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UECE 201353 questões

53 Questões do UECE 2013

Veja 2 questões-amostra do UECE 2013 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 53 questões em segundos.

Sobre estas questões do UECE 2013

Esta página reúne 53 questões do UECE 2013 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: colonizacao comparativa Brasil EUA; significado de Mayflower; perspectiva do narrador; interpretação textual e semântica.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.

53
Questões no banco
0F · 0M · 10D
Distribuição (amostra)
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Compreender|Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo

Como usar: professores podem aplicar estas questões do UECE 2013 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do UECE 2013 em segundos

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Questão 1 UECE 2013BNCC EM13CHS301Difícil🧠 Compreender⏱ longo

O texto I desta prova é um excerto da parte 2, capítulo III, da obra Bandeirantes e pioneiros: paralelo entre duas culturas, de Vianna Moog — gaúcho de São Leopoldo (*1906 — †1988). Nesse capítulo, Moog faz um estudo comparativo entre a colonização dos EUA e a do Brasil, um paralelo entre as fundações da América inglesa e da América portuguesa. Há desde logo uma fundamental diferença de motivos no povoamento dos dois países: um sentido inicialmente espiritual, orgânico e construtivo na formação norte-americana, e um sentido predatório, extrativista e quase só secundariamente religioso na formação brasileira. Os primeiros povoadores das colônias inglesas da América, principalmente os puritanos do Mayflower, não vieram para o Novo Mundo só ou predominantemente em busca de minas de ouro e de prata e de riqueza fácil. Vieram, isto sim, acossados pela perseguição na pátria de origem, em busca de terra onde pudessem cultuar seu Deus, ler e interpretar a sua Bíblia, trabalhar, ajudarem-se uns aos outros e celebrar o ritual do seu culto, à sua maneira. Ao embarcarem, trazendo consigo todos os haveres, mulheres e filhos, deram as costas à Europa, para fundar deste lado do Atlântico, uma nova pátria, a pátria teocrática dos calvinistas. Não pensavam no regresso; para eles só havia um modo de ser agradável a Deus: ler a Bíblia e trabalhar, trabalhar e prosperar, prosperar e acumular riquezas. Eram colonizadores, não conquistadores. Houve depois, é certo, os que desgarraram para o Oeste, à procura de minas de ouro e fortuna fácil, mas, quando isso aconteceu, o sentido, o ritmo da história norte-americana já estava estabelecido e definitivamente estabelecido, construtivo, moral, orgânico. No Brasil, infelizmente, ocorreu em quase tudo precisamente o contrário. Os portugueses que vieram ter primeiro às terras de Santa Cruz eram todos fiéis vassalos de El-Rei de Portugal. Se, por um lado, desejavam ampliar os domínios da cristandade, “a Fé e o Império”, traziam já os olhos demasiadamente dilatados pela cobiça. Eram inicialmente conquistadores, não colonizadores, como seriam mais tarde bandeirantes e não pioneiros. Como El-Rei, como toda a Corte, após a descoberta do caminho das Índias, queriam despojos e riquezas. E ninguém embarcava com o pensamento de não mais voltar à pátria lusitana. E ninguém trazia o propósito de enriquecer pela constância no trabalho. Deixavam atrás a pátria, os amigos, a família, as ocupações normais, na esperança do Eldourado. Vianna Moog. Bandeirantes e pioneiros: Paralelo entre duas culturas. Capítulo III: Conquista e colonização. p. 103-104. Texto adaptado. Assinale a opção que aponta, de acordo com o excerto transcrito, o fator que, para o enunciador, é responsável por muitas das diferenças entre os EUA e o Brasil.

  1. A) As religiões dos dois povos que chegaram às novas terras: calvinismo e catolicismo.
  2. B) A diferença dos obstáculos que os dois povos tiveram que vencer.
  3. C) As razões que levaram ao povoamento das duas terras.
  4. D) A maior riqueza dos territórios do norte em comparação com a riqueza dos territórios do sul.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

colonizacao comparativa Brasil EUA

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto para identificar o fator principal que diferencia as colonizações.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. O texto destaca que as diferenças entre EUA e Brasil decorrem principalmente das razões que levaram os colonizadores a povoar as terras, como o sentido espiritual e construtivo nos EUA e o sentido predatório e extrativista no Brasil.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A alternativa erra ao reduzir as diferenças apenas às religiões envolvidas, quando o texto destaca principalmente os motivos e objetivos do povoamento, não a fé em si.
❌ B) O texto não enfatiza os obstáculos enfrentados como fator principal das diferenças, mas sim as razões que motivaram a colonização.
❌ D) A alternativa incorretamente atribui as diferenças à maior riqueza dos territórios do norte, o que não é o foco do texto, que trata das motivações dos colonizadores.
📚 Reveja antes de resolver

Estude as motivações históricas das colonizações brasileira e norte-americana.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 2 UECE 2013BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio

O texto I desta prova é um excerto da parte 2, capítulo III, da obra Bandeirantes e pioneiros: paralelo entre duas culturas, de Vianna Moog — gaúcho de São Leopoldo (*1906 — †1988). Nesse capítulo, Moog faz um estudo comparativo entre a colonização dos EUA e a do Brasil, um paralelo entre as fundações da América inglesa e da América portuguesa. Há desde logo uma fundamental diferença de motivos no povoamento dos dois países: um sentido inicialmente espiritual, orgânico e construtivo na formação norte-americana, e um sentido predatório, extrativista e quase só secundariamente religioso na formação brasileira. Os primeiros povoadores das colônias inglesas da América, principalmente os puritanos do Mayflower, não vieram para o Novo Mundo só ou predominantemente em busca de minas de ouro e de prata e de riqueza fácil. Vieram, isto sim, acossados pela perseguição na pátria de origem, em busca de terra onde pudessem cultuar seu Deus, ler e interpretar a sua Bíblia, trabalhar, ajudarem-se uns aos outros e celebrar o ritual do seu culto, à sua maneira. Ao embarcarem, trazendo consigo todos os haveres, mulheres e filhos, deram as costas à Europa, para fundar deste lado do Atlântico, uma nova pátria, a pátria teocrática dos calvinistas. Não pensavam no regresso; para eles só havia um modo de ser agradável a Deus: ler a Bíblia e trabalhar, trabalhar e prosperar, prosperar e acumular riquezas. Eram colonizadores, não conquistadores. Houve depois, é certo, os que desgarraram para o Oeste, à procura de minas de ouro e fortuna fácil, mas, quando isso aconteceu, o sentido, o ritmo da história norte-americana já estava estabelecido e definitivamente estabelecido, construtivo, moral, orgânico. No Brasil, infelizmente, ocorreu em quase tudo precisamente o contrário. Os portugueses que vieram ter primeiro às terras de Santa Cruz eram todos fiéis vassalos de El-Rei de Portugal. Se, por um lado, desejavam ampliar os domínios da cristandade, “a Fé e o Império”, traziam já os olhos demasiadamente dilatados pela cobiça. Eram inicialmente conquistadores, não colonizadores, como seriam mais tarde bandeirantes e não pioneiros. Como El-Rei, como toda a Corte, após a descoberta do caminho das Índias, queriam despojos e riquezas. E ninguém embarcava com o pensamento de não mais voltar à pátria lusitana. E ninguém trazia o propósito de enriquecer pela constância no trabalho. Deixavam atrás a pátria, os amigos, a família, as ocupações normais, na esperança do Eldourado. Vianna Moog. Bandeirantes e pioneiros: Paralelo entre duas culturas. Capítulo III: Conquista e colonização. p. 103-104. Texto adaptado. Considerando o ponto de vista do enunciador, escreva V se a afirmação for verdadeira e F, se for falsa. As afirmações podem estar explícitas, no texto, ou resultar de inferências. ( ) Os povoadores dos EUA tinham o propósito de ficar na nova terra, enquanto os do Brasil tinham o objetivo de enriquecer e voltar para Portugal. ( ) Os propósitos iniciais dos dois povos tiveram consequências decisivas na construção das duas nações. ( ) Os colonizadores estão para os conquistadores assim como os pioneiros estão para os bandeirantes. ( ) Era próprio dos conquistadores o espírito construtivo, enquanto o espírito predatório era próprio dos colonizadores. ( ) Os valores próprios do Calvinismo foram decisivos para o tipo de desenvolvimento das colônias norte-americanas. Está correta a seguinte sequência de cima para baixo:

  1. A) F, F, V, V, F.
  2. B) V, V, F, F, F.
  3. C) F, F, F, V, V.
  4. D) V, V, V, F, V.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

colonizacao comparativa Brasil EUA

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto e relacione as afirmações com as ideias apresentadas.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. A sequência V, V, V, F, V corresponde corretamente à análise do texto: os povoadores dos EUA tinham o propósito de ficar, os do Brasil de enriquecer e voltar; os propósitos tiveram consequências decisivas; colonizadores são diferentes de conquistadores assim como pioneiros são diferentes de bandeirantes; o espírito construtivo não era dos conquistadores; e os valores calvinistas foram decisivos para o desenvolvimento norte-americano.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A sequência apresentada (F, F, V, V, F) não corresponde à análise correta do texto, pois a primeira afirmação é verdadeira, não falsa.
❌ B) Errada. A terceira afirmação é verdadeira, mas aqui está marcada como falsa, o que torna a sequência incorreta.
❌ C) Errada. A primeira e segunda afirmações são verdadeiras, mas nesta alternativa estão marcadas como falsas.
📚 Reveja antes de resolver

Estude os motivos e consequências da colonização no Brasil e nos EUA.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico
Questão 3 UECE 2013BNCC EM13CHS101Difícil🧠 Compreender⏱ medio

O vocábulo Mayflower significa “flor de maio”. Observe com atenção o contexto em que a palavra aparece (linhas 8-22) e marque a alternativa que completa corretamente o seguinte enunciado: Com “Mayflower” se denominou

  1. A) a primeira igreja construída pelos calvinistas na América do Norte, à custa de muito trabalho e sacrifício.
  2. B) o navio que, em 1620, atravessou o Atlântico levando os primeiros calvinistas para a América.
  3. C) a primeira cidade construída pelos calvinistas na América e que ficava às margens de um lago.
  4. D) a nova terra que, na chegada dos calvinistas, no mês de maio, em plena primavera, estava coberta de flores.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

significado de Mayflower

💡 Dica de resolução

Leia o trecho indicado para entender o significado de 'Mayflower'.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. 'Mayflower' foi o navio que, em 1620, atravessou o Atlântico levando os primeiros calvinistas para a América.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Incorreta. 'Mayflower' não se refere a uma igreja, mas sim a um navio.
❌ C) Incorreta. 'Mayflower' não é uma cidade, mas o nome do navio que transportou os colonizadores.
❌ D) Incorreta. A palavra 'Mayflower' significa 'flor de maio', mas no contexto histórico refere-se ao navio, não à terra ou estação do ano.
📚 Reveja antes de resolver

estude o contexto histórico do Mayflower

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 4 UECE 2013BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender|Análise⏱ longo

mesma repartição, no mesmo prédio e na mesma sala, desde que entrou no serviço público. Ao ser empossado, deram-lhe aquela mesa. Não queria outra. A repartição, com a sua sala, os seus móveis e os seus funcionários, constituía o mundo ideal de Guilhermino. Somente ali, experimentava a sensação ambiental de plenitude que há de gozar o peixe na água e o pássaro nos ares. Entretanto, malgrado a euforia que o deixava mais a gosto na repartição do que na porta-e-janela de seu modesto lar suburbano, Guilhermino nunca deixava de abandonar a mesa de trabalho à hora fixada no Regimento para o fim do expediente. — A lei é a lei — dizia. Não há exagero em afirmar-se que a sua casa de subúrbio, adornada de cortinas de renda, com um vaso de tinhorão à entrada, era, para ele, o lugar onde aguardava que a repartição voltasse a abrir: de pijama, os pés nos chinelos de trança, lendo o seu jornal ou conversando com os vizinhos, estava ali de passagem. Para sermos exatos, era na repartição, à sua mesa de trabalho, que Guilhermino Pereira se sentia realmente em casa. Josué Montello. A indesejada aposentadoria. Capítulo II, p. 11-14. Texto adaptado. Assinale a perspectiva da qual fala o enunciador.

  1. A) Da perspectiva da personagem somente.
  2. B) Da perspectiva da família da personagem somente.
  3. C) Ora da perspectiva da personagem, ora de sua própria perspectiva.
  4. D) Da sua própria perspectiva do começo até o fim do texto.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

perspectiva do narrador

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto para identificar a perspectiva do narrador.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. O enunciador/narrador mantém sua própria perspectiva do começo ao fim do texto, apresentando a visão sobre a personagem Guilhermino e seu mundo, sem se limitar à perspectiva da personagem.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A alternativa está errada porque o texto não é narrado exclusivamente pela perspectiva da personagem; há uma voz narrativa que apresenta informações e comentários próprios.
❌ B) Errada, pois o texto não apresenta a perspectiva da família da personagem, que sequer é mencionada.
❌ C) Incorreta, pois o narrador não alterna entre a perspectiva da personagem e a sua própria; a narrativa mantém uma perspectiva externa constante.
📚 Reveja antes de resolver

estude tipos de narradores e pontos de vista em textos literarios

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender|Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 5 UECE 2013BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender|Análise⏱ medio

Considere o que se diz sobre o segundo parágrafo (linhas 66–74). I. A semelhança entre Guilhermino e Dom Quixote era somente física. Psicologicamente um era o avesso do outro. II. Ao coordenar “poste” e “Dom Quixote” — “Era alto, magro, rosto comprido, com um pouco de poste e outro tanto de Dom Quixote.”—, o enunciador provoca a quebra do paralelismo semântico, que surpreende o leitor e tem efeito textual. III. A aproximação de “poste” e “Quixote” pode dar, ao enunciado, inclusive pela presença do eco: oste – ote, um tom humorístico. Está correto o que se diz em

  1. A) I e II apenas.
  2. B) I, II e III.
  3. C) I e III apenas.
  4. D) II e III apenas.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

interpretação textual e semântica

💡 Dica de resolução

Analise as relações semânticas e efeitos de sentido no parágrafo indicado.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. As afirmativas I, II e III estão corretas, pois abordam aspectos físicos e psicológicos, a quebra do paralelismo semântico e o efeito humorístico do eco sonoro, respectivamente.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A afirmativa I está incorreta ao dizer que a semelhança entre Guilhermino e Dom Quixote é somente física, pois o texto sugere também uma aproximação psicológica.
❌ C) Errada. A afirmativa I está incorreta, o que invalida essa alternativa, mesmo que a III esteja correta.
❌ D) Errada. A afirmativa II está correta, mas a I está incorreta, o que torna essa alternativa inválida.
📚 Reveja antes de resolver

estudo de figuras de linguagem e análise textual

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender|Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico
Questão 6 UECE 2013BNCC EM13LP01Difícil🧠 Compreender|Análise⏱ medio

Atente aos seguintes trechos e ao que é dito a respeito da atitude revelada pelo enunciador sobre o conteúdo de seu próprio enunciado. I. “De sua espécie talvez tenha sido o derradeiro exemplar conhecido” (linhas 55-56) — O conteúdo do enunciado não foi totalmente assumido pelo enunciador. II. “era mesmo o oposto da personagem de Cervantes” (linhas 69-70) — O conteúdo do enunciado foi só relativamente assumido pelo enunciador. III. “Não há exagero em afirmar-se que a sua casa de subúrbio [...] era, para ele, o lugar onde aguardava que a repartição voltasse a abrir” (linhas 106-110) — O enunciador assume totalmente a responsabilidade sobre seu discurso. Está correto o que se diz em

  1. A) I, II e III.
  2. B) I e III apenas.
  3. C) II e III apenas.
  4. D) I e II apenas.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

atitude do enunciador sobre enunciado

💡 Dica de resolução

Analise o grau de responsabilidade do enunciador em cada trecho.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. A alternativa indica que apenas as afirmativas I e III estão corretas, o que corresponde à análise da atitude do enunciador: I não totalmente assumida e III totalmente assumida.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada. A alternativa inclui a afirmativa III, que está correta, mas também inclui a II, que não está totalmente correta, e a I, que não foi totalmente assumida pelo enunciador.
❌ C) Errada. A alternativa inclui a afirmativa II, que foi só relativamente assumida, mas exclui a I, que também está correta quanto à não total assunção.
❌ D) Errada. A alternativa exclui a afirmativa III, que está correta quanto à total assunção do enunciador, o que torna a alternativa incorreta.
📚 Reveja antes de resolver

estude modos de enunciação e análise de discurso

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender|Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS101Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
EM13CHS301Problematizar hábitos e práticas individuais e coletivos de produção, reaproveitamento e descarte de resíduos em metrópoles, áreas urbanas e rurais, e comunidades com diferentes características socioeconômicas, e elaborar e/ou selecionar propostas de ação que promovam a sustentabilidade socioambiental, o combate à poluição sistêmica e o consumo responsável.
EM13LP01Relacionar o texto, tanto na produção como na leitura/ escuta, com suas condições de produção e seu contexto sócio-histórico de circulação (leitor/audiência previstos, objetivos, pontos de vista e perspectivas, papel social do autor, época, gênero do discurso etc.), de forma a ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de análise crítica e produzir textos adequados a diferentes situações.

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Sobre estas questões

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