Manchete fictícia: "Forças cruzadas iniciam cerco a Lisboa em 1147", registra crônica adaptada para estudo. A…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
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Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
Manchete fictícia: "Forças cruzadas iniciam cerco a Lisboa em 1147", registra crônica adaptada para estudo. A imagem de Roque Gameiro revela um imponente torre de cerco sendo içada por catroios diante das muralhas da cidade, enquanto embarcações a remo cercam o porto. Esse registro iconográfico ilustra as técnicas militares empregadas na tomada de Lisboa pelos cruzados. Analise o texto e a imagem e identifique qual fator foi determinante para os cruzados vencerem o cerco às muralhas de Lisboa em 1147?
- A) Uso de torre de cerco combinado com apoio naval para superar as muralhas
- B) Acordo diplomatico com autoridades locais para abrir as portas da cidade
- C) Deslocamento intenso de cavalaria para romper o portão principal
- D) Emprego de artilharia a polvora para destruir as muralhas
- E) Bloqueio de suprimentos por terra para forçar rendição dos sitiados
✅ Resposta correta: alternativa A
Resolução passo a passo
- Leia o enunciado e observe o que a imagem mostra: uma torre de cerco sendo erguida diante das muralhas e embarcações a remo cercando o porto. Isso indica duas frentes de ação, uma terrestre e uma marítima. Passo 2: Identifique o contexto histórico. Em 1147, durante a Segunda Cruzada, cruzados que passavam pela costa portuguesa, como ingleses, flamengos e alemães, apoiaram o rei Afonso Henriques no cerco a Lisboa, então sob domínio muçulmano. Passo 3: Relacione as técnicas ao resultado. A torre de cerco permitia aproximar tropas das muralhas e atacar a fortificação, enquanto a frota bloqueava o porto, impedia a chegada de socorro e de suprimentos e aumentava a pressão sobre a cidade. A combinação entre força terrestre e apoio naval foi o fator decisivo. Passo 4: A alternativa A está correta porque reúne exatamente essas duas técnicas, que aparecem na imagem e são citadas no texto. Passo 5: Por que as demais estão erradas. B: não houve acordo diplomático para abrir as portas, pois a cidade foi conquistada pelo cerco e pelo combate. C: a cavalaria não era o recurso decisivo contra muralhas fortificadas, e o objetivo central não era romper um portão. D: a pólvora e a artilharia de pólvora não existiam em 1147, sendo um anacronismo. E: o bloqueio terrestre contribuiu, mas isoladamente não explica a vitória, e a imagem destaca o ataque com torre e o cerco naval.
💡 Dica: Relacione os recursos militares descritos e representados à superação das defesas de Lisboa.
Alternativa por alternativa
A combinação do dispositivo de ataque à altura das muralhas e do bloqueio naval está evidenciada no texto e na imagem, apontando eficácia tática.
Imagina que a conquista dependeu de negociação com autoridades locais, como em tomadas pacíficas, e não percebe que a questão trata de técnicas militares de cerco.
Associa cerco a ataques rápidos de cavalaria, como em batalhas em campo aberto, e supõe que o ponto decisivo era romper o portão principal.
Projeta conhecimentos de épocas posteriores e supõe que armas de pólvora já estavam disponíveis no século XII.
Acredita que o isolamento terrestre bastaria sozinho, ignorando o papel do ataque direto com torre de cerco e do bloqueio naval mostrados na imagem.
Por que engana: O aluno pode escolher uma estratégia plausível para um cerco, como o bloqueio de suprimentos, sem relacioná-la às evidências específicas do texto e da imagem sobre a torre de cerco e o apoio naval.
Raio-X da questão
Cerco medieval a Lisboa
avaliacao
Cruzadas medievais e cercos · Leitura de fontes iconográficas
Revise as técnicas de cerco medievais e o papel do apoio naval na conquista de Lisboa em 1147.
O aluno pode escolher uma estratégia plausível para um cerco, como o bloqueio de suprimentos, sem relacioná-la às evidências específicas do texto e da imagem sobre a torre de cerco e o apoio naval.
cidadania_etica
pensamento_critico
historico
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