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UFPR 2025 Língua Portuguesa17 questões

17 Questões de Língua Portuguesa do UFPR 2025

Veja 2 questões-amostra do UFPR 2025 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 17 questões em segundos.

Sobre estas questões de Língua Portuguesa do UFPR 2025

Esta página reúne 17 questões de Língua Portuguesa do UFPR 2025 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: interpretação de texto e sinonímia; racismo ambiental e desigualdade racial; racismo ambiental e desigualdade; fenômeno linguístico humor.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico · avaliacao · fixacao.

17
Questões no banco
0F · 0M · 10D
Distribuição (amostra)
6
Contextualizadas
3
Interdisciplinares
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Compreender|Análise, Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo

Como usar: professores podem aplicar estas questões do UFPR 2025 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do UFPR 2025 em segundos

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Questão 1 UFPR 2025BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes. Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado. O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais. Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras. Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre. As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica. Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas. Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade. As enchentes escancaram o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana. Assinale a alternativa que indica expressões do texto com significados convergentes. (UFPR 2025)

  1. A) “embranquecimento” e “construção do estado”
  2. B) “estereótipo” e “representatividade na política”
  3. C) “senso comum” e “imaginário popular”
  4. D) “racismo ambiental” e “reconstrução justa e humana”
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

interpretação de texto e sinonímia

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto para identificar expressões com sentidos semelhantes.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. As expressões “senso comum” e “imaginário popular” indicam ideias compartilhadas amplamente pela população, representando concepções coletivas e arraigadas, ou seja, possuem significados convergentes.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A expressão “embranquecimento” refere-se a um processo de apagamento cultural e racial, enquanto “construção do estado” indica o desenvolvimento histórico e social do Rio Grande do Sul; os sentidos não são convergentes.
❌ B) “Estereótipo” refere-se a uma imagem ou ideia preconcebida e simplificada, enquanto “representatividade na política” trata da presença efetiva de grupos sociais; os termos têm sentidos distintos.
❌ D) “Racismo ambiental” refere-se a desigualdades raciais relacionadas ao meio ambiente, enquanto “reconstrução justa e humana” é uma proposta de ação social; os sentidos são diferentes e não convergentes.
📚 Reveja antes de resolver

estudo de sinonímia e compreensão textual

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Representativa · Cotidiano
Questão 2 UFPR 2025BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ longo

Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes. Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado. O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais. Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras. Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre. As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica. Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas. Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade. As enchentes escancaram o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana. Assinale a alternativa que sintetiza a tese central do texto. (UFPR 2025)

  1. A) A contribuição da colonização europeia no Rio Grande do Sul é incontestável.
  2. B) Pesquisas mostram que os negros são mais pobres no Rio Grande do Sul.
  3. C) As enchentes no Rio Grande do Sul foram desastrosas à região de Porto Alegre.
  4. D) A falsa crença de que o Rio Grande do Sul é branco é prejudicial ao estado.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

racismo ambiental e desigualdade racial

💡 Dica de resolução

Identifique a ideia principal que resume o texto.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. A alternativa sintetiza a tese central do texto ao apontar que o estereótipo de que o Rio Grande do Sul é branco é falso e prejudicial, pois invisibiliza a população negra e suas contribuições, além de reforçar desigualdades.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Está errada porque destaca apenas um dado factual sobre a colonização europeia, que o texto reconhece, mas não é a tese central.
❌ B) Está errada por focar em um dado estatístico específico, que é parte do argumento, mas não sintetiza a tese principal do texto.
❌ C) Está errada porque menciona um evento específico (enchentes) sem abordar a ideia central do texto, que é o racismo ambiental e o apagamento da população negra.
📚 Reveja antes de resolver

interpretação de texto e racismo estrutural

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Representativa · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 3 UFPR 2025BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes. Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado. O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais. Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras. Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre. As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica. Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas. Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade. As enchentes escancaram o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana. Considere as seguintes afirmativas: 1. As condições sociais da periferia de Porto Alegre foram a principal causa das enchentes. 2. A população negra do Rio Grande do Sul forma a maior parte da população do estado. 3. A reconstrução humana e justa do Rio Grande do Sul poderá combater o racismo ambiental. 4. O autor do texto não sabia que havia negros no Rio Grande do Sul. Assinale a alternativa correta. (UFPR 2025)

  1. A) Somente a afirmativa 3 é verdadeira.
  2. B) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
  3. C) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
  4. D) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

racismo ambiental e desigualdade

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto e analise as afirmativas com base nas informações apresentadas.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. A afirmativa 3 é verdadeira, pois o texto defende que a reconstrução deve considerar o racismo ambiental para ser justa; as outras afirmativas são falsas conforme o texto.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. A afirmativa 1 é falsa porque as condições sociais não são apresentadas como causa das enchentes, e a afirmativa 2 é falsa pois a população negra não é a maioria no RS.
❌ C) Errada. A afirmativa 2 é falsa (negros não formam a maior parte da população) e a afirmativa 4 é falsa, pois o autor sabia da presença negra no RS.
❌ D) Errada. A afirmativa 1 e 4 são falsas, restando apenas a 3 verdadeira, portanto essa alternativa está incorreta.
📚 Reveja antes de resolver

estude racismo ambiental e desigualdades sociais no RS

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico · Representativa · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 4 UFPR 2025BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Leia os quadrinhos abaixo: Assinale a alternativa que aponta o fenômeno linguístico que provoca humor nesses quadrinhos. (UFPR 2025)

  1. A) Sinonímia
  2. B) Conotação
  3. C) Homofonia
  4. D) Metáfora
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

fenômeno linguístico humor

💡 Dica de resolução

Observe o fenômeno linguístico que gera humor nos quadrinhos.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. O humor decorre da homofonia, ou seja, palavras que têm a mesma pronúncia, mas significados diferentes.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. Sinonímia refere-se a palavras com significados semelhantes, não a sons iguais que geram humor.
❌ B) Errada. Conotação envolve sentidos figurados, mas o humor aqui é causado pelo som das palavras, não pelo sentido figurado.
❌ D) Errada. Metáfora é uma figura de linguagem que envolve comparação implícita, não o jogo de sons presente na questão.
📚 Reveja antes de resolver

Estude os tipos de fenômenos linguísticos que causam humor.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_imagem
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Cotidiano
Questão 5 UFPR 2025BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Leia o texto a seguir. O santo bateu Minha mãe é fã de Lana Del Rey* aos 56 anos. Essa é uma feliz exceção. Em geral nós perdemos a capacidade de gostar de música nova por volta dos 30. Um experimento publicado em 2022 analisou as preferências de 1064 pessoas entre 18 e 84 anos e descobriu que as canções favoritas de cada uma, em média, saíram quando elas tinham 17. A maior parte de nós gosta dos hits da nossa infância, ama os da juventude e odeia (ou só ignora) boa parte do que é lançado depois. É o famoso “no meu tempo que era bom”. Vaiano, B. O Santo bateu, Superinteressante, ed. 464, junho 2024. *Lana Del Rey, cantora performática, compositora, modelo e poetisa norte-americana, nascida em 1985. Considere as seguintes sequências extraídas do texto: 1. Essa é uma feliz exceção. 2. Em geral nós perdemos a capacidade de gostar de música por volta dos 30. 3. A maior parte de nós gosta dos hits de infância. 4. É o famoso “no meu tempo que era bom”. Apresenta(m) marca expressiva da subjetividade do autor: Apresenta(m) marca expressiva da subjetividade do autor: (UFPR 2025)

  1. A) apenas a afirmativa 1.
  2. B) apenas as afirmativas 1 e 4.
  3. C) apenas as afirmativas 2 e 3.
  4. D) apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

subjetividade na linguagem

💡 Dica de resolução

Identifique expressões que revelam opinião ou sentimento do autor.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. As afirmativas 1 e 4 apresentam marcas claras de subjetividade: a 1 expressa uma opinião pessoal ('feliz exceção') e a 4 traz um julgamento valorativo ('É o famoso “no meu tempo que era bom”').

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) ERRADA. A afirmativa 1 apresenta subjetividade, mas a questão pede todas as que contenham essa característica, e a afirmativa 4 também é subjetiva.
❌ C) ERRADA. As afirmativas 2 e 3 são mais objetivas, baseadas em dados e generalizações, sem expressar opinião pessoal do autor.
❌ D) ERRADA. A afirmativa 2 não apresenta subjetividade, portanto não pode ser incluída entre as respostas corretas.
📚 Reveja antes de resolver

estudo de subjetividade e linguagem figurada

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 6 UFPR 2025BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Assinale a alternativa que apresenta a ideia central do texto. (UFPR 2025)

  1. A) As versões manuscritas de textos seriam desnecessárias, segundo os autores, porque eram imprecisas e se alteravam conforme o copista.
  2. B) A estandardização consiste em um processo de normatização de padrões gerais acerca de representações escritas das línguas humanas.
  3. C) As imprecisões de textos manuscritos se devem ao emprego de diferentes copistas e à diversidade de sua formação.
  4. D) Os meios de comunicação de massa e a expansão da educação primária fomentaram o mercado de livros, especialmente os didáticos.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

identificacao da ideia central

💡 Dica de resolução

Leia o texto atentamente para identificar a ideia principal.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. A alternativa apresenta a ideia central do texto, que trata da estandardização como um processo de normatização dos padrões das representações escritas das línguas.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Está incorreta porque foca em um aspecto específico sobre manuscritos e copistas, que não representa a ideia central do texto.
❌ C) Incorreta por enfatizar as imprecisões dos manuscritos devido à diversidade dos copistas, um detalhe e não a ideia principal.
❌ D) Incorreta porque aborda o mercado de livros e a educação primária, que são temas secundários e não a ideia central do texto.
📚 Reveja antes de resolver

como identificar a ideia principal em textos

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: direta
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13LP01Relacionar o texto, tanto na produção como na leitura/ escuta, com suas condições de produção e seu contexto sócio-histórico de circulação (leitor/audiência previstos, objetivos, pontos de vista e perspectivas, papel social do autor, época, gênero do discurso etc.), de forma a ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de análise crítica e produzir textos adequados a diferentes situações.

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Sobre estas questões

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