Na roda de brincadeiras do bairro, a turma conheceu uma oficina de lutas com movimentos leves e regras de…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Questão
Na roda de brincadeiras do bairro, a turma conheceu uma oficina de lutas com movimentos leves e regras de cuidado. Antes de começar, Pedro disse: “Luta é coisa de menino forte e bravo”. Ana respondeu: “Minha irmã faz judô e gosta muito”. A professora explicou que lutas não servem para machucar, mas para aprender a respeitar o outro, controlar o corpo e seguir combinados. Então, mostrou cartazes com crianças e adultos de diferentes tamanhos, idades e roupas praticando capoeira, judô e taekwondo. Depois disso, o grupo percebeu que ninguém precisa ser “do mesmo jeito” para participar e que o mais importante é agir com segurança e respeito. Considere o texto e identifique a atitude que ajuda a superar o preconceito sobre quem pode participar das lutas.
- A) Evitar a oficina, pois lutas não combinam com brincadeiras do bairro.
- B) Afirmar que só meninos fortes devem participar, para evitar erros.
- C) Valorizar que qualquer pessoa pode praticar, com respeito e cuidado.
- D) Dizer que lutas servem apenas para brigar e vencer os outros.
- E) Separar os participantes por aparência, para manter a aula igual.
✅ Resposta correta: alternativa C
Resolução passo a passo
- O enunciado pergunta qual atitude ajuda a superar o preconceito sobre quem pode participar das lutas. O texto mostra o preconceito inicial de Pedro ("Luta é coisa de menino forte e bravo") e depois o contraponto da professora e dos cartazes com crianças e adultos de diferentes tamanhos, idades e roupas.
- A conclusão do grupo está no final do texto: ninguém precisa ser "do mesmo jeito" para participar, e o mais importante é agir com segurança e respeito. Logo, a atitude que combate o preconceito é reconhecer que qualquer pessoa pode praticar, com respeito e cuidado.
- A alternativa C expressa exatamente essa ideia. Não há necessidade de mudar nada no enunciado para confirmá-la.
- Por que as outras estão erradas: A reforça o preconceito ao excluir a oficina por tradição, sem base no texto; B repete o preconceito de que só meninos fortes podem participar; D distorce a finalidade das lutas, que segundo a professora não servem para machucar; E cria exclusão por aparência, o oposto do que o texto defende.
- O gabarito oficial C está correto e coincide com a minha resolução.
💡 Dica: Leia o texto atentamente e identifique a atitude que promove respeito e inclusão.
Alternativa por alternativa
Acredita que lutas não fazem parte das brincadeiras e que a oficina deve ser evitada, como se a atividade fosse incompatível com o bairro. Isso ignora que a professora apresentou as lutas como parte da roda de brincadeiras.
Entende que apenas meninos fortes podem lutar, repetindo a fala de Pedro como verdade. Não percebe que o texto desmonta essa ideia ao mostrar participantes de tamanhos, idades e roupas variados.
Por que engana: O aluno pode confundir preconceito com regras de participação, escolhendo alternativas que reforçam estereótipos.
Correta. O texto mostra que lutas são para todos e devem ser vividas com segurança e respeito, sem ideia de que são só para um tipo de pessoa.
Associa lutas à agressão e à vitória sobre o outro, contrariando a explicação da professora de que as lutas não servem para machucar. Confunde o objetivo educativo com competição violenta.
Imagina que a igualdade da aula depende de separar as pessoas por aparência física. Não percebe que o texto defende justamente a inclusão de pessoas diferentes, sem separação.
Raio-X da questão
respeito e inclusão nas lutas
avaliacao
compreensão de respeito ao próximo
estude sobre respeito, inclusão e superação de preconceitos
O aluno pode confundir preconceito com regras de participação, escolhendo alternativas que reforçam estereótipos.
saude
empatia
cotidiano
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