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BNCC 42 questões

Questões BNCC EF35EF11

Formular e utilizar estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz indígena e africana.

Ilustração da habilidade BNCC EF35EF11
Unidade temática
Danças
Objeto de conhecimento
Danças do Brasil e do mundo
Questões vinculadas
42

Texto oficial da habilidade, conferido palavra por palavra contra a Base Nacional Comum Curricular — BNCC_EI_EF.pdf, página 231. Extração confirmada por dois processos independentes.

Descrição da habilidade EF35EF11
Formular e utilizar estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz indígena e africana.
Atividades prontas desta habilidade Atividades sobre Danças do Brasil e do mundo com gabarito — 3º ano, 4º ano, 5º ano (EF35EF11) Ler o artigo com gabarito

Séries

3º ano4º ano5º ano

Matérias

Educação Física

Assuntos

Estratégias em danças populares e indígenas

Unidades temáticas relacionadas

Danças

Questões relacionadas a EF35EF11

Questão 1 · Objetiva
Na aula, a turma dança ciranda em uma roda.

Lia quer entrar na roda sem atrapalhar ninguém. O que ela deve fazer?
Questão 2 · Objetiva
Na feira cultural do bairro, uma educadora indígena ensinou à turma uma dança de seu povo. A sequência tinha três elementos: passos curtos seguindo a batida do maracá, deslocamento em roda e mudança de direção após um sinal. No primeiro ensaio, algumas crianças perderam o sinal e saíram da formação.

Qual estratégia ajudará a turma a executar melhor os três elementos da dança no próximo ensaio?
Questão 3 · Objetiva
— Antes de entrar na roda, escutem como o canto conversa com os tambores — orientou a mestra durante uma oficina de jongo no centro cultural do bairro. Ela explicou que essa manifestação afro-brasileira reúne participantes em círculo, com acompanhamento de tambores, palmas, versos cantados e movimentos realizados no espaço da roda. Na primeira tentativa, parte do grupo iniciou os passos antes de perceber o pulso marcado pela percussão; outros alunos cantaram sem acompanhar as palmas. Para a apresentação comunitária, os estudantes precisam ensaiar de modo que os movimentos individuais se articulem ao ritmo e à participação coletiva, sem transformar a dança em uma sequência apenas decorada.

Avalie a situação descrita e identifique a estratégia de ensaio que favorece a execução articulada dos elementos do jongo.
Questão 4 · Objetiva
As palmas começaram antes dos passos no ensaio do centro cultural do bairro. O grupo pesquisou o samba de roda e escolheu apresentar alguns de seus elementos: pessoas em círculo, palmas marcando o ritmo e entradas alternadas no centro da roda. Nos primeiros testes, todos tentavam dançar no meio ao mesmo tempo. A roda se apertava, as palmas ficavam mais rápidas e parte do grupo perdia o ritmo. A mediadora lembrou que a apresentação não precisava copiar artistas profissionais. Ela pediu que as crianças observassem como o ritmo, o espaço da roda e a vez de cada participante poderiam ajudar o grupo a realizar os movimentos com atenção à tradição estudada.

Analise a situação descrita e identifique a estratégia que organiza a execução dos elementos escolhidos pelo grupo.
Questão 5 · Objetiva
— Antes de aprender os movimentos, vamos perceber o toque que guia nossos pés — disse a mestra de carimbó durante uma oficina cultural. Ela explicou que o carimbó é uma dança popular do Pará e apresentou uma gravação escolhida para a atividade: a cada oito pulsos, o primeiro som ficava mais forte.

Ao tentar dançar, os estudantes conseguiam fazer passos laterais, mas alguns giravam antes do tempo e perdiam o equilíbrio. Outros acompanhavam o ritmo, porém paravam quando precisavam se aproximar de um colega. A mestra pediu que os grupos criassem um modo de ensaiar, usando a gravação, para juntar passo, giro e encontro com o colega sem deixar de acompanhar o toque.

Analise as dificuldades descritas e identifique o modo de ensaio que ajuda o grupo a unir os movimentos ao ritmo da gravação.
Questão 6 · Objetiva
— No carimbó, o giro não se aprende correndo — alertou Dona Celina, convidada para orientar uma vivência cultural em um centro comunitário do Pará. Antes de praticar, as crianças assistiram a uma gravação da apresentação e perceberam que os giros faziam parte marcante da dança. Nos primeiros ensaios, alguns participantes mantinham as pernas duras, deixavam os pés muito próximos e terminavam o movimento desequilibrados. Outros tentavam girar o mais rápido possível para impressionar os colegas. Dona Celina pediu que os grupos escolhessem uma forma de treinar os giros com segurança, sem deixar de praticar esse elemento da dança.

Analise a situação descrita e avalie a proposta de ensaio que ajuda o grupo a executar os giros com maior controle corporal.
Questão 7 · Objetiva
O som do pandeiro e do ganzá já estava alto quando o grupo de 5º ano começou a ensaiar um coco de roda para apresentar na festa do bairro. A dança teria três partes: entrar caminhando, formar uma roda e, depois, alternar “chamadas” (uma pessoa canta um verso) com a resposta de todos.

No ensaio, apareceram dois problemas: algumas crianças aceleravam o passo quando a música começava, e a roda ficava “torta”, com gente muito perto e outros muito longe. Quando tentavam corrigir tudo ao mesmo tempo (canto, palmas, passos e roda), surgiam esbarrões e o grupo perdia o ritmo.

Para melhorar, a turma combinou que precisava de um jeito de praticar que ajudasse a manter o tempo da música e a formação da roda, sem deixar ninguém inseguro.

Analise o texto e identifique a estratégia mais adequada para o grupo executar, com mais segurança, os elementos da dança (ritmo, palmas, passos e formação em roda) na apresentação.
Questão 8 · Objetiva
No ensaio do grupo “Sons do Bairro”, as crianças treinam o coco para apresentar na feira cultural. A música é marcada por palmas e batidas dos pés, e a dança acontece em roda. De tempos em tempos, uma criança entra no meio, faz uma sequência curta de passos e volta para o lugar, para outra entrar.

Na última tentativa, a roda ficou desorganizada: alguns colegas entravam no centro antes da hora, outros demoravam a voltar, e o ritmo das palmas se perdia. Para não parar a dança toda vez que isso acontecia, a professora propôs que o grupo pensasse em um jeito simples de avisar, durante a música, o momento certo de trocar quem está no centro, sem precisar falar alto nem interromper a roda.

Com base no texto, identifique a estratégia que melhor ajuda o grupo a executar a troca de quem vai ao centro sem perder o ritmo do coco.

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