Em uma simulação de nucleossíntese de uma supernova originada por uma estrela com massa inicial de 10 massas…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Analisar a evolução estelar associando-a aos modelos de origem e distribuição dos elementos químicos no Universo, compreendendo suas relações com as condições necessárias ao surgimento de sistemas solares e planetários, suas estruturas e composições e as possibilidades de existência de vida, utilizando representações e simulações, com ou sem o uso de dispositivos e aplicativos digitais (como softwares de simulação e de realidade virtual, entre outros).
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
Em uma simulação de nucleossíntese de uma supernova originada por uma estrela com massa inicial de 10 massas solares, os pesquisadores consideraram que a estrela já continha hidrogênio, hélio, carbono, oxigênio e ferro. O modelo previu que, durante a explosão, seriam formados núcleos de seis elementos químicos que não estavam presentes na composição inicial: germânio, criptônio, estrôncio, zircônio, molibdênio e rutênio. Nesse processo, diferentes isótopos de um mesmo elemento foram agrupados como pertencentes a um único elemento químico. Com base no texto e no resultado da simulação, quantos elementos químicos novos podem ser formados nessa supernova?
- A) Seis elementos químicos novos.
- B) Oito elementos químicos novos.
- C) Dez elementos químicos novos.
- D) Cinco elementos químicos novos.
- E) Nenhum elemento químico novo.
✅ Resposta correta: alternativa A
Resolução passo a passo
- Identifiquei o que o enunciado pede: quantos elementos químicos novos podem ser formados na supernova, segundo o texto e o resultado da simulação. Passo 2: Separei o que já existia na estrela (hidrogênio, hélio, carbono, oxigênio e ferro, ou seja, cinco elementos) do que foi previsto como novo pela simulação. Passo 3: A simulação prevê a formação de núcleos de seis elementos que não estavam na composição inicial: germânio, criptônio, estrôncio, zircônio, molibdênio e rutênio. Passo 4: O texto informa que diferentes isótopos de um mesmo elemento foram agrupados como um único elemento. Isso significa que os seis nomes listados já são seis elementos distintos, e não seis isótopos de um só elemento nem mais de seis tipos de núcleos. Assim, não há necessidade de reduzir ou ampliar a contagem. Passo 5: Conclusão: podem ser formados seis elementos químicos novos, resposta que coincide com o gabarito oficial. Por que as outras estão erradas: a alternativa B (oito) não corresponde a nenhuma contagem válida dos elementos novos; a alternativa C (dez) superestima a quantidade e não corresponde aos elementos listados; a alternativa D (cinco) corresponde ao número de elementos já presentes na estrela, e não aos novos; a alternativa E (nenhum) contradiz o próprio resultado da simulação, que prevê a formação de seis elementos novos.
💡 Dica: Considere os processos de nucleossíntese em supernovas.
Alternativa por alternativa
A massa inicial da estrela, isoladamente, não permite determinar quantos elementos serão formados. Entretanto, o texto fornece o resultado específico da simulação e lista seis elementos ausentes na composição inicial: germânio, criptônio, estrôncio, zircônio, molibdênio e rutênio. Portanto, podem ser formados seis elementos químicos novos.
O aluno provavelmente acrescenta elementos à lista de forma arbitrária ou conta os isótopos como elementos distintos, chegando a um total maior que o previsto pela simulação.
Por que engana: O aluno pode confundir a quantidade de elementos formados com a intensidade da explosão, subestimando a nucleossíntese em supernovas.
O aluno soma elementos de forma errada, misturando a composição inicial com os elementos formados, e superestima o total em vez de contar apenas os seis novos listados.
O aluno confunde os elementos já presentes na estrela (cinco) com os elementos novos formados na explosão, respondendo com a quantidade inicial em vez da prevista pela simulação.
O aluno acredita que, por a estrela já conter vários elementos, a explosão apenas redistribui os existentes e não cria nada novo, ignorando o resultado da simulação.
Raio-X da questão
nucleossíntese em supernovas
avaliacao
nucleossíntese estelar · ciclo de vida das estrelas
Revisar os processos de formação de elementos químicos em supernovas.
O aluno pode confundir a quantidade de elementos formados com a intensidade da explosão, subestimando a nucleossíntese em supernovas.
ciencia_tecnologia
pensamento_critico
cientifico
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