Em uma casa, há um pote de cerâmica sem data nem nome. Uma pessoa mais velha lembra que ele guardava água…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
Em uma casa, há um pote de cerâmica sem data nem nome. Uma pessoa mais velha lembra que ele guardava água; outra lembra que a família guardava grãos nele. Qual conclusão é mais segura sobre essa peça?
- A) O pote guarda memória familiar, mas seu uso antigo não está confirmado.
- B) O pote guardava água, como lembra a pessoa mais velha da família.
- C) O pote guardava água e grãos.
- D) As lembranças não ajudam a conhecer a história da família.
- E) O pote guardava grãos, como lembra uma pessoa da família.
✅ Resposta correta: alternativa A
Resolução passo a passo
- O pote não tem data nem nome, então não há registro material que confirme seu uso antigo.
- As duas lembranças familiares são fontes de memória, mas divergem: uma pessoa diz que ele guardava água e outra, grãos. Não é possível escolher uma delas nem afirmar que servia aos dois usos.
- Portanto, a conclusão mais segura é que o pote guarda memória familiar, mas seu uso antigo não está confirmado (A). B e E tratam uma lembrança como certeza; C combina as duas versões sem evidência; D descarta indevidamente o valor das lembranças para conhecer a história da família.
💡 Dica: Diferencie o que as lembranças indicam do que os relatos conflitantes permitem afirmar com certeza.
Alternativa por alternativa
O pote e as lembranças ajudam a conhecer a história da família. Como os relatos indicam usos diferentes, não é possível confirmar qual era sua função.
O aluno toma a lembrança da pessoa mais velha como comprovação definitiva, embora o enunciado apresente uma lembrança divergente e nenhum registro que confirme o uso.
Por que engana: Aceitar como certo o relato de uma pessoa ou somar os dois usos, apesar da divergência.
O aluno supõe que as duas lembranças podem ser somadas e conclui que o pote servia para ambos os usos, algo que o enunciado não confirma.
O aluno confunde ausência de confirmação sobre o uso do pote com ausência de valor histórico das lembranças, que ainda ajudam a conhecer a história familiar.
O aluno toma a lembrança sobre os grãos como certeza e ignora que há uma versão diferente, sem evidência que permita decidir entre elas.
Raio-X da questão
Objetos pessoais como fontes de memória familiar.
avaliacao
Reconhecer que objetos podem guardar lembranças. · Distinguir lembrança de informação comprovada.
Memórias e fontes históricas.
Aceitar como certo o relato de uma pessoa ou somar os dois usos, apesar da divergência.
Memória e identidade familiar.
Escuta respeitosa de diferentes lembranças.
cotidiano
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