Disserte, em até 20 linhas, avaliando como a participação de agentes não estatais (empresas, milícias…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Comparar e avaliar os processos de ocupação do espaço e a formação de territórios, territorialidades e fronteiras, identificando o papel de diferentes agentes (como grupos sociais e culturais, impérios, Estados Nacionais e organismos internacionais) e considerando os conflitos populacionais (internos e externos), a diversidade étnico-cultural e as características socioeconômicas, políticas e tecnológicas.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
Disserte, em até 20 linhas, avaliando como a participação de agentes não estatais (empresas, milícias, organizações transnacionais) na ocupação ou expulsão territorial pode manifestar a 'banalidade do mal' segundo Hannah Arendt; proponha duas medidas normativas para responsabilizá-los e proteger a diversidade étnico-cultural.
✍️ Questão dissertativa: veja abaixo a resposta esperada e a explicação.
Resposta esperada
Agentes não estatais reproduzem a banalidade do mal quando operacionalizam ordens por rotinas, métricas e contratos sem julgamento moral, fragmentando responsabilidades e silenciando vítimas — cenário descrito por Arendt como 'pensar ausente'. Para mitigar: (1) criar regimes jurídicos claros de responsabilização civil e penal com participação das comunidades afetadas; (2) exigir transparência obrigatória, avaliação de impacto cultural e canais independentes de denúncia e reparação que conectem decisões empresariais e militares a responsabilidades públicas.
Explicação
A resposta aborda a banalidade do mal ao destacar como a desumanização e a fragmentação da responsabilidade permitem que agentes não estatais operem sem considerar as consequências éticas de suas ações. As propostas de medidas normativas visam estabelecer um sistema de responsabilização que inclui as vozes das comunidades afetadas, promovendo a proteção da diversidade étnico-cultural. Essa abordagem é essencial para reverter a lógica de impunidade e garantir que as ações desses agentes sejam avaliadas sob uma perspectiva moral e social.
Raio-X da questão
banalidade do mal
avaliacao
teoria da banalidade do mal · responsabilidade social
Revisar a teoria de Hannah Arendt sobre a banalidade do mal e suas implicações.
O aluno pode confundir a banalidade do mal com a ideia de que ações ruins são sempre intencionais, ignorando a normalização de comportamentos prejudiciais.
cidadania_etica
pensamento_critico
abstrato
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