Sobre estas questões de História do UFPR 2026
Esta página reúne 14 questões de História do UFPR 2026 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.
O que estas questões cobram: Declaração Balfour e ocupação judaica; historiografia e ideologia romana; crise diplomática Henrique VIII; instâncias administrativas Brasil Colonial.
Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.
0F · 0M · 10D
Distribuição (amostra)
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo, Analítico-dedutivo
Como usar: professores podem aplicar estas questões do UFPR 2026 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.
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Questão 1 UFPR 2026BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio
Declaração Balfour, 2 de novembro de 1917.
O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional para o Povo Judeu, e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não judaicas existentes na Palestina, nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país. Desde já, declaro-me extremamente grato a você pela gentileza de encaminhar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.
Arthur James Balfour
Ministro britânico de Relações Exteriores
Brener, Jayme. As guerras entre Israel e os Árabes. São Paulo: Scipione, 1997, p. 13.
Evolução da ocupação judaica na Palestina
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-10/israel-hamas-palestina-entenda-guerra-no-oriente-medio
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que relaciona corretamente a declaração Balfour à evolução da ocupação judaica na Palestina. (UFPR 2026)
- A) A declaração Balfour simboliza o nascimento do Estado judeu na Palestina em 1917, como um gesto de aliança do governo Britânico com a comunidade judaica, com objetivo de controlar a expansão árabe no Oriente Médio durante a Primeira Guerra Mundial, o que determinou a evolução da ocupação judaica na região.
- B) A expansão da ocupação israelense em território palestino, para além da área delimitada pela ONU em 1947, indica que os direitos das coletividades não judaicas existentes na Palestina não foram assegurados pelos organismos internacionais, conforme prometia a declaração Balfour emitida pelo Reino Britânico.
- C) A declaração Balfour representou apenas um gesto simbólico do Reino Britânico para angariar apoio dos judeus durante a Primeira Grande Guerra, já que a partilha da Palestina entre árabes e judeus se deu apenas em 1947, pela Resolução 181 da ONU, e a criação do Estado de Israel ocorreu oficialmente em 1948.
- D) Diante da promessa não cumprida pela declaração Balfour, a ONU confiscou os poderes britânicos sobre a Palestina e realizou sua partilha entre árabes e judeus de modo desproporcional, em 1947, o que tem levado Israel a justificar sua expansão sobre o território palestino com base nas promessas britânicas.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
Declaração Balfour e ocupação judaica
💡 Dica de resolução
Analise o texto da declaração e relacione com o contexto histórico da ocupação judaica na Palestina.
✅ Resposta correta: B
CORRETA. A alternativa relaciona corretamente a declaração Balfour à evolução da ocupação judaica, destacando que a expansão israelense para além da área delimitada pela ONU em 1947 demonstra que os direitos das coletividades não judaicas não foram assegurados, contrariando a promessa da declaração.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A alternativa erra ao afirmar que a declaração Balfour simboliza o nascimento do Estado judeu em 1917, pois o Estado de Israel foi criado oficialmente em 1948, e a declaração foi uma promessa britânica que não garantiu imediatamente a formação do Estado.
❌ C) A alternativa minimiza a importância da declaração Balfour, tratando-a apenas como um gesto simbólico, o que não corresponde à sua relevância histórica como documento que influenciou a política britânica e a ocupação judaica na Palestina.
❌ D) A alternativa incorretamente atribui à ONU o confisco dos poderes britânicos e uma partilha desproporcional como resposta direta à declaração Balfour, o que não condiz com o processo histórico, pois a ONU apenas propôs a partilha em 1947, sem confiscar poderes.
📚 Reveja antes de resolver
Estude o contexto histórico da Palestina e a Declaração Balfour
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 2 UFPR 2026BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio
A historiografia sobre o mundo antigo tem um importante papel ideológico na construção de discursos políticos contemporâneos, como demonstrado pelo saudoso do passado imperial romano, que influenciou desde o fascismo italiano até os discursos da atual primeira-ministra Giorgia Meloni, que recentemente afirmou que Roma deveria ser a capital da União Europeia. Nesse mesmo sentido, uma bandeira de Israel foi projetada no Arco de Tito, em Roma, no dia 10 de outubro de 2023. A escolha de um Arco Triunfal romano para a projeção do símbolo causou curiosidade e até mesmo polêmica. Isso se deve ao fato de que esse tipo de arquitetura representava, na República e no Império Romano: (UFPR 2026)
- A) o triunfo e a expansão do monoteísmo abraâmico contra o politeísmo.
- B) a integração de populações estrangeiras por meio da romanização.
- C) a celebração da cultura de jogos violentos entre gladiadores.
- D) a vitória militar em guerras, rebeliões ou conquistas territoriais.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
historiografia e ideologia romana
💡 Dica de resolução
Analise o papel ideológico da arquitetura romana na história.
✅ Resposta correta: D
CORRETA. O Arco Triunfal representava a vitória militar em guerras, rebeliões ou conquistas territoriais, celebrando o poder e a expansão do Império Romano.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. O Arco Triunfal não simbolizava o triunfo do monoteísmo sobre o politeísmo, pois o Império Romano era politeísta e os arcos celebravam vitórias militares, não conflitos religiosos.
❌ B) Errada. Embora a romanização tenha integrado povos, os arcos triunfais não representavam esse processo, mas sim vitórias militares específicas.
❌ C) Errada. A celebração de jogos gladiatórios não era o tema dos arcos triunfais, que tinham função de comemorar conquistas militares.
📚 Reveja antes de resolver
estude a simbologia do Arco de Tito e a ideologia do Império Romano
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 3 UFPR 2026BNCC EM13CHS301Difícil🧠 Compreender⏱ medio
O século XVI foi palco de um fortalecimento das monarquias europeias, cujas raízes remontavam à Idade Média, e isso acarretou também vulnerabilidades diplomáticas. Um desses casos se deu entre os reinos da Inglaterra, da França, da Espanha e do Sacro Império Romano Germânico, contexto em que alianças frágeis eram asseguradas, entre outros, por casamentos. Nesse sentido, uma crise diplomática importante se deu a partir do relacionamento do rei inglês Henrique VIII com a espanhola Catarina de Aragão. Com base nessa afirmação e nos conhecimentos de História Moderna, é correto afirmar que são consequências dessa crise: (UFPR 2026)
- A) a deposição de Henrique VIII e a declaração da Magna Carta.
- B) o divórcio de Henrique VIII e a fundação da Igreja Anglicana.
- C) o rompimento de Henrique VIII com o papado e o início do Grande Cisma.
- D) a vitória de Henrique VIII sobre os franceses e o fim da Guerra dos Cem Anos.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
crise diplomática Henrique VIII
💡 Dica de resolução
Analise o contexto histórico e relacione com as consequências da crise diplomática.
✅ Resposta correta: B
CORRETA. O divórcio de Henrique VIII de Catarina de Aragão levou à fundação da Igreja Anglicana, marcando a ruptura com a Igreja Católica.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. Henrique VIII não foi deposto, e a Magna Carta é um documento do século XIII, sem relação com essa crise.
❌ C) Errada. O Grande Cisma ocorreu no século XIV e não está relacionado ao rompimento de Henrique VIII com o papado.
❌ D) Errada. A Guerra dos Cem Anos terminou no século XV, antes do reinado de Henrique VIII, e ele não teve vitória decisiva sobre os franceses nesse contexto.
📚 Reveja antes de resolver
Estude a história da monarquia inglesa e a Reforma Protestante.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Analítico-dedutivo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 4 UFPR 2026BNCC EM13CHS301Difícil🧠 Compreender⏱ medio
A política brasileira, especialmente nas décadas de 2010 e 2020, tem sido marcada pelas tensões entre diferentes instâncias de poder legislativo, executivo e judiciário. Séculos atrás, durante o período colonial, a administração do território por parte da Coroa Portuguesa também envolvia a tensão entre diferentes mecanismos de controle. Com base nessa reflexão, assinale a alternativa que descreve corretamente uma instância administrativa do Brasil Colonial e sua função. (UFPR 2026)
- A) Capitanias Hereditárias: amplos lotes de terra, de controle administrativo público, com função de avanço da economia agrária.
- B) Padroados: instituições religiosas de direta autoridade papal, com função de conversão e treinamento burocrático de indígenas.
- C) Câmaras Municipais: fundamentadas nas Ordenações do Reino, com função de administração local e dotadas de variadas competências.
- D) Governo-Geral: órgão descentralizador, cuja função era desonerar a administração metropolitana e tornar o empreendimento colonial menos custoso.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
instâncias administrativas Brasil Colonial
💡 Dica de resolução
Analise as funções das instâncias administrativas do Brasil Colonial e relacione com o controle da Coroa Portuguesa.
✅ Resposta correta: C
CORRETA. As Câmaras Municipais, baseadas nas Ordenações do Reino, eram órgãos administrativos locais com variadas competências, responsáveis pela gestão municipal no Brasil Colonial.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. As Capitanias Hereditárias eram lotes de terra concedidos para colonização e exploração econômica, mas não funcionavam como órgãos de controle administrativo público com funções amplas.
❌ B) Errada. O Padroado era um acordo entre a Coroa Portuguesa e a Igreja Católica para controle religioso, mas não se tratava de instituições de autoridade papal direta nem tinham função de treinamento burocrático de indígenas.
❌ D) Errada. O Governo-Geral foi criado para centralizar e fortalecer a administração colonial, não para descentralizar ou desonerar a administração metropolitana.
📚 Reveja antes de resolver
Estude as funções das instituições administrativas no Brasil Colonial e o controle da Coroa Portuguesa.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 5 UFPR 2026BNCC EM13CHS301Difícil🧠 Análise⏱ longo
Considere os dois excertos a seguir. O primeiro foi retirado da obra “O estado do Direito entre os Autochtones do Brazil”, do intelectual Carl Friedrich Philipp von Martius (1794–1868), publicada em 1907; e o segundo, escrito pelo arqueólogo Eduardo Goés Neves.
O passado remoto da humanidade americana se apresenta para nós como um abismo insondável. Nenhum raio de uma tradição, nenhum monumento de força intelectual anterior esclarece essa escuridão profunda, nenhum som de uma humanidade elevada, nenhum eco [...] escapa deste túmulo para chegar aos nossos ouvidos atentos. Milênios se resultado passaram por esta humanidade e o único testemunho da sua alta antiguidade é exatamente esta completa dissolução [...]. Nem ao menos o singelo e modesto musgo que como um símbolo da melancolia cobre as ruínas das grandezas antigas romanas e germânicas se estendeu sobre os restos daquela antiguidade sul-americana [...].
Levtizion, N.; Hopkins, J. Corpus of Early Arabic Sources for West African History. Princeton: Markus Wiener, 2011, p. 261-271. Adaptado.
Os poucos relatos disponíveis sobre a Amazônia, produzidos por espanhóis e portugueses nos séculos XVI e XVII [...], falam de grandes assentamentos, com milhares de pessoas, localizados ao largo do Amazonas e de seus principais afluentes. [...] Praticamente em qualquer área da Amazônia onde há pesquisas, a arqueologia vem encontrando evidências de ocupações humanas no passado, mesmo em locais hoje cobertos por floresta aparentemente virgem. Atualmente sabemos que a Amazônia é habitada há pelo menos 12 mil anos, há tanto tempo quanto em outras partes das Américas, por diferentes povos, com distintas formas de organização social e política, desde bandos de caçadores-coletores até sociedades sedentárias hierarquizadas [...].
Neves, E. G. Sob os tempos do Equinócio: oito mil anos de História na Amazônia Central. São Paulo: Edusp/UBU, 2022, p. 183.
Os textos representam visões divergentes sobre o passado dos indígenas da Amazônia. Com base nessas informações contrastantes e nos conhecimentos sobre sociedades indígenas no contexto da América Portuguesa, assinale a alternativa que identifica corretamente as perspectivas históricas sobre os povos originários. (UFPR 2026)
- A) Os projetos de nação bem como os modelos de identidade que estavam vigentes durante o período imperial e boa parte do período republicano anularam as conquistas e a agência histórica dos povos originários.
- B) Os relatos mais antigos, produzidos no início do período colonial, demonstram o desconhecimento dos portugueses e espanhóis, que atribuíam aos povos amazônicos características exageradas.
- C) A arqueologia contemporânea dialoga com a historiografia do século XIX ao corroborar a antiguidade indígena na Amazônia e ao negar a existência de sociedades complexas.
- D) Historiadores como von Martius acreditavam que romanos e germânicos poderiam ter colonizado a Amazônia na Antiguidade, fato esquecido pelos indígenas.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
perspectivas históricas indígenas
💡 Dica de resolução
Compare as perspectivas dos textos e relacione com o conhecimento histórico sobre os indígenas.
✅ Resposta correta: A
CORRETA. A alternativa reconhece que os projetos de nação e modelos de identidade do período imperial e republicano brasileiro apagaram a agência histórica dos povos originários, o que está em consonância com a crítica presente no primeiro texto e o reconhecimento da arqueologia contemporânea no segundo.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. Os relatos coloniais não são apresentados como exagerados, mas sim como registros que indicam grandes assentamentos indígenas, o que contradiz a ideia de desconhecimento ou exagero.
❌ C) Errada. A arqueologia contemporânea não nega a existência de sociedades complexas; pelo contrário, ela evidencia a antiguidade e diversidade das organizações sociais indígenas na Amazônia.
❌ D) Errada. Von Martius não sugere colonização romana ou germânica da Amazônia; ele expressa uma visão de ausência de testemunhos da antiguidade indígena, sem atribuir colonização externa.
📚 Reveja antes de resolver
estude as diferentes interpretações sobre sociedades indígenas na América Portuguesa
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico · Representativa
Questão 6 UFPR 2026BNCC EM13CHS201Difícil🧠 Compreender⏱ medio
O Brasil possui, hoje, 29 partidos políticos reconhecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral. A lógica partidária do país tem quase 200 anos, remontando em especial à formação do Partido Conservador (também chamado de saquaremas) e do Partido Liberal (conhecido como luzias). Sobre esses partidos do período imperial brasileiro, era comum se dizer “nada mais parecido com um conservador do que um liberal no poder”.
Com base nos conhecimentos sobre o período imperial da História do Brasil, essa expressão: (UFPR 2026)
- A) demonstra o desprendimento ideológico dos partidos, que eram compostos das mesmas elites políticas e sociais.
- B) se refere ao sistema de “parlamentarismo às avessas”, em que a divisão partidária era apenas fachada para o exercício do poder autocrático do imperador.
- C) reflete o surgimento do neoliberalismo no Brasil, que pregava políticas de austeridade econômica defendidas tipicamente por conservadores.
- D) aponta para a hegemonia dos dois maiores partidos brasileiros em detrimento das outras agremiações, apelidadas de “nanicos”.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
partidos políticos Brasil imperial
💡 Dica de resolução
Analise o contexto histórico dos partidos conservador e liberal no Brasil imperial.
✅ Resposta correta: A
CORRETA. A alternativa explica que a semelhança entre conservadores e liberais no poder se dava pelo fato de ambos os partidos serem compostos pelas mesmas elites políticas e sociais, demonstrando o desprendimento ideológico e a continuidade do poder entre grupos semelhantes.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Incorreta. Embora o sistema parlamentarista às avessas tenha existido, a expressão não se refere diretamente a essa dinâmica, mas sim à similaridade entre as elites dos partidos.
❌ C) Incorreta. O neoliberalismo é um conceito do século XX e não tem relação com o contexto do Brasil imperial, tornando essa alternativa anacrônica.
❌ D) Incorreta. A hegemonia dos dois maiores partidos e a existência dos “nanicos” são características da política contemporânea, não do período imperial.
📚 Reveja antes de resolver
Estude a história dos partidos conservador e liberal no período imperial brasileiro.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS101Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
EM13CHS201Analisar e caracterizar as dinâmicas das populações, das mercadorias e do capital nos diversos continentes, com destaque para a mobilidade e a fixação de pessoas, grupos humanos e povos, em função de eventos naturais, políticos, econômicos, sociais, religiosos e culturais, de modo a compreender e posicionar-se criticamente em relação a esses processos e às possíveis relações entre eles.
EM13CHS301Problematizar hábitos e práticas individuais e coletivos de produção, reaproveitamento e descarte de resíduos em metrópoles, áreas urbanas e rurais, e comunidades com diferentes características socioeconômicas, e elaborar e/ou selecionar propostas de ação que promovam a sustentabilidade socioambiental, o combate à poluição sistêmica e o consumo responsável.
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Sobre estas questões
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Perguntas frequentes
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