Sobre estas questões do UFPR 2017
Esta página reúne 76 questões do UFPR 2017 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.
O que estas questões cobram: intencao do autor no texto; referencia pronominal no texto; interpretação de texto científico; uso correto de preposição.
Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.
0F · 0M · 10D
Distribuição (amostra)
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Análise, Compreender|Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo, Analítico-dedutivo
Como usar: professores podem aplicar estas questões do UFPR 2017 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.
Questão 1 UFPR 2017BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio
A épica narrativa de nosso caminho até aqui
Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.
Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.
A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.
Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]
O autor inicia o texto falando de nosso estranhamento quando conhecemos outros países, com seus usos e costumes. Ao fazer isso, sua intenção é: (UFPR 2017)
- A) contrapor as características inusitadas de nosso sistema solar com os costumes diferentes de outros países.
- B) chamar a atenção para o fato de que as coisas funcionam em cada lugar de um jeito.
- C) alertar para que os turistas percebam que os usos e costumes de nosso país são muito diferentes dos de outros países.
- D) fazer uma analogia com o comportamento científico que devemos ter para compreendermos o surgimento da Terra.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
intencao do autor no texto
💡 Dica de resolução
Analise o texto para entender a função do estranhamento no argumento do autor.
✅ Resposta correta: D
CORRETA. O autor utiliza a analogia do estranhamento cultural para ilustrar o comportamento científico necessário para compreender o surgimento da Terra, conectando o cotidiano à ciência.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A alternativa confunde a analogia inicial com uma contraposição direta entre o sistema solar e os costumes de outros países, o que não é o foco do autor.
❌ B) Errada. Embora o texto mencione que as coisas funcionam de um jeito em cada lugar, a intenção do autor vai além de apenas chamar a atenção para isso.
❌ C) Errada. O autor não está alertando turistas nem destacando diferenças culturais para fins turísticos, mas sim usando o estranhamento como recurso para introduzir uma reflexão científica.
📚 Reveja antes de resolver
interpretação de texto e função do estranhamento
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Interdisciplinar
Questão 2 UFPR 2017BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio
A épica narrativa de nosso caminho até aqui
Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.
Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.
A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.
Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]
Na 3ª linha do terceiro parágrafo, “Isso” se refere: (UFPR 2017)
- A) ao florescimento da busca de planetas extrassolares.
- B) a gigantes feitos de gás, alguns chegando a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter.
- C) à formulação de novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua configuração atual.
- D) à constatação de que somos quase um ponto fora da curva.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
referencia pronominal no texto
💡 Dica de resolução
Identifique o referente do pronome 'Isso' no contexto do texto.
✅ Resposta correta: C
CORRETA. 'Isso' refere-se à formulação de novas teorias para explicar a configuração atual do Sistema Solar, que é a consequência da constatação mencionada no início do parágrafo.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. O florescimento da busca de planetas extrassolares é mencionado anteriormente, mas 'Isso' se refere a uma consequência dessa constatação, não ao florescimento em si.
❌ B) Errada. A descrição dos planetas gigantes é um detalhe do texto, mas não é o referente do pronome 'Isso' na frase indicada.
❌ D) Errada. A constatação de sermos um ponto fora da curva é mencionada, mas 'Isso' retoma a consequência dessa constatação, que é a formulação de novas teorias.
📚 Reveja antes de resolver
estudo de pronomes e coesao textual
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cientifico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 3 UFPR 2017BNCC EM13CNT301Difícil🧠 Compreender⏱ longo
A épica narrativa de nosso caminho até aqui
Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.
Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.
A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.
Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]
Ser “quase um ponto fora da curva” significa: (UFPR 2017)
- A) ser rochoso.
- B) ser gasoso.
- C) levar poucos dias para completar a órbita.
- D) orbitar em torno de uma estrela diferente do Sol.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
interpretação de texto científico
💡 Dica de resolução
Analise o texto para compreender o significado da expressão no contexto.
✅ Resposta correta: A
CORRETA. A expressão indica que os planetas rochosos do nosso Sistema Solar são uma exceção ou raridade em relação aos sistemas planetários conhecidos, ou seja, são 'ponto fora da curva'.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. O texto destaca que muitos planetas extrassolares são gasosos, mas a expressão 'ponto fora da curva' refere-se à raridade dos planetas rochosos, não aos gasosos.
❌ C) Errada. A expressão não se refere ao tempo que os planetas levam para completar a órbita, mas sim à singularidade dos planetas rochosos no Sistema Solar.
❌ D) Errada. A questão trata do Sistema Solar e seus planetas, não de planetas orbitando outras estrelas.
📚 Reveja antes de resolver
leitura e interpretação de textos científicos
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cientifico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 4 UFPR 2017BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio
A épica narrativa de nosso caminho até aqui
Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.
Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.
A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.
Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]
Considere a estrutura “daquela em que estamos imersos” (linha 2 do 1º parágrafo) e compare-a com as seguintes:
1. o espaço ___ que moramos ...
2. a organização ____ que confiamos ...
3. a cidade ___ que almejamos ...
4. os problemas ____ que constatamos nos relatórios...
Tendo em vista as normas da língua culta, a preposição “em” deveria preencher a lacuna em: (UFPR 2017)
- A) 1 apenas.
- B) 1 e 2 apenas.
- C) 2 e 3 apenas.
- D) 1, 3 e 4 apenas.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
uso correto de preposição
💡 Dica de resolução
Analise o uso da preposição 'em' nas orações relativas.
✅ Resposta correta: B
ERRADA. A alternativa inclui a frase 2, que realmente exige a preposição 'em' ('a organização em que confiamos'), mas também a frase 1, que está correta, portanto a alternativa está correta. (Na verdade, esta é a alternativa correta, conforme gabarito.)
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) CORRETA. A preposição 'em' é necessária em 'o espaço em que moramos' porque o verbo 'morar' rege a preposição 'em'. Já nas outras frases, a preposição não é exigida.
❌ C) ERRADA. A frase 2 exige a preposição 'em', mas a frase 3 ('a cidade que almejamos') não exige preposição, pois o verbo 'almejar' é transitivo direto.
❌ D) ERRADA. A frase 3 não exige preposição, e a frase 4 ('os problemas que constatamos') também não, pois o verbo 'constatar' é transitivo direto.
📚 Reveja antes de resolver
Estude o uso de preposições em orações relativas.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Analítico-dedutivo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 5 UFPR 2017BNCC EM13LP01Difícil🧠 Análise⏱ medio
As duas estrofes a seguir iniciam o poema Y-Juca-Pyrama de Gonçalves Dias, publicado em 1851.
No meio das tabas de amenos verdores
Cercadas de troncos – cobertos de flores,
Alteião-se os tectos d’altiva nação;
São muitos seus filhos, nos animos fortes,
Temiveis na guerra, que em densas cohortes
Assombrão das matas a imensa extensão
São rudes, severos, sedentos de gloria,
Já prelios incitão, já cantão victoria,
Já meigos attendem a voz do cantor:
São todos tymbiras, guerreiros valentes!
Seu nome la vôa na bocca das gentes,
Condão de prodigios, de gloria e terror!
Últimos Cantos, Gonçalves Dias
Nesse trecho, o poeta apresenta a tribo dos timbiras. Constatamos, sem dificuldades, que a ortografia da época era, em muitos aspectos, diferente da que usamos atualmente. Tendo isso em vista, considere as seguintes afirmativas:
1. As palavras paroxítonas terminadas em ditongo não eram acentuadas naquela época, diferentemente de hoje.
2. As formas verbais se alternam entre presente e futuro do presente do indicativo, com a mesma terminação.
3. A 3ª pessoa do plural dos verbos do presente do indicativo se diferencia graficamente da forma atual.
4. Os monossílabos tônicos perderam o acento na ortografia contemporânea.
Assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa correta. (UFPR 2017)
- A) Somente a afirmativa 1 é verdadeira.
- B) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.
- C) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
- D) Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
Ortografia histórica e atual
💡 Dica de resolução
Analise as diferenças ortográficas entre o texto antigo e a norma atual.
✅ Resposta correta: B
CORRETA. A afirmativa 1 está correta porque palavras paroxítonas terminadas em ditongo não eram acentuadas na época, diferente do atual. A afirmativa 3 também é verdadeira, pois a 3ª pessoa do plural dos verbos no presente do indicativo apresenta grafia diferente (ex.: 'cantão' em vez de 'cantam'). As afirmativas 2 e 4 são falsas.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A afirmativa 1 é verdadeira, mas a 3 é falsa, portanto esta alternativa está incorreta.
❌ C) As afirmativas 2 e 4 são falsas, portanto esta alternativa está incorreta.
❌ D) A afirmativa 2 é falsa, logo esta alternativa está incorreta.
📚 Reveja antes de resolver
Estude as regras de acentuação e conjugação verbal na ortografia atual e histórica.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Analítico-dedutivo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico
Questão 6 UFPR 2017BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio
Vieira é um homem do século XVII. É possível detectar, no texto de Vieira, características da língua portuguesa que divergem de seu uso contemporâneo. Pensando nessa diferença entre o português atual e o português usado por Vieira, considere as seguintes afirmativas:
1. Diferentemente de hoje, o pronome pessoal oblíquo átono antecedia a negação.
2. O “porque” é empregado no texto como conjunção explicativa e sua grafia é a mesma usada atualmente.
3. A conjunção “ou” tem no texto um uso que não é o de alternância.
Assinale a alternativa correta. (UFPR 2017)
- A) Somente a afirmativa 1 é verdadeira.
- B) Somente a afirmativa 3 é verdadeira.
- C) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
- D) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
variações linguísticas históricas
💡 Dica de resolução
Analise as características linguísticas do português do século XVII em comparação com o atual.
✅ Resposta correta: C
CORRETA. A afirmativa 1 está correta quanto à posição do pronome oblíquo átono antes da negação; a afirmativa 2 está correta quanto ao uso do 'porque' como conjunção explicativa, embora a grafia tenha sofrido alterações; a afirmativa 3 está incorreta, pois a conjunção 'ou' mantém o sentido de alternância.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A afirmativa 1 é verdadeira, mas a 2 é falsa, portanto não apenas a afirmativa 1 é verdadeira.
❌ B) Errada. A afirmativa 3 é falsa, pois a conjunção 'ou' mantém o sentido de alternância.
❌ D) Errada. A afirmativa 3 é falsa, e a afirmativa 2 também não é totalmente correta, portanto essa alternativa está incorreta.
📚 Reveja antes de resolver
Estude pronomes oblíquos, conjunções e grafia histórica do português.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS301Problematizar hábitos e práticas individuais e coletivos de produção, reaproveitamento e descarte de resíduos em metrópoles, áreas urbanas e rurais, e comunidades com diferentes características socioeconômicas, e elaborar e/ou selecionar propostas de ação que promovam a sustentabilidade socioambiental, o combate à poluição sistêmica e o consumo responsável.
EM13CNT301Construir questões, elaborar hipóteses, previsões e estimativas, empregar instrumentos de medição e representar e interpretar modelos explicativos, dados e/ou resultados experimentais para construir, avaliar e justificar conclusões no enfrentamento de situações-problema sob uma perspectiva científica.
EM13LP01Relacionar o texto, tanto na produção como na leitura/ escuta, com suas condições de produção e seu contexto sócio-histórico de circulação (leitor/audiência previstos, objetivos, pontos de vista e perspectivas, papel social do autor, época, gênero do discurso etc.), de forma a ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de análise crítica e produzir textos adequados a diferentes situações.