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Atividades de Práticas sustentáveis e consumo responsável para a 3ª série do Ensino Médio com gabarito

Reuni questões de Sociologia para trabalhar práticas sustentáveis e consumo responsável na 3ª série. O material traz gabarito comentado e propostas para discutir os impactos sociais, econômicos e ambientais dos modelos de produção e consumo.

Atividades de Práticas sustentáveis e consumo responsável para a 3ª série do Ensino Médio com gabarito

Quando trabalho práticas sustentáveis e consumo responsável com a 3ª série, procuro ir além de recomendações individuais, como separar resíduos ou evitar desperdício. Na Sociologia, a conversa ganha consistência quando a turma analisa quem controla os recursos, quem recebe os ganhos de uma atividade econômica e sobre quem recaem seus impactos. Comparar modelos de pesca, agricultura, energia e manejo florestal ajuda a tornar essas relações concretas.

Nas questões abaixo, os estudantes precisam interpretar dados e distinguir um indicador isolado de uma avaliação mais ampla. Maior produção, lucro ou número de empregos não bastam, por si só, para demonstrar sustentabilidade. Organizei oito itens com gabarito comentado para apoiar esse trabalho e facilitar a retomada dos conceitos em sala.

O que o aluno de 3ª série precisa saber sobre Práticas sustentáveis e consumo responsável

Na 3ª série, espero que o estudante compreenda práticas sustentáveis e consumo responsável como temas que envolvem relações sociais, decisões econômicas e uso dos recursos naturais. Isso significa analisar não apenas o volume produzido ou a renda imediata, mas também os efeitos sobre a biodiversidade, a água, o solo, o trabalho e a continuidade da atividade. Uma pesca comunitária, uma agrofloresta ou uma cooperativa de energia podem ser avaliadas observando-se quem participa das decisões, como a renda circula e se há medidas de conservação e recuperação ambiental. No consumo, é importante relacionar descarte, reparo, reuso e responsabilidade dos fabricantes, sem reduzir todos os impactos às escolhas individuais. O estudante deve comparar evidências apresentadas em textos e tabelas, identificar limites de cada modelo e justificar conclusões com base nos dados. A sustentabilidade não é sinônimo de ausência de impacto: trata-se de avaliar como as dimensões ambiental, econômica e social se articulam ao longo do tempo.

O que ele precisa saber antes

Para acompanhar as atividades, vale retomar os conceitos de sustentabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável, além de modelos de produção agrícola e organização econômica. Algumas questões exigem reconhecer impactos ambientais de atividades econômicas, como desmatamento, erosão, contaminação de aquíferos e consumo de água. Outras pedem noções de gestão coletiva de recursos naturais, economia solidária, manejo comunitário e desenvolvimento local.

Na questão sobre celulares, é útil revisar o conceito de fetichismo da mercadoria e relacioná-lo à ocultação das relações sociais e dos custos ambientais por trás dos produtos. Já a comparação dos projetos de energia mobiliza conceitos básicos de Sociologia e teorias de Marx e Weber, especialmente controle do excedente e racionalidade econômica. Não é necessário transformar a revisão em uma exposição longa: um mapa de conceitos ou uma conversa orientada antes da leitura já pode oferecer apoio.

Onde os alunos mais erram

Um erro recorrente indicado pelas questões é escolher a alternativa com maior produção, renda ou quantidade de empregos sem avaliar os outros efeitos. Isso aparece, por exemplo, na comparação entre monocultura e agrofloresta e entre mineração e produção comunitária. O raciocínio por trás desse equívoco é tomar um indicador visível como resposta suficiente. Peço que a turma pergunte sempre: maior em qual aspecto e com quais consequências?

Outro ponto é confundir renda fixa ou lucro imediato com sustentabilidade econômica duradoura. As atividades também mostram um risco oposto: valorizar apenas a conservação e deixar de analisar renda, trabalho e continuidade das iniciativas. Na questão sobre consumo de celulares, o erro pode ser atribuir toda a responsabilidade ao comprador ou imaginar que cooperativas resolvem o descarte sem apoio dos fabricantes. Para superar esses atalhos, é importante ler o comando, localizar evidências no texto e comparar os efeitos sociais, ambientais e econômicos antes de marcar uma alternativa.

Como trabalhar em sala

  1. Faça uma leitura comparativa: em duplas, peça que os estudantes sublinhem no texto os dados ambientais, econômicos e sociais. Depois, montem no caderno uma tabela simples com esses três aspectos para cada modelo.
  2. Separe indicador e conclusão: apresente uma afirmação como “a maior renda significa maior sustentabilidade” e solicite que a turma verifique quais dados confirmam ou limitam essa conclusão. A atividade ajuda a identificar generalizações.
  3. Organize um debate com papéis: distribua grupos para representar cooperados, moradores, trabalhadores, fabricantes ou gestores públicos. Use os cenários das questões como base, sem exigir pesquisa ou materiais especiais.
  4. Retome o vocabulário sociológico: peça que os estudantes expliquem, com exemplos dos enunciados, expressões como economia solidária, controle do excedente e fetichismo da mercadoria. Uma explicação em palavras próprias ajuda a distinguir conceito de mera repetição.
  5. Feche com justificativa escrita: após resolver uma questão, peça duas ou três frases que expliquem por que a alternativa correta atende ao comando e por que um distrator parece atraente, mas não se sustenta diante dos dados.

Questões prontas de Práticas sustentáveis e consumo responsável para a 3ª série do Ensino Médio (com gabarito comentado)

Questão 1 — Pesca e economia solidária

No litoral paulista, pesquisadores independentes monitoraram a Baía de Santos entre 2008 e 2018. Nesse período, frotas industriais aumentaram a captura de pescado de 15.000 t para 18.000 t, enquanto o tamanho médio das espécies comerciais caiu 25% e a receita concentrou-se em poucas empresas. Em contraste, áreas de pesca geridas por comunidades mantiveram capturas anuais em torno de 2.500 t, com crescimento de 10% na biomassa e distribuição de 20% da renda em projetos locais de conservação. O modelo industrial emprega 40% menos pescadores locais que o modelo comunitário, que garante renda estável e reinvestimento em práticas regenerativas. Identifique qual modelo socioeconômico descrito equilibra a extração de pescado com a manutenção da biomassa para promover sustentabilidade econômica a longo prazo.

  • ❌ B) Pesca comunitária baseada em capturas estáveis e renda concentrada. Mistura a captura estável comunitária com a concentração de receita atribuída ao modelo industrial.
  • ❌ C) Pesca comunitária baseada em biomassa crescente e captura industrial. O texto registra capturas industriais crescentes, mas estáveis no modelo comunitário.
  • ❌ D) Pesca de arrasto intensivo conduzida por frotas industriais. O enunciado não associa esse modelo à manutenção da biomassa; aponta queda no tamanho médio das espécies.
  • ✅ A) Pesca artesanal comunitária gerida sob princípios de economia solidária. As capturas estáveis, a biomassa crescente e o investimento local em conservação apontam para continuidade econômica e cuidado com o recurso.
  • ❌ E) Pesca industrial baseada em capturas crescentes e biomassa em queda. Descreve o modelo industrial, mas não o equilíbrio entre extração e manutenção da biomassa pedido.

Gabarito: A. Compare captura, biomassa, distribuição da renda e emprego local; não escolha apenas pelo volume pescado.

Questão 2 — Agrofloresta e produção agrícola

Dados ilustrativos: em uma pesquisa comparativa, duas propriedades rurais foram avaliadas. A fazenda A adota monocultura de soja em 500 ha, produz 2,5 t/ha, gera US$ 3.000/ha ao ano, consome 80 L/ha de agroquímicos e apresenta índice de biodiversidade de 10%. A propriedade B opera em 50 ha de agrofloresta, cultiva 15 espécies simultâneas, produz 1,8 t equivalente/ha, gera US$ 2.500/ha ao ano, consome 5 L/ha de agroquímicos e registra 65% de índice de biodiversidade. Identifique o modelo socioeconômico que equilibra o uso dos recursos naturais e promove sustentabilidade econômica local.

  • ❌ A) Modelo de monocultura de soja em larga escala. Tem maior produção e renda por hectare, mas também maior consumo de agroquímicos e menor biodiversidade.
  • ❌ B) Modelo que prioriza o menor consumo de agroquímicos. Esse indicador importa, mas sozinho não considera biodiversidade, produção e renda.
  • ❌ C) Modelo que prioriza a maior renda por hectare. A escolha considera apenas renda e ignora os outros indicadores da comparação.
  • ❌ D) Modelo que prioriza a maior produção por hectare. A maior produção não demonstra, sozinha, equilíbrio socioambiental.
  • ✅ E) Modelo de produção diversificada que integra árvores e cultivos agrícolas. A propriedade combina espécies, menor uso de agroquímicos, maior biodiversidade e geração de renda.

Gabarito: E. A questão exige comparar o conjunto de indicadores, não maximizar um deles isoladamente.

Questão 3 — Consumo de celulares e fetichismo da mercadoria

Em um cenário hipotético, moradores de uma capital descartam cerca de 120 mil celulares por ano. Lojas estimulam a substituição frequente por modelos novos, enquanto aparelhos com defeitos simples permanecem sem conserto por falta de peças e manuais. A maior parte é enviada ao lixo comum, e catadores retiram componentes sem contratos estáveis nem proteção adequada. O município debate manter a rápida renovação dos produtos ou exigir que fabricantes financiem pontos de devolução, forneçam peças e contratem cooperativas para reparar e recuperar materiais. Os aparelhos recuperados podem voltar ao uso e os materiais não reaproveitáveis seguem para tratamento especializado. À luz da crítica de Marx ao fetichismo da mercadoria, qual interpretação relaciona consumo, recursos naturais e sustentabilidade?

  • ❌ A) A troca frequente assegura sustentabilidade porque o aumento das vendas gera empregos no comércio. Empregos não anulam o aumento de resíduos, a extração de materiais e a precarização descrita.
  • ❌ B) O descarte linear distribui os custos de modo equitativo, enquanto o reparo limita a inovação. O texto indica que custos e riscos recaem sobre catadores e ambiente; não mostra distribuição equitativa.
  • ✅ C) O descarte linear oculta custos socioambientais, enquanto a corresponsabilização amplia o reuso e reduz a extração. Essa leitura relaciona a crítica ao obscurecimento das relações sociais e ambientais envolvidas no consumo.
  • ❌ D) A reciclagem dispensa participação dos fabricantes, pois cooperativas resolvem sozinhas o problema. Reparos e devoluções dependem também de peças, logística e financiamento.
  • ❌ E) Os impactos dependem somente das escolhas individuais de quem compra celulares. Design, acesso a reparos e regras de retorno também condicionam as possibilidades de consumo.

Gabarito: C. O enunciado apresenta uma alternativa de corresponsabilização, não uma solução baseada apenas na decisão individual.

Questão 4 — Energia, controle do excedente e território

No programa de rádio de um município do interior, moradores discutem duas propostas de geração de energia. A primeira prevê arrendar, por 30 anos, uma área de uso comum para um parque eólico de uma empresa de fora: 80 vagas temporárias na obra, 12 empregos permanentes, pagamento anual de aluguel reajustado só pela inflação e restrições de circulação e de plantio ao redor das torres. A segunda propõe uma cooperativa de energia solar: 260 famílias entram com cotas, elegem a diretoria, contratam manutenção local e vendem o excedente à concessionária; a estimativa é reduzir em 25% a conta de luz dos cooperados, mas há custo inicial e necessidade de gestão coletiva. A socióloga afirma que a comparação envolve, como discutem Marx e Weber, quem controla o excedente gerado e qual racionalidade orienta o investimento no território. Qual conclusão tende a combinar menor pressão sobre recursos locais e maior sustentabilidade econômica?

  • ❌ A) Os modelos são equivalentes porque qualquer energia renovável elimina conflitos sociais. A fonte renovável não apaga as diferenças de controle e uso do território descritas.
  • ✅ B) A cooperativa solar tende a ser mais sustentável por manter decisões e excedente no território, com estruturas existentes e reinvestimento local. Essa conclusão considera controle do excedente e objetivos coletivos.
  • ❌ C) A cooperativa é menos sustentável porque as cotas inevitavelmente ampliam desigualdades. O texto menciona custo inicial, mas não permite afirmar que o resultado seja inevitável.
  • ❌ D) O parque eólico é mais sustentável por atrair capital e tecnologia, ainda que o excedente seja apropriado fora do território. Capital e tecnologia, por si sós, não demonstram sustentabilidade local.
  • ❌ E) O parque eólico é mais sustentável por oferecer renda previsível, apesar da baixa diversificação e de poucas vagas permanentes. Renda fixa não basta para avaliar participação, controle e continuidade econômica.

Gabarito: B. Relacione o destino do excedente à gestão local, sem presumir que toda iniciativa renovável produza os mesmos efeitos sociais.

Questão 5 — Cooperativa de energia e desenvolvimento local

Em uma bacia hidrográfica no interior de Minas Gerais, foi implantada uma grande hidrelétrica por uma empresa multinacional e, a 50 km de distância, uma cooperativa de moradores instalou um parque solar comunitário. O empreendimento hidrelétrico custou R$ 1,2 bilhão, gerou 500 empregos diretos na obra e repassa 5% do faturamento ao município, mas restringe a pesca e a irrigação em 200 km². A usina solar custou R$ 5 milhões, empregou 30 pessoas localmente, distribui 100% dos lucros entre cooperados e ocupa 2 km² de área degradada revitalizada. Qual afirmação sobre sustentabilidade econômica evidencia uma vantagem do modelo cooperativo?

  • ❌ A) A área revitalizada ocupada pela usina solar impede outros usos locais. O texto não afirma que a ocupação impeça outros usos.
  • ✅ B) A distribuição integral dos lucros entre cooperados pode impulsionar o reinvestimento local. Os recursos circulam entre participantes da comunidade e podem apoiar iniciativas econômicas locais.
  • ❌ C) O menor custo da usina solar elimina a necessidade de investimento inicial. O custo é menor, mas o enunciado informa um investimento de R$ 5 milhões.
  • ❌ D) Os empregos da hidrelétrica ampliam a participação dos moradores. O número de empregos não informa quem participa das decisões ou da gestão.
  • ❌ E) Os empregos gerados na construção sustentam necessariamente o desenvolvimento prolongado. O texto informa empregos diretos na obra, mas não permite concluir que sejam temporários nem que sustentem desenvolvimento de longo prazo.

Gabarito: B. Observe quem recebe os lucros e como eles podem permanecer na economia local.

Questão 6 — Mineração e agrofloresta comunitária

Em território fictício, duas localidades vizinhas adotam práticas contrastantes. Vila A abriga uma mina de bauxita operada por empresa privada: gera renda anual média de R$ 12 milhões, mas provoca desmatamento de 150 ha e contamina aquíferos em 10%. Vila B implantou um sistema de agrofloresta comunitária: rende R$ 800 mil ao ano, mantém 95% da cobertura vegetal e recupera 7% do solo degradado. A mina sustenta 300 empregos diretos; a agrofloresta, 120 empregos, além de comercializar mudas nativas a preços acessíveis. Ambas as iniciativas buscam contribuir para o desenvolvimento regional. Qual modelo apresenta melhor equilíbrio entre uso racional dos recursos naturais e sustentabilidade econômica?

  • ❌ A) A mineração privada, priorizada por sua atividade econômica. A renda e os empregos não anulam o desmatamento e a contaminação dos aquíferos.
  • ❌ B) A agrofloresta, priorizada somente pelos indicadores de conservação ambiental. A alternativa ignora que também é preciso avaliar a dimensão econômica.
  • ❌ C) A mineração, priorizada pelos maiores valores de renda e empregos diretos. Essa leitura deixa de considerar os impactos ambientais relatados.
  • ✅ D) O sistema de agrofloresta comunitária com comercialização de mudas. Gera renda e empregos, conserva a cobertura vegetal, recupera solo e inclui outra atividade econômica.
  • ❌ E) Os dois modelos são equivalentes por gerarem empregos diretos. O dado de emprego não elimina as diferenças ambientais e econômicas apresentadas.

Gabarito: D. A resposta considera simultaneamente conservação, geração de renda e atividades econômicas descritas no texto.

Questão 7 — Manejo florestal comunitário

Nos últimos cinco anos, nove municípios na região norte adotaram dois modelos de manejo florestal. No modelo concessionário, o Conselho Municipal estabeleceu altas cotas de corte visando à maximização de receita, gerando aumento de 80% no lucro, mas 75% de desmatamento. Em contraposição, em reservas extrativistas geridas por associações comunitárias, as cotas foram definidas com base em estudos ecológicos, promovendo redução de 60% na degradação e estabilidade de 20% na renda familiar. Parte dos ganhos foi destinada à restauração de áreas degradadas, fortalecendo a subsistência local. Qual prática comunitária exemplifica a conciliação entre uso responsável dos recursos e sustentabilidade econômica?

  • ✅ A) Reinvestimento de parte dos ganhos na restauração de áreas degradadas dentro da reserva. A recuperação contribui para conservar recursos e fortalecer a subsistência local.
  • ❌ B) Definição de cotas elevadas de corte para ampliar imediatamente a renda. Essa opção contraria o manejo baseado em estudos ecológicos descrito para as reservas.
  • ❌ C) Manutenção dos ganhos sem recuperação de áreas degradadas. O texto aponta a restauração como parte da prática comunitária.
  • ❌ D) Aplicação de critérios unilaterais pela prefeitura para maximizar a receita de exploração. Essa descrição corresponde ao modelo concessionário, não à gestão comunitária.
  • ❌ E) Parcerias com concessionárias para aumentar em 80% o lucro extraído da floresta. O aumento informado está associado ao modelo concessionário, não ao comunitário.

Gabarito: A. A restauração mostra como parte dos ganhos pode retornar ao território e apoiar a conservação.

Questão 8 — Agroecologia, água e estabilidade econômica

Dados ilustrativos: em comparação a dois modelos de produção em região rural, observou-se o seguinte. No Planalto Azul, uma agroindústria voltada para monocultura de grãos consome 50% mais água e causa erosão em parcelas cultivadas extensivamente, gerando receita alta, porém volatilidade nos preços. Em Vale Verde, uma cooperativa agroecológica adota rotação de culturas e sistemas agroflorestais, reduzindo o consumo hídrico em 30%, elevando em 20% o índice de biodiversidade local e mantendo renda estável entre associados. Qual modelo socioeconômico melhor equilibra o uso dos recursos naturais e a sustentabilidade econômica?

  • ✅ A) Cooperativa agroecológica de Vale Verde. Reduz consumo de água, amplia biodiversidade e mantém renda estável para os associados.
  • ❌ B) Monocultura de grãos com renda estável. O texto associa esse modelo à volatilidade dos preços, não à estabilidade.
  • ❌ C) Agroindústria de monocultura do Planalto Azul. Apresenta consumo maior de água, erosão e preços voláteis, sem o equilíbrio solicitado.
  • ❌ D) Agroecologia com consumo hídrico elevado. O dado apresentado é o oposto: redução de 30% no consumo de água.
  • ❌ E) Produção extensiva com biodiversidade ampliada. O aumento de biodiversidade é associado às práticas agroecológicas de Vale Verde.

Gabarito: A. A cooperativa reúne resultados ambientais favoráveis e estabilidade de renda, enquanto a receita alta da monocultura vem acompanhada de impactos e volatilidade.

Próximos passos

Use as questões como diagnóstico, atividade em duplas ou revisão antes de uma avaliação. Para ampliar o repertório, acesse questões da habilidade EM13CHS306. Você também pode organizar uma avaliação própria pelo gerador de provas do GeraProva e criar sua conta pelo cadastro grátis.

Adapte os itens ao ritmo e ao contexto da sua turma: o material é um ponto de partida para apoiar seu planejamento, não uma receita fechada. Bom trabalho!

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