Qual a importância de incluir histórias de vida de membros da família na apresentação oral?
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Analisar, em gravações de seminários, conferências rápidas, trechos de palestras, dentre outros, a construção composicional dos gêneros de apresentação – abertura/saudação, introdução ao tema, apresentação do plano de exposição, desenvolvimento dos conteúdos, por meio do encadeamento de temas e subtemas (coesão temática), síntese final e/ou conclusão, encerramento –, os elementos paralinguísticos (tais como: tom e volume da voz, pausas e hesitações – que, em geral, devem ser minimizadas –, modulação de voz e entonação, ritmo, respiração etc.) e cinésicos (tais como: postura corporal, movimentos e gestualidade significativa, expressão facial, contato de olho com plateia, modulação de voz e entonação, sincronia da fala com ferramenta de apoio etc.), para melhor performar apresentações orais no campo da divulgação do conhecimento.
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
Qual a importância de incluir histórias de vida de membros da família na apresentação oral?
- A) Não é importante, pois ninguém se importa.
- B) Ajuda a criar empatia e interesse.
- C) Deve ser evitada em apresentações formais.
- D) Só é importante se forem histórias tristes.
- E) Não é relevante para o tema da apresentação.
✅ Resposta correta: alternativa B
Resolução passo a passo
- Leia o enunciado e identifique o que se pergunta: qual é a importância de incluir histórias de vida de membros da família em uma apresentação oral.
- Pense no efeito dessas histórias sobre a plateia. Relatos pessoais aproximam o orador do público, tornam o assunto mais humano e concreto, e despertam atenção e envolvimento emocional.
- Compare com as alternativas. A alternativa B afirma que essas histórias ajudam a criar empatia e interesse, o que corresponde exatamente a esse efeito. Ela está correta e coincide com o gabarito oficial.
- Verifique as demais. A alternativa A é falsa, pois parte da ideia de que ninguém se importa, o que contraria o objetivo de engajar o público. A alternativa C é incorreta, pois relatos pessoais bem usados não precisam ser evitados mesmo em contextos formais. A alternativa D restringe indevidamente a importância a histórias tristes, quando qualquer relato relevante pode engajar. A alternativa E é falsa, pois histórias familiares podem ter relação direta com o tema, dependendo de como são usadas.
- Conclusão: a resposta correta é a B, em concordância com o gabarito oficial.
💡 Dica: Pense sobre como as histórias pessoais enriquecem a apresentação.
Alternativa por alternativa
Acredita que a plateia não se interessa por histórias pessoais e que o orador não deve se preocupar em engajar o público.
Por que engana: O aluno pode achar que histórias pessoais não são relevantes, desconsiderando seu impacto na conexão com o público.
Histórias pessoais realmente conectam o público ao apresentador.
Entende que apresentações formais exigem apenas dados objetivos e que qualquer relato pessoal quebra a seriedade do discurso.
Associa o valor da história apenas à emoção negativa, supondo que só relatos tristes provocam envolvimento, e não considera outros tipos de relato.
Supõe que, para ser relevante, a história precisa tratar diretamente do tema, sem perceber que seu papel pode ser ilustrar, humanizar ou aproximar o assunto da realidade do público.
Raio-X da questão
apresentação oral
fixacao
apresentação oral · empatia na comunicação
Revisar a importância de histórias pessoais em apresentações.
O aluno pode achar que histórias pessoais não são relevantes, desconsiderando seu impacto na conexão com o público.
cidadania_etica
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