e destaquem a pergunta final. Essa estratégia ajuda a diferenciar informações do texto do foco pedido pelo item.
- Organize uma conversa de posições: com base em um conflito descrito, convide a turma a explicar os interesses de cada grupo sem transformar a atividade em julgamento simplista. O objetivo é identificar relações e consequências.
- Peça uma justificativa curta: depois de escolher a alternativa, cada estudante escreve uma frase apoiada em uma evidência do texto. Isso torna a correção mais formativa do que apenas divulgar a letra do gabarito.
Questões prontas de Territorialidades Culturais e Econômicas para a 1ª série do Ensino Médio (com gabarito comentado)
Nas questões, oriento os alunos a ler primeiro o contexto, localizar os grupos e os usos do espaço e só então comparar as alternativas. O comentário de cada opção pode ser usado na correção coletiva ou como devolutiva para estudo individual.
1. Horta urbana e saberes locais
Folhas verdes escapam entre as tábuas do terraço de um conjunto habitacional na periferia de Belém. Moradores instalaram caixas com terra para cultivar mandioca, milho e variedades de feijão trazidas por seus avós de comunidades ribeirinhas. O projeto coletivo visa alimentar famílias, fortalecer vínculos e resgatar tradições locais. Enquanto as plantas crescem, registros fotográficos e rodas de conversa fazem circular saberes sobre os ciclos da lua e rituais de semeadura. A iniciativa também atrai atenção de pesquisadores interessados em iniciativas urbanas de agricultura que articulam perspectivas sociais, econômicas, políticas e ambientais.
Analise o texto-base e identifique qual dimensão de territorialidade evidenciada pela prática descrita contribui principalmente para a preservação de tradições e saberes locais?
- ❌ A) Estímulo à interação comunitária e compartilhamento de saberes. A alternativa descreve a dimensão que efetivamente responde ao foco da pergunta, portanto, não está errada.
- ❌ B) Reivindicação de autonomia e reconhecimento formal do território. O texto não apresenta reivindicação de autonomia nem busca de reconhecimento formal.
- ❌ C) Promoção da segurança alimentar e geração de renda local. O cultivo ajuda a alimentar famílias, mas não há informação de geração de renda; além disso, o foco é a preservação de saberes.
- ❌ D) Modernização dos cultivos por técnicas agrícolas mecanizadas. Não há referência à mecanização; a situação destaca conhecimentos e práticas locais.
- ❌ E) Redução do impacto ambiental por meio da cobertura vegetal. O texto não aponta esse resultado como principal contribuição da prática descrita.
Gabarito: A. A atividade reúne moradores e cria oportunidades para transmitir conhecimentos ligados ao cultivo e às tradições locais. A alternativa C é um distrator plausível porque o texto menciona alimentação, mas não responde ao aspecto cultural destacado. Atenção à formatação: a opção correta está identificada com ✅ no gabarito comentado.
2. Uso comunitário da mata e apropriação privada
Moradoras de uma comunidade rural organizam, há décadas, a coleta de frutos em uma área de mata usada também para obter plantas medicinais e realizar festas locais. A retirada é feita em períodos combinados entre as famílias, para não comprometer a regeneração das espécies. Recentemente, uma empresa comprou fazendas vizinhas e cercou parte da mata para ampliar a criação de gado. Com isso, os caminhos tradicionais foram bloqueados e a coleta passou a ser impedida. As moradoras reivindicam acesso à área e participação nas decisões sobre seu uso, afirmando que a mata garante renda, alimentação e práticas culturais da comunidade.
Analise a situação descrita e identifique a interpretação que explica o conflito pelo uso da mata.
- ❌ A) A disputa entre uma territorialidade turística de visitação e uma atividade industrial de mineração. O texto não menciona turismo, mineração ou atividade industrial; descreve coleta comunitária e pecuária.
- ✅ B) A disputa entre uma territorialidade coletiva de uso comum e uma apropriação privada voltada ao lucro. A comunidade usa a mata para finalidades econômicas, culturais e ambientais, enquanto a empresa restringe o acesso para seu uso privado.
- ❌ C) A disputa entre uma territorialidade nacional de fronteira e uma circulação internacional de mercadorias. O conflito é local e não envolve fronteiras nacionais ou comércio internacional.
- ❌ D) A disputa entre uma territorialidade estatal de preservação e uma exploração ilegal de recursos. Não há unidade estatal de preservação ou atividade ilegal descrita; o conflito envolve comunidade e empresa privada.
- ❌ E) A disputa entre uma territorialidade urbana de moradia e uma ocupação rural voltada ao lazer. O texto trata de coleta e pecuária em contexto rural, não de expansão urbana ou lazer.
Gabarito: B. A disputa decorre de formas diferentes de organizar e controlar o uso da área: o uso coletivo tradicional e a apropriação privada para a pecuária. A análise deve considerar os interesses e os efeitos sobre o acesso da comunidade.
3. Marco associado ao espaço rural
Indique um marco da memória associado historicamente ao espaço rural no Brasil.
- ❌ A) Estádio. É principalmente associado a eventos esportivos, não ao espaço rural indicado.
- ❌ B) Cidade. A alternativa remete ao espaço urbano.
- ❌ C) Estação de metrô. É uma estrutura de transporte urbano, não um marco historicamente associado ao espaço rural brasileiro.
- ❌ D) Edifício comercial. É característico de áreas urbanizadas e não corresponde ao marco rural pedido.
- ✅ E) Fazenda. A fazenda está historicamente associada ao espaço rural brasileiro, à produção agropecuária e à organização da vida no campo.
Gabarito: E. É um item de identificação direta. A leitura do enunciado e a distinção entre referências rurais e urbanas permitem reconhecer a fazenda como resposta. A questão também abre espaço para conversar sobre memória e marcas presentes na paisagem.
4. Renomeação de ruas e memória pública
Qual é uma consequência simbólica imediata da renomeação de ruas por autoridades após eventos políticos (por exemplo, durante o século XX)?
- ❌ A) Implementar um registro imutável da história. A renomeação não torna a história imutável; as interpretações do passado podem mudar e ser debatidas.
- ❌ B) Encerrar o debate sobre a identidade cultural. A mudança de nomes pode participar de disputas identitárias, mas não encerra necessariamente o debate.
- ❌ C) Manter os nomes anteriores como referências oficiais, sem alterar a identificação cotidiana dos lugares. A renomeação não garante que os nomes anteriores permaneçam oficiais nem que a identificação cotidiana fique inalterada.
- ❌ D) Sinalizar a extinção da história local. A história não desaparece por causa da mudança de nomes; pode permanecer registrada e ser lembrada por outros meios.
- ✅ E) Reconfiguração da memória pública que legitima narrativas oficiais e redefine identidades locais. A mudança pode valorizar determinadas narrativas sobre o passado e influenciar a forma como os lugares são reconhecidos.
Gabarito: E. O ponto principal é compreender que a nomeação do espaço público tem dimensão simbólica e política. A alternativa D pode atrair quem associa mudança de nome a apagamento total, mas o efeito mais preciso é uma reorganização da memória pública.
5. Territorialidades distintas no mesmo espaço marinho
Em um trecho do litoral nordestino, vivem famílias de pescadores artesanais que lançam redes a poucos metros de resorts de luxo, onde turistas praticam mergulho recreativo. Enquanto o governo estabelece normas ambientais para proteger corais, as comunidades tradicionais e o setor hoteleiro reivindicam acesso às mesmas enseadas, gerando conflitos por espaço, recursos e regras de uso.
Analise o texto-base e identifique a situação que ilustra, por analogia, a produção de territorialidades distintas em um mesmo ambiente natural.
- ❌ A) Presença de duas normas ambientais para proteger corais na mesma enseada. Trata de normas com finalidade semelhante, não da coexistência de usos sociais distintos.
- ❌ B) Presença de dois resorts de luxo na mesma faixa litorânea. Apresenta dois empreendimentos do mesmo tipo, sem contrastar formas de uso diferentes.
- ✅ C) Presença de comunidade caiçara e resort de luxo na mesma faixa litorânea. Reúne grupos com usos e interesses distintos no mesmo espaço, como pesca artesanal e turismo.
- ❌ D) Presença de duas áreas de mergulho recreativo na mesma enseada. Indica o mesmo uso recreativo, não territorialidades diferentes.
- ❌ E) Presença de duas comunidades caiçaras na mesma faixa litorânea. Não contrapõe formas distintas de uso econômico do espaço.
Gabarito: C. A comparação adequada aproxima grupos que compartilham uma área, mas a utilizam de modos diferentes. A alternativa A pode parecer relevante por mencionar regras ambientais, porém não representa por si só a coexistência de territorialidades distintas.
6. Turismo ecológico e preservação de manguezais
Uma comunidade quilombola na costa sul do Brasil desenvolve projeto de turismo ecológico voltado à preservação dos manguezais locais. Moradores oferecem passeios guiados pelos canais de água salgada, detalham práticas tradicionais de coleta de frutos do mangue e organizam oficinas de confecção de artesanato com fibra de palmeira. Parte da renda obtida é investida no plantio de mudas e na instalação de placa informativa sobre a fauna característica, convidando visitantes a colaborar com mutirões de reflorestamento.
Analise o texto-base e identifique qual dimensão territorial é priorizada pelo projeto de turismo ecológico na comunidade quilombola.
- ✅ A) Promoção ambiental através da preservação e reflorestamento. O projeto centra-se na restauração dos manguezais e na conservação da fauna, caracterizando a dimensão ambiental.
- ❌ B) Coesão social por meio da participação comunitária. A participação apoia a iniciativa, mas não é o objetivo principal indicado na pergunta.
- ❌ C) Valorização cultural das práticas tradicionais. O texto menciona práticas culturais, mas enfatiza preservação ambiental e reflorestamento.
- ❌ D) Articulação política com órgãos governamentais. Não há referência a ações políticas ou parcerias institucionais com órgãos governamentais.
- ❌ E) Fomento econômico por meio do artesanato. Há renda e artesanato, mas o texto destaca o investimento em conservação e reflorestamento.
Gabarito: A. O contexto apresenta várias dimensões, mas as ações de plantio, conservação da fauna e mutirão de reflorestamento indicam qual delas é priorizada. A resposta não deve ignorar cultura e economia; deve distinguir esses aspectos do foco pedido.
7. Castanhas, renda e manejo sustentável
Entre igarapés e castanheiras, a comunidade de São Lourenço, em reserva extrativista na Amazônia, organiza atividades coletivas. Pela manhã, mulheres coletam castanhas de forma criteriosa, garantindo a regeneração das árvores. À tarde, jovens embalam os frutos em pequenas indústrias artesanais e os vendem em feiras agroextrativistas. Nas assembleias mensais, moradores discutem normas de manejo, limitam a quantidade coletada e destinam parte da renda para ações de preservação dos igarapés. Essas práticas combinam cuidado ambiental com geração de renda local, reforçando vínculos sociais e fortalecendo o senso de pertencimento a esse território.
Analise o texto-base e identifique qual prática representa a articulação das dimensões econômica e ambiental na produção territorial da comunidade.
- ❌ A) Construção de estradas para escoamento de produtos até mercados urbanos. Pode facilitar o comércio, mas a alternativa não apresenta manejo ambiental associado.
- ❌ B) Implementação de sistemas de irrigação para expansão de cultivos agrícolas. Não corresponde ao extrativismo de castanhas descrito nem demonstra a articulação pedida.
- ❌ C) Organização de assembleias mensais para deliberar normas internas. Reforça dimensões social e política, mas não articula diretamente geração de renda e conservação.
- ✅ D) Comercialização de castanhas com regras de manejo sustentável. A venda gera renda e o manejo criterioso contribui para conservar as árvores.
- ❌ E) Promoção de feiras agroextrativistas para divulgar a cultura local. Pode valorizar aspectos culturais e econômicos, mas não destaca por si só os cuidados ambientais.
Gabarito: D. A prática correta reúne as duas dimensões solicitadas: comercialização e renda, de um lado, e regras de manejo que favorecem a regeneração, de outro. É importante não confundir uma ação de organização política ou de divulgação cultural com essa combinação específica.
8. Cultura local e economia em vila costeira
Em uma vila costeira do Nordeste brasileiro, moradores mantêm a pesca artesanal como principal atividade econômica e preservam festivais de maracatu que reforçam sua identidade cultural. Nos últimos cinco anos, a instalação de pousadas e restaurantes para turistas transformou áreas antes usadas para estocagem de redes em estacionamentos e cafés. Parte da comunidade reclama da perda de espaços de convivência onde ocorriam rodas de coco e oficinas de construção de barcos. Ambientalistas destacam o risco ao manguezal pela expansão de calçadas e estacionamentos.
Analise o texto-base e identifique a medida que concilia efetivamente dimensões culturais e econômicas na produção de territorialidade local.
- ❌ A) Restringir totalmente o acesso de veículos ao centro da vila. Pode favorecer o convívio e o ambiente, mas não integra diretamente cultura local e economia.
- ✅ B) Criar museu comunitário de maracatu e cooperativa de artesanato pesqueiro. A proposta valoriza a cultura e pode sustentar renda local por meio da cooperativa.
- ❌ C) Instituir área de proteção marinha com proibição total de turistas. Prioriza restrição e dimensão ambiental, sem articular cultura e economia local.
- ❌ D) Privatizar áreas de estocagem para uso de empresas hoteleiras. Favorece interesses privados e pode excluir os usos comunitários tradicionais.
- ❌ E) Conceder incentivos fiscais a pousadas sem articular com a comunidade pesqueira. Estimula a economia turística, mas deixa de integrar as atividades culturais e sociais tradicionais.
Gabarito: B. A alternativa combina valorização da identidade cultural com uma iniciativa de geração de renda comunitária. A restrição total de veículos pode responder a preocupações ambientais ou de circulação, mas não resolve o pedido de conciliar cultura e economia.
Próximos passos
Depois da correção, peça que a turma compare dois casos e explique como os grupos envolvidos organizam ou disputam o espaço. Também vale retomar as habilidades da atividade: consulte questões da habilidade EM13CHS205 e questões da habilidade EM13CHS206. Para adaptar a sequência ou montar uma avaliação com outros conteúdos, acesse o gerador de provas do GeraProva e faça seu cadastro grátis.
Use estas questões como ponto de partida e ajuste a aplicação ao percurso da sua turma. No GeraProva, você pode criar atividades e provas com apoio de IA; revise sempre o material antes de levar para a sala.
O GeraProva busca questões com gabarito comentado e BNCC no acervo e monta a prova pronta para imprimir.
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