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UFPR 2009 Língua Portuguesa14 questões

14 Questões de Língua Portuguesa do UFPR 2009

Veja 2 questões-amostra do UFPR 2009 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 14 questões em segundos.

Sobre estas questões de Língua Portuguesa do UFPR 2009

Esta página reúne 14 questões de Língua Portuguesa do UFPR 2009 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: interpretação textual e metonímia; hipótese indemonstrável na narrativa; interpretação de narrativas e pistas; equivalência semântica expressões.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.

14
Questões no banco
0F · 0M · 10D
Distribuição (amostra)
1
Interdisciplinares
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Compreender|Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo

Como usar: professores podem aplicar estas questões do UFPR 2009 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do UFPR 2009 em segundos

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Questão 1 UFPR 2009BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Por milênios o homem foi caçador. Durante inúmeras perseguições, ele aprendeu a reconstruir as formas e movimentos das presas invisíveis pelas pegadas na lama, ramos quebrados, bolotas de esterco, tufos de pêlos, plumas emaranhadas, odores estagnados. Aprendeu a farejar, registrar, interpretar e classificar pistas infinitesimais como fios de barba. Aprendeu a fazer operações mentais complexas com rapidez fulminante, no interior de um denso bosque ou numa clareira cheia de ciladas. Gerações e gerações de caçadores enriqueceram e transmitiram esse patrimônio cognoscitivo. Na falta de uma documentação verbal para se pôr ao lado das pinturas rupestres e dos artefatos, podemos recorrer às narrativas de fábulas, que do saber daqueles remotos caçadores transmitem-nos às vezes um eco, mesmo que tardio e deformado. Três irmãos (narra uma fábula oriental, difundida entre os quirguizes, tártaros, hebreus, turcos...) encontram um homem que perdeu um camelo – ou, em outras variantes, um cavalo. Sem hesitar, descrevem-no para ele: é branco, cego de um olho, tem dois odres nas costas, um cheio de vinho, o outro cheio de óleo. Portanto, viram-no? Não, não o viram. Então são acusados de roubo e submetidos a julgamento. É, para os irmãos, o triunfo: num instante demonstram como, através de indícios mínimos, puderam reconstruir o aspecto de um animal que nunca viram. Os três irmãos são evidentemente depositários de um saber de tipo venatório* (mesmo que não sejam descritos como caçadores). O que caracteriza esse saber é a capacidade de, a partir de dados aparentemente negligenciáveis, remontar a uma realidade complexa não experienciável diretamente. Pode-se acrescentar que esses dados são sempre dispostos pelo observador de modo tal a dar lugar a uma seqüência narrativa, cuja formulação mais simples poderia ser “alguém passou por lá”. Talvez a própria idéia de narração (distinta do sortilégio, do esconjuro ou da invocação) tenha nascido pela primeira vez numa sociedade de caçadores, a partir da experiência da decifração das pistas. O fato de que as figuras retóricas sobre as quais ainda hoje se funda a linguagem da decifração venatória – a parte pelo todo, o efeito pela causa – são reconduzíveis ao eixo narrativo da metonímia, com rigorosa exclusão da metáfora, reforçaria essa hipótese – obviamente indemonstrável. O caçador teria sido o primeiro a “narrar uma história” porque era o único capaz de ler, nas pistas mudas (se não imperceptíveis) deixadas pela presa, uma série coerente de eventos. (GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais. S. Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 151–2.) *Venatório: relativo à caça e seu universo. Tendo em vista o texto, considere as seguintes afirmativas: 1. O autor fala de um conhecimento que implica observação, dedução e organização, distinguindo-se das cren­dices populares. 2. A linguagem da decifração venatória se caracteriza pelo uso da metonímia e da metáfora. 3. Uma estratégia para a análise de situações problemáticas é recorrer a fábulas de caçadores. 4. A história da humanidade mostra que a transmissão de conhecimento sobre atividades como a caça, por exemplo, se fazia por meio de pinturas rupestres. Assinale a alternativa correta. -) Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras. -) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras. -) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. -) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. -) Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras. (UFPR 2009)

  1. A) Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
  2. B) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.
  3. C) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.
  4. D) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

interpretação textual e metonímia

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto e analise cada afirmativa com base no conteúdo apresentado.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. A afirmativa 1 está correta porque o texto destaca que o conhecimento venatório envolve observação, dedução e organização, distinguindo-se das crenças populares. A afirmativa 4 também é correta, pois o texto menciona que a transmissão do conhecimento se dava por pinturas rupestres e artefatos.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. A afirmativa 2 está incorreta porque o texto afirma que a linguagem da decifração venatória se funda na metonímia, com rigorosa exclusão da metáfora.
❌ C) Errada. Embora a afirmativa 1 seja correta, a afirmativa 3 não é explicitamente confirmada pelo texto como uma estratégia geral para análise de situações problemáticas, mas sim como uma possibilidade.
❌ D) Errada. A afirmativa 2 está incorreta, pois o texto exclui o uso da metáfora na linguagem da decifração venatória.
📚 Reveja antes de resolver

estude interpretação de texto e figuras de linguagem como metonímia e metáfora

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 2 UFPR 2009BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ longo

Por milênios o homem foi caçador. Durante inúmeras perseguições, ele aprendeu a reconstruir as formas e movimentos das presas invisíveis pelas pegadas na lama, ramos quebrados, bolotas de esterco, tufos de pêlos, plumas emaranhadas, odores estagnados. Aprendeu a farejar, registrar, interpretar e classificar pistas infinitesimais como fios de barba. Aprendeu a fazer operações mentais complexas com rapidez fulminante, no interior de um denso bosque ou numa clareira cheia de ciladas. Gerações e gerações de caçadores enriqueceram e transmitiram esse patrimônio cognoscitivo. Na falta de uma documentação verbal para se pôr ao lado das pinturas rupestres e dos artefatos, podemos recorrer às narrativas de fábulas, que do saber daqueles remotos caçadores transmitem-nos às vezes um eco, mesmo que tardio e deformado. Três irmãos (narra uma fábula oriental, difundida entre os quirguizes, tártaros, hebreus, turcos...) encontram um homem que perdeu um camelo – ou, em outras variantes, um cavalo. Sem hesitar, descrevem-no para ele: é branco, cego de um olho, tem dois odres nas costas, um cheio de vinho, o outro cheio de óleo. Portanto, viram-no? Não, não o viram. Então são acusados de roubo e submetidos a julgamento. É, para os irmãos, o triunfo: num instante demonstram como, através de indícios mínimos, puderam reconstruir o aspecto de um animal que nunca viram. Os três irmãos são evidentemente depositários de um saber de tipo venatório* (mesmo que não sejam descritos como caçadores). O que caracteriza esse saber é a capacidade de, a partir de dados aparentemente negligenciáveis, remontar a uma realidade complexa não experienciável diretamente. Pode-se acrescentar que esses dados são sempre dispostos pelo observador de modo tal a dar lugar a uma seqüência narrativa, cuja formulação mais simples poderia ser “alguém passou por lá”. Talvez a própria idéia de narração (distinta do sortilégio, do esconjuro ou da invocação) tenha nascido pela primeira vez numa sociedade de caçadores, a partir da experiência da decifração das pistas. O fato de que as figuras retóricas sobre as quais ainda hoje se funda a linguagem da decifração venatória – a parte pelo todo, o efeito pela causa – são reconduzíveis ao eixo narrativo da metonímia, com rigorosa exclusão da metáfora, reforçaria essa hipótese – obviamente indemonstrável. O caçador teria sido o primeiro a “narrar uma história” porque era o único capaz de ler, nas pistas mudas (se não imperceptíveis) deixadas pela presa, uma série coerente de eventos. (GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais. S. Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 151–2.) *Venatório: relativo à caça e seu universo. Indique a alternativa que explicita a hipótese indemonstrável mencionada na antepenúltima linha do texto. (UFPR 2009)

  1. A) Os caçadores eram capazes de reconstituir uma realidade complexa a partir das histórias que ouviam.
  2. B) As fábulas transmitiam histórias de caçadores e, por isso, apresentavam em geral decifrações de pistas.
  3. C) A narração teve origem em uma sociedade de caçadores.
  4. D) Os caçadores primitivos faziam operações mentais com grande rapidez.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

hipótese indemonstrável na narrativa

💡 Dica de resolução

Identifique a hipótese indemonstrável no texto e relacione com a narrativa do caçador.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. A hipótese indemonstrável mencionada é que a própria ideia de narração teria nascido numa sociedade de caçadores, a partir da experiência da decifração das pistas.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. O texto não afirma que os caçadores reconstituíam realidades a partir de histórias que ouviam, mas sim a partir de pistas observadas.
❌ B) Errada. Embora as fábulas transmitam saberes, o texto não diz que elas apresentam em geral decifrações de pistas, mas que às vezes transmitem um eco desse saber.
❌ D) Errada. O texto menciona que os caçadores faziam operações mentais rápidas, mas isso não é a hipótese indemonstrável destacada.
📚 Reveja antes de resolver

estudo de hipóteses e interpretação de textos complexos

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 3 UFPR 2009BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ longo

Por milênios o homem foi caçador. Durante inúmeras perseguições, ele aprendeu a reconstruir as formas e movimentos das presas invisíveis pelas pegadas na lama, ramos quebrados, bolotas de esterco, tufos de pêlos, plumas emaranhadas, odores estagnados. Aprendeu a farejar, registrar, interpretar e classificar pistas infinitesimais como fios de barba. Aprendeu a fazer operações mentais complexas com rapidez fulminante, no interior de um denso bosque ou numa clareira cheia de ciladas. Gerações e gerações de caçadores enriqueceram e transmitiram esse patrimônio cognoscitivo. Na falta de uma documentação verbal para se pôr ao lado das pinturas rupestres e dos artefatos, podemos recorrer às narrativas de fábulas, que do saber daqueles remotos caçadores transmitem-nos às vezes um eco, mesmo que tardio e deformado. Três irmãos (narra uma fábula oriental, difundida entre os quirguizes, tártaros, hebreus, turcos...) encontram um homem que perdeu um camelo – ou, em outras variantes, um cavalo. Sem hesitar, descrevem-no para ele: é branco, cego de um olho, tem dois odres nas costas, um cheio de vinho, o outro cheio de óleo. Portanto, viram-no? Não, não o viram. Então são acusados de roubo e submetidos a julgamento. É, para os irmãos, o triunfo: num instante demonstram como, através de indícios mínimos, puderam reconstruir o aspecto de um animal que nunca viram. Os três irmãos são evidentemente depositários de um saber de tipo venatório* (mesmo que não sejam descritos como caçadores). O que caracteriza esse saber é a capacidade de, a partir de dados aparentemente negligenciáveis, remontar a uma realidade complexa não experienciável diretamente. Pode-se acrescentar que esses dados são sempre dispostos pelo observador de modo tal a dar lugar a uma seqüência narrativa, cuja formulação mais simples poderia ser “alguém passou por lá”. Talvez a própria idéia de narração (distinta do sortilégio, do esconjuro ou da invocação) tenha nascido pela primeira vez numa sociedade de caçadores, a partir da experiência da decifração das pistas. O fato de que as figuras retóricas sobre as quais ainda hoje se funda a linguagem da decifração venatória – a parte pelo todo, o efeito pela causa – são reconduzíveis ao eixo narrativo da metonímia, com rigorosa exclusão da metáfora, reforçaria essa hipótese – obviamente indemonstrável. O caçador teria sido o primeiro a “narrar uma história” porque era o único capaz de ler, nas pistas mudas (se não imperceptíveis) deixadas pela presa, uma série coerente de eventos. (GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais. S. Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 151–2.) *Venatório: relativo à caça e seu universo. A fábula do homem que perdeu o camelo (ou cavalo) é resumida por Ginzburg para mostrar que: (UFPR 2009)

  1. A) o raciocínio a partir de indícios, característico dos caçadores, teve origem no Oriente.
  2. B) uma mesma fábula pode ter muitas versões quando faz parte da tradição de povos diferentes.
  3. C) os caçadores tinham uma habilidade extraordinária de contar histórias e usavam essa capacidade para confundir os ouvintes.
  4. D) a análise de pequenos detalhes fornece pistas para a reconstituição de eventos não testemunhados.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

interpretação de narrativas e pistas

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto e identifique a mensagem central da fábula.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. A alternativa expressa claramente a ideia central do texto: a análise de pequenos detalhes permite reconstituir eventos que não foram testemunhados diretamente.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Está errada porque o texto não afirma que o raciocínio a partir de indícios teve origem no Oriente, mas sim que a fábula é difundida em várias culturas.
❌ B) Está errada porque, embora mencione variantes da fábula, o foco da questão não é a multiplicidade de versões, mas o tipo de raciocínio demonstrado.
❌ C) Está errada porque o texto não sugere que os caçadores usavam a habilidade para confundir, mas para reconstruir informações a partir de pistas.
📚 Reveja antes de resolver

estudo de interpretação textual e análise de narrativas

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 4 UFPR 2009BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ curto

As duas expressões relacionadas pelo sinal ? têm sentido equivalente em: (UFPR 2009)

  1. A) pistas infinitesimais ↔ pistas ínfimas
  2. B) são evidentemente depositários ↔ são evidentemente superpostos
  3. C) dados aparentemente negligenciáveis ↔ dados aparentemente desconexos
  4. D) pinturas rupestres ↔ pinturas rurais
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

equivalência semântica expressões

💡 Dica de resolução

Compare o sentido das expressões para identificar equivalência.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. 'Pistas infinitesimais' e 'pistas ínfimas' são expressões equivalentes, ambas indicando algo muito pequeno ou minúsculo.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) 'São evidentemente depositários' e 'são evidentemente superpostos' têm sentidos diferentes; 'depositários' refere-se a quem guarda algo, enquanto 'superpostos' indica algo colocado sobre outro.
❌ C) 'Dados aparentemente negligenciáveis' não é sinônimo de 'dados aparentemente desconexos', pois negligenciáveis indicam dados que podem ser desprezados, enquanto desconexos indicam falta de conexão.
❌ D) 'Pinturas rupestres' são pinturas feitas em cavernas por povos antigos, enquanto 'pinturas rurais' referem-se a pinturas relacionadas ao campo; os termos não são equivalentes.
📚 Reveja antes de resolver

Estude equivalência e sentido de expressões em português.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: curto
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: direta
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 5 UFPR 2009BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Tirinha de Niquel Náusea. www.niquel.com.br. Acessado em 24 jul. 2008. A tirinha acima foi adequadamente interpretada na(s) afirmativa(s): 1. A figura do centauro no último quadrinho mostra que a expressão “juntar dois animais num só” pode ser percebida de diferentes maneiras. 2. O efeito pretendido pelo autor da tirinha está relacionado ao contraponto entre o discurso científico e o discurso poético-ficcional. 3. A fala do centauro no último quadrinho reflete a satisfação com os avanços da engenharia genética. 4. O rato compartilha da opinião do centauro sobre as pesquisas genéticas. Assinale a alternativa correta. (UFPR 2009)

  1. A) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
  2. B) Somente a afirmativa 3 é verdadeira.
  3. C) Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
  4. D) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

interpretação de tirinha literária

💡 Dica de resolução

Analise a tirinha e relacione as interpretações com o texto e imagens.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras, pois a tirinha usa a figura do centauro para mostrar diferentes interpretações e contrapõe discurso científico e poético.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) ERRADA. A afirmativa 1 é verdadeira, mas a 2 também é, portanto não pode ser somente a 2.
❌ B) ERRADA. A afirmativa 3 é falsa, pois a fala do centauro não expressa satisfação com a engenharia genética.
❌ C) ERRADA. A afirmativa 4 é falsa, o rato não compartilha da opinião do centauro.
📚 Reveja antes de resolver

estudo de linguagem figurada e interpretação de textos visuais

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_imagem
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico · Interdisciplinar
Questão 6 UFPR 2009BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender⏱ medio

... empresas que não trabalhavam com energia percebem que o grande lance atualmente é investir pesado na busca por petróleo. ... as empresas que já trabalhavam com petróleo empregam mais recursos para encontrar novos poços, a fim de aumentar a produção. ... todas as empresas petrolíferas decidem entrar no ramo da energia renovável. ... empresas petrolíferas perdem o bonde da história, a exemplo do que aconteceu com as empresas de rádio e de carruagem. ... a energia limpa passa a ser a grande concorrente do petróleo. Assinale a alternativa que apresenta uma continuação coerente para o texto acima. (UFPR 2009)

  1. A) ... empresas que não trabalhavam com energia percebem que o grande lance atualmente é investir pesado na busca por petróleo.
  2. B) ... as empresas que já trabalhavam com petróleo empregam mais recursos para encontrar novos poços, a fim de aumentar a produção.
  3. C) ... todas as empresas petrolíferas decidem entrar no ramo da energia renovável.
  4. D) ... empresas petrolíferas perdem o bonde da história, a exemplo do que aconteceu com as empresas de rádio e de carruagem.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

coerência textual e continuidade

💡 Dica de resolução

Analise a coerência e continuidade do texto para escolher a alternativa correta.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. Apresenta uma continuação lógica e coerente, mostrando a diversificação das empresas petrolíferas para energia renovável.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A alternativa repete uma informação já apresentada no texto, não constitui uma continuação.
❌ B) Errada. Assim como a alternativa A, repete uma ideia já mencionada, sem avançar na argumentação.
❌ D) Errada. Embora apresente uma consequência possível, não é uma continuação imediata e coerente do trecho dado.
📚 Reveja antes de resolver

Estude coesão e coerência textual para melhorar a compreensão e produção de textos.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13LP01Relacionar o texto, tanto na produção como na leitura/ escuta, com suas condições de produção e seu contexto sócio-histórico de circulação (leitor/audiência previstos, objetivos, pontos de vista e perspectivas, papel social do autor, época, gênero do discurso etc.), de forma a ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de análise crítica e produzir textos adequados a diferentes situações.

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