Texto oficial da habilidade, conferido palavra por palavra contra a
Base Nacional Comum Curricular —
BNCC_EI_EF.pdf, página 149.
Extração confirmada por dois processos independentes.
Descrição da habilidade EF69LP21
Posicionar-se em relação a conteúdos veiculados em práticas não institucionalizadas de participação social, sobretudo àquelas vinculadas a manifestações artísticas, produções culturais, intervenções urbanas e práticas próprias das culturas juvenis que pretendam denunciar, expor uma problemática ou “convocar” para uma reflexão/ação, relacionando esse texto/produção com seu contexto de produção e relacionando as partes e semioses presentes para a construção de sentidos.
Atividades prontas desta habilidade
Atividades sobre Apreciação e réplica com gabarito — 6º ano, 7º ano, 8º ano, 9º ano (EF69LP21)
Ler o artigo com gabarito Séries
6º ano7º ano8º ano9º ano
Matérias
Língua Portuguesa
Assuntos
Apreciação e réplica
Unidades temáticas relacionadas
LeituraProdução de textos
Questões relacionadas a EF69LP21
Questão 1 · Objetiva
Em uma atividade de Língua Portuguesa, a turma compara uma notícia publicada no site da escola e um aviso em rede social sobre o mesmo passeio pedagógico. A professora chama atenção para o veículo de divulgação, a autoria e o objetivo de cada texto.
— Com base na situação, qual habilidade da BNCC está sendo mobilizada pela professora?
Questão 2 · Objetiva
Pergunta retórica: Por que nem todos os jovens têm acesso igual às obras literárias? Dados ilustrativos mostram que escolas públicas de áreas periféricas dispõem de poucas bibliotecas fixas. Inspirado no Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece em seu artigo 53 o direito de crianças e adolescentes ao acesso à cultura, um projeto municipal criou uma biblioteca itinerante: uma van equipada com livros que visita semanalmente praças, escolas e centros comunitários, permitindo a troca gratuita de obras literárias e organizando sessões de leitura coletiva.
Analise o texto-base e identifique a iniciativa descrita que exemplifica o direito assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente ao acesso à cultura.
Questão 3 · Objetiva
Em diferentes bairros de uma cidade brasileira, um coletivo de artistas independentes pintou murais sobre moradia, desigualdade e justiça social. Em uma publicação, o grupo declarou: “Transformamos muros em voz para quem não tem acesso aos meios tradicionais de comunicação. Cada traço e cada cor carregam histórias de lutas cotidianas.” Após a iniciativa, moradores passaram a discutir os problemas representados nas pinturas. Enquanto parte da população defendeu os murais como forma de participação cidadã, algumas autoridades questionaram seus efeitos sobre o espaço público.
Com base no texto, qual posição o coletivo de artistas assume sobre o papel da arte urbana na participação social?
Questão 4 · Objetiva
Você já reparou em como pequenos grupos de artistas de rua transformam reentrâncias e muros abandonados em palcos efêmeros? Durante o mês passado, coletivos independentes organizaram apresentações de teatro de intervenção em três bairros da cidade. Nas cenas, atores questionavam o uso do espaço público e convocavam moradores a refletir sobre direitos sociais. Em cartazes e falas improvisadas, o público era convidado a sugerir temas e até participar de cenas. Essas manifestações não ocorreram em teatros nem foram financiadas por órgãos oficiais, mas geraram intensa repercussão nas redes e reviveram o debate sobre democratização dos espaços culturais.
Analise o texto-base e identifique como o narrador posiciona-se em relação às manifestações artísticas de rua?
Questão 5 · Objetiva
— Você viu o Sarau no Beco da Ladeira? — perguntou Carlos empolgado. Na noite anterior, mais de 150 moradores e visitantes reuniram-se para ouvir poemas, crônicas e canções produzidas por jovens do bairro. Enquanto grafiteiros pintavam muros antigos, voluntários distribuíam folhetos e ofereciam oficinas improvisadas de poesia e canto. Muitos ressaltaram o caráter inclusivo do encontro, que não dependeu de patrocínio oficial nem de espaços institucionais. Segundo depoimentos, o evento fortaleceu o senso de pertencimento e abriu espaço para vozes tradicionalmente silenciadas. Participantes saíram energizados, discutindo ideias para levar o projeto a outras ruas e inspirar iniciativas semelhantes em bairros vizinhos.
Analise o texto e identifique como o autor posiciona-se em relação à iniciativa de arte urbana descrita.
Questão 6 · Objetiva
Já reparou como muros cinzentos podem ganhar vida com cores e palavras? No bairro Pedra Branca, um coletivo de moradores iniciou uma série de pinturas colaborativas em paredes abandonadas. Cada intervenção traz frases de incentivo, desenhos de cenas cotidianas e símbolos locais. Em vez de pichações anônimas, os artistas convidam transeuntes a escolher temas que representem memórias e sonhos da comunidade. Segundo o autor do blog Onde a Rua Fala, essas ações fortalecem o senso de pertencimento e criam pontes de diálogo entre diferentes gerações.
Analise o texto-base e identifique a posição do autor sobre as intervenções artísticas em muros urbanos.
Questão 7 · Objetiva
Por que os muros cinzentos dominam as ruas da cidade mesmo diante de tantas cores disponíveis? Dados fictícios indicam que, no último mês, o coletivo Juventude Viva pintou dez murais em praças e avenidas. Os artistas locais convidaram moradores para sugerir temas e participar da ação. Em entrevistas, vários transeuntes elogiaram a iniciativa, apontando que as imagens trouxeram mais vida ao bairro e criaram pontos de encontro entre vizinhos.
Analise o texto-base e identifique qual ideia expressa a opinião do autor a respeito do grafite comunitário?
Questão 8 · Objetiva
Nas vielas da comunidade do Alto da Serra, paredes desgastadas são tomadas por cores vivas e formas inusitadas. Um grupo de moradores escreve mensagens de apoio em grafites, registra histórias locais e usa stêncils para debater temas como violência e preservação ambiental. Em um dos muros, surge a frase: “paredes em branco são cadernos silenciosos”. As redes sociais locais divulgam imagens desse trabalho, que tem atraído moradores de bairros vizinhos, estimulando diálogos informais sobre direitos e memória urbana.
Analise a metáfora presente no texto e identifique qual posição o autor defende sobre as manifestações artísticas retratadas.
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