GeraProva GeraProva Provas com IA para professores do Brasil
Questoes

Atividades de Movimentos e Interações Gravitacionais para a 2ª série do Ensino Médio com gabarito

Reuni questões de Física para trabalhar movimentos circulares, forças, torque, centro de massa e energia na 2ª série do Ensino Médio. Confira o gabarito comentado e use as atividades para revisar conceitos e preparar avaliações.

Atividades de Movimentos e Interações Gravitacionais para a 2ª série do Ensino Médio com gabarito

Quando trabalho movimentos e interações gravitacionais na 2ª série, procuro aproximar as expressões matemáticas de situações que os estudantes conseguem imaginar: uma pessoa girando, um corpo prestes a tombar ou um objeto preso a uma trajetória circular. O desafio, na minha experiência, não está apenas em escolher uma fórmula. É preciso identificar o sistema, reconhecer as forças e entender para onde elas apontam.

Por isso, gosto de alternar a leitura cuidadosa do enunciado com cálculos organizados e uma conversa sobre o significado do resultado. As questões a seguir percorrem conceitos relacionados a movimentos e interações, com exemplos de rotação, força centrípeta, equilíbrio, centro de massa e conservação de energia. Elas permitem observar etapas diferentes da resolução, e não somente conferir se o número final está certo.

O que o aluno de 2ª série precisa saber sobre Movimentos e Interações Gravitacionais

Na 2ª série, o aluno precisa relacionar o movimento dos corpos às interações que podem alterar sua velocidade, sua direção ou sua rotação. Em situações circulares, deve reconhecer que a aceleração e a força centrípetas apontam para o centro da trajetória, e calcular a intensidade usando dados como massa, velocidade e raio. Também é importante interpretar velocidade angular, período e frequência, incluindo conversões de unidades. Quando o problema envolve rotação de um corpo, entram torque, braço de alavanca, momento de inércia e aceleração angular; o equilíbrio se analisa comparando momentos em torno de um eixo. O centro de massa, por sua vez, exige considerar as massas e posições de cada parte do sistema. Em trajetórias verticais, a condição de tensão mínima no topo pode ser combinada com conservação da energia mecânica. Por fim, o atrito estático pode fornecer a força centrípeta, desde que a situação e as forças atuantes sejam identificadas corretamente.

O que ele precisa saber antes

As questões pressupõem alguns conhecimentos que vale retomar antes de propor uma lista completa. Para a parte de movimento circular, é útil reconhecer uma volta completa como 360° ou 2π radianos, relacionar período e frequência e operar com velocidade angular. A conversão de batidas por minuto para segundos também aparece na questão sobre dança: cada batida corresponde a um intervalo de tempo que precisa ser considerado no período total.

Para problemas de rotação e equilíbrio, os estudantes precisam compreender torque como efeito de uma força em relação a um eixo, além de identificar o braço de alavanca e comparar momentos. A relação entre torque, momento de inércia e aceleração angular também é necessária, assim como a cinemática angular para calcular a variação de velocidade ao longo de um intervalo.

As demais questões mobilizam operações com potências, divisão e unidades do Sistema Internacional; média ponderada para calcular o centro de massa; conservação da energia mecânica; e a relação entre força de atrito estático e força normal. Antes da avaliação, uma revisão curta dessas ferramentas costuma ajudar a separar dificuldade conceitual de erro aritmético.

Onde os alunos mais erram

Um erro recorrente nas questões de movimento circular é confundir a direção da força centrípeta com o sentido do movimento ou imaginar que ela aponta para fora. A força centrípeta é a resultante radial voltada para o centro; não é uma força adicional com nome próprio que aparece independentemente das interações. Nas questões de dançarinos, isso fica visível tanto na escolha de direção quanto na interpretação do cálculo. Outro cuidado é não esquecer o quadrado da velocidade angular ou da velocidade tangencial nas fórmulas correspondentes.

Na questão das batidas, o distrator mais provável é 3,0 rad/s. Essa resposta pode surgir quando se calcula o período sem considerar corretamente as quatro batidas e a frequência de 120 BPM. O procedimento mais seguro é converter primeiro BPM em tempo por batida, multiplicar pelo número de batidas e só então usar o período para obter a velocidade angular média.

Em equilíbrio e rotação, o aluno pode usar a distância total entre os pés como braço do peso, embora a questão peça o momento em relação à borda de rotação. É necessário medir a distância entre o eixo escolhido e a linha de ação da força. Já no cálculo do centro de massa, a média aritmética simples parece intuitiva, mas não representa corretamente um sistema com massas diferentes: as posições devem ser ponderadas pelas massas.

Na trajetória vertical, outra confusão possível é tomar a velocidade mínima no topo como se fosse a velocidade na base. A subida envolve variação de energia potencial gravitacional, então é preciso combinar a condição de movimento circular no topo com a conservação de energia entre as duas posições. Por fim, no problema do atrito, esquecer o quadrado da velocidade ou confundir força centrípeta com força normal leva a um coeficiente incorreto.

Como trabalhar em sala

  • Comece com um desenho de forças. Peça à turma que represente a trajetória e marque o centro, a direção radial e as forças relevantes. Antes de substituir valores, conferir o sentido das forças ajuda a evitar respostas numéricas acompanhadas de uma interpretação incompatível.
  • Organize as unidades à vista. Em uma questão de BPM, por exemplo, solicite que registrem primeiro o tempo de uma batida e depois o período total. Esse passo deixa claro de onde vêm os segundos e reduz a chance de usar um intervalo incompleto.
  • Compare fórmulas próximas. Coloque lado a lado as expressões para força centrípeta em função da velocidade tangencial e da velocidade angular. A turma pode identificar o que cada variável representa e verificar se o resultado tem unidade de força.
  • Use um esquema para torque e centro de massa. Um desenho simples de uma base de apoio, uma borda de rotação e as linhas de ação das forças permite discutir braços de alavanca sem equipamento especial. Para centro de massa, uma tabela com massa, posição e produto massa × posição ajuda a explicitar a média ponderada.
  • Peça justificativas curtas para os distratores. Depois de resolver, convide os alunos a explicar por que uma alternativa plausível está errada. A tarefa permite distinguir um erro de conta de uma confusão entre direção, período, eixo de rotação ou conservação de energia.

Questões prontas de Movimentos e Interações Gravitacionais para a 2ª série do Ensino Médio (com gabarito comentado)

As questões abaixo podem ser usadas como atividade de revisão, tarefa ou parte de uma avaliação. Oriente os alunos a registrar o caminho de resolução: a identificação dos dados e das relações físicas importa tanto quanto a alternativa assinalada.

1. Velocidade angular média a partir das batidas

Uma dançarina completa uma volta (360°) em 4 batidas de uma música a 120 BPM. Determine a velocidade angular média em rad/s. Use ω = 2π/T e T = N·(60/BPM), onde N é o número de batidas.

  • ❌ A) 3,0 rad/s. Incorreta: o período foi calculado sem considerar corretamente o número de batidas e a frequência da música.
  • ❌ B) 2π rad/s. Incorreta: 2π rad corresponde ao deslocamento angular de uma volta, mas a velocidade também depende do tempo.
  • ✅ C) ω = π ≈ 3,14 rad/s. Correta: T = 4·(60/120) = 2,0 s. Assim, ω = 2π/T = 2π/2,0 = π rad/s.
  • ❌ D) 1,5 rad/s. Incorreta: esse valor não resulta da aplicação da relação entre deslocamento angular e período dados.
  • ❌ E) 4π rad/s. Incorreta: não considera corretamente o tempo necessário para completar as quatro batidas.

Gabarito comentado: O primeiro passo é calcular o período das quatro batidas, não o intervalo de apenas uma. Uma volta equivale a 2π rad, e sua divisão pelo período de 2 s fornece π rad/s.

2. Força necessária para provocar o tombamento

Um praticante de luta com massa m = 25,0 kg mantém-se em pé com distância entre as linhas de apoio dos pés d = 0,30 m. Um oponente aplica uma força horizontal F na altura dos ombros h = 1,00 m. Calcule a menor força necessária para provocar o desequilíbrio por rotação em torno da borda frontal da base de apoio. Use g = 10 m/s² e considere o centro de massa no meio da base.

  • ❌ A) 15 N, empurrando para o lado. Incorreta: essa direção não corresponde ao tombamento em torno da borda frontal descrito no problema.
  • ✅ B) 37,5 N, horizontal, para a frente. Correta: o braço do peso até a borda é d/2 = 0,15 m. O momento do peso é 25·10·0,15 = 37,5 N·m. Igualando os momentos, F·1,00 = 37,5, portanto F = 37,5 N.
  • ❌ C) 20 N, na direção vertical. Incorreta: uma força vertical aplicada como descrita não produz o momento horizontal necessário para iniciar esse tombamento.
  • ❌ D) 50 N, empurrando para trás. Incorreta: o sentido proposto não corresponde ao empurrão para a frente necessário, e o valor não vem do equilíbrio dos momentos.
  • ❌ E) 100 N, empurrando para a frente. Incorreta: o valor é superior ao necessário; o equilíbrio de momentos fornece 37,5 N.

Gabarito comentado: A escolha do eixo é decisiva. No limiar do tombamento, comparamos o torque do empurrão aplicado à altura dos ombros com o momento do peso em relação à borda. O peso atua a metade da distância entre as linhas de apoio, não a uma distância igual à base inteira.

3. Força centrípeta em movimento circular

Um dançarino de massa m = 40 kg descreve um movimento circular com os braços estendidos, a uma distância r = 0,90 m do eixo do parceiro, com velocidade angular ω = 1,50 rad/s. Qual é a força centrípeta exercida sobre o dançarino? Use F = m·ω²·r.

  • ❌ A) 81 N, radialmente para fora. Incorreta: o módulo está correto, mas a direção está invertida; a força centrípeta aponta para o centro.
  • ✅ B) 81 N, radialmente para o centro. Correta: F = 40·(1,50)²·0,90 = 40·2,25·0,90 = 81 N, com direção para o centro da trajetória.
  • ❌ C) 54 N. Incorreta: esse cálculo deixa de elevar ω ao quadrado e usa uma expressão diferente da indicada.
  • ❌ D) 392 N, para baixo. Incorreta: confunde força centrípeta com o peso. O peso aponta verticalmente para baixo, enquanto a direção centrípeta é radial.
  • ❌ E) 100 N. Incorreta: divide por r, mas a expressão fornecida pede multiplicar por r.

Gabarito comentado: Substituímos massa, velocidade angular e raio em F = m·ω²·r. Depois de obter o módulo, interpretamos a direção: a resultante centrípeta aponta para o centro, não para fora nem necessariamente para baixo.

4. Torque e aceleração angular

Um par coreográfico é modelado por um ponto massivo m = 50,0 kg a r = 0,90 m do eixo. Aplicando-se um torque constante τ = 15,0 N·m por Δt = 2,00 s, calcule a aceleração angular α, a variação de velocidade angular Δω e a velocidade angular final ωf, se ω0 = 1,00 rad/s. Use I = m·r² e τ = I·α.

  • ✅ A) α ≈ 0,370 rad/s²; Δω ≈ 0,741 rad/s; ωf ≈ 1,74 rad/s. Correta: I = 50·0,9² = 40,5 kg·m²; α = 15/40,5 ≈ 0,370 rad/s². Então Δω = α·2,00 ≈ 0,741 rad/s e ωf = 1,00 + 0,741 ≈ 1,74 rad/s.
  • ❌ B) 0,500 rad/s²; 1,000 rad/s; 2,00 rad/s. Incorreta: os resultados não correspondem ao momento de inércia de 40,5 kg·m² e ao torque dado.
  • ❌ C) 0,100 rad/s²; 0,200 rad/s; 1,20 rad/s. Incorreta: subestima os valores e não resulta da relação entre torque e momento de inércia.
  • ❌ D) 1,000 rad/s²; 2,000 rad/s; 3,00 rad/s. Incorreta: superestima a aceleração angular para os dados do problema.
  • ❌ E) 0,250 rad/s²; 0,500 rad/s; 1,50 rad/s. Incorreta: não corresponde ao cálculo da aceleração nem à variação ao longo dos 2,00 s.

Gabarito comentado: O cálculo tem etapas encadeadas. Primeiro obtemos I; depois, a partir do torque, calculamos α. A aceleração angular não é a variação de velocidade: para encontrar Δω, multiplicamos α pelo intervalo de tempo.

5. Força centrípeta a partir da velocidade tangencial

Durante um giro, um dançarino de massa m = 65 kg descreve trajetória circular de raio r = 0,90 m com velocidade tangencial v = 3,0 m/s. Calcule a intensidade da força centrípeta Fc = m·v²/r e indique sua direção.

  • ❌ A) 650 N, no sentido oposto ao movimento. Incorreta: a força centrípeta aponta para o centro, não é definida como oposta à velocidade tangencial.
  • ✅ B) 650 N, para o centro do círculo. Correta: Fc = 65·(3,0)²/0,90 = 65·9/0,90 = 650 N. A direção é radial para o centro.
  • ❌ C) 800 N, verticalmente para cima. Incorreta: a direção vertical não representa necessariamente a direção radial da trajetória descrita.
  • ❌ D) 400 N, para fora do círculo. Incorreta: a força centrípeta aponta para o centro e o módulo não corresponde à substituição dos dados.
  • ❌ E) 350 N, sem relação com o movimento circular. Incorreta: o cálculo depende da massa, da velocidade ao quadrado e do raio; os dados fornecidos resultam em 650 N.

Gabarito comentado: Atenção ao quadrado da velocidade e à divisão pelo raio. Em seguida, faça a leitura vetorial: a força necessária para manter o movimento circular é radial e voltada para o centro.

6. Posição do centro de massa

Dois bailarinos estão alinhados: A tem massa m1 = 40 kg em x1 = 0,0 m; B tem massa m2 = 60 kg em x2 = 1,0 m. Calcule a posição do centro de massa xcm, tomando x positivo na direção de B. Use xcm = (m1x1 + m2x2)/(m1 + m2).

  • ✅ A) 0,6 m, à direita de A. Correta: xcm = (40·0 + 60·1)/(40 + 60) = 60/100 = 0,6 m.
  • ❌ B) 1,0 m, por ser o ponto mais distante. Incorreta: o centro de massa depende das massas e das posições; não coincide automaticamente com uma das posições.
  • ❌ C) 0,8 m. Incorreta: não resulta da média ponderada indicada; é preciso multiplicar cada massa por sua posição e dividir pela massa total.
  • ❌ D) 0,5 m, pela média aritmética. Incorreta: a média simples ignora que os bailarinos têm massas diferentes.
  • ❌ E) 0,4 m, porque B é mais pesado. Incorreta: embora a massa maior desloque o centro para B, o cálculo ponderado fornece 0,6 m, não 0,4 m.

Gabarito comentado: A posição do centro de massa é uma média ponderada. Como B tem maior massa e está em x = 1,0 m, o resultado fica mais próximo de B do que do ponto médio, sem chegar à posição de B.

7. Velocidade mínima em uma trajetória circular vertical

Num movimento acrobático de dança, uma parceira é girada em círculo vertical a distância R = 1,20 m do eixo. Qual deve ser, no mínimo, a velocidade tangencial na base para que no topo da trajetória a corda ou o abraço não fique frouxo, isto é, com tensão igual a zero? Use a condição mínima vtop = √(gR), conservação de energia entre baixo e topo e g = 10 m/s².

  • ❌ A) 5,00 m/s. Incorreta: não combina a condição mínima no topo com o ganho de energia potencial até lá.
  • ❌ B) 10,00 m/s. Incorreta: esse valor não é obtido aplicando a conservação da energia aos dados apresentados.
  • ✅ C) vbottom = √(5gR) = √60 ≈ 7,75 m/s. Correta: vbottom² = vtop² + 4gR e vtop² = gR. Portanto, vbottom² = 5gR = 5·10·1,20 = 60.
  • ❌ D) 4,00 m/s. Incorreta: não fornece a velocidade necessária segundo a condição de tensão nula no topo e a variação de energia.
  • ❌ E) 15,00 m/s. Incorreta: é muito superior ao resultado calculado a partir das condições fornecidas.

Gabarito comentado: A condição de velocidade mínima se refere ao topo. Para relacioná-la à velocidade na base, consideramos a diferença de altura de 2R e aplicamos a conservação da energia mecânica. Assim, não se deve transportar a velocidade do topo diretamente para a base.

8. Atrito estático fornecendo a força centrípeta

Numa pirueta de salão, um dançarino de massa 60 kg move-se com velocidade tangencial v = 1,5 m/s em raio r = 0,50 m. A força centrípeta Fc = m·v²/r é fornecida pela fricção estática. Calcule o coeficiente mínimo de atrito μ, usando g = 10 m/s² e μ = Fc/(mg).

  • ❌ A) μ mínimo = 0,6. Incorreta: a substituição dos dados fornece 0,45, não 0,6.
  • ❌ B) μ mínimo = 0,1. Incorreta: não se pode ignorar a força centrípeta, que é fornecida pelo atrito no modelo apresentado.
  • ❌ C) μ mínimo = 1,0. Incorreta: o coeficiente não é determinado pela massa isoladamente; o cálculo resulta em 0,45.
  • ✅ D) μ mínimo = 0,45, adimensional. Correta: Fc = 60·(1,5)²/0,50 = 270 N. Então μ = 270/(60·10) = 0,45.
  • ❌ E) μ mínimo = 0,3. Incorreta: não é possível concluir o coeficiente apenas dizendo que a velocidade é baixa; é preciso calcular a força centrípeta e dividi-la pelo peso.

Gabarito comentado: O atrito estático fornece a força centrípeta no modelo indicado. Calculamos primeiro Fc, preservando o quadrado da velocidade; depois dividimos pelo peso, mg. A unidade do coeficiente é nenhuma, pois se trata de uma razão entre forças.

Próximos passos

Você pode aplicar as oito questões em sequência ou selecionar blocos conforme o ponto da unidade que está ensinando. Para ampliar a prática alinhada à habilidade, consulte também questões da habilidade EM13CNT204. Se quiser montar uma avaliação com outros enunciados e ajustar a seleção ao seu planejamento, experimente o gerador de provas do GeraProva ou faça seu cadastro grátis.

Use este material como ponto de partida: adapte a ordem e o nível de apoio à sua turma, e confira sempre se os enunciados estão de acordo com o que foi trabalhado em aula. Bom planejamento!

Monte uma prova com questões como estas

O GeraProva busca questões com gabarito comentado e BNCC no acervo e monta a prova pronta para imprimir.

Criar minha prova

Habilidades BNCC deste artigo

Artigos relacionados

0 comentários

Ocorreu um erro inesperado. Recarregar X

Rejoining the server...

Rejoin failed... trying again in seconds.

Failed to rejoin.
Please retry or reload the page.

The session has been paused by the server.

Failed to resume the session.
Please retry or reload the page.