Transição do ensino médio à universidade: por que as notas das mulheres podem cair
Pesquisas recentes apontam que o bom desempenho das meninas no ensino médio nem sempre se mantém na universidade. A percepção de discriminação aparece associada a notas universitárias mais baixas entre jovens mulheres.
Uma mudança importante aparece na passagem do ensino médio para a universidade: notas mais altas obtidas por meninas na escola não se traduzem necessariamente em notas universitárias mais altas. Uma pesquisa recente também associa a percepção de discriminação a desempenho universitário mais baixo entre jovens mulheres (Galos, 2024).
Para quem ensina no ensino médio, isso desloca a conversa para além da aprovação no vestibular ou da conclusão da etapa. A rotina escolar inclui preparar estudantes para novas formas de estudo, avaliação e participação. Os estudos disponíveis não oferecem uma receita única, mas ajudam a formular uma pergunta prática: como apoiar as alunas sem presumir que o desempenho anterior, por si só, garanta uma transição tranquila?
O que é a transição de meninas do ensino médio para a universidade e por que importa para o professor?
É a passagem entre duas etapas com exigências e ambientes diferentes, acompanhada pelas mudanças que podem afetar a continuidade dos estudos e o desempenho das jovens. Para o professor da educação básica, o tema aparece quando conversa sobre escolhas de curso, prepara atividades de investigação, observa quem participa e ajuda estudantes a interpretar desafios acadêmicos sem transformar uma dificuldade em julgamento sobre capacidade.
Os resumos consultados abordam partes distintas desse percurso. Um examina a diferença entre notas escolares e universitárias e a percepção de discriminação; outro investiga a relação entre cursos de formação profissional em STEMM no ensino médio e emprego durante a faculdade. Há também pesquisas sobre experiências em laboratórios de física e sobre apoio à escolha de leituras por universitárias. Em conjunto, elas permitem discutir desempenho, oportunidades, pertencimento e autonomia, mas não descrevem uma trajetória idêntica para todas as mulheres.
O cuidado central é não tratar “as meninas” como um grupo uniforme. Os resultados dependem do contexto e da pergunta investigada. Para a escola, isso significa usar os estudos para abrir possibilidades de observação e apoio, não para prever o destino de uma aluna com base em gênero.
O que a pesquisa recente mostra sobre a passagem à universidade?
Notas anteriores não garantem desempenho universitário igual
O achado mais diretamente ligado à transição vem de uma pesquisa baseada na Pesquisa Nacional com Estudantes. Os autores investigaram por que o desempenho relativo das mulheres pode mudar entre o ensino médio e a universidade, considerando a percepção de discriminação e o clima competitivo como possíveis fatores associados (Galos, 2024).
O estudo relata que meninas têm notas melhores do que meninos no ensino médio, mas essa situação se inverte no nível universitário. Também encontra uma correlação menos forte entre notas do ensino médio e notas universitárias para as mulheres do que para os homens. As jovens participantes percebiam mais discriminação contra mulheres e mais competição em sua área de estudo do que os colegas homens.
O resultado mais relevante para a prática é a associação entre maior discriminação percebida e desempenho universitário mais baixo entre as jovens. É uma associação relatada pelo estudo, não uma prova de que a percepção, isoladamente, explique toda diferença de nota. Ainda assim, ela mostra por que convém olhar também para as condições de participação e avaliação, e não apenas para a preparação acadêmica individual.
Oportunidades de participação também fazem parte da equidade
Uma revisão sobre laboratórios didáticos de física reúne pesquisas que descrevem diferenças complexas relacionadas ao gênero. Entre os aspectos discutidos estão oportunidades de explorar e manusear equipamentos, notas, compreensão conceitual, motivação e interações sociais nos laboratórios (Doucette, 2024).
Como se trata de uma revisão, o artigo não apresenta um único resultado aplicável a todo laboratório. Ele oferece uma visão geral de questões estudadas e propostas para reduzir desigualdades. Os autores defendem que pesquisas futuras ultrapassem identidades de gênero binárias e interpretações que atribuem dificuldades a supostos déficits dos estudantes. Também apontam a necessidade de considerar outros eixos de identidade e suas interseções.
Para pensar a transição, esse trabalho amplia o foco: a experiência universitária não se resume às notas finais. Importa observar quem tem oportunidade de experimentar, explicar ideias, receber retorno e se reconhecer como participante legítima de uma área. A revisão trata de física, então não permite concluir que as mesmas dinâmicas aparecem da mesma forma em todos os cursos.
O ensino médio pode se conectar a trajetórias profissionais, mas não de modo automático
Um estudo dos Estados Unidos analisou a relação entre cursos de educação profissional e tecnológica em STEMM — ciências, tecnologia, engenharia, matemática e áreas médicas e da saúde — no ensino médio e resultados de emprego durante a faculdade. A análise considerou também subgrupos, entre eles mulheres, estudantes de baixa renda, estudantes com deficiência de aprendizagem e estudantes negros e hispânicos (Gottfried, 2023).
Os autores encontraram associação entre fazer mais cursos de formação profissional em STEMM e maior probabilidade de ter emprego em STEMM durante a faculdade, além de expectativas mais altas de emprego futuro nessas áreas. Não encontraram associação com resultados gerais de emprego, como salários. O resumo informa que os resultados diferiram para alguns grupos sub-representados, mas não especifica ali todos os padrões por subgrupo.
Isso não demonstra que oferecer um curso específico produzirá o mesmo efeito em qualquer escola brasileira. A pesquisa acompanha uma coorte dos Estados Unidos e trata de uma relação entre cursos e emprego, não de uma avaliação direta de desempenho acadêmico universitário. Ainda assim, ajuda a pensar como experiências escolares podem se relacionar com caminhos posteriores e por que vale verificar quem consegue acessá-las.
Autonomia e apoio podem caminhar juntos
Uma pesquisa com 18 universitárias japonesas que aprendiam inglês como língua estrangeira desenvolveu e testou uma lista de verificação para apoiar a escolha de livros de leitura graduada em um programa de leitura extensiva. O ponto de partida foi reconhecer que a percepção das próprias aprendizes sobre a dificuldade dos textos importa, mas que escolher materiais adequados pode ser difícil sem apoio (Arai, 2025).
Os resultados indicaram que a lista ajudou as estudantes a escolher textos apropriados. O estudo não investigou a transição entre ensino médio e universidade como questão principal. Sua contribuição aqui é mais delimitada: oferece um exemplo de apoio estruturado à autonomia em uma atividade universitária, em vez de deixar a estudante sozinha diante de uma escolha complexa.
Outro estudo, realizado em um programa de verão nos Estados Unidos com estudantes latinas/os/x do ensino médio, investigou o uso de testimonios para desenvolver habilidades de aprendizagem socioemocional. A análise de um encontro comunitário relatou processos de construção coletiva de sentidos quando uma estudante chicana compartilhou uma experiência pessoal e os participantes também compartilharam histórias (Ortiz, 2025). É uma pesquisa sobre estudantes do ensino médio, não sobre resultados universitários, mas aponta uma forma de trabalhar escuta e reflexão em contexto culturalmente relevante.
O que os estudos sobre mulheres e universidade têm em comum?
Os estudos convergem em um ponto amplo: resultados educacionais não dependem apenas do conhecimento individual. O desempenho pode ser relacionado a condições percebidas, oportunidades de participação, experiências de aprendizagem e trajetórias formativas. A pesquisa de Galos e colegas associa discriminação percebida a notas universitárias mais baixas entre mulheres; a revisão de laboratórios de física chama atenção para oportunidades e interações; os estudos sobre formação profissional e leitura investigam como experiências anteriores ou apoios específicos se relacionam com percursos posteriores.
As diferenças entre eles são importantes. Galos e colegas tratam de notas e percepções no ensino superior; Gottfried e colegas analisam cursos de ensino médio e emprego durante a faculdade; Doucette e Singh revisam pesquisas em laboratórios de física; Arai estuda leitura em língua estrangeira com universitárias no Japão; Ortiz investiga aprendizagem socioemocional em um programa de verão de ensino médio nos Estados Unidos. Não são medidas intercambiáveis nem evidências de um mecanismo único.
Também fica em aberto como esses resultados se manifestam no Brasil, como variam entre cursos e instituições e quais práticas escolares sustentam a continuidade acadêmica. Os resumos não permitem concluir que todas as mulheres enfrentem as mesmas barreiras, nem que a discriminação seja a única explicação para diferenças de desempenho. A leitura produtiva é tratar os achados como pistas para fazer perguntas melhores sobre acesso, participação e avaliação.
O que professores podem fazer em sala de aula?
Os estudos não testaram as sugestões abaixo como um pacote de intervenção para escolas brasileiras. São aplicações possíveis das questões que eles levantam, adaptáveis à realidade de cada turma e sem presumir que uma aluna precise de apoio por ser mulher.
1. Converse sobre a passagem entre etapas sem prometer continuidade automática
Uma aplicação possível é pedir que a turma compare o que imagina sobre estudar na universidade com os hábitos que já pratica: organizar tarefas, buscar ajuda, revisar devolutivas e explicar como chegou a uma resposta. Em uma atividade hipotética, estudantes podem elaborar perguntas sobre cursos e rotinas acadêmicas para discutir em grupo. A ideia não é reproduzir uma experiência universitária, mas tornar visíveis habilidades que podem ser desenvolvidas antes da conclusão do ensino médio.
2. Examine quem participa das tarefas práticas
Inspirado pelas questões levantadas na revisão de laboratórios, o professor pode observar, em uma atividade de ciências, quem manipula materiais, quem registra, quem interpreta e quem apresenta conclusões. Uma forma de aplicar isso é alternar funções ao longo de diferentes atividades, sem presumir que meninas tenham menos interesse ou habilidade. Depois, a turma pode conversar sobre se todos tiveram oportunidade real de testar ideias e receber retorno.
3. Dê espaço para analisar o clima de participação
Como aplicação, uma turma pode combinar formas de discussão que permitam a diferentes estudantes contribuir, por exemplo, alternando conversa em duplas e debate coletivo. Em uma situação hipotética, se as mesmas vozes dominam uma discussão sobre tecnologia, o professor pode distribuir turnos de fala e solicitar justificativas de todos os grupos. Isso não prova nem elimina discriminação; é uma prática para observar a participação e evitar que a contribuição de alguém fique invisível.
4. Trate a escolha de materiais como habilidade ensinável
O estudo de leitura com universitárias sugere uma aplicação simples: em vez de pedir que cada estudante escolha um texto sem orientação, construir critérios de escolha junto com a turma. Por exemplo, os alunos podem avaliar se um texto é compreensível, interessante e adequado ao objetivo de leitura, e rever a escolha depois de começar. O exemplo é uma adaptação pedagógica, não uma reprodução do instrumento validado no estudo nem uma garantia de resultados iguais.
5. Crie ocasiões cuidadosas para escuta e reflexão
A pesquisa sobre testimonios permite pensar em atividades de narrativa e escuta como uma possibilidade de aplicação. Uma proposta hipotética é analisar uma história previamente escolhida, discutir o que os participantes compreenderam e permitir que compartilhem reflexões sem exigir exposição pessoal. A atividade deve respeitar a decisão de não falar sobre experiências íntimas. O estudo investigou um encontro específico em um programa comunitário, portanto a adaptação escolar exige atenção ao contexto e à segurança dos estudantes.
6. Apresente caminhos de formação sem transformar uma área em destino
Uma aplicação possível, inspirada pelo estudo de cursos STEMM, é apresentar projetos e experiências de áreas profissionais variadas e conversar sobre quais conhecimentos cada um mobiliza. Imagine uma turma planejando uma investigação sobre qualidade da água: o professor pode discutir conexões com ciência, tecnologia e saúde sem afirmar que a atividade prevê emprego futuro. Também pode conferir se as oportunidades de participar do projeto estão distribuídas e se os estudantes conhecem as opções disponíveis.
7. Use avaliação e devolutiva para identificar obstáculos concretos
Como aplicação, o professor pode olhar para padrões de respostas e de participação sem atribuí-los automaticamente à falta de capacidade. Se uma estudante que costuma ter bom desempenho passa a evitar uma tarefa, uma conversa individual sobre instruções, critérios e condições de participação pode ajudar a entender a situação. Isso não equivale a diagnosticar discriminação a partir de um caso; é uma maneira de não reduzir toda dificuldade a esforço individual e de encaminhar questões que demandem apoio institucional.
O que muda ao levar essas pesquisas para o contexto brasileiro?
A principal mudança é de contexto: os resultados não podem ser transpostos diretamente para escolas e universidades brasileiras. O estudo sobre notas e discriminação utiliza dados de uma pesquisa nacional de estudantes, mas o resumo não identifica o país. Os trabalhos de leitura e de testimonios informam contextos do Japão e dos Estados Unidos, respectivamente; o estudo sobre cursos STEMM também usa uma coorte dos Estados Unidos. A revisão trata de laboratórios de física em diferentes currículos e contextos, sem se limitar a uma realidade escolar brasileira.
Por isso, não cabe afirmar que a mesma associação entre discriminação percebida e desempenho ocorre com a mesma intensidade no Brasil, ou que as oportunidades em cursos de STEMM funcionam do mesmo modo. Tampouco se deve importar uma atividade cultural sem considerar as experiências e identidades presentes na comunidade escolar. As pesquisas servem para levantar perguntas: quem participa? Como os critérios são comunicados? Que experiências de formação estão acessíveis? Que fatores as próprias estudantes apontam como facilitadores ou barreiras?
Na prática, a escola pode começar com observação cuidadosa e escuta, em vez de aplicar conclusões estrangeiras como diagnóstico local. Comparar padrões de participação entre atividades, verificar quem tem acesso a experiências práticas e conversar sobre expectativas acadêmicas são possibilidades de aplicação. Quando houver decisões de orientação ou de política escolar, é importante buscar evidências brasileiras e informações locais antes de generalizar.
Quais são os limites desta leitura?
Este artigo se baseia nos resumos de estudos recentes, não na leitura integral dos trabalhos. Os resumos oferecem objetivos, contextos e resultados principais, mas não permitem reconstituir todos os detalhes de método, instrumentos, critérios de análise ou limites discutidos pelos autores. A pesquisa de Galos é a que mais diretamente aborda a diferença entre desempenho escolar e universitário; os demais estudos iluminam aspectos relacionados, não necessariamente a mesma transição.
Ficam em aberto perguntas relevantes: como os resultados variam entre cursos e instituições? Quais experiências concretas explicam as diferenças observadas? Como se manifestam no Brasil? Que intervenções reduzem barreiras sem pressupor que todas as mulheres tenham as mesmas necessidades? Para responder, seria necessário consultar os estudos completos e, para decisões locais, procurar pesquisas com estudantes e instituições brasileiras.
A leitura integral faz especialmente sentido quando a escola pretende adotar uma intervenção, interpretar um resultado estatístico ou comparar uma experiência local com os métodos de um estudo. Também é necessária para compreender com precisão os resultados por subgrupo mencionados na pesquisa sobre cursos STEMM, pois o resumo não detalha todos eles.
Como o GeraProva ajuda com este assunto?
O GeraProva pode ajudar a preparar provas e atividades para avaliar conteúdos de diferentes áreas, mas uma ferramenta de geração não substitui a observação das oportunidades de participação nem resolve, por si só, questões de equidade. O professor pode usar o gerador de provas do GeraProva para elaborar avaliações e revisar se as questões estão claras e alinhadas ao que foi ensinado; para conhecer a plataforma, há também o cadastro grátis.
Perguntas frequentes sobre meninas e transição para a universidade
As meninas têm notas melhores no ensino médio do que os meninos?
O estudo de Galos e colegas relata que, no contexto investigado, meninas tinham notas melhores do que meninos no ensino médio, mas que essa situação se invertia na universidade. Isso não permite afirmar que o padrão ocorra em toda escola, curso ou país. Para professores, o dado serve como motivo para não presumir que boas notas na educação básica assegurem, sozinhas, resultados semelhantes na etapa seguinte. Também é importante não transformar uma tendência observada em previsão sobre uma estudante específica.
A pesquisa prova que a discriminação causa notas mais baixas?
Não é isso que o resumo permite afirmar. Os autores relatam que a percepção de níveis mais elevados de discriminação contra mulheres está fortemente associada a desempenho universitário mais baixo entre as jovens. Associação é uma relação observada, não prova isolada de causa. O estudo também considerou a percepção de competição, e seus resultados ajudam a discutir barreiras possíveis. Na escola, é prudente ouvir as estudantes e observar práticas e interações, sem concluir automaticamente que uma dificuldade individual decorre de discriminação.
O que professores do ensino médio podem fazer diante desses achados?
Os estudos não apresentam uma intervenção escolar única que garanta melhores resultados universitários. Como aplicação, professores podem observar quem participa de tarefas práticas, oferecer devolutivas claras e criar oportunidades variadas para explicar raciocínios. Também podem conversar sobre escolhas de estudo e sobre como pedir apoio diante de dificuldades. Essas ações não devem ser apresentadas como resultados comprovados pelos estudos citados; são possibilidades pedagógicas inspiradas nas questões que as pesquisas levantam sobre participação, discriminação percebida e apoio à autonomia.
Os resultados sobre STEMM significam que mais cursos garantem emprego?
Não. O estudo de Gottfried e colegas encontrou associação entre mais cursos de formação profissional em STEMM no ensino médio e maior probabilidade de emprego em STEMM durante a faculdade, além de expectativas mais altas de trabalho futuro nessa área. Não encontrou associação com resultados gerais de emprego, como salários. A pesquisa foi feita nos Estados Unidos e também relata diferenças para alguns grupos sub-representados. Não se deve converter esses achados em promessa de emprego nem supor que o mesmo resultado se aplique automaticamente ao Brasil.
Por que olhar para participação em atividades de laboratório?
A revisão sobre laboratórios de física reúne estudos que investigam diferenças de gênero em oportunidades para explorar e manusear equipamentos, além de notas, compreensão conceitual, motivação e interações sociais. Ela não afirma que cada laboratório reproduza as mesmas desigualdades. Observar a distribuição de tarefas é uma aplicação possível: ajuda o professor a verificar se todos tiveram chance de experimentar e contribuir. Essa observação deve evitar explicações baseadas em supostas limitações das meninas e considerar que identidades e experiências não se resumem a categorias binárias.
Uma atividade de relatos pessoais é adequada para qualquer turma?
Não necessariamente, e não deve exigir que estudantes revelem experiências íntimas. O estudo de Ortiz investigou testimonios em um programa de verão nos Estados Unidos e relatou processos coletivos de construção de sentidos e desenvolvimento de habilidades socioemocionais naquele contexto. Uma aplicação escolar pode usar uma narrativa escolhida e permitir reflexão sem obrigar ninguém a compartilhar histórias pessoais. O professor precisa considerar o vínculo da turma, a relevância cultural do material e a possibilidade de participação de diferentes maneiras.
Referências
- Galos, Diana Roxana; Strauss, Susanne; Hinz, Thomas (2024). Discriminação ou clima competitivo? Por que as mulheres não conseguem converter suas melhores notas no ensino médio em notas na universidade (Discrimination or a Competitive Climate? Why Women Cannot Translate Their Better High School Grades into University Grades). Research in Higher Education. Link.
- Doucette, Danny; Singh, Chandralekha (2024). Equidade de gênero em laboratórios de física (Gender Equity in Physics Labs). Physical Review Physics Education Research. Link.
- Gottfried, Michael; Freeman, Jennifer A.; Odle, Taylor K.; Plasman, Jay S.; Klasik, Daniel; Dougherty, Shaun M. (2023). Os cursos de formação profissional em STEMM no ensino médio estão alinhados às oportunidades de emprego durante a faculdade? (Does High School STEMM Career Coursework Align with College Employment?). Teachers College Record. Link.
- Arai, Yuya (2025). Desenvolvimento de uma lista de verificação para apoiar a escolha de livros de leitura graduada pelos aprendizes em programas de leitura extensiva (Developing a Checklist to Support Learners' Choice of Graded Readers in Extensive Reading). Reading in a Foreign Language. Link.
- Ortiz, Jose (2025). Uso de testimonios para desenvolver habilidades de aprendizagem socioemocional em estudantes latinas/os/x do ensino médio (Using Testimonios to Enhance Social Emotional Learning Skills for High School Latina/o/x Students). Association of Mexican American Educators Journal. Link.
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