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UERJ 2024 História20 questões

20 Questões de História do UERJ 2024

Veja 2 questões-amostra do UERJ 2024 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 20 questões em segundos.

Sobre estas questões de História do UERJ 2024

Esta página reúne 20 questões de História do UERJ 2024 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: proteção povos indígenas; nacionalismo e monopólio estatal do petróleo; imaginação histórica e imagens; dominação colonial e segregação racial.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.

20
Questões no banco
0F · 0M · 10D
Distribuição (amostra)
1
Contextualizadas
1
Interdisciplinares
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Análise, Compreender|Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo, Argumentativo

Como usar: professores podem aplicar estas questões do UERJ 2024 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do UERJ 2024 em segundos

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Questão 1 UERJ 2024BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Compreender⏱ medio

NÃO DEIXEM ACABAR COM OS IANOMÂMIS Ianomâmi. Talvez você nunca tenha ouvido falar nesse nome. Pois saiba que é o nome genérico de cerca de 8400 brasileiros, gente boa que vive em 203 cabanas, no interior da floresta tropical, bem na fronteira com a Venezuela. Formam 14% da população de Roraima e encontram-se ainda no Amazonas. Os ianomâmis correm no momento um grande risco e estão precisando de você. Cabe a você interessar-se pelo projeto de um grupo de antropólogos, juristas, médicos e jornalistas, que visa a proteger a vida pacífica dos ianomâmis, nos locais que habitam, e dentro do tipo de cultura que é tradicionalmente o deles. Esse projeto, ou anteprojeto, propõe a criação do Parque Indígena Ianomâmi. Essa é a única maneira de salvar a comunidade social e cultural desses homens, mulheres e crianças que desde 1974 vêm sofrendo as consequências do processo de expansão econômica da Amazônia em sua parte negativa, sem se beneficiar com suas possíveis vantagens. A abertura da Perimetral Norte, BR-210, levou àquela região gripe, sarampo, tuberculose, moléstias de pele e doenças venéreas. O garimpo irrompeu como outra modalidade da doença. Em 1978, é a Cia. Vale do Rio Doce que se apresta para extrair a cassiterita, antes explorada ilegalmente pelos garimpeiros. E a Perimetral Norte vai prosseguir, fornecendo espaço à colonização. Topógrafos percorrem o território ianomâmi, demarcando lotes em terras insosfismavelmente pertencentes aos índios. CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Adaptado de Caderno Ilustrado, Folha de S. Paulo, 02/08/1979. Em seu artigo de 1979, o escritor Carlos Drummond de Andrade situa circunstâncias do projeto de criação do Parque Indígena Ianomâmi, no contexto das ações de exploração da Amazônia durante os governos militares (1964-1985). A defesa da criação desse Parque, naquela conjuntura, tinha como objetivo tornar pública a seguinte problemática: (UERJ 2024)

  1. A) extermínio de povos originários
  2. B) aviltamento de riquezas naturais
  3. C) irracionalidade de agentes estatais
  4. D) lucratividade de empresas privadas
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

proteção povos indígenas

💡 Dica de resolução

Analise o texto para identificar o problema central abordado.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. O texto destaca o risco de extermínio dos ianomâmis devido à expansão econômica e doenças trazidas por invasores, justificando a necessidade de proteção para evitar o desaparecimento desse povo.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. Embora a exploração de riquezas naturais seja mencionada, o foco do texto é a ameaça à sobrevivência dos ianomâmis, não apenas ao meio ambiente.
❌ C) Errada. O texto não enfatiza a irracionalidade dos agentes estatais, mas sim as consequências das políticas de expansão sobre os povos indígenas.
❌ D) Errada. A lucratividade de empresas privadas é citada como parte do contexto, mas não é o principal problema tornado público pelo projeto defendido no texto.
📚 Reveja antes de resolver

estudo sobre direitos e ameaças a povos indígenas

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Representativa
Questão 2 UERJ 2024BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Compreender⏱ medio

PARA SEU GOVERNO ELE DIZ: "NINGUÉM ARREBATA DAS MINHAS MÃOS A BANDEIRA NACIONALISTA" "PETROBRÁS" O OURO NEGRO QUE DARÁ A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL memorialdademocracia.com.br Criada durante o governo de Getúlio Vargas (1950-1954), em um contexto de intensos debates e mobilizações associados à campanha “O petróleo é nosso”, a Petrobras se vinculou, naquela época, à valorização da “bandeira nacionalista”, conforme se observa no cartaz. No que diz respeito à exploração do petróleo, essa valorização esteve manifesta na seguinte atribuição da empresa: (UERJ 2024)

  1. A) monopólio estatal da extração, do refino e do transporte
  2. B) regulação fiscal da produção, dos insumos e da tributação
  3. C) controle institucional da distribuição, da importação e da exportação
  4. D) supervisão administrativa da mão de obra, de treinamentos e da terceirização
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

nacionalismo e monopólio estatal do petróleo

💡 Dica de resolução

Analise o contexto histórico da criação da Petrobras e sua relação com o nacionalismo.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. O monopólio estatal da extração, refino e transporte do petróleo foi a principal atribuição da Petrobras, conforme estabelecido no governo Vargas e defendido pela campanha nacionalista.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. A regulação fiscal não era a principal função da Petrobras, mas sim do Estado por meio de outros órgãos.
❌ C) Errada. O controle institucional da distribuição, importação e exportação não caracteriza o monopólio estatal da produção, que era o foco da Petrobras.
❌ D) Errada. A supervisão administrativa da mão de obra e treinamentos não corresponde à principal atribuição da Petrobras no contexto nacionalista.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o papel do Estado na exploração do petróleo durante o governo Vargas.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 3 UERJ 2024BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Análise⏱ medio

Há quem desdenhe das imagens e das representações visuais. Há quem alegue que elas não passam de “ilustrações” que simplesmente decoram e alegram os ambientes, os jornais, as paredes das casas e dos museus – seriam inocentes. Da minha parte, sou dessas pessoas que vivem tomadas pela potência das imagens e pelo poder que elas têm de revelar e criar valores, ideias, concepções de mundo. Por isso, não raro, viram elas mesmas a própria realidade. É esse o poder reflexivo das imagens e das obras visuais, pois ao reproduzir um contexto elas acabam, ao fim e ao cabo, por criá-lo. Transformam-se em parte constitutiva da imaginação. Muitas vezes lembramos, ou achamos que lembramos, de um evento a partir e por causa de uma imagem guardada num canto da memória. É possível dizer que nossa imaginação histórica é feita a partir de imaginários alheios; das construções visuais feitas por outras pessoas com seus interesses, contextos e especificidades. LILIA SCHWARCZ Adaptado de nexojornal.com.br, 22/11/2021. Uma imagem que exemplifica a capacidade de construção da imaginação histórica, conforme enfatizado pela autora, é: (UERJ 2024)

  1. A) “Vista da Cidade Maurícia” [atual Recife], Franz Post, 1647.
  2. B) “Proclamação da República”, Benedito Calixto, 1893.
  3. C) “Ponte de Santa Efigênia”, [atual centro de São Paulo], Jean-Baptiste Debret, 1827.
  4. D) “Os operários”, Tarsila do Amaral, 1933.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

imaginação histórica e imagens

💡 Dica de resolução

Analise como a imagem influencia a construção da memória histórica.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. A pintura de Benedito Calixto sobre a Proclamação da República é um exemplo clássico de como imagens constroem a imaginação histórica, pois cristaliza um momento simbólico da história do Brasil e influencia a memória coletiva sobre o evento.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A imagem retrata uma paisagem urbana colonial, mas não representa um evento histórico marcante que construa a imaginação coletiva nacional.
❌ C) A obra mostra um cenário urbano do século XIX, mas não está associada à construção de uma narrativa histórica central para a identidade nacional.
❌ D) Apesar de ser uma obra importante sobre a classe trabalhadora, não exemplifica diretamente a construção da imaginação histórica de um evento específico, como pede o enunciado.
📚 Reveja antes de resolver

estude o papel das imagens na construção da história e memória coletiva

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 4 UERJ 2024BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Compreender⏱ medio

O MASSACRE DE SOWETO Em 1974, o governo sul-africano emitiu um decreto exigindo o estudo do africâner nas escolas do país no mesmo nível do inglês. O africâner era língua majoritária entre a minoria branca que controlava o país. Estudantes negros se opuseram. Eles queriam estudar em seu idioma nativo (zulu) e em inglês. No bairro negro de Soweto, em Joanesburgo, estudantes do Orlando West Institute planejaram uma série de ações contra essa lei, que entrou em vigor em janeiro de 1975. No dia 16 de junho de 1976, cerca de 3 000 manifestantes, entre alunos e professores, começaram a protestar pacificamente. Aos poucos, outras pessoas se juntaram e estima-se que a marcha reuniu cerca de 10000 pessoas (algumas fontes dizem 20000), que percorreram as ruas com faixas e slogans como “Abaixo o africâner” e “Se aprendermos africâner, que Vorster (primeiro-ministro na época) aprenda zulu”. Os confrontos entre as forças de segurança e os manifestantes duraram todo o dia. O saldo oficial foi de 23 crianças mortas. Porém, a realidade foi bem diferente, já que o número de mortos chegou a 700 e o de feridos ultrapassou mil. Hector Pieterson, um estudante de 13 anos, foi o primeiro manifestante a cair morto. A fotografia daquele momento, feita pelo fotojornalista Sam Nzima, tornou-se um ícone da luta dos estudantes negros sul-africanos. CHEMA CABALLERO Adaptado de elpais.com, 14/06/2016. O regime de Apartheid na África do Sul instituiu a segregação racial e outras formas de controle social sobre as populações negras. A obrigatoriedade do ensino de africâner, destacada na reportagem, está relacionada à seguinte estratégia de dominação colonial: (UERJ 2024)

  1. A) hierarquização de identidades étnicas
  2. B) diversificação de práticas educacionais
  3. C) integração de pertencimentos nacionais
  4. D) homogeneização de qualificações profissionais
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

dominação colonial e segregação racial

💡 Dica de resolução

Analise o contexto histórico do Apartheid e a função da língua na dominação.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. A obrigatoriedade do ensino do africâner reforçava a hierarquização de identidades étnicas, privilegiando a minoria branca e marginalizando as línguas e culturas negras.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. A medida não diversificava práticas educacionais, mas sim impunha uma língua dominante para reforçar o controle social.
❌ C) Errada. Não havia intenção de integração nacional, mas sim de exclusão e segregação das populações negras.
❌ D) Errada. A política não buscava homogeneizar qualificações profissionais, mas sim manter a desigualdade e a subordinação dos negros.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o regime do Apartheid e estratégias de controle social.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Questão 5 UERJ 2024BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio

BRASIL CRIOU PRIMEIRA LEI ANTIRRACISMO APÓS HOTEL EM SÃO PAULO NEGAR HOSPEDAGEM A DANÇARINA NEGRA AMERICANA Involuntariamente, a turnê que a célebre dançarina e coreógrafa americana Katherine Dunham fazia pelo Brasil acabou por interferir nos rumos da história do país. Na noite de 11 de julho de 1950, em sua estreia no Theatro Municipal de São Paulo, ela aproveitou o intervalo entre o primeiro e o segundo ato para fazer uma denúncia aos repórteres que cobriam o espetáculo: o gerente do Esplanada, o luxuoso hotel vizinho do teatro, se recusara a hospedá-la ao descobrir que era uma “mulher de cor”. Além de especializada em danças de origem africana, Dunham era antropóloga e ativista social nos Estados Unidos – orgulhosa, portanto, de sua pele negra. A denúncia de racismo caiu no país como uma bomba. Primeiro, por ter partido de uma estrela de renome internacional. Depois, porque o Brasil se julgava o mais perfeito exemplar de democracia racial. O Correio Paulistano classificou o episódio de “revoltante incidente”, o Jornal de Notícias, de “odioso procedimento de discriminação”. De todas as reações, a mais contundente partiu do deputado federal Afonso Arinos (UDN-MG). Ele apresentou à Câmara dos Deputados um projeto para transformar determinadas atitudes racistas em contravenção penal. O episódio narrado na reportagem desconstrói a ideia de que no Brasil dos anos 1950 havia uma democracia racial. O fato que servia de base para tal ideia, à época, é: (UERJ 2024)

  1. A) igualdade de direitos sociais
  2. B) inexistência de leis segregacionistas
  3. C) valorização da miscigenação cultural
  4. D) reconhecimento do pluralismo étnico
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

democracia racial no Brasil

💡 Dica de resolução

Analise o texto para identificar a ideia que sustentava a democracia racial no Brasil dos anos 1950.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. A ideia de democracia racial no Brasil se baseava na valorização da miscigenação cultural, que ocultava as desigualdades raciais e o racismo estrutural presentes na sociedade.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A igualdade de direitos sociais não existia de fato, pois o racismo e a discriminação eram presentes, como mostra o episódio narrado.
❌ B) Errada. A inexistência de leis segregacionistas não significava ausência de racismo, que ocorria de forma social e institucionalizada.
❌ D) Errada. O reconhecimento do pluralismo étnico não era uma característica da época, pois a sociedade brasileira tendia a negar as diferenças raciais e étnicas em nome da suposta harmonia racial.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o conceito de democracia racial e suas críticas no Brasil.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Questão 6 UERJ 2024BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio

LAMPIÃO, O CAPITÃO DO CANGAÇO (...) Este poema que fala de cangaço e de sertão é, apenas, (...) uma contribuição, um documentário vivo da vida do Lampião. (...) Igreja, seca e cangaço geram inquietação provocando em nossa alma uma estranha sensação desconhecida pra quem nunca viveu no sertão. (...) Nascido em noventa e oito quarenta anos viveu, a vinte e oito de julho quando o dia amanheceu de trinta e oito, em Angicos Virgulino faleceu. O cangaço, representado na figura de Lampião, foi tema do desfile da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, no Carnaval do Rio de Janeiro, em 2023. Na literatura de cordel, a vida de Lampião é muito recordada, como nos versos do poema transcrito. Na imagem e no poema, cangaço e cangaceiros foram situados historicamente como elementos constitutivos de: (UERJ 2024)

  1. A) unidade nacional
  2. B) legitimidade social
  3. C) patrimônio cultural
  4. D) conservadorismo regional
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

cangaço como patrimônio cultural

💡 Dica de resolução

Analise o contexto histórico e cultural do cangaço e sua representação.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. O cangaço, representado por Lampião, é reconhecido como patrimônio cultural brasileiro, especialmente na literatura de cordel e nas manifestações artísticas, como o desfile da Imperatriz Leopoldinense.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. Unidade nacional refere-se à integração política e territorial do país, o que não é o foco do cangaço, que é um fenômeno cultural e histórico regional.
❌ B) Errada. Legitimidade social implica aceitação formal ou institucional, o que não caracteriza o cangaço, visto que os cangaceiros eram marginalizados.
❌ D) Errada. Conservadorismo regional não se aplica ao cangaço, que foi um movimento de contestação social e cultural no sertão nordestino.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o significado do cangaço e sua importância cultural e histórica.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Representativa · Interdisciplinar
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS101Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
EM13CHS104Analisar objetos e vestígios da cultura material e imaterial de modo a identificar conhecimentos, valores, crenças e práticas que caracterizam a identidade e a diversidade cultural de diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço.
EM13CHS201Analisar e caracterizar as dinâmicas das populações, das mercadorias e do capital nos diversos continentes, com destaque para a mobilidade e a fixação de pessoas, grupos humanos e povos, em função de eventos naturais, políticos, econômicos, sociais, religiosos e culturais, de modo a compreender e posicionar-se criticamente em relação a esses processos e às possíveis relações entre eles.
EM13CHS301Problematizar hábitos e práticas individuais e coletivos de produção, reaproveitamento e descarte de resíduos em metrópoles, áreas urbanas e rurais, e comunidades com diferentes características socioeconômicas, e elaborar e/ou selecionar propostas de ação que promovam a sustentabilidade socioambiental, o combate à poluição sistêmica e o consumo responsável.

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