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UERJ 2023 História7 questões

7 Questões de História do UERJ 2023

Veja 2 questões-amostra do UERJ 2023 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 7 questões em segundos.

Sobre estas questões de História do UERJ 2023

Esta página reúne 7 questões de História do UERJ 2023 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: colonização e violência sexual; colonização espanhola e consequências; identidade territorial e diversidade cultural; ações governamentais e independência.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico · avaliacao.

7
Questões no banco
0F · 0M · 7D
Distribuição (amostra)
3
Interdisciplinares
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Análise, Compreender|Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo

Como usar: professores podem aplicar estas questões do UERJ 2023 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do UERJ 2023 em segundos

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Questão 1 UERJ 2023BNCC EM13CHS301Difícil🧠 Análise⏱ medio

Há dias conheci uma mulher do interior da Zambézia. Tem cinco filhos, já crescidos. O primeiro, um mulato esbelto, é dos portugueses que a violaram durante a guerra colonial. O segundo, um preto, elegante e forte como um guerreiro, é fruto de outra violação dos guerrilheiros de libertação da mesma guerra colonial. O terceiro, outro mulato, mimoso como um gato, é dos comandos rodesianos brancos, que arrasaram esta terra para aniquilar as bases dos guerrilheiros do Zimbabwe. O quarto é dos rebeldes que fizeram a guerra civil no interior do país. A primeira e a segunda vez foi violada, mas à terceira e à quarta entregou-se de livre vontade, porque se sentia especializada em violação sexual. O quinto é de um homem com quem se deitou por amor pela primeira vez. Essa mulher carregou a história de todas as guerras do país num só ventre. (cap. 37) O sentido de “humanidade”, criticado no texto de Ailton Krenak, é chave para a compreensão de um contexto de extrema violência, como o narrado no fragmento. Nesse contexto de colonização, o corpo feminino está associado à imagem de: (UERJ 2023)

  1. A) luta a ser realizada
  2. B) território a ser dominado
  3. C) fronteira a ser ultrapassada
  4. D) sentimento a ser conquistado
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

colonização e violência sexual

💡 Dica de resolução

Analise a metáfora do corpo feminino no contexto histórico da colonização.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. O texto associa o corpo feminino a um território a ser dominado, evidenciando a violência colonial e a apropriação do corpo como símbolo de controle.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A alternativa sugere que o corpo feminino representa uma luta a ser realizada, mas o texto enfatiza a violência e dominação sofridas, não uma luta ativa.
❌ C) Errada. A alternativa fala em fronteira a ser ultrapassada, o que não corresponde ao sentido de dominação e violência presente no texto.
❌ D) Errada. O texto não associa o corpo feminino a um sentimento a ser conquistado, mas sim a um espaço violado e dominado.
📚 Reveja antes de resolver

estude o impacto da colonização e a violência de gênero na história africana

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa · Interdisciplinar
Questão 2 UERJ 2023BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio

En el texto, se hacen críticas respecto al proceso de colonización española en Puerto Rico. Una consecuencia específica de ese proceso se observa en: (UERJ 2023)

  1. A) no tenemos la libertad de entablar relaciones comerciales con el país que queramos, (ℓ. 9)
  2. B) no visualizamos la libertad soberana porque no sabemos lo que es. (ℓ. 11)
  3. C) Nuestra cultura es un híbrido de otras que llegaron a la isla, (ℓ. 14)
  4. D) lo que nos queda son algunos pueblos con nombres taínos y dos o tres parques ceremoniales (ℓ. 16-17)
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

colonização espanhola e consequências

💡 Dica de resolução

Analise as consequências da colonização mencionadas no texto para identificar a resposta correta.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. A alternativa indica uma consequência concreta e específica da colonização espanhola, evidenciada pela preservação limitada de elementos indígenas, como nomes taínos e parques cerimoniais.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A alternativa aborda uma limitação comercial, mas não é uma consequência específica da colonização espanhola mencionada no texto.
❌ B) Refere-se a uma percepção abstrata sobre liberdade soberana, não a uma consequência concreta do processo colonial.
❌ C) Embora a cultura híbrida seja um efeito da colonização, a alternativa não aponta uma consequência específica destacada no texto.
📚 Reveja antes de resolver

estude os impactos da colonização espanhola em Puerto Rico

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 3 UERJ 2023BNCC EM13CHS301Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Um pedaço de tecido quadrado colorido, como um xadrez pintado a sete cores. Assim é a Whipala, bandeira típica dos povos andinos. Criada no período pré-colonial por sociedades que compunham o Império Inca, era um símbolo sagrado usado na agricultura, em festas, cerimônias e outros eventos sociais. Após a colonização espanhola, foi também associada à resistência política indígena. A Whipala resistiu ao tempo e hoje é representativa dos costumes e de manifestações políticas de indígenas na Bolívia, no Peru, no norte da Argentina e do Chile, no sul do Equador e no oeste do Paraguai. Símbolo de identificação e diversidade dos povos da região dos Andes, ela representa a unidade, a solidariedade e a harmonia. A estrutura do desenho, simétrica, expressa a igualdade criada entre esses povos, que rejeitam conceitos como o do individualismo. O conjunto de representações associadas à bandeira Whipala fortalece a formação de um tipo de identidade territorial. Essa identidade territorial está fundamentada no seguinte conceito: (UERJ 2023)

  1. A) comunismo
  2. B) teocentrismo
  3. C) nacionalismo
  4. D) multiculturalismo
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

identidade territorial e diversidade cultural

💡 Dica de resolução

Analise o texto para identificar o conceito que representa a identidade territorial descrita.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. Multiculturalismo é o conceito que reconhece e valoriza a coexistência de diversas culturas em um mesmo território, o que está alinhado ao significado da Whipala como símbolo de diversidade e unidade dos povos andinos.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. Comunismo é um sistema político-econômico e não está relacionado diretamente à identidade cultural ou territorial expressa pela Whipala.
❌ B) Errada. Teocentrismo refere-se à centralidade da religião na organização social, o que não é o foco da questão.
❌ C) Errada. Nacionalismo enfatiza a identidade de um Estado-nação específico, enquanto a Whipala representa a diversidade cultural de vários povos indígenas em diferentes países.
📚 Reveja antes de resolver

estude os conceitos de identidade cultural e multiculturalismo

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: situacional
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa · Interdisciplinar
Questão 4 UERJ 2023BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Análise⏱ medio

O governo militar, sob a chefia do general Emílio Garrastazu Médici, não poupou esforços para transformar as comemorações dos 150 anos da Independência numa enorme celebração nacional. Seu ponto alto? A vinda de Portugal dos restos mortais de nosso primeiro imperador, Dom Pedro I. Em 1971, o presidente de Portugal concordou em transladar e presentear o Brasil com os restos mortais do imperador, deixando claro que o coração não viria e permaneceria na cidade do Porto, já que o próprio D. Pedro o deixou, em testamento, à cidade. O presidente Médici expressou, em rede nacional de televisão e rádio: “Brasileiros, não posso esconder minha emoção. Fala por si mesmo este fato que nenhuma eloquência poderia superar: no ano em que celebramos o Sesquicentenário da nossa Independência, regressará ao Brasil o corpo daquele que, em Sete de Setembro, às margens do Ipiranga, com a bravura, o arroubo e a paixão que eram a marca de sua personalidade, proclamou livres estas terras.” Mas, quase como uma anedota, o caixão feito em Portugal não coube no lugar onde deveria ser colocado na Capela Imperial, no Ipiranga. Apenas quatro anos depois do Sesquicentenário da Independência, o sarcófago de D. Pedro I foi devidamente disposto no mausoléu para ele construído. O governo brasileiro requereu a Portugal que, no âmbito das comemorações dos 200 anos da Independência, enviasse para o Brasil o coração de Dom Pedro, guardado numa igreja da cidade do Porto. O pedido tem o seu quê de bizarro. Imagino que a miudeza real vá ser exposta e contemplada no Brasil, o que me parece sinceramente ficar aquém da data. Uma celebração competente do Bicentenário da Independência devia incluir, além do coração de Dom Pedro, um rim de José Bonifácio, o pâncreas de Thomas Cochrane, o fígado de Cipriano Barata e, talvez para dar um toque de ironia à cerimônia, um dente de Tiradentes. Creio que, com esse rodízio de vísceras, ficaria a efeméride mais bem assinalada. Os textos apresentam ações governamentais associadas ao Sesquicentenário da Independência do Brasil, em 1972, e a seu Bicentenário, em 2022. Um aspecto comum dessas ações governamentais é: (UERJ 2023)

  1. A) culto ufanista de protagonistas oficiais
  2. B) enaltecimento patriótico da unidade lusa
  3. C) reparação histórica de heranças europeias
  4. D) reabilitação contemporânea da continuidade monárquica
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

ações governamentais e independência

💡 Dica de resolução

Analise as ações governamentais e identifique o aspecto comum entre elas.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. A alternativa destaca o culto ufanista aos protagonistas oficiais, evidenciado pela grandiosidade das comemorações e a valorização simbólica de Dom Pedro I pelo governo militar.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Incorreta. Embora haja menção a Portugal, o foco não é o enaltecimento da unidade lusa, mas sim a exaltação do Brasil e seus símbolos nacionais.
❌ C) Incorreta. Não há indicação de reparação histórica de heranças europeias, mas sim de celebração nacionalista centrada em figuras brasileiras.
❌ D) Incorreta. As ações não visam reabilitar a monarquia contemporânea, mas sim fortalecer o sentimento nacionalista e a imagem dos heróis da independência.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o contexto histórico das comemorações da independência do Brasil e o uso político dessas celebrações.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 5 UERJ 2023BNCC EM13CHS301Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Tereza de Benguela é um dos nomes esquecidos pela historiografia nacional. Nos últimos anos, passou a ser mais reconhecida, na busca de multiplicar as narrativas que revelam a formação sociopolítica brasileira. Tereza, que viveu no século XVIII, pode ter nascido no continente africano ou no Brasil. Ela chefiou o Quilombo do Quariterê, que se localizava na atual fronteira entre Mato Grosso e Bolívia. O Quilombo resistiu até 1770, quando foi destruído. Em homenagem a Tereza de Benguela, o dia 25 de julho é oficialmente, no Brasil, o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. O reconhecimento de Tereza de Benguela e a celebração do dia 25 de julho indicam uma mudança com o intuito de multiplicar narrativas sobre a formação social brasileira. Essa mudança tem como objetivo: (UERJ 2023)

  1. A) naturalizar a inclusão de personalidades marginais
  2. B) garantir a homogeneização de hierarquias étnicas
  3. C) promover a reparação de dívidas estruturais
  4. D) valorizar a ação de protagonistas plurais
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

multiplicidade de narrativas sociais

💡 Dica de resolução

Analise o texto para identificar o objetivo da mudança social mencionada.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. A alternativa destaca o objetivo central da questão, que é valorizar a ação de protagonistas plurais, ampliando as narrativas sobre a formação social brasileira.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A alternativa erra ao sugerir que o objetivo é naturalizar a inclusão, pois a questão trata de valorizar e reconhecer protagonistas históricos, não apenas incluí-los de forma superficial.
❌ B) Errada porque a homogeneização de hierarquias étnicas contraria a ideia de multiplicar narrativas e valorizar a diversidade.
❌ C) Embora a reparação de dívidas estruturais seja importante, a questão foca na valorização da ação de protagonistas plurais, não diretamente em reparação.
📚 Reveja antes de resolver

estude a importância da diversidade na historiografia brasileira

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Questão 6 UERJ 2023BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Os patrimônios difíceis – também conhecidos como patrimônios sombrios, marginais ou da dor – estão associados ao sofrimento, à exceção, ao encarceramento, à segregação, à punição e à morte. Tais patrimônios podem reunir a função de local de peregrinação com a finalidade de rememoração coletiva e de reconhecimento de direitos e de reparação. A visitação aos patrimônios difíceis ou sombrios traz tensões morais e éticas e exigem mediação e objetivos educativos. Adaptado de CARVALHO, A.; MENEGUELLO, C. (orgs). Dicionário temático de patrimônio: debates contemporâneos. Campinas: Ed. da Unicamp, 2020. O bem cultural que se enquadra no conceito de patrimônio difícil explicitado no texto é: (UERJ 2023)

  1. A) Memorial da Paz em Hiroshima
  2. B) Museu Real da África Central na Bélgica
  3. C) Memorial da América Latina em São Paulo
  4. D) Museu Nacional de Imigração em Nova York
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

patrimônio difícil e memória histórica

💡 Dica de resolução

Analise o conceito de patrimônio difícil e relacione com os exemplos dados.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. O Memorial da Paz em Hiroshima é um patrimônio difícil, pois está associado ao sofrimento, à morte e à rememoração coletiva do bombardeio atômico, alinhando-se ao conceito apresentado.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) O Museu Real da África Central é um patrimônio cultural importante, mas não está diretamente associado a sofrimento ou memória dolorosa conforme o conceito de patrimônio difícil.
❌ C) O Memorial da América Latina é um espaço cultural e político, mas não está relacionado a sofrimento, encarceramento ou morte, não se enquadrando como patrimônio difícil.
❌ D) O Museu Nacional de Imigração em Nova York trata da história da imigração, mas não está vinculado a sofrimento ou memória dolorosa conforme o conceito de patrimônio difícil.
📚 Reveja antes de resolver

estude o conceito de patrimônios sombrios e sua função social

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa · Interdisciplinar
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS101Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
EM13CHS301Problematizar hábitos e práticas individuais e coletivos de produção, reaproveitamento e descarte de resíduos em metrópoles, áreas urbanas e rurais, e comunidades com diferentes características socioeconômicas, e elaborar e/ou selecionar propostas de ação que promovam a sustentabilidade socioambiental, o combate à poluição sistêmica e o consumo responsável.

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Sobre estas questões

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Perguntas frequentes

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