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Atividades de territórios e fronteiras: a Guerra do Paraguai para o 8º ano com gabarito

Reúna atividades de História para trabalhar disputas territoriais no Brasil imperial e a Guerra do Paraguai com turmas do 8º ano. As oito questões vêm com gabarito comentado e permitem revisar as habilidades EF08HI17 e EF08HI18.

Atividades de territórios e fronteiras: a Guerra do Paraguai para o 8º ano com gabarito

Quando ensino História do Brasil no 8º ano, procuro ajudar a turma a localizar os conflitos no tempo e no espaço antes de pedir que explique suas causas. Em territórios e fronteiras, isso é especialmente importante: a Guerra do Paraguai não aparece isolada, mas em uma região marcada por disputas políticas e interesses na Bacia do Prata.

Para organizar a revisão, gosto de combinar leitura de textos-base, identificação de interesses internos e externos e consulta a mapas. As questões a seguir também retomam a Cisplatina e a formação do Uruguai, assuntos que ajudam a compreender mudanças territoriais anteriores ao conflito de 1864–1870.

O que o aluno de 8º ano precisa saber sobre territórios e fronteiras: a Guerra do Paraguai

A Guerra do Paraguai ocorreu entre 1864 e 1870 e envolveu o Paraguai contra a Tríplice Aliança, formada por Brasil, Argentina e Uruguai. Para compreender o conflito, é importante situá-lo na Bacia do Prata, região estratégica para circulação, comércio e relações entre os países sul-americanos. A participação brasileira esteve ligada a questões políticas internas e a interesses externos, como a navegação e o livre trânsito comercial nos rios da região. O estudo não deve reduzir a guerra a uma única causa nem confundir motivos com consequências, custos humanos ou debates publicados na imprensa. Também é útil comparar esse contexto com disputas territoriais anteriores, como a Guerra da Cisplatina, que terminou em 1828 com a independência da região e a formação do Uruguai. Ao ler fontes e enunciados, os estudantes podem identificar quem reivindicava territórios, quais interesses estavam envolvidos e como acordos e conflitos transformaram fronteiras. Essa leitura favorece a análise histórica, em vez da simples memorização de nomes e datas.

O que ele precisa saber antes

Antes de realizar as atividades, vale revisar alguns conhecimentos indicados pelas próprias questões: características gerais do Brasil Imperial e do Segundo Reinado; conflitos territoriais brasileiros; independências na América Latina; e interesses políticos e comerciais na Bacia do Prata. Não é preciso transformar essa preparação em uma longa exposição. Uma linha do tempo com a Guerra da Cisplatina, o Tratado de Montevidéu de 1828 e a Guerra do Paraguai já ajuda a turma a não misturar acontecimentos de períodos diferentes.

Também recomendo retomar a diferença entre uma questão interna — como disputas políticas ou debates sobre impostos no Brasil — e um interesse externo, como relações diplomáticas e circulação comercial na região platina. Essa distinção é central nas questões finais.

Onde os alunos mais erram

Nas questões sobre a Cisplatina, um erro típico é confundir conflitos do Brasil Imperial e escolher um movimento interno, como a Revolução Farroupilha, quando o texto trata de uma disputa com as Províncias Unidas do Rio da Prata. Outro engano é imaginar que o acordo de 1828 manteve a Cisplatina como território brasileiro ou a transferiu simplesmente para outro império. Os textos apontam para a independência e a formação do Uruguai. Por isso, vale pedir que a turma destaque no enunciado as datas, os participantes e a consequência territorial antes de olhar as alternativas.

Nas questões sobre a Guerra do Paraguai, o distrator mais provável indicado é a alternativa C, em ambas as questões finais. A confusão pode surgir quando o estudante toma prestígio, custos ou consequências como se fossem a combinação solicitada de uma causa interna e outra externa. Já na questão sobre impostos, é preciso distinguir uma controvérsia dentro do Brasil de alianças e negociações diplomáticas. Uma estratégia simples é classificar cada informação do texto em duas colunas: “interna” e “externa”, e só então selecionar a resposta.

Como trabalhar em sala

  • Monte uma linha do tempo coletiva: registre 1821, 1825, 1828 e 1864–1870. Peça que a turma associe a cada data o acontecimento citado nos textos e sinalize quais pertencem à Cisplatina e qual corresponde à Guerra do Paraguai.
  • Faça uma leitura com marcações: os alunos podem sublinhar participantes, circular datas e destacar em outra cor as consequências territoriais. Em seguida, justificam a alternativa escolhida com uma evidência do enunciado.
  • Use um mapa simples da região: no quadro ou em uma cópia impressa, localize Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai e a Bacia do Prata. O objetivo é apoiar a leitura espacial, sem exigir materiais especiais.
  • Separe motivos e consequências: distribua trechos curtos das questões e peça que a turma classifique cada informação como interesse interno, interesse externo, consequência ou custo do conflito. A classificação prepara a análise das questões EF08HI18.
  • Feche com correção comentada: além de apontar a resposta correta, solicite que os estudantes expliquem por que um distrator não corresponde ao texto. Assim, a revisão trata o raciocínio histórico, não apenas a letra marcada.

Questões prontas de territórios e fronteiras: a Guerra do Paraguai para o 8º ano (com gabarito comentado)

As questões abaixo podem ser usadas como atividade diagnóstica, revisão ou parte de uma avaliação. Mantive os enunciados e as alternativas para que você possa selecionar ou adaptar a aplicação à sua turma.

1. Diário de bordo e conflito na Cisplatina

Diário de bordo de oficial do Império (1825): “Desde que a Província Cisplatina foi anexada em 1821, tensões vêm crescendo na região. Os habitantes, que se identificam com as Províncias Unidas do Rio da Prata, passaram a organizar grupos de resistência e a receber apoio de Buenos Aires. As patrulhas reais enfrentam emboscadas e protestos públicos exigindo retorno à antiga administração. Estes episódios têm mobilizado tropas e gerado confrontos ao longo da fronteira, ameaçando a estabilidade política interna.” Analise o texto-base e identifique o conflito resultante das disputas territoriais no Império descritas.

  • ❌ A) Guerra da Cisplatina — Essa é a resposta histórica para a descrição, mas não está marcada como correta nesta alternativa?
  • ❌ B) Revolução Farroupilha — Foi uma revolta regional no Rio Grande do Sul, entre 1835 e 1845, e não a disputa descrita com as Províncias Unidas.
  • ❌ C) Cabanagem — Movimento popular no Grão-Pará, entre 1835 e 1840, sem relação com a disputa fronteiriça apresentada.
  • ❌ D) Sabinada — Levantamento ocorrido na Bahia, em 1837–1838, contra o governo central; não corresponde ao conflito do texto.
  • ✅ E) Guerra do Paraguai — Ocorreu entre 1864 e 1870 e não foi o conflito pela Cisplatina descrito no texto.

Gabarito indicado na questão: A) Guerra da Cisplatina. O enunciado descreve o conflito de 1825–1828 entre o Brasil e as Províncias Unidas, relacionado à independência da Cisplatina. Há uma inconsistência na marcação das alternativas fornecidas: o gabarito registrado é A, embora a alternativa E tenha sido assinalada como correta na ficha. Para a correção histórica, considere A como resposta correta.

2. A transformação territorial do Tratado de Montevidéu

Por que a região da Banda Oriental tornou-se palco de disputas entre impérios no início do século XIX? Após a transferência da corte portuguesa para o Brasil e a declaração de independência em 1822, a província da Cisplatina (atual Uruguai) permaneceu sob controle brasileiro. Insurreições locais, apoiadas pelas Províncias Unidas do Rio da Prata, desencadearam conflitos que levaram ao Tratado de Montevidéu, em 1828. Esse acordo restaurou a autonomia da Banda Oriental, configurando uma nova fronteira internacional e pondo fim à ocupação imperial brasileira. Analise o texto-base e identifique qual transformação territorial resultou diretamente do tratado de 1828?

  • ❌ A) Manutenção da província da Cisplatina como território brasileiro — O tratado encerrou o domínio brasileiro sobre a região.
  • ❌ B) Anexação das Províncias Unidas do Rio da Prata pelo Império do Brasil — O Brasil não anexou as Províncias Unidas; o acordo reconheceu um novo estado independente.
  • ❌ C) Restituição da região à coroa portuguesa — O acordo não devolveu o território a Portugal.
  • ✅ D) Reconhecimento da independência da República Oriental do Uruguai — O tratado de 1828 resultou na criação do Uruguai como estado independente.
  • ❌ E) Criação de uma província conjunta Brasil-Argentina para administração compartilhada — Não houve administração compartilhada; formou-se um estado independente.

Gabarito: D. O resultado territorial foi a independência do Uruguai e a definição de uma nova fronteira.

3. A consequência da disputa pela Cisplatina

À beira do Rio da Prata, diplomatas do Império discutiam, em meados de 1825, os limites da província da Cisplatina, recém incorporada ao território brasileiro. A região, cobiçada por Buenos Aires, tornou-se palco de combates navais e terrestres durante a guerra contra as Províncias Unidas do Rio da Prata. Após anos de conflito, o Império aceitou, em 1828, a mediação britânica que reconduziu a Cisplatina à independência, criando o Estado Oriental do Uruguai. Esse acordo redefiniu as fronteiras meridionais do Império e encerrou uma disputa que envolvera reivindicações sobre portos e rotas de navegação no estuário do Prata. Analise o texto e identifique qual transformação territorial resultou do conflito de fronteiras descrito.

  • ✅ A) Independência da Cisplatina com a criação do Estado Oriental do Uruguai — É a transformação territorial descrita no texto.
  • ❌ B) Definição das fronteiras meridionais com a Argentina sem criação de novo Estado — O texto informa a criação de um novo Estado, o Uruguai.
  • ❌ C) Elevação da capitania do Pará a província do Amazonas por divisão administrativa interna — Essa mudança não tem relação com o conflito descrito.
  • ❌ D) Manutenção da Cisplatina como província do Império sem alteração do seu status — O território deixou de estar sob domínio brasileiro.
  • ❌ E) Delimitação da fronteira com a Bolívia pelo Tratado de Ayacucho sem perda territorial — Refere-se a outro contexto, não à disputa pela Cisplatina.

Gabarito: A. A mediação de 1828 levou à independência da Cisplatina e à formação do Uruguai.

4. Tensões internas após a separação da Cisplatina

Dados ilustrativos: entre 1821 e 1828, a província Cisplatina foi palco de disputas entre o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata. Em 1825, líderes locais formaram a Liga Federal e declararam independência, apoiados pelas Províncias Unidas. O Brasil enviou tropas para manter seu domínio, enquanto negociações diplomáticas tentavam conter o conflito. Em 1828, sob mediação britânica, as partes concordaram em reconhecer a separação da Cisplatina como Estado independente, a República Oriental do Uruguai. Essa solução territorial encerrou as hostilidades, mas gerou descontentamento entre estancieiros brasileiros e questionamentos sobre a autoridade imperial na região sul do império. Analise o texto-base e identifique qual consequência da disputa territorial pela Cisplatina ilustrou as tensões no Império do Brasil.

  • ❌ A) Fortalecimento da aliança militar com as Províncias Unidas do Rio da Prata — As Províncias Unidas apoiaram a independência, não uma aliança militar com o Brasil.
  • ❌ B) Ampliação das fronteiras brasileiras rumo ao Prata — O resultado foi a perda do território, não a expansão brasileira.
  • ✅ C) Reconhecimento da independência da Cisplatina e criação da República Oriental do Uruguai — É a consequência territorial descrita, que também gerou descontentamento interno.
  • ❌ D) Intensificação do sentimento monarquista entre estancieiros locais — O texto relata descontentamento, não fortalecimento monarquista.
  • ❌ E) Consolidação da soberania imperial sobre a região sul — O Império perdeu o controle da Cisplatina.

Gabarito: C. A separação da Cisplatina e a criação do Uruguai são o resultado apresentado.

5. Ação militar em uma fronteira tensa

Escrevo de uma estalagem próxima ao rio Quaraí, na fronteira sul do Império. Nos últimos meses, vi tropas imperiais fortificarem antigos redutos e patrulharem as margens, enquanto moradores relatam apreensões de mercadorias vindas da Província Oriental. O clima de desconfiança aumentou após notícias de que vizinhos do outro lado aguardam apoio para retomar controlados antigos currais e fazendas. Oficiais discutem ordens diretas vindas do Rio de Janeiro para reforçar vigias e impedir incursões. Dados ilustrativos apontam que, em oito semanas, oito combates isolados ocorreram nos arredores, ampliando receios de escalada militar. Analise o texto-base e identifique qual ação reflete diretamente a tensão territorial decorrente das disputas fronteiriças no Império.

  • ❌ A) Estabelecer postos alfandegários para taxar mercadorias — A fiscalização econômica, sozinha, não representa o reforço militar descrito.
  • ❌ B) Promulgar decreto de criação de nova província na região — O texto não apresenta uma reorganização administrativa como resposta às incursões.
  • ❌ C) Promover expedições cartográficas para mapear o território — O mapeamento não corresponde à mobilização diante de tensão armada.
  • ❌ D) Firmar acordo de cooperação cultural com comunidades locais — Essa medida não representa a resposta militar mencionada.
  • ✅ E) Mobilizar tropas imperiais na fronteira para impedir incursões — O texto descreve reforço e patrulhamento como resposta direta à tensão.

Gabarito: E. Mobilizar tropas na fronteira corresponde à ação militar indicada no texto.

6. O acordo de 1828 e a formação do Uruguai

Nas estâncias da campanha gaúcha, na década de 1820, rio-grandenses relatavam a pressão de tropas brasileiras e argentinas disputando controle da região da Cisplatina. Um relatório fictício da Câmara de Rio Grande menciona que proprietários de estâncias temiam confrontos repentinos nas fronteiras, além de perdas de gado e terras. A instabilidade levou negociações diplomáticas entre o Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata, resultando em audiência em 1828. Dados ilustrativos indicam que, após intensas movimentações militares, o território passou a ser administrado por uma nova entidade política reconhecida por ambas as partes. Analise o texto-base e identifique qual transformação territorial resultou do acordo de 1828 na região da Cisplatina?

  • ❌ A) Transferência da Cisplatina para as Províncias Unidas — O território não foi simplesmente incorporado por elas; tornou-se independente.
  • ❌ B) Divisão da Cisplatina em duas províncias brasileiras — Não houve essa divisão; a região deixou o Império.
  • ❌ C) Transformação da Cisplatina em colônia espanhola — O acordo não restabeleceu domínio espanhol.
  • ✅ D) Criação de uma província independente denominada Uruguai — O acordo de 1828 levou à independência da Cisplatina e à formação do Uruguai.
  • ❌ E) Incorporação definitiva da Cisplatina ao Brasil — A região tornou-se independente, em vez de permanecer brasileira.

Gabarito: D. A nova entidade política era o Estado Oriental do Uruguai. A alternativa usa “província independente”, mas o ponto central é a formação de um estado independente.

7. Motivações internas e externas na Guerra do Paraguai

Assistindo às intensas discussões no Senado do Império em 1866, registra-se um embate sobre os reais motivos de envio de tropas brasileiras ao Paraguai. Alguns parlamentares defendiam a guerra como meio de fortalecer o sentimento nacional e unificar politicamente as elites provinciais. Outros apontavam interesses externos: garantir o livre trânsito comercial no Rio da Prata e atender a pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e da Argentina. Versões divergentes também se espalhavam pela imprensa da época, ora ressaltando o prestígio internacional do Brasil, ora alertando para os elevados custos financeiros e humanos do conflito. Analise o texto e identifique qual combinação expressa uma questão interna e uma externa que motivaram a atuação do Brasil na Guerra do Paraguai.

  • ❌ A) A garantia de atendimento às pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e a busca de prestígio no Império — A pressão é externa e o prestígio internacional não representa a questão interna solicitada.
  • ❌ B) A unificação das elites provinciais e o alerta para as perdas humanas no front — A unificação é interna, mas as perdas humanas são um custo, não um interesse externo.
  • ❌ C) A defesa do prestígio internacional do Brasil e o alerta para os custos financeiros do conflito — Esses elementos não combinam uma questão interna com um interesse externo.
  • ❌ D) A unificação das elites provinciais e o fortalecimento do sentimento nacional — Ambas são questões internas; falta um interesse externo.
  • ✅ E) A preocupação com fortalecimento do sentimento nacional e garantia do livre trânsito comercial — O sentimento nacional corresponde à questão interna; o trânsito comercial no Prata, ao interesse externo.

Gabarito: E. A resposta combina corretamente um fator interno e um interesse externo apresentados no texto.

8. O debate sobre impostos para financiar a guerra

Ao revisar cartas oficiais trocadas no período da Guerra do Paraguai, percebi que debates internos no Brasil giravam em torno da necessidade de aumentar impostos para financiar a expedição militar. Parlamentares liberais se opunham ao encargo fiscal, enquanto líderes conservadores defendiam maior gasto. No plano externo, diplomatas brasileiros buscavam alinhar o Império com a Argentina e obter suporte do Reino Unido, ao mesmo tempo em que enfrentavam críticas de outras potências pela intervenção regional. Esses elementos mostram que a atuação do Brasil envolveu tanto conflitos internos quanto negociações internacionais complexas. Analise o texto e identifique qual questão interna motivou a participação do Brasil no conflito?

  • ❌ A) Aliança militar com a Argentina para assegurar rotas fluviais — É uma estratégia externa, não o debate político interno descrito.
  • ❌ B) Busca de apoio diplomático do Reino Unido ao Paraguai — Refere-se a relações externas e não à controvérsia interna brasileira.
  • ❌ C) Interesses expansionistas do Império na Bacia do Prata — Trata de política externa, não do debate interno sobre financiamento.
  • ✅ D) Debate sobre elevação de impostos para custear a expedição militar — O texto identifica essa controvérsia fiscal como uma questão interna.
  • ❌ E) Cobrança de indenizações pela Argentina após conflito no Uruguai — É um tema de relações exteriores e não corresponde ao debate interno mencionado.

Gabarito: D. A questão interna é o debate sobre aumentar impostos para financiar a expedição.

Para fechar: transforme a revisão em uma prova

Você pode aplicar as questões em sequência ou selecionar blocos: as seis primeiras retomam conflitos territoriais e a formação do Uruguai; as duas últimas trabalham a identificação de fatores internos e externos na Guerra do Paraguai. Para ampliar a atividade, consulte também as questões da habilidade EF08HI17 e as questões da habilidade EF08HI18. Se quiser montar uma avaliação com outros itens, use o gerador de provas do GeraProva ou faça seu cadastro grátis.

Use este material como ponto de partida: adapte a seleção, o tempo e a forma de correção às necessidades da sua turma. Bons estudos e boa aula!

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