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Atividades de Sociedade Líquida (Bauman) e Sociedade do Cansaço (Han) para a 1ª série do Ensino Médio com gabarito

Reuni questões comentadas para trabalhar Sociedade Líquida, de Bauman, e Sociedade do Cansaço, de Han, com a 1ª série. O conjunto também permite discutir território, propriedade e leitura crítica de situações sociais.

Atividades de Sociedade Líquida (Bauman) e Sociedade do Cansaço (Han) para a 1ª série do Ensino Médio com gabarito

Quando trabalho Sociedade Líquida, de Zygmunt Bauman, e Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han com a 1ª série, procuro aproximar os conceitos de situações que permitam analisar mudanças, relações sociais e pressões do cotidiano. Não basta pedir que a turma memorize dois nomes: é importante distinguir a ideia de fluidez associada a Bauman da crítica de Han à lógica do desempenho e da cobrança contínua. Nas questões desta página, há situações de disputa pelo espaço urbano, propriedade, soberania e territorialidade. Nem todas tratam diretamente desses dois conceitos, então uso esse material com transparência: algumas questões funcionam como leitura de apoio para pensar agentes, regras e conflitos, enquanto outras dialogam de modo mais explícito com Bauman e Han. Essa distinção também é uma oportunidade para ensinar a turma a verificar se uma interpretação realmente corresponde ao texto.

Em sala, costumo pedir que os estudantes justifiquem as escolhas com elementos do enunciado, em vez de procurar apenas uma palavra familiar. Essa prática é especialmente útil quando uma alternativa troca conceitos ou apresenta uma conclusão forte demais para as informações disponíveis. As propostas a seguir incluem o gabarito comentado e podem servir para diagnóstico, discussão em grupo ou revisão antes de uma avaliação de Filosofia.

O que o aluno de 1ª série precisa saber sobre Sociedade Líquida (Bauman) e Sociedade do Cansaço (Han)

Para compreender o tema, o estudante precisa reconhecer que Bauman usa a ideia de liquidez para analisar relações e formas de organização social marcadas por mudanças e menor estabilidade. Isso não significa que tudo muda do mesmo jeito ou que toda experiência contemporânea possa ser explicada por uma única palavra. Em Han, a Sociedade do Cansaço critica uma lógica em que a exigência de desempenho e a cobrança por produtividade podem ser incorporadas pelo próprio indivíduo, gerando pressão contínua. A turma deve diferenciar essa crítica da noção de fluidez: são autores e formulações distintos, ainda que seja possível relacioná-los ao analisar situações concretas. Nas questões deste conjunto, o foco varia: há itens sobre território, uso comum, propriedade e soberania, além de uma questão que aproxima explicitamente a instabilidade espacial da leitura de Bauman e a busca por desempenho da crítica de Han. É importante, portanto, não atribuir todos os conflitos urbanos diretamente aos dois conceitos. O objetivo é interpretar cada enunciado com cuidado, identificar os agentes e justificar a relação teórica apenas quando o texto oferece elementos para isso.

O que ele precisa saber antes

As questões pressupõem que a turma consiga distinguir território, territorialidade e propriedade, reconhecendo que o espaço pode ser usado, disputado e regulado por diferentes agentes. Também é útil revisar o papel do Estado na gestão do território, a diferença entre ações coletivas e privadas e a noção de autoridade política. Nos itens sobre Rousseau, Hobbes e outros filósofos, os estudantes precisam conhecer, ao menos em linhas gerais, as ideias que o próprio enunciado mobiliza: crítica à propriedade e à desigualdade, soberania e autoridade comum, ou diferentes justificativas para a posse. Para a questão espacial, convém retomar noções básicas de direito internacional e tratados. Esse último pré-requisito amplia o conjunto para além do eixo mais direto de Bauman e Han; vale explicitar isso ao selecionar os itens para a avaliação.

Onde os alunos mais erram

Um erro recorrente previsto nas questões é confundir a autoria dos conceitos: atribuir a Sociedade do Cansaço a Bauman ou a Sociedade Líquida a Han. A troca pode parecer pequena quando a turma se concentra apenas em palavras como “mudança” e “pressão”, mas altera a interpretação. Também pode ocorrer a leitura de que mobilidade significa controle: no item dos entregadores, circular por diferentes áreas não quer dizer que os trabalhadores determinem sozinhos a organização da cidade. O enunciado mostra a influência do aplicativo, das regras municipais e das reivindicações dos próprios entregadores.

Nos itens de território, o distrator pode atrair porque apresenta uma ação real do texto, mas a associa ao agente ou à categoria errada. Uma cerca delimita fisicamente um espaço, por exemplo, mas isso não equivale automaticamente a reconhecimento institucional ou legitimidade social. Da mesma forma, um título de propriedade não encerra por si só uma discussão sobre usos coletivos e impactos. Nas questões de Hobbes e Rousseau, é comum misturar autoridade comum, vontade geral, tradição e trabalho como se fossem a mesma justificativa. Minha orientação é voltar ao comando, sublinhar o que ele pede e separar três perguntas: quem age, que tipo de poder exerce e qual conceito filosófico está sendo aplicado.

Há ainda um cuidado de alinhamento: a questão sobre mineração lunar trata de direito espacial internacional, e não de Bauman ou Han. Eu não a apresentaria como conteúdo central da dupla de autores. Ela pode ser usada para exercitar interpretação de texto e distinguir autorização de soberania, mas, se a avaliação pretende medir exclusivamente Sociedade Líquida e Sociedade do Cansaço, recomendo selecioná-la como atividade complementar ou substituí-la por um item diretamente ligado ao tema.

Como trabalhar em sala

  • Monte um quadro comparativo. Em duas colunas, registre os conceitos associados a Bauman e Han. Peça que a turma escreva uma explicação própria e uma situação que possa ser analisada por cada perspectiva, sem transformar os autores em sinônimos.
  • Faça leitura em camadas. Antes de olhar as alternativas, peça aos estudantes que identifiquem no enunciado os agentes, as ações e os conflitos. Depois, comparem a interpretação inicial com as opções.
  • Discuta os distratores. Em duplas, os alunos escolhem uma alternativa incorreta e explicam por que ela pode parecer plausível e qual detalhe a torna inadequada. Essa atividade trabalha justificativa, não apenas acerto.
  • Separe conteúdo central e transferência. Use a questão dos entregadores para aproximar fluidez e desempenho; apresente os itens sobre território como exercícios de aplicação de conceitos de espaço e filosofia política. Deixe clara a diferença entre relação temática e correspondência direta.
  • Feche com uma revisão curta. Peça que cada estudante escreva uma frase distinguindo Bauman de Han e outra apontando um agente que participa da produção do espaço urbano. Retome dúvidas antes de aplicar a lista completa.

Questões prontas de Sociedade Líquida (Bauman) e Sociedade do Cansaço (Han) para a 1ª série do Ensino Médio (com gabarito comentado)

Os itens abaixo são apresentados conforme os enunciados e alternativas fornecidos. Nas questões que abordam outros conteúdos, o comentário preserva esse foco, sem atribuí-las indevidamente a Bauman ou Han.

1. Mineração lunar e direito internacional

Ao projetar missões de mineração lunar, agentes internacionais debatem modelos de ocupação em um território sem soberania estabelecida. A empresa fictícia LunaCorp instalou um módulo de extração, hasteando sua bandeira, após obter autorização de um país-território signatário do Tratado do Espaço Exterior. Organizações não governamentais emitiram protestos alegando apropriação ilegal, enquanto o Comitê da ONU para Uso Pacífico do Espaço divulgou recomendações não vinculantes sobre regulamentação futura. Analise o texto e identifique qual agente legitima, segundo o marco do direito internacional, as reivindicações territoriais da empresa na Lua.

  • ❌ A) A organização não governamental que denuncia as violações. A denúncia pode apontar uma possível violação, mas não concede direitos territoriais.
  • ❌ B) A empresa privada que hasteia sua bandeira no local. Instalar um módulo e hasteá-la não cria soberania territorial.
  • ❌ C) O país-território signatário do Tratado do Espaço Exterior. Ser signatário não dá ao Estado poder para atribuir soberania sobre a Lua.
  • ❌ D) O Comitê da ONU que divulga recomendações. Recomendações não vinculantes não equivalem a uma decisão que conceda soberania.
  • ✅ E) Nenhum agente pode legitimar reivindicações territoriais na Lua. O tratado não permite que um Estado ou uma empresa estabeleça soberania territorial na Lua. Uma autorização para realizar atividades espaciais não legitima apropriação territorial.

2. Coletivos, Estado e agentes privados no espaço urbano

Num bairro urbano, um grupo de skatistas passou a ocupar um antigo pátio abandonado, instalando rampas improvisadas para praticar manobras. A prefeitura publicou um decreto de zoneamento que restringe a prática ao parque esportivo municipal. Comerciantes vizinhos promoveram um fórum de reclamações junto ao órgão de defesa do consumidor, alegando prejuízos e solicitando compensação financeira. Identifique, nessa ordem, a ação de um coletivo de uso do espaço, uma ação estatal de gestão do território e uma ação econômica de agentes privados.

  • ❌ A) Decreto; fórum dos lojistas; rampas improvisadas. As três ações aparecem, mas a sequência começa pela medida estatal e não pela ação coletiva.
  • ✅ B) Rampas improvisadas; decreto de zoneamento; fórum dos lojistas. Os skatistas ocupam o espaço, a prefeitura regula seu uso e os comerciantes apresentam reclamações relacionadas a prejuízos econômicos.
  • ❌ C) Decreto; rampas improvisadas; fórum dos lojistas. A sequência começa pela ação estatal, embora o comando peça primeiro a ação do coletivo.
  • ❌ D) Fórum dos lojistas; rampas improvisadas; decreto de zoneamento. A ordem coloca primeiro os comerciantes e deixa a medida estatal por último.
  • ❌ E) Rampas improvisadas; fórum dos lojistas; decreto de zoneamento. Identifica corretamente a ação dos skatistas, mas troca a ordem das ações privada e estatal.

3. Entregadores, territorialidades, Bauman e Han

Entregadores organizam o orçamento mensal considerando alimentação, aluguel e luz e se deslocam conforme as áreas de demanda indicadas por um aplicativo. Em certos horários, ocupam praças e estacionamentos para descansar e trocar informações. A empresa altera frequentemente as áreas de incentivo, enquanto a prefeitura restringe a permanência em alguns locais. Os trabalhadores reivindicam pontos de apoio. Qual interpretação compara adequadamente o papel desses agentes na formação de territorialidades urbanas à luz das ideias de Bauman e Han?

  • ❌ A) A ocupação temporária impede territorialidades sem propriedade legal. Vínculos, usos e reivindicações podem surgir sem que o grupo tenha propriedade legal do espaço.
  • ❌ B) A mobilidade permite aos entregadores controlar os espaços. A circulação não transfere o poder da empresa e da prefeitura para os trabalhadores.
  • ❌ C) A circulação confirma a sociedade do cansaço de Bauman e as mudanças representam a sociedade líquida de Han. A opção troca a autoria: sociedade líquida é associada a Bauman e sociedade do cansaço a Han.
  • ❌ D) A empresa define sozinha as territorialidades e os demais apenas se adaptam. A leitura ignora tanto as restrições da prefeitura quanto a ocupação e as reivindicações dos entregadores.
  • ✅ E) Empresa, prefeitura e entregadores disputam os usos da cidade; a mudança frequente das áreas expressa a fluidez descrita por Bauman, e a busca contínua por desempenho aproxima-se da crítica de Han. A alternativa considera os diferentes agentes e distingue a instabilidade espacial da pressão pelo desempenho.

4. Território e reconhecimento institucional

No Sítio das Pedras Vazias, anciãos gravavam símbolos em penhascos para indicar áreas de caça e cultivo. Cartógrafos do governo federal registraram oficialmente a ocupação em mapas e documentos legais. Depois, uma empresa ergueu cercas para explorar minerais, e vizinhos criaram redes informais de troca. Qual processo de formação de território depende de reconhecimento institucional formal?

  • ❌ A) Transmissão oral dos limites entre gerações. Expressa práticas comunitárias, mas não é o registro institucional formal pedido.
  • ❌ B) Gravação de símbolos em rochas. Os sinais indicam áreas utilizadas pela comunidade, não reconhecimento oficial do Estado.
  • ✅ C) Registro topográfico e legal promovido por órgão governamental. Mapas e documentos oficiais registram a ocupação e tornam as fronteiras reconhecidas institucionalmente.
  • ❌ D) Redes informais de trocas entre vizinhos. Elas produzem vínculos e pertencimento, mas não constituem reconhecimento formal.
  • ❌ E) Cercas privadas para exploração mineral. A cerca delimita fisicamente o espaço, mas não equivale a reconhecimento institucional formal da ocupação.

5. Rousseau, propriedade e uso coletivo

Uma empresa comprou um título de propriedade e instalou equipamentos em área também usada coletivamente por moradores tradicionais. A prefeitura deve decidir sobre uma cerca que mudou o caminho até o rio e afastou famílias de um lugar de coleta. Rousseau criticou a situação em que alguém cerca uma terra, declara que ela lhe pertence e encontra pessoas dispostas a aceitar essa declaração. Qual decisão considera melhor os agentes envolvidos na formação do território?

  • ✅ A) Submeter a cerca à decisão comum, considerando o uso coletivo anterior e seus efeitos sobre os moradores. A alternativa considera a legitimidade social da apropriação e seus impactos, em vez de tomar a posse como suficiente por si só.
  • ❌ B) Transferir a área à empresa por ter valorizado economicamente o terreno. Investimento e valorização econômica não resolvem a legitimidade política perante os demais usuários.
  • ❌ C) Dividir a área em lotes individuais. A proposta reduz as relações territoriais à posse individual e desconsidera os usos coletivos.
  • ❌ D) Atribuir a área ao município e eliminar a participação dos moradores. Trocar a imposição privada pela estatal não considera os moradores como agentes da territorialidade.
  • ❌ E) Manter a cerca pela prioridade absoluta do título. Supõe que o registro formal basta para legitimar qualquer fronteira e ignora justamente o problema levantado.

6. Espaço comum e apropriação social

Em uma cidade litorânea, moradores dizem que, após a construção de condomínios sobre as dunas, uma guarita e cancelas passaram a controlar o acesso mais curto à praia. Pescadores relatam que usavam a passagem havia décadas. A prefeitura informa que a faixa de areia é pública; uma decisão judicial provisória autorizou o fechamento até a conclusão de perícias. Com o tempo, turistas deixam de tentar entrar e a área passa a ser percebida como “praia do condomínio”. Qual leitura filosófica explica melhor a formação dessa territorialidade?

  • ❌ A) Aristóteles naturaliza a divisão conforme a superioridade de alguns. O texto mostra disputas e mecanismos de controle, não uma ordem natural que legitime a exclusão.
  • ✅ B) A crítica de Rousseau aponta a cerca como marco de uma posse que produz desigualdade e disputa por reconhecimento. O controle transforma um uso comum em exclusividade e provoca conflito sobre a legitimidade da apropriação.
  • ❌ C) Kant exige circulação universal e torna ilegítima qualquer delimitação local. Essa opção amplia a tese para além do problema central, que é a apropriação prática do espaço comum.
  • ❌ D) Locke legitima a posse privada sempre que houver investimento e manutenção. O cuidado com o espaço não justifica, por si só, bloquear o acesso a um bem público.
  • ❌ E) Hobbes justifica o fechamento como garantia de segurança. A segurança não explica suficientemente o conflito entre controle privado, uso público e regras em disputa.

7. Hobbes e a autoridade comum

Em uma faixa de restinga usada por pescadores, uma incorporadora apresenta escritura e anuncia condomínio fechado. A prefeitura alterou o zoneamento; o órgão ambiental condicionou a licença à criação de passagem e proteção para ninhos. A Justiça suspendeu temporariamente a obra para definir quem pode autorizar o uso e impor regras. Um participante afirma: “Sem uma autoridade comum, cada grupo tenta fazer valer sua própria cerca”. Segundo Hobbes, como se estabiliza a fronteira territorial nesse conflito?

  • ❌ A) Os limites valem quando protegem um fim coletivo acima de títulos e leis. A opção desloca o foco para o fim coletivo, quando o item pergunta pela autoridade soberana.
  • ❌ B) Os limites valem quando expressam a vontade geral dos moradores, mesmo contra decisões oficiais. A alternativa aproxima Hobbes da vontade geral de Rousseau; a concepção hobbesiana enfatiza a autoridade comum.
  • ❌ C) O uso tradicional comprova prioridade histórica suficiente. Para Hobbes, sem poder comum, a posse permanece contestável.
  • ✅ D) Os limites valem quando uma autoridade comum os define e faz cumprir, evitando a guerra entre partes. Em Hobbes, a autoridade soberana estabelece regras com validade pública e coercitiva.
  • ❌ E) O trabalho prolongado gera propriedade individual. Essa justificativa aproxima-se de outra discussão filosófica e ignora o papel da lei soberana em Hobbes.

8. Rousseau e a transformação do uso comum em exclusividade

Em uma vila litorânea, moradores que coletam marisco usam há décadas uma faixa de restinga para chegar ao mangue. Um empreendimento turístico instala passarelas e guarita, alegando ter licença municipal e querer ordenar o espaço. A associação de moradores afirma que o traçado aumenta o deslocamento e restringe práticas tradicionais. Técnicos ambientais sugerem regras de acesso, e mapas e placas passam a chamar o local de “zona exclusiva do complexo”. À luz da crítica de Rousseau à apropriação privada, qual aspecto central problematiza essa fronteira?

  • ❌ A) A redução do conflito a um desacordo cultural entre moradores e turistas. O problema não é apenas cultural: envolve quem controla o espaço e como a fronteira produz exclusão.
  • ❌ B) A consolidação pelo simples registro legal municipal. Legalidade e legitimidade não são idênticas; a questão envolve a relação entre apropriação e uso comum.
  • ❌ C) A substituição de práticas tradicionais por regras técnicas neutras. A técnica não é o ponto central; o item questiona a apropriação e sua legitimação política.
  • ✅ D) A transformação de um uso comum em exclusividade sem pacto coletivo que a legitime. A cerca e o controle reorganizam o espaço contra o uso comum descrito, questão central da crítica apresentada.
  • ❌ E) A criação de limites como efeito inevitável da preservação ambiental. O texto mostra uma disputa entre agentes, não uma consequência inevitável da proteção ambiental.

Próximos passos

Depois da resolução, retome as alternativas que confundem autoria, agente ou tipo de legitimidade. A turma pode explicar em uma frase por que cada resposta correta se sustenta no texto e em outra qual conceito foi trocado nos distratores. Para ampliar o planejamento, consulte também as questões da habilidade EM13CHS204 e as questões da habilidade EM13CHS205. Se quiser montar uma avaliação com outros itens, conheça o gerador de provas do GeraProva e faça seu cadastro grátis.

Use as questões como ponto de partida e ajuste a seleção ao que foi efetivamente trabalhado com sua turma. O GeraProva pode ajudar a organizar novas avaliações; confira sempre se os itens estão alinhados aos objetivos da sua aula.

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