ENEM - 2012 **Las Malvinas son nuestras** Sí, las islas son nuestras. Esta afirmación no se basa en…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Relacionar o texto, tanto na produção como na leitura/ escuta, com suas condições de produção e seu contexto sócio-histórico de circulação (leitor/audiência previstos, objetivos, pontos de vista e perspectivas, papel social do autor, época, gênero do discurso etc.), de forma a ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de análise crítica e produzir textos adequados a diferentes situações.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
ENEM - 2012 **Las Malvinas son nuestras** Sí, las islas son nuestras. Esta afirmación no se basa en sentimientos nacionalistas, sino en normas y princípios del derecho internacional que, si bien pueden suscitar interpretaciones en contrario por parte de los británicos, tienen la fuerza suficiente para imponerse. Los británicos optaron por sostener el derecho de autodeterminación de los habitantes de las islas, invocando la resolución 1514 de las Naciones Unidas, que acordó a los pueblos coloniales el derecho de independizarse de los Estados colonialistas. Pero esta tesitura es también indefendible. La citada resolución se aplica a los casos de pueblos sojuzgados por una potencia extranjera, que no es el caso de Malvinas, donde Gran Bretaña procedió a expulsar a los argentinos que residían en las islas, reemplazándolos por súbditos de la corona que pasaron a ser kelpers y luego ciudadanos británicos. Además, según surge de la misma resolución, el principio de autodeterminación no es de aplicación cuando afecta la integridad territorial de un país. Finalmente, en cuanto a qué haría la Argentina con los habitantes británicos de las islas en caso de ser recuperadas, la respuesta se encuentra en la cláusula transitória primera de la Constitución Nacional sancionada por la reforma de 1994, que impone respetar el modo de vida de los isleños, lo que además significa respetar sus intereses. MENEM, E. Disponível em: www.lanacion.com.ar. Acesso em: 18 fev. 2012 (adaptado). O texto apresenta uma opinião em relação à disputa entre e a Argentina e o Reino Unido pela soberania sobre as Ilhas Malvinas, ocupadas pelo Reino Unido em 1833. O autor dessa opinião apoia a reclamação argentina desse arquipélago, argumentando que O texto apresenta uma opinião em relação à disputa entre e a Argentina e o Reino Unido pela soberania sobre as Ilhas Malvinas, ocupadas pelo Reino Unido em 1833. O autor dessa opinião apoia a reclamação argentina desse arquipélago, argumentando que
- A) A descolonização das ilhas em disputa está contemplada na lei comum britânica.
- B) As Nações Unidas estão desacreditadas devido à ambiguidade das suas resoluções.
- C) O princípio de autodeterminação carece de aplicabilidade no caso das Ilhas Malvinas.
- D) A população inglesa compreende a reivindicação nacionalista da administração argentina.
- E) Os cidadãos de origem britânica assentados nas ilhas seriam repatriados para a Inglaterra.
✅ Resposta correta: alternativa C
Resolução passo a passo
- O texto é uma opinião do ex-presidente argentino Menem, que defende que as Ilhas Malvinas pertencem à Argentina. Para isso, ele usa argumentos jurídicos, e não sentimentos nacionalistas. Passo 2: O argumento central aparece no segundo parágrafo. O autor afirma que o princípio de autodeterminação, invocado pelos britânicos com base na resolução 1514 da ONU, não se aplica ao caso, pois a resolução trata de povos submetidos a uma potência estrangeira, e os britânicos expulsaram os argentinos que viviam nas ilhas e substituíram-nos por súditos da coroa. Além disso, a mesma resolução afasta a autodeterminação quando ela afeta a integridade territorial de um país. Passo 3: Logo, a alternativa C, que afirma que o princípio de autodeterminação carece de aplicabilidade no caso das Malvinas, expressa exatamente esse argumento e está correta, em concordância com o gabarito oficial. Passo 4: A alternativa A está errada, porque o texto não fala de direito comum britânico nem de descolonização regulada por essa lei. A alternativa B está errada, porque o autor não critica a ONU, mas sim usa uma de suas resoluções como base do seu argumento. A alternativa D está errada, porque o texto não menciona qualquer posição da população inglesa sobre a reivindicação argentina. A alternativa E está errada, porque o texto diz o contrário, isto é, que a Argentina deveria respeitar o modo de vida e os interesses dos isleños, e não repatriá-los para a Inglaterra.
💡 Dica: Analise os argumentos apresentados no texto sobre a soberania das Ilhas Malvinas.
Alternativa por alternativa
O aluno supõe que o texto recorre à lei britânica para justificar a descolonização das ilhas, quando o autor se apoia em normas do direito internacional e na Constituição argentina.
Por que engana: Confundir o principio de autodeterminacao como sempre aplicavel, mesmo em casos de disputas territoriais complexas.
O aluno entende que o texto critica a ONU por ambiguidade, quando o autor, ao contrário, baseia seu raciocínio em resoluções dessa organização.
O autor argumenta que o princípio de autodeterminação não se aplica ao caso das Ilhas Malvinas, sustentando a posição argentina.
O aluno acredita que o texto registra apoio da população inglesa à reivindicação argentina, mas o texto não trata da opinião dos ingleses e fala apenas de argumentos jurídicos.
O aluno inverte a proposta do texto, que prevê respeitar o modo de vida e os interesses dos isleños, e não a expulsão ou o repatriamento deles para a Inglaterra.
Raio-X da questão
soberania das Ilhas Malvinas
avaliacao
principio de autodeterminacao · conflito territorial internacional
Revisar a história da disputa entre Argentina e Reino Unido pelas Ilhas Malvinas.
Confundir o principio de autodeterminacao como sempre aplicavel, mesmo em casos de disputas territoriais complexas.
cidadania_etica
tomada_decisao
historico
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