GeraProva GeraProva Provas com IA para professores do Brasil
Questoes

Atividades de Linguagens Cartográfica, Gráfica e Iconográfica para a 2ª série do Ensino Médio com gabarito

Atividades de Geografia para a 2ª série do Ensino Médio sobre leitura e análise de mapas, gráficos e imagens. Inclui oito questões com alternativas e gabarito comentado.

Atividades de Linguagens Cartográfica, Gráfica e Iconográfica para a 2ª série do Ensino Médio com gabarito

Linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica são formas de representar e comunicar informações por meio de mapas, gráficos, imagens e outros recursos visuais. Em Geografia, os estudantes da 2ª série analisam esses registros, comparam dados e observam elementos como escala, legenda, fonte, período e distribuição espacial para construir interpretações fundamentadas.

Quando trabalho Linguagens Cartográfica, Gráfica e Iconográfica com a 2ª série do Ensino Médio, procuro aproximar a leitura dos materiais da interpretação de situações concretas. Não basta identificar uma cor no mapa ou localizar um valor em um gráfico: é preciso perguntar o que está sendo representado, em que período, com qual escala e de acordo com que legenda. Em Geografia, essa leitura ajuda a relacionar informações espaciais, temporais e visuais sem tratar uma imagem como prova isolada.

Nas atividades abaixo, reuni situações que permitem explorar mapas temáticos, séries gráficas, fotografias, pirâmides populacionais e indicadores. Elas também ajudam a observar como os alunos justificam uma conclusão e se comparam as fontes antes de responder. As questões estão vinculadas à habilidade EM13CHS106 e trazem gabarito comentado para apoiar a correção e a retomada.

O que o aluno de 2ª série precisa saber sobre Linguagens Cartográfica, Gráfica e Iconográfica

Na 2ª série, o estudante precisa compreender que mapas, gráficos e imagens são formas de organizar e comunicar informações, mas cada linguagem destaca aspectos diferentes. Em um mapa temático, legenda, escala, recorte espacial e variáveis orientam a leitura; em um gráfico, eixos, unidades, período e tipo de representação permitem comparar valores e tendências; fotografias e outros registros iconográficos oferecem evidências visuais que precisam ser contextualizadas. O aluno deve cruzar essas fontes, identificar convergências e diferenças e evitar conclusões que os dados não sustentam. Isso inclui comparar separadamente as dimensões de um indicador antes de interpretar seu valor agregado, distinguir frequência de distribuição espacial e observar se duas camadas cartográficas usam datas, resoluções e unidades compatíveis. Também é importante reconhecer que a escolha de uma representação depende da pergunta: linhas favorecem a leitura de séries temporais, enquanto mapas mostram padrões espaciais. A habilidade envolve leitura crítica, interpretação e comunicação responsável de informações.

O que ele precisa saber antes

As questões pressupõem conhecimentos de leitura de mapas e gráficos, interpretação de legendas, escalas e unidades, ordenação cronológica e reconhecimento de dados organizados por categorias. Também é útil que a turma conheça as dimensões do IDH e saiba comparar variações em indicadores. Para os itens ambientais, entram noções de erosão costeira, transporte litorâneo de sedimentos e leitura de mapas temáticos; para o mapa histórico, a ideia de georreferenciamento por pontos de controle e de precisão cartográfica. Já a questão demográfica pede leitura de pirâmides populacionais e compreensão da estrutura etária. Se algum conceito ainda não estiver consolidado, vale retomar apenas o necessário antes da aplicação, sem transformar a atividade em uma aula expositiva extensa.

Onde os alunos mais erram

Um erro recorrente que as questões permitem diagnosticar é tomar um dado de síntese como se descrevesse todos os seus componentes. No item sobre o IDH, por exemplo, o índice geral sobe, mas a longevidade diminui. A alternativa mais sedutora generaliza o resultado agregado e conclui que todas as dimensões melhoraram. A correção está em comparar cada coluna entre os anos antes de formular uma conclusão.

Em mapas e gráficos, a dificuldade aparece quando se confunde cor com significado fixo, ou quando se comparam representações produzidas com períodos, escalas, unidades e variáveis diferentes. Um mapa vermelho não indica necessariamente aumento: é preciso consultar a legenda e descobrir o que a camada mede. Também pode haver confusão entre concentração e representatividade: um tema restrito a poucas ruas não passa a ser mais representativo por estar concentrado. Nas questões de costa e de população, outro cuidado é não generalizar um padrão localizado para toda a área nem inverter a leitura da base e do topo da pirâmide. Em todos esses casos, peça que a turma cite a evidência concreta que sustenta a resposta.

Como trabalhar em sala

  • Faça uma leitura em três etapas. Antes de pedir uma conclusão, oriente a turma a identificar o tipo de representação, localizar legenda, título, unidade, fonte, período e recorte. Depois, os alunos descrevem o padrão visível e só então propõem uma interpretação.
  • Compare dados em uma tabela simples. Para o item do IDH, os estudantes podem anotar, em duas colunas, o que subiu e o que caiu. Esse procedimento curto ajuda a separar a evolução do índice geral da trajetória de cada dimensão.
  • Use mapas disponíveis e uma folha de papel. Projete ou distribua dois mapas sobre um mesmo tema e peça que a turma confira se período, escala e legenda permitem comparação. Não é necessário usar software especializado: o objetivo é justificar quando uma comparação é válida e quando faltam informações.
  • Peça uma evidência por resposta. Em duplas, cada aluno escolhe uma alternativa e aponta a informação do enunciado que a sustenta. Na conversa seguinte, a turma identifica por que um distrator parece plausível e qual dado o contradiz.
  • Varie o formato da síntese. Depois da resolução, convide os estudantes a explicar uma tendência temporal em gráfico de linhas ou a descrever um padrão espacial em mapa. Assim, eles relacionam a pergunta à linguagem mais adequada, sem exigir recursos caros.

Questões prontas de Linguagens Cartográfica, Gráfica e Iconográfica para a 2ª série do Ensino Médio (com gabarito comentado)

As questões a seguir podem ser aplicadas como atividade individual, em duplas ou como diagnóstico. Mantive os dados e as alternativas para que você possa selecionar os itens de acordo com o percurso da turma. Em cada uma, o comentário explica não apenas a resposta correta, mas também o problema de interpretação presente nas alternativas incorretas.

1. Como interpretar a evolução do IDH quando as dimensões variam de maneiras diferentes?

Em um painel de monitoramento do desenvolvimento humano, uma prefeitura brasileira divulgou índices padronizados nas três dimensões usadas pelo IDH. Os dados foram calculados pela mesma metodologia nos dois anos.

2019: educação = 0,650; longevidade = 0,750; renda = 0,700; IDH = 0,699.
2024: educação = 0,700; longevidade = 0,720; renda = 0,740; IDH = 0,720.

Em uma publicação nas redes sociais, a prefeitura afirmou que o desenvolvimento humano melhorou integralmente no município porque o IDH geral aumentou. Considerando os dados do painel, qual conclusão é correta?

  • ✅ A) O aumento do IDH geral indica melhora no resultado agregado, impulsionada pelos avanços em educação e renda, mas não permite afirmar que houve melhoria em todas as dimensões, pois o índice de longevidade diminuiu de 0,750 para 0,720. Correta: compara as três dimensões: educação e renda aumentaram, enquanto longevidade caiu. O índice agregado maior não significa melhora integral.
  • ❌ B) O crescimento do IDH geral ocorreu principalmente porque a longevidade aumentou no período, enquanto as mudanças em educação e renda tiveram pouca influência. Errada: a longevidade diminuiu; a alternativa atribui o crescimento à dimensão que caiu.
  • ❌ C) A redução da longevidade não prejudica a interpretação, pois os avanços em educação e renda fizeram todas as dimensões melhorarem. Errada: confunde compensação no resultado agregado com aumento em cada dimensão.
  • ❌ D) O aumento do IDH geral comprova melhora integral, pois sintetiza a evolução das três dimensões. Errada: generaliza o resultado agregado e ignora a queda de longevidade.
  • ❌ E) A queda da longevidade demonstra que o IDH geral foi calculado incorretamente. Errada: uma dimensão pode cair enquanto outras aumentam o suficiente para elevar o índice agregado.

2. Qual tema social apresenta menor representatividade nos murais registrados?

Pesquisadores registraram, ao longo de seis meses, 120 murais e intervenções urbanas que retratam movimentos sociais no bairro de Casa Forte. Cada obra foi documentada com fotografias georreferenciadas, coordenadas GPS e data de registro. As imagens foram classificadas por tema: manifestações operárias (45 murais), resistência quilombola (30), lutas estudantis (25) e direitos indígenas (20). Os dados foram reunidos em gráfico de barras e em mapa temático digital: os temas aparecem, respectivamente, em seis, cinco, quatro e duas microáreas. Como essa combinação permite identificar o tema menos representado?

  • ✅ A) A sub-representação dos direitos indígenas expressa-se no menor número de murais e na cobertura geográfica mais restrita. Correta: são 20 murais e presença em apenas duas microáreas, os menores valores apresentados.
  • ❌ B) A dispersão da resistência quilombola em cinco microáreas indica menor representatividade local. Errada: há 30 murais e presença em cinco microáreas, acima dos direitos indígenas nos dois critérios.
  • ❌ C) A predominância das manifestações operárias evidencia o tema menos representado. Errada: 45 murais e seis microáreas correspondem aos maiores valores, não aos menores.
  • ❌ D) A concentração dos direitos indígenas nas vias principais revela representatividade equivalente às demais categorias. Errada: a localização em vias principais não elimina a menor frequência e abrangência informadas.
  • ❌ E) A frequência intermediária das lutas estudantis demonstra a menor representatividade. Errada: o tema tem 25 murais em quatro microáreas, mais do que os direitos indígenas.

3. Como explicar a dinâmica costeira observada em Barra Clara?

Moradores compararam diferentes fontes antes de decidir se pediriam obras na orla. Um mapa digital, com linhas de costa de 2010, 2017 e 2024, mostra o maior recuo logo após uma estrutura de pedras construída na ponta norte da enseada. Em outro trecho, antes da estrutura, há pequeno avanço. Uma série gráfica ilustrativa registra queda da largura da faixa de areia de 42 m, em 2010, para 19 m, em 2024, com perdas mais fortes em anos de ressacas. Fotografias feitas do mesmo ponto mostram escarpa na duna, raízes expostas e postes mais próximos da água. Qual interpretação integra melhor as informações?

  • ❌ A) Avanço generalizado da praia por assoreamento e deposição crescente de sedimentos. Errada: o gráfico e as fotografias indicam perda de areia e erosão, não avanço generalizado.
  • ❌ B) Recuo explicado sobretudo por aumento de chuva local e enxurradas sobre a duna. Errada: os dados destacam perdas associadas a ressacas e um padrão espacial ligado à estrutura, não a enxurradas.
  • ❌ C) Recuo aleatório, sem padrão espacial, por falhas de medição que impedem comparar anos. Errada: mapa, série gráfica e fotografias convergem e mostram uma localização definida.
  • ❌ D) Recuo uniforme em toda a enseada por elevação do nível do mar como fator único. Errada: o mapa mostra contrastes entre trechos, com recuo depois da estrutura e pequeno avanço antes dela.
  • ✅ E) Recuo concentrado após a estrutura, por interrupção do transporte litorâneo de sedimentos e déficit de areia a jusante. Correta: o padrão localizado no mapa, a redução da faixa de areia e os sinais nas fotografias são coerentes com erosão associada à retenção de sedimentos pela estrutura.

4. Como comparar mapas de vegetação e temperatura de forma confiável?

Em uma publicação sobre calor urbano, um influenciador afirma que o Bairro A é “o mais quente da cidade” porque aparece vermelho em um mapa de temperatura da superfície. No mesmo post, mostra um mapa de vegetação em tons de verde e conclui que faltam árvores no bairro. A temperatura foi obtida por imagem de satélite de julho, às 13h, com resolução de 1 km; o mapa de vegetação veio de março, com resolução de 30 m. O recorte ocultou escala e legenda, e um gráfico anexado mostra consumo mensal de energia da cidade inteira, sem separar bairros. Qual procedimento permite avaliar a relação entre vegetação e calor?

  • ❌ A) Substituir os mapas por uma média anual da cidade, pois médias eliminam variações e diferenças sazonais. Errada: uma média municipal apaga diferenças entre bairros e não avalia especificamente o Bairro A.
  • ❌ B) Recortar apenas o Bairro A no mapa mais chamativo e retirar a legenda. Errada: sem legenda e contexto espacial, as cores não sustentam uma comparação confiável.
  • ✅ C) Padronizar data e escala das camadas, explicitar legenda e fonte e então comparar os bairros no mesmo recorte. Correta: esse procedimento trata as diferenças de tempo, resolução e contexto necessárias para uma inferência consistente.
  • ❌ D) Transformar o gráfico municipal de consumo em mapa sem unidades. Errada: o dado não está desagregado por bairro e perder a unidade reduz ainda mais sua possibilidade de interpretação.
  • ❌ E) Manter meses e resoluções diferentes porque imagens de satélite permitem comparação direta. Errada: as diferenças de estação, horário e resolução continuam relevantes.

5. Como avaliar a comparação entre mapas de focos de calor e desmatamento?

Um morador compartilha dois prints de uma plataforma ambiental e afirma que, se o mapa está todo vermelho, o desmatamento explodiu. O primeiro print mostra focos de calor dos últimos sete dias, agrupados em células de 10 km e vistos no zoom de todo o estado. O segundo apresenta área desmatada acumulada no ano por município, com aproximação em uma região. Ele compara os prints com um gráfico oficial de área desmatada em km² por mês e diz que os dados se contradizem. Qual procedimento melhor permite avaliar a confiabilidade da comparação?

  • ✅ A) Verificar indicador, período, escala e agregação espacial antes de comparar as camadas e o gráfico. Correta: é preciso considerar que focos de calor e área desmatada são indicadores diferentes, assim como os períodos e as unidades espaciais apresentados.
  • ❌ B) Usar apenas o número de pontos do mapa de focos de calor para medir área desmatada. Errada: focos de calor não medem diretamente a área desmatada.
  • ❌ C) Desconsiderar o gráfico mensal por não ser cartográfico e manter somente os mapas. Errada: a linguagem gráfica também oferece informação útil para uma análise conjunta.
  • ❌ D) Concluir que vermelho indica aumento mesmo com variáveis e unidades diferentes. Errada: a cor não possui significado único; sua leitura depende da legenda e do indicador.
  • ❌ E) Tomar o zoom aproximado como prova de maior intensidade. Errada: a aproximação altera a apresentação visual, mas não demonstra aumento real do fenômeno.

6. Qual recurso facilita comparar a circulação de jornais ao longo das décadas?

Um gráfico apresenta a circulação de jornais regionais entre 1920 e 1950. Que recurso gráfico facilita comparar tendências ao longo das décadas?

  • ✅ A) Representar os dados como séries temporais em gráfico de linhas com eixo temporal uniforme. Correta: as linhas ajudam a acompanhar mudanças no tempo e comparar tendências.
  • ❌ B) Usar um mapa para indicar a localização dos jornais. Errada: o mapa mostraria distribuição espacial, não a evolução da circulação.
  • ❌ C) Apresentar os dados em tabela com números estáticos por ano. Errada: a tabela permite consulta, mas exige comparar os valores ano a ano e não evidencia visualmente a tendência.
  • ❌ D) Criar um gráfico circular com a distribuição percentual dos jornais. Errada: o gráfico circular destaca proporções, não a evolução temporal.
  • ❌ E) Usar ícones sem dados numéricos. Errada: sem valores, não é possível comparar as variações da circulação.

7. Como converter áreas demarcadas em um mapa histórico para limites digitais de referência atual?

Uma equipe pretende digitalizar documentos cartográficos antigos para apoiar a regularização fundiária e a gestão ambiental no Vale do Ribeira, em São Paulo. Entre os materiais está o “Mappa Topographico das Terras Devolutas Medidas e Demarcadas desde 1854 até 1868”, na escala 1:250 000, com limites por coordenadas e legenda que distingue áreas medidas e demarcadas. O documento mostra blocos retangulares, rios, litoral e relevo. A equipe quer transformar os blocos em polígonos em um SIG para orientar vistorias, considerando a precisão cartográfica e a compatibilização com a base geodésica atual. Qual procedimento reduz melhor as incertezas?

  • ❌ A) Converter braças para metros para tornar os limites automaticamente compatíveis com a cartografia atual. Errada: converter unidades não resolve referência geodésica, projeção ou deformações do documento.
  • ❌ B) Usar o relevo como fronteira natural no lugar das linhas dos blocos. Errada: o relevo contextualiza o mapa, mas substituir as linhas altera o sentido dos limites registrados.
  • ✅ C) Georreferenciar por pontos de controle, como rios e litoral, e verificar em campo com GNSS antes de vetorizar os limites. Correta: o ajuste por feições reconhecíveis e a validação em campo ajudam a reduzir o erro posicional do documento histórico.
  • ❌ D) Ampliar o arquivo até o nível de lote para obter a precisão de uma carta cadastral moderna. Errada: o zoom não cria detalhes ausentes no documento original; a precisão continua limitada pela escala e pelo traçado.
  • ❌ E) Usar as coordenadas do canto do mapa e desenhar os blocos sem ajustar deformações. Errada: coordenadas de enquadramento não garantem que todo o conteúdo esteja livre de distorções.

8. Que prioridade de investimento é coerente com a pirâmide populacional da Bolívia de 2016?

Em 2016, uma equipe técnica do governo boliviano elaborou um plano de investimentos para os serviços públicos da década seguinte. Para definir prioridades, utilizou a pirâmide populacional do país, organizada por sexo e faixas etárias de cinco anos. A leitura da base e do corpo da pirâmide ajuda a antecipar demandas de escolas, trabalho, saúde e previdência. Com base no texto e na pirâmide populacional da Bolívia, qual prioridade responde melhor à demanda social predominante no curto prazo?

  • ❌ A) Priorizar a expansão de asilos e cuidados de longa permanência, devido ao predomínio de idosos no topo. Errada: o topo estreito não indica predominância de idosos.
  • ❌ B) Priorizar hospitais voltados a doenças degenerativas devido ao aumento acentuado das faixas acima de 80 anos. Errada: as faixas muito idosas são pequenas e não aparecem como o grupo de maior pressão no curto prazo.
  • ✅ C) Priorizar a ampliação de creches e escolas de educação básica, devido ao grande contingente nas faixas mais jovens. Correta: a base larga indica participação expressiva de crianças e adolescentes, associada à demanda por educação básica.
  • ❌ D) Priorizar aumento imediato do gasto previdenciário, pois a maioria da população está acima de 65 anos. Errada: a pirâmide não mostra maioria acima dessa idade; a concentração está nas faixas jovens.
  • ❌ E) Priorizar políticas para atrair jovens estrangeiros devido à escassez de população em idade escolar. Errada: a base larga indica presença numerosa de jovens, não escassez.

Fechamento: da leitura à avaliação

Ao corrigir, vale retomar o caminho usado para chegar à resposta: identificar o que cada representação mede, conferir seus elementos e só então relacionar os dados. Para ampliar a sequência, consulte também as questões da habilidade EM13CHS106. Você pode adaptar os itens e organizá-los em uma avaliação usando o gerador de provas do GeraProva; se ainda não tem cadastro, faça seu cadastro grátis.

Use as questões como ponto de partida e ajuste a aplicação ao que sua turma já estudou. O GeraProva pode ajudar você a montar atividades e provas com mais praticidade.

Encontrou um erro neste conteúdo? Veja nossa política editorial e avise a gente.

Monte uma prova com questões como estas

O GeraProva busca questões com gabarito comentado e BNCC no acervo e monta a prova pronta para imprimir.

Criar minha prova

Habilidades BNCC deste artigo

Questões deste artigo com resolução completa

  1. Em um painel de monitoramento do desenvolvimento humano, uma prefeitura brasileira divulgou índices…
  2. Pesquisadores registraram, ao longo de seis meses, 120 murais e intervenções urbanas que retratam movimentos…
  3. Por que uma praia parece mudar de lugar ao longo dos anos? Em Barra Clara, moradores compararam informacoes de…
  4. Por que um mapa que circula nas redes pode convencer rapidamente, mesmo quando junta informacoes que nao…
  5. — Se o mapa esta todo vermelho, entao o desmatamento explodiu! — afirmou um morador ao compartilhar, em uma…
  6. Um gráfico apresenta a circulação de jornais regionais entre 1920 e 1950. Que recurso gráfico facilita…
  7. Uma equipe de um órgão estadual pretende digitalizar documentos cartográficos antigos para apoiar a…
  8. Em 2016, uma equipe técnica do governo boliviano elaborou um plano de investimentos para os serviços públicos…

Fontes

Artigos relacionados

0 comentários

Nome
E-mail (não é publicado)
Comentário
Questões resolvidas Resolução passo a passo, gabarito e o erro de cada alternativa315.687 questões
Ver todas as questões →
Ocorreu um erro inesperado. Recarregar X

Rejoining the server...

Rejoin failed... trying again in seconds.

Failed to rejoin.
Please retry or reload the page.

The session has been paused by the server.

Failed to resume the session.
Please retry or reload the page.