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MACKENZIE 2016 História6 questões

6 Questões de História do MACKENZIE 2016

Veja 2 questões-amostra do MACKENZIE 2016 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 6 questões em segundos.

Sobre estas questões de História do MACKENZIE 2016

Esta página reúne 6 questões de História do MACKENZIE 2016 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: Leis de terras Brasil e EUA; revogação do alvará de 1785; modernização urbana e reações sociais; Marcha da Família 1964.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.

6
Questões no banco
0F · 0M · 6D
Distribuição (amostra)
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Análise
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo, Analítico-dedutivo

Como usar: professores podem aplicar estas questões do MACKENZIE 2016 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do MACKENZIE 2016 em segundos

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Questão 1 MACKENZIE 2016BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Análise⏱ medio

Atraídos pela possibilidade de acesso às terras e pressionados pelos graves problemas econômicos e sociais que assolavam a Europa, em meados do século XIX, milhares de imigrantes vieram para o continente americano. O governo brasileiro e o norte-americano passaram a se posicionar com relação à posse de terras, promulgando leis, a saber: A Lei de Terras (1850), no Brasil e o HomesteadAct (1862), nos Estados Unidos. O paralelo que podemos identificar entre eles é que I. o governo norte-americano, para atrair imigrantes, decretou o HomesteadAct, que definia a posse de uma propriedade com 160 acres a quem a cultivasse por cinco anos. Já a lei nacional passou a proibir a aquisição de terras públicas a não ser por compra, dificultando a formação de pequenas propriedades. II. a Lei de Terras esteve estreitamente ligada à Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de escravos para o Brasil, pois a aquisição de terras só era possível por meio da compra, o que mantinha os trabalhadores livres sob o domínio dos grandes proprietários. Nos EUA, o presidente Lincoln, apesar da oposição dos proprietários do Sul do país, aprovou a lei relacionada à posse de terras a fim de desenvolver e ocupar a região Oeste do país. III. essas legislações relativas ao direito à terra tinham, nos dois casos, a finalidade de atrair os imigrantes europeus, tendo em vista a preocupação de aprimorar a questão racial nas Américas, com a vinda de mais homens brancos, além dos mesmos estarem preparados para o trabalho especializado nas indústrias. Assinale (Mackenzie 2016)

  1. A) se apenas I estiver correta.
  2. B) se apenas II estiver correta.
  3. C) se apenas III estiver correta.
  4. D) se apenas I e II estiverem corretas.
  5. E) se apenas II e III estiverem corretas.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

Leis de terras Brasil e EUA

💡 Dica de resolução

Analise as semelhanças e diferenças entre as leis de terras do Brasil e dos EUA no século XIX.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. As assertivas I e II estão corretas: a I descreve adequadamente as diferenças entre as legislações brasileira e norte-americana, e a II relaciona corretamente a Lei de Terras à abolição do tráfico negreiro e à política de ocupação nos EUA.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A assertiva I está correta, mas não é a única correta; a II também está correta, tornando a alternativa A incorreta.
❌ B) A assertiva II está correta, mas a I também está, portanto a alternativa B está incorreta.
❌ C) A assertiva III está incorreta, pois a preocupação central das legislações não era aprimorar a questão racial, mas sim regular a posse da terra e promover a ocupação territorial.
❌ E) A assertiva III está incorreta, pois atribui um objetivo racial explícito às legislações, o que não corresponde ao contexto histórico; logo, a alternativa E está errada.
📚 Reveja antes de resolver

Estude as leis de terras e imigração no século XIX no Brasil e EUA.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Analítico-dedutivo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: multipla
Indicações: Diagnóstico
Questão 2 MACKENZIE 2016BNCC EM13CHS102Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Em 1 de abril de 1808, durante a regência de D. João, o alvará de 1785 foi revogado, o que permitiu a liberação e o estabelecimento de indústrias e manufaturas no Brasil. Apesar disso, na prática, essa providência não alcançou seus objetivos de capacitar o país para desenvolver suas indústrias, porque (Mackenzie 2016)

  1. A) os acordos de parceria estabelecidos entre o Brasil e a Inglaterra, para o incremento técnico das manufaturas nacionais, foram cancelados por falta de interesse da elite agrária do nosso país.
  2. B) D. João, apesar de ter permitido a instalação de manufaturas no país, defendia a superioridade dos produtos industrializados europeus perante os similares nacionais.
  3. C) faltava ainda, a adoção de uma política de proteção alfandegária nacional, diante da concorrência das mercadorias britânicas, além do nosso mercado consumidor interno não ser muito amplo.
  4. D) novos acordos comerciais foram assinados com potências europeias, o que ampliou os privilégios dos comerciantes estrangeiros no nosso país, em detrimento dos interesses nacionais.
  5. E) apesar da Inglaterra ter honrado os acordos comerciais e entregado máquinas e equipamentos industriais, a nossa mão de obra escrava não tinha especialização necessária para o trabalho na indústria.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

revogação do alvará de 1785

💡 Dica de resolução

Analise o contexto histórico da revogação do alvará e seus efeitos práticos.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. A ausência de uma política de proteção alfandegária e a concorrência das mercadorias britânicas, somadas ao mercado interno restrito, foram fatores determinantes para o insucesso da industrialização no período.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Os acordos de parceria técnica com a Inglaterra nunca foram efetivamente estabelecidos para o incremento das manufaturas nacionais; o problema central era a concorrência britânica, não o cancelamento de acordos.
❌ B) Não há evidências históricas de que D. João defendia explicitamente a superioridade dos produtos europeus como justificativa para o fracasso industrial brasileiro.
❌ D) Apesar de acordos comerciais terem sido assinados, o principal impacto negativo veio dos privilégios concedidos à Inglaterra, não a uma ampliação geral para outras potências europeias.
❌ E) A mão de obra escrava realmente não era especializada, mas o fator decisivo foi a concorrência externa e a falta de proteção ao produto nacional, não a entrega de máquinas pela Inglaterra.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o contexto econômico e político do Brasil colonial e a política industrial da época.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 3 MACKENZIE 2016BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Compreender⏱ longo

“E era preciso embelezar as principais cidades, para que bem representassem suas funções: cuidar dos edifícios públicos; afastar a pobreza para os novos subúrbios; implementar o transporte coletivo, e construir instituições representativas. Foi com esse intuito ‘civilizatório’ que o presidente Rodrigues Alves (1902-1906) montou uma equipe técnica para fazer do Rio de Janeiro uma vitrine para os interesses estrangeiros (...). A comissão responsável pelas obras recebeu poderes ilimitados e estabeleceu um plano com três grandes metas: a modernização do porto, que estaria a cargo do engenheiro Lauro Müller; o saneamento da cidade, de cuja realização se incumbiria o médico sanitarista Oswaldo Cruz, e a reforma urbana, que caberia ao engenheiro Pereira Passos, o qual conhecia de perto o projeto para Paris elaborado pelo barão de Haussmann”. Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling. Brasil: Uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p.327. No início do século XX, as autoridades republicanas elaboraram um projeto de embelezamento das principais cidades do Brasil, sintonizando o país com a modernização vivenciada por outros centros urbanos mundiais. No entanto, tal projeto provocou diversas reações contrárias, principalmente por parte das camadas populares, diretamente afetadas. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta. (Mackenzie 2016)

  1. A) Símbolo do “Ciclo da Borracha”, a cidade de Manaus passou por um grande processo de reforma urbana, liderada por Pereira Passos. A pujança econômica contribuiu para a remodelação do centro da cidade e para a construção do teatro municipal, aprofundando as desigualdades sociais e, por isso, gerando revoltas.
  2. B) A construção de Belo Horizonte, pelos republicanos mineiros, representou um projeto autoritário de deslocamento da população pobre para a zona suburbana. Ao mesmo tempo, simbolizou a intenção das elites burguesas, ao fazer da cidade uma pretensa candidata à condição de nova capital federal.
  3. C) Em São Paulo, o acelerado crescimento econômico contribuiu, de forma decisiva, para o surgimento de uma nova paisagem urbana. A construção de grandes avenidas resultou na destruição de todos os casebres de madeira e na vacinação obrigatória contra a varíola, gerando contestações da população.
  4. D) No Rio de Janeiro, a Revolta da Vacina (1904) representou a contestação popular às medidas autoritárias da prefeitura. Resultado da incompreensão de parte a parte, tal Revolta não deixou de simbolizar o entendimento, por parte das camadas atingidas, sobre os limites das ações das autoridades públicas.
  5. E) A construção de Brasília representava o desenvolvimento econômico e social do interior do país. Ao mesmo tempo, permitia às autoridades públicas inserir a nova capital entre as cidades mais modernas e planejadas do mundo, acentuando o caráter modernizador e positivista da República recém instaurada.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

modernização urbana e reações sociais

💡 Dica de resolução

Analise o contexto histórico e as consequências sociais do projeto de modernização urbana.

✅ Resposta correta: D

CORRETA. A Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro, foi uma reação popular às medidas autoritárias de reforma urbana e vacinação obrigatória, simbolizando o descontentamento das camadas populares com as ações das autoridades.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Manaus realmente passou por reformas durante o Ciclo da Borracha, mas não foi liderada por Pereira Passos, que atuou no Rio de Janeiro. Além disso, a alternativa mistura informações de diferentes contextos históricos.
❌ B) Belo Horizonte foi planejada como nova capital de Minas Gerais, não como candidata à capital federal, e o deslocamento da população pobre ocorreu, mas o foco da alternativa está equivocado quanto à intenção das elites.
❌ C) Em São Paulo houve crescimento urbano, mas a vacinação obrigatória contra a varíola e a destruição de casebres estão associadas ao Rio de Janeiro, não a São Paulo.
❌ E) A construção de Brasília ocorreu apenas em meados do século XX, não no início da República, e não se relaciona ao contexto das reformas urbanas do período abordado na questão.
📚 Reveja antes de resolver

estude os impactos sociais das reformas urbanas no Brasil no início do século XX

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: longo
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Representativa
Questão 4 MACKENZIE 2016BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Análise⏱ medio

“A marcha que parou São Paulo era a comprovação de que se consolidara uma frente de oposição ao governo, com capacidade de mobilização e composição social heterogênea. Na origem dessa frente, em primeiro lugar estava a compartilhada aversão de setores da sociedade ao protagonismo crescente dos trabalhadores urbanos e rurais. Em segundo, o dinheiro curto e o futuro incerto acenderam o ativismo das classes médias urbanas, cientes de que um processo radical de distribuição de renda e de poder por certo afetaria suas tradicionais posições naquela sociedade brutalmente desigual. E tudo isso junto ajuda a entender a intensidade e a extensão do movimento. Entre 19 de março e 8 de junho de 1964, uma multidão marchou com Deus contra João Goulart –, ou após 31 de março, para comemorar a vitória do golpe que depôs seu governo – em pelo menos cinquenta cidades do país, incluindo capitais e cidades de pequeno ou médio porte”. Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling. Brasil: Uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p.445 Em 19 de março de 1964, a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade” reuniu cerca de 500 mil pessoas em São Paulo. De tendências políticas diversas, as pessoas que ali se reuniram tinham em comum a oposição ao governo, as críticas à suposta ligação do presidente com o comunismo e associavam o agravamento da crise econômica à incapacidade administrativa de João Goulart. A respeito da realização e das consequências de tal movimento, assinale a alternativa INCORRETA. (Mackenzie 2016)

  1. A) Possuía ao menos dois objetivos claros: servir como resposta ao lançamento, por João Goulart, das Reformas de Base e lançar um apelo da sociedade à intervenção das Forças Armadas nos rumos políticos do país.
  2. B) Contribuiu decisivamente para os acontecimentos que culminaram no Golpe Militar, pois demonstrou a união, a força e a disposição dos setores conservadores opostos ao governo em romper com a legalidade constitucional do país.
  3. C) Contou com a participação de setores expressivos da sociedade brasileira, sendo a maioria formada por trabalhadores urbanos e rurais, insatisfeitos com a perda do poder aquisitivo e o aumento generalizado da inflação.
  4. D) Representou o anseio, de setores da sociedade brasileira, pelo fim do governo João Goulart e pelo fim da influência comunista representada por Brizola, mesmo que, para isso, fosse preciso apelar para a intervenção dos militares.
  5. E) Foi organizada pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, um dos principais órgãos opositores ao governo de João Goulart –, a partir de associações das senhoras católicas ligadas à Igreja Católica conservadora – destacadamente a União Cívica Feminina.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

Marcha da Família 1964

💡 Dica de resolução

Leia atentamente o texto para identificar a alternativa incorreta sobre o movimento.

✅ Resposta correta: C

CORRETA. Esta é a alternativa INCORRETA, pois a maioria dos participantes não era formada por trabalhadores urbanos e rurais, mas sim por setores médios e conservadores da sociedade.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) CORRETA. A alternativa descreve adequadamente os objetivos da marcha, que incluíam oposição às Reformas de Base e apelo à intervenção militar.
❌ B) CORRETA. A marcha foi fundamental para demonstrar a força dos setores conservadores e legitimar o golpe militar.
❌ D) CORRETA. A alternativa expressa corretamente o desejo de parte da sociedade pelo fim do governo Goulart e a disposição de recorrer à intervenção militar.
❌ E) CORRETA. A alternativa está correta ao afirmar que a marcha foi organizada por entidades conservadoras, como o IPES e associações católicas.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o contexto histórico da Marcha da Família e o governo de João Goulart.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_texto
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 5 MACKENZIE 2016BNCC EM13CHS102Difícil🧠 Compreender⏱ medio

“O Egito (...) faz limite não apenas com um mar, mas com dois, o Mediterrâneo e o Vermelho. A distância entre eles é de cerca de 160 quilômetros. Por isso, desde tempos imemoriais, o país tem sido um elo entre a Europa e o Oriente”. H. L. Wesseling. Dividir para Dominar: A partilha da África (1880-1914). Rio de Janeiro: Editora UFRJ/Editora Revan, 1998, p.46. No contexto imperialista britânico, no século XIX, o domínio sobre o Egito representava, dentre outros, (Mackenzie 2016)

  1. A) a conquista de um vasto território, com terras na África e na Ásia, criando a possibilidade de interligar o Mediterrâneo ao mar Vermelho e, assim, às fontes de recursos do Oriente Médio.
  2. B) o controle sobre as fontes de ouro e de diamante, tornando-se, em pouco tempo, a principal colônia britânica e a maior economia dentre as regiões sob controle europeu.
  3. C) a utilização da mão de obra da população rural para o trabalho na agricultura, em função da existência do rio Nilo, o que tornaria o trigo cultivado ali em principal fonte de renda do império britânico.
  4. D) o domínio sobre o deserto do Saara, importante elo de conexão entre o Norte e o Sul do continente, com as importantes rotas comerciais que ligavam o Nilo ao interior do continente africano.
  5. E) a conquista de um território estratégico para o controle das rotas comerciais entre a Europa e a Ásia, especialmente após a construção do canal de Suez.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

domínio imperialista britânico Egito

💡 Dica de resolução

Analise o texto e relacione o domínio do Egito com o contexto imperialista britânico.

✅ Resposta correta: A

CORRETA. A alternativa destaca a importância estratégica do Egito ao possibilitar a ligação entre o Mediterrâneo e o mar Vermelho, facilitando o acesso britânico às rotas comerciais do Oriente Médio e da Ásia, especialmente após a construção do canal de Suez.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada, pois o Egito não era relevante para o imperialismo britânico por suas fontes de ouro e diamante, nem se tornou a principal colônia ou economia do império.
❌ C) Errada, pois a principal motivação britânica não era a agricultura egípcia ou o trigo, mas sim o controle estratégico das rotas comerciais.
❌ D) Errada, pois o domínio do deserto do Saara e rotas internas africanas não era o foco do interesse britânico no Egito.
❌ E) Errada, pois apesar de mencionar o controle das rotas comerciais e o canal de Suez, não aborda a interligação entre Mediterrâneo e mar Vermelho, como explicitado no contexto e na alternativa correta.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o imperialismo britânico e a importância estratégica do Egito no século XIX.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 6 MACKENZIE 2016BNCC EM13CHS102Difícil🧠 Compreender⏱ medio

Ao analisar a estrutura do trabalho, durante a Alta Idade Média, Leo Huberman afirmou: “O camponês era, então, um escravo? Na verdade, chamava-se de ‘servos’ a maioria dos arrendatários, da palavra latina servus, que significa ‘escravo’. Mas eles não eram escravos, no sentido que atribuímos à palavra, quando a empregamos”. Leo Huberman. História da riqueza do homem. 21ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1986, p.06 Considerando os trabalhadores durante o período considerado, a distinção principal, notada pelo autor, decorre (Mackenzie 2016)

  1. A) da obtenção de proteção, oferecida pelo senhor aos seus servos que, em troca, prestavam o juramento de fidelidade ao dono da terra, dentro das relações de suserania e vassalagem.
  2. B) das especificidades do trabalho naquele período, em que os servos deviam obrigações ao senhor da propriedade, não podendo ser vendidos ou trocados, já que estavam vinculados à terra.
  3. C) das formas diferentes de se lidar com a mão de obra, já que, na Idade Média, o servo podia ser vendido ou trocado a qualquer momento, condição inexistente com os escravos.
  4. D) da concepção diferenciada sobre o tratamento dado aos trabalhadores, mais amena em relação aos servos, e de extrema crueldade em relação aos escravos e suas respectivas famílias.
  5. E) dos diferentes vínculos estabelecidos entre o trabalhador e o senhor da terra: o escravo estava preso ao seu proprietário, já os servos eram homens livres, que podiam escolher a proteção de um senhor menos cruel.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

distinção servos e escravos

💡 Dica de resolução

Analise o texto para compreender a distinção entre servos e escravos na Alta Idade Média.

✅ Resposta correta: B

CORRETA. Destaca que o servo estava preso à terra e devia obrigações ao senhor, mas não podia ser vendido como um escravo, refletindo a principal distinção apontada pelo autor.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) A alternativa confunde a relação de servidão com a de suserania e vassalagem, que era uma relação entre nobres, não entre senhores e servos.
❌ C) Incorreta, pois inverte as condições: o servo não podia ser vendido ou trocado, ao contrário do escravo.
❌ D) A alternativa exagera a diferença no tratamento e não aborda o aspecto jurídico e econômico central da distinção entre servo e escravo.
❌ E) Equivocada, pois os servos não eram homens livres e não podiam escolher livremente seu senhor; estavam vinculados à terra.
📚 Reveja antes de resolver

Estude as diferenças sociais e econômicas na Alta Idade Média

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS102Identificar, analisar e discutir as circunstâncias históricas, geográficas, políticas, econômicas, sociais, ambientais e culturais de matrizes conceituais (etnocentrismo, racismo, evolução, modernidade, cooperativismo/desenvolvimento etc.), avaliando criticamente seu significado histórico e comparando-as a narrativas que contemplem outros agentes e discursos.
EM13CHS104Analisar objetos e vestígios da cultura material e imaterial de modo a identificar conhecimentos, valores, crenças e práticas que caracterizam a identidade e a diversidade cultural de diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço.

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