ENEM - 2013 Pero un dia, le fue presentado a Cortés un tributo bien distinto: un obsequio de veinte esclavas…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Relacionar o texto, tanto na produção como na leitura/ escuta, com suas condições de produção e seu contexto sócio-histórico de circulação (leitor/audiência previstos, objetivos, pontos de vista e perspectivas, papel social do autor, época, gênero do discurso etc.), de forma a ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de análise crítica e produzir textos adequados a diferentes situações.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
ENEM - 2013 Pero un dia, le fue presentado a Cortés un tributo bien distinto: un obsequio de veinte esclavas llegó hasta el campamento español y entre ellas, Cortés escogió a una. Descrita por el cronista de la expedición, Bernal Días del Castillo, como mujer de “buen parecer y entremetida y desenvuelta”, el nombre indígena de esta mujer era Malintzin, indicativo de que había nacido bajo signos de contienda y desventura. Sus padres la vendieron como esclava; los españoles la llamaron doña Marina, pero su pueblo la llamó la Malinche, la mujer del conquistador, la traidora a los indios. Pero con cualquiera de estos nombres, la mujer conoció un extraordinario destino. Se convirtió en “mi lengua”, pues Cortés la hizo su intérprete y amante, la lengua que habría de guiarle a lo largo y alto del Imperio azteca, demonstrando que algo estaba podrido en el reino de Moctezuma, que en efecto existía gran descontento y que el Imperio tenía pies de barro. FUENTES, C. **El espejo enterrado.** Ciudad de México: FCE, 1992 (fragmento). Malinche, ou Malintzin, foi uma figura chave na história da conquista espanhola na América, ao atuar como Malinche, ou Malintzin, foi uma figura chave na história da conquista espanhola na América, ao atuar como
- A) Intérprete do conquistador, possibilitando-lhe conhecer as fragilidades do Império.
- B) Escrava dos espanhóis, colocando-se a serviço dos objetivos da Coroa.
- C) Amante do conquistador, dando origem à miscigenação étnica.
- D) Voz do seu povo, defendendo os interesses políticos do Império asteca.
- E) Maldição dos astecas, infundindo a corrupção no governo de Montezuma.
✅ Resposta correta: alternativa A
Resolução passo a passo
- O enunciado descreve Malintzin (doña Marina, a Malinche) como mulher que se tornou 'mi lengua', pois Cortés a fez sua intérprete e amante, e ela guiou os espanhóis pelo Império asteca. Passo 2: O ponto central da questão é a função que ela exerceu na conquista, e o texto afirma que ela era a língua que guiava Cortés, ou seja, atuava como intérprete e mediadora. Passo 3: Essa mediação linguística permitiu aos espanhóis compreender a situação interna do império, como o descontentamento existente e a fragilidade do poder de Moctezuma ('o Império tinha pés de barro'). Passo 4: Por isso a alternativa A está correta, pois descreve exatamente essa função de intérprete do conquistador, que possibilitou conhecer as fragilidades do Império. Passo 5: A alternativa B está errada, pois a condição de escrava foi sua origem e não o papel que desempenhou na conquista. Passo 6: A alternativa C está errada, pois a relação amorosa é mencionada no texto, mas não é o papel que explica sua importância histórica na conquista. Passo 7: A alternativa D está errada, pois ela não defendia o povo asteca nem o Império, e sim servia aos espanhóis. Passo 8: A alternativa E está errada, pois a ideia de maldição é a visão de seu povo expressa no texto, e não um papel histórico real dela. Passo 9: Não há discordância com o gabarito oficial, que é A.
💡 Dica: Considere o papel de Malinche na conquista e suas implicações.
Alternativa por alternativa
Certa, pois Malinche atuou como intérprete, revelando as fragilidades do Império asteca a Cortés.
O aluno confunde a condição de escrava, que foi a origem de Malintzin, com o papel que ela exerceu na conquista. Ele acha que sua importância decorre de estar a serviço da Coroa como escrava.
O aluno concentra-se na relação amorosa com Cortés, mencionada no texto, e a toma como o aspecto histórico mais relevante. Ele não percebe que a relação não é o papel central descrito no enunciado.
Por que engana: Confundir o papel de Malinche como simples escrava ou amante, ignorando sua funcao crucial como interprete e intermediaria.
O aluno entende que Malintzin foi a voz de seu povo e defendeu o Império asteca, como se ela representasse a resistência indígena. Ele ignora que ela atuou a favor dos espanhóis.
O aluno toma literalmente a visão negativa do próprio povo indígena, que a chamava de traidora, e a transforma em um papel histórico real de maldição do governo. O texto apresenta essa imagem como percepção popular, não como fato descrito.
Raio-X da questão
Malinche e conquista
avaliacao
historia da conquista espanhola · papel de interpretes na colonizacao
Revisar o papel de figuras históricas na conquista da América.
Confundir o papel de Malinche como simples escrava ou amante, ignorando sua funcao crucial como interprete e intermediaria.
cidadania_etica
pensamento_critico
historico
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