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UNESP 2009 Biologia7 questões

7 Questões de Biologia do UNESP 2009

Veja 2 questões-amostra do UNESP 2009 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 7 questões em segundos.

Sobre estas questões de Biologia do UNESP 2009

Esta página reúne 7 questões de Biologia do UNESP 2009 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: cadeia alimentar níveis tróficos; transmissao de doencas por carrapatos; convergência adaptativa biológica; dogma central biologia transcrição reversa.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico · avaliacao.

7
Questões no banco
1F · 6M · 0D
Distribuição (amostra)
2
Contextualizadas
3
Interdisciplinares
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Lembrar, Analisar, Compreender
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Dedutivo, Crítico

Como usar: professores podem aplicar estas questões do UNESP 2009 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do UNESP 2009 em segundos

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Questão 1 UNESP 2009BNCC EM13CNT203Média🧠 Lembrar⏱ medio

Sr. José Horácio, um morador de Ipatinga, MG, flagrou uma cena curiosa, filmou-a e mandou-a para um telejornal. Da ponte de um lago no parque da cidade, pessoas atiravam migalhas de pão aos peixes. Um socozinho (Butorides striata), ave que se alimenta de peixes, recolhia com seu bico algumas migalhas de pão e as levava para um lugar mais calmo, à beira do lago e longe das pessoas. Atirava essas migalhas “roubadas” no lago e, quando os peixes vinham para comê-las, capturava e engolia esses peixes. Sobre os organismos presentes na cena, pode-se afirmar que UNESP - 2009

  1. A) o socozinho é um parasita, os homens e os peixes são os organismos parasitados.
  2. B) o socozinho é um predador, que pode ocupar o terceiro nível trófico dessa cadeia alimentar.
  3. C) o homem é produtor, os peixes são consumidores primários e o socozinho é consumidor secundário.
  4. D) os peixes e o socozinho são consumidores secundários, enquanto o homem ocupa o último nível trófico dessa cadeia alimentar.
  5. E) os peixes são detritívoros e o socozinho é consumidor primário.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

cadeia alimentar níveis tróficos

💡 Dica de resolução

Identifique os níveis tróficos dos organismos na cadeia alimentar descrita.

✅ Resposta correta: B

Correta porque o socozinho se alimenta de peixes, caracterizando uma relação de predação, não parasitismo. Considerando a cadeia alimentar: humanos (produtores do pão) ? peixes (consumidores primários que comem o pão) ? socozinho (consumidor secundário, predador dos peixes). Porém, se considerarmos a cadeia sem intervenção humana, o socozinho ocuparia o terceiro nível trófico (produtores aquáticos ? peixes ? socozinho).

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque o socozinho não é um parasita; ele é um predador. Parasitas vivem à custa de outro organismo (hospedeiro), causando-lhe prejuízo, mas sem matá-lo rapidamente. O socozinho captura e mata os peixes para se alimentar, agindo como predador. Os homens não são parasitados nesse contexto.
❌ C) Errada porque o homem não é produtor; produtores são organismos que realizam fotossíntese, como plantas ou algas. O pão veio dos humanos, que não entram como produtores na cadeia. O socozinho, por predar os peixes, é consumidor secundário, mas os humanos não entram como produtores.
❌ D) Errada porque humanos não ocupam o último nível trófico da cadeia descrita. Humanos fornecem alimento (o pão), mas não participam ativamente como consumidores nem predadores no contexto da questão. Peixes são consumidores primários, o socozinho é consumidor secundário.
❌ E) Errada porque peixes não são detritívoros. Eles estão agindo como consumidores primários ao consumir o pão. Detritívoros alimentam-se de matéria orgânica em decomposição, o que não é o caso. O socozinho é consumidor secundário, capturando peixes, não um consumidor primário.
📚 Reveja antes de resolver

Estude os níveis tróficos e relações alimentares em ecossistemas.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano
Questão 2 UNESP 2009BNCC EM13CNT303Média🧠 Analisar⏱ medio

Considere os dois textos seguintes. Confirmadas mais mortes por febre maculosa no Estado de São Paulo. O IBAMA autorizou pesquisadores a capturar e abater capivaras. Esses animais serão utilizados em estudos sobre a febre maculosa. A capivara é um dos principais hospedeiros do carrapato-estrela, transmissor da doença. Os pesquisadores querem descobrir por que as capivaras não morrem ao serem picadas pelo inseto. Na região nordeste dos Estados Unidos, o carrapato-dos-cervos transmite a doença de Lyme ao homem. Depois que o minúsculo carrapato Ixodes suga o sangue de um animal infectado, a bactéria se aloja permanentemente no corpo do inseto. Quando o carrapato mais tarde pica outro animal ou uma pessoa, ele pode transmitir a bactéria para a corrente sanguínea da vítima. O principal reservatório local da bactéria causadora dessa doença é um rato silvestre (Peromyscus leucopus). O roedor também é hospedeiro de carrapatos. Sobre esses dados e quanto às informações apresentadas nos textos, pode-se afirmar que UNESP - 2009

  1. A) o agente causador de ambas as doenças é uma bactéria que pode se alojar em roedores silvestres, no caso brasileiro, a capivara.
  2. B) os agentes causadores de ambas as doenças são os carrapatos, corretamente classificados nos textos como insetos.
  3. C) os agentes causadores de ambas as doenças são os carrapatos, erroneamente classificados nos textos como insetos.
  4. D) o agente causador da febre maculosa é um vírus e o da doença de Lyme, uma bactéria, ambos transmitidos ao homem por carrapatos.
  5. E) os agentes causadores de ambas as doenças são vírus, o que indica uma informação incorreta apresentada no segundo texto.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

transmissao de doencas por carrapatos

💡 Dica de resolução

Compare as informações sobre os agentes causadores e os hospedeiros em ambos os textos.

✅ Resposta correta: A

Correta, pois tanto a febre maculosa (no Brasil) quanto a doença de Lyme (EUA) são causadas por bactérias transmitidas por carrapatos. No Brasil, a capivara é um importante hospedeiro do carrapato, podendo abrigar a bactéria sem adoecer, desempenhando o papel de reservatório — assim como o rato silvestre nos EUA para a doença de Lyme.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada porque os agentes causadores das doenças são bactérias (Rickettsia para febre maculosa e Borrelia para doença de Lyme), não carrapatos. Além disso, carrapatos não são insetos, são aracnídeos.
❌ C) Errada pois os carrapatos não são os agentes causadores — eles são vetores que transmitem as bactérias. E também não são insetos, mas aracnídeos.
❌ D) Errada porque o agente da febre maculosa não é um vírus, e sim uma bactéria do gênero Rickettsia. Só a doença de Lyme é causada por uma bactéria (Borrelia).
❌ E) Errada porque ambas as doenças são causadas por bactérias, não por vírus, então está incorreto afirmar que algum texto traz essa informação equivocada.
📚 Reveja antes de resolver

Estude os agentes causadores da febre maculosa e da doença de Lyme e seus hospedeiros.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cientifico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 3 UNESP 2009BNCC EM13CNT201Média🧠 Lembrar⏱ medio

No filme Espanta Tubarões (Estúdios DreamWorks, 2004), Lenny, um tubarão vegetariano que deseja a amizade dos outros peixes, disfarça-se em golfinho e consegue enganar até mesmo outros tubarões. No filme, a transformação não é muito difícil: Lenny coloca um focinho falso e um pouco de maquiagem. Embora o filme veicule uma série de incorreções biológicas, uma vez que se trata de uma fantasia, na biologia a semelhança fenotípica entre tubarões e golfinhos é explicada como resultado de um processo conhecido por UNESP - 2009

  1. A) camuflagem.
  2. B) mimetismo.
  3. C) divergência adaptativa.
  4. D) convergência adaptativa.
  5. E) homologia.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

convergência adaptativa biológica

💡 Dica de resolução

Analise o conceito biológico que explica semelhança fenotípica entre espécies distintas.

✅ Resposta correta: D

Convergência adaptativa é quando espécies diferentes, sem parentesco próximo, desenvolvem características parecidas porque enfrentam pressões ambientais semelhantes. Tubarões (peixes) e golfinhos (mamíferos) possuem corpos alongados e nadadeiras pois ambos vivem no mar e precisam de eficiência no nado. Essa é a explicação correta.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Camuflagem é quando um organismo desenvolve características para se esconder no ambiente, tornando-se menos visível para predadores ou presas. No caso de tubarões e golfinhos, a semelhança não serve para esconderem-se no ambiente, mas resulta de adaptação semelhante a ambientes similares. Portanto, não há relação com camuflagem.
❌ B) Mimetismo ocorre quando uma espécie imita outra (geralmente perigosa) para obter vantagem, como proteção contra predadores. Tubarões e golfinhos não imitam uns aos outros, mas evoluem formas parecidas por viverem em ambientes semelhantes. Por isso, mimetismo não explica a questão.
❌ C) Divergência adaptativa é quando espécies com origem comum se tornam diferentes devido a ambientes variados (ex: membros de mamíferos tornando-se asa, nadadeira, pata, etc.). Tubarões (peixes cartilaginosos) e golfinhos (mamíferos) não são parentes próximos e sua semelhança não vem de ancestralidade comum. Logo, não ocorre divergência.
❌ E) Homologia significa semelhança por origem comum (ancestralidade compartilhada), envolvendo a mesma estrutura básica. Os órgãos dos tubarões e dos golfinhos são semelhantes funcionalmente, mas têm origens evolutivas diferentes, sendo exemplo de analogia, não homologia.
📚 Reveja antes de resolver

Estude os conceitos de convergência adaptativa e homologia em biologia.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: cientifico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 4 UNESP 2009BNCC EM13CNT202Média🧠 Lembrar⏱ medio

O dogma central da biologia, segundo o qual o DNA transcreve RNA e este orienta a síntese de proteínas, precisou ser revisto quando se descobriu que alguns tipos de vírus têm RNA por material genético. Nesses organismos, esse RNA orienta a transcrição de DNA, num processo denominado transcrição reversa. A mesma só é possível quando UNESP - 2009

  1. A) a célula hospedeira do vírus tem em seu DNA nuclear genes para a enzima transcriptase reversa.
  2. B) a célula hospedeira do vírus incorpora ao seu DNA o RNA viral, que codifica a proteína transcriptase reversa.
  3. C) a célula hospedeira do vírus apresenta no interior de seu núcleo proteínas que promovem a transcrição de RNA para DNA.
  4. D) o vírus de RNA incorpora o material genético de um vírus de DNA, que contém genes para a enzima transcriptase reversa.
  5. E) o vírus apresenta no interior de sua cápsula proteínas que promovem na célula hospedeira a transcrição de RNA para DNA.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

dogma central biologia transcrição reversa

💡 Dica de resolução

Analise o papel da transcriptase reversa no ciclo do vírus de RNA.

✅ Resposta correta: E

Correta, pois o vírus de RNA já traz na sua cápsula a proteína transcriptase reversa, permitindo que o RNA viral seja convertido em DNA dentro da célula hospedeira.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque a enzima transcriptase reversa não é produzida pelos genes do DNA nuclear da célula hospedeira; ela é trazida pronta pelo vírus ou codificada por seu próprio material genético.
❌ B) Errada porque o RNA viral não é incorporado diretamente ao DNA da célula hospedeira. O RNA do vírus serve como molde para formar DNA via transcriptase reversa, que já está presente na cápsula viral.
❌ C) Errada porque as proteínas que realizam a transcrição reversa (RNA para DNA) não estão normalmente presentes no núcleo da célula hospedeira, e sim no próprio vírus.
❌ D) Errada porque o vírus de RNA não precisa incorporar material genético de um vírus de DNA. Ele próprio já possui genes ou proteínas para sintetizar a transcriptase reversa.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o dogma central da biologia e o processo de transcrição reversa em vírus.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cientifico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Interdisciplinar
Questão 5 UNESP 2009BNCC EM13CNT202Média🧠 Lembrar⏱ medio

Empresa coreana apresenta cães feitos em clonagem comercial. Cientistas sul-coreanos apresentaram cinco clones de um cachorro e afirmaram que a clonagem é a primeira realizada com sucesso para fins comerciais. A clonagem foi feita pela companhia de biotecnologia a pedido de uma cliente norte-americana, que pagou por cinco cópias idênticas de seu falecido cão pit bull chamado Booger. Para fazer o clone, os cientistas utilizaram núcleos de células retiradas da orelha do pit bull original, os quais foram inseridos em óvulos anucleados de uma fêmea da mesma raça, e posteriormente implantados em barrigas de aluguel de outras cadelas. Pode-se afirmar que cada um desses clones apresenta UNESP - 2009

  1. A) 100% dos genes nucleares de Booger, 100% dos genes mitocondriais da fêmea pit bull e nenhum material genético da fêmea na qual ocorreu a gestação.
  2. B) 100% dos genes nucleares de Booger, 50% dos genes mitocondriais da fêmea pit bull e 50% dos genes mitocondriais da fêmea na qual ocorreu a gestação.
  3. C) 100% dos genes nucleares de Booger, 50% dos genes mitocondriais da fêmea pit bull e nenhum material genético da fêmea na qual ocorreu a gestação.
  4. D) 50% dos genes nucleares de Booger, 50% dos genes nucleares da fêmea pit bull e 100% dos genes mitocondriais da fêmea na qual ocorreu a gestação.
  5. E) 50% dos genes nucleares de Booger, 50% dos genes nucleares e 50% dos genes mitocondriais da fêmea pit bull e 50% dos genes mitocondriais da fêmea na qual ocorreu a gestação.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

clonagem genética e herança mitocondrial

💡 Dica de resolução

Analise a origem dos genes nucleares e mitocondriais no processo de clonagem.

✅ Resposta correta: A

Correta. Os clones possuem 100% dos genes nucleares de Booger porque o núcleo usado é das células dele. Os óvulos utilizados nascem sem núcleo, mas mantêm suas mitocôndrias — e, portanto, o DNA mitocondrial é todo da fêmea pit bull doadora dos óvulos. A 'barriga de aluguel' só serve para gestação e não contribui geneticamente — nem nuclear, nem mitocondrial.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. O DNA mitocondrial vem apenas da fêmea doadora do óvulo e não da fêmea na qual ocorre a gestação. Não existe mistura de DNA mitocondrial entre as duas fêmeas.
❌ C) Errada. O DNA mitocondrial do clone não é uma mistura (50%) da fêmea doadora do óvulo com outro cão. Ele é 100% da doadora do óvulo, já que as mitocôndrias vêm apenas dela.
❌ D) Errada. O núcleo transferido para o óvulo é 100% de Booger, não havendo mistura nuclear com a doadora do óvulo. A mãe de aluguel apenas gesta o embrião e não fornece material genético.
❌ E) Errada. Os genes nucleares vêm todos de Booger na clonagem. O DNA mitocondrial também não é misturado entre duas fêmeas: é totalmente da doadora do óvulo. A gestante não contribui geneticamente.
📚 Reveja antes de resolver

Estude a diferença entre genes nucleares e mitocondriais e o processo de clonagem.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: cientifico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Interdisciplinar
Questão 6 UNESP 2009BNCC EM13CNT202Média🧠 Compreender⏱ medio

O professor chamou a atenção dos alunos para o fato de que todos os ipês-roxos existentes nas imediações da escola floresceram quase que ao mesmo tempo, no início do inverno. Por outro lado, os ipês-amarelos, existentes na mesma área, também floresceram quase que ao mesmo tempo, porém, mais próximo ao final do inverno. Uma possível explicação para este fato é que ipês-roxos e ipês-amarelos apresentam UNESP - 2009

  1. A) pontos de compensação fótica diferentes, e, provavelmente, são de espécies diferentes.
  2. B) pontos de compensação fótica diferentes, e isto não tem qualquer relação quanto a serem da mesma espécie ou de espécies diferentes.
  3. C) fotoperiodismos diferentes e, provavelmente, são de espécies diferentes.
  4. D) fotoperiodismos diferentes, e isto não tem qualquer relação quanto a serem da mesma espécie ou de espécies diferentes.
  5. E) fototropismos diferentes, e isto não tem qualquer relação quanto a serem da mesma espécie ou de espécies diferentes.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

fotoperiodismo e florescimento

💡 Dica de resolução

Analise o conceito de fotoperiodismo e sua relação com o florescimento das plantas.

✅ Resposta correta: C

Correta porque o fotoperiodismo é o mecanismo biológico pelo qual as plantas percebem e respondem à duração do período de luz, regulando a época de floração. Ipês-roxos e ipês-amarelos florescem em épocas distintas justamente porque têm respostas diferentes ao fotoperíodo, além de pertencerem a espécies diferentes.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Ponto de compensação fótica é o momento em que a taxa de fotossíntese iguala a respiração, ou seja, não está ligado diretamente à floração, mas sim ao balanço de entrada e saída de gases. O erro está em associar esse conceito ao fenômeno do florescimento sazonal. Além disso, embora possam ser de espécies diferentes, o ponto de compensação não é o fator determinante nesta questão.
❌ B) Além de associar incorretamente o ponto de compensação fótica ao florescimento, a alternativa desconsidera que, apesar de espécies diferentes poderem apresentar diferenças fisiológicas, o que rege os períodos de floração é o fotoperiodismo, não o ponto de compensação fótica.
❌ D) O erro está em afirmar que a diferença de fotoperiodismo não tem relação com serem espécies diferentes. Na verdade, a diferença de resposta ao fotoperíodo geralmente está associada a diferenças de espécie, já que o fotoperiodismo é uma característica genética de cada espécie.
❌ E) Fototropismo é o crescimento orientado das plantas em resposta à luz, não à duração do período claro/escuro. Não está relacionado com o controle da época de floração. Logo, o erro está em confundir fototropismo com fotoperiodismo, além de não considerar a questão da diferença de espécies.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o conceito de fotoperiodismo e sua influência no ciclo de vida das plantas.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CNT201Analisar e discutir modelos, teorias e leis propostos em diferentes épocas e culturas para comparar distintas explicações sobre o surgimento e a evolução da Vida, da Terra e do Universo com as teorias científicas aceitas atualmente.
EM13CNT202Analisar as diversas formas de manifestação da vida em seus diferentes níveis de organização, bem como as condições ambientais favoráveis e os fatores limitantes a elas, com ou sem o uso de dispositivos e aplicativos digitais (como softwares de simulação e de realidade virtual, entre outros).
EM13CNT203Avaliar e prever efeitos de intervenções nos ecossistemas, e seus impactos nos seres vivos e no corpo humano, com base nos mecanismos de manutenção da vida, nos ciclos da matéria e nas transformações e transferências de energia, utilizando representações e simulações sobre tais fatores, com ou sem o uso de dispositivos e aplicativos digitais (como softwares de simulação e de realidade virtual, entre outros).
EM13CNT303Interpretar textos de divulgação científica que tratem de temáticas das Ciências da Natureza, disponíveis em diferentes mídias, considerando a apresentação dos dados, tanto na forma de textos como em equações, gráficos e/ou tabelas, a consistência dos argumentos e a coerência das conclusões, visando construir estratégias de seleção de fontes confiáveis de informações.

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