Sobre estas questões de História do MACKENZIE 2011
Esta página reúne 15 questões de História do MACKENZIE 2011 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.
O que estas questões cobram: guerra colonial e independência; análise histórica do Brasil; independência do Brasil contexto histórico; política financeira e independência econômica.
Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.
0F · 0M · 10D
Distribuição (amostra)
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Compreender, Análise, Avaliar, Lembrar
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Interpretativo, Analítico-dedutivo
Como usar: professores podem aplicar estas questões do MACKENZIE 2011 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.
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Questão 1 MACKENZIE 2011BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Compreender⏱ medio
Nosso povo sacudiu as cadeias que pesavam sobre ele há quase cem anos, para fazer do nosso Vietnã um país livre.
Pronunciamento realizado na proclamação da independência do Vietnã, em 1945, por líderes vietnamitas
Após a longa e exaustiva guerra colonial que se travou no Sudoeste Asiático e que ocasionou, em 1954, a derrota francesa, em Dien Bien-Phu, a principal consequência foi (Mackenzie 2011)
- A) uma maior trégua verificada durante esse conflito, contando com o recuo das tropas vietnamitas para a China e dos regimentos franceses para o sul do país.
- B) a intervenção, primeiramente de forças chinesas, seguida pelo envio de tropas norte-americanas que acabam por se envolver no conflito vietnamita.
- C) a proclamação de um governo com bases democráticas que passou a se chamar de Vietnã do Sul, contando com o apoio político dos EUA.
- D) o reconhecimento da independência dos territórios da Cochinchina e do Laos, que passaram a constituir o atual Vietnã.
- E) a independência do Camboja, do Laos e do Vietnã, sendo, este último, temporariamente dividido em Vietnã do Norte e Vietnã do Sul.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
guerra colonial e independência
💡 Dica de resolução
Analise o contexto histórico da guerra colonial e suas consequências.
✅ Resposta correta: E
CORRETA. Após a derrota francesa em Dien Bien-Phu, os acordos de Genebra reconheceram a independência do Camboja, do Laos e do Vietnã, que foi temporariamente dividido em Vietnã do Norte e Vietnã do Sul.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Está errada porque não houve uma trégua significativa nem recuo das tropas vietnamitas para a China; ao contrário, a vitória vietnamita consolidou a independência.
❌ B) Errada, pois a intervenção norte-americana ocorreu posteriormente, durante a Guerra do Vietnã, e não imediatamente após a derrota francesa em 1954.
❌ C) Errada, pois o governo democrático apoiado pelos EUA foi instaurado apenas no Vietnã do Sul, após a divisão, e não como consequência imediata da derrota francesa.
❌ D) Errada, pois a Cochinchina era uma região do Vietnã e não um território independente; além disso, a independência envolveu também o Camboja.
📚 Reveja antes de resolver
Estude a guerra colonial francesa no Vietnã e a independência vietnamita.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 2 MACKENZIE 2011BNCC EM13CHS102Difícil🧠 Análise⏱ medio
Fatos e acontecimentos históricos podem ser analisados de muitas maneiras. Refletir, por exemplo, a respeito da formação da nação brasileira entre as décadas de 1830 e 1870, é tentar compreender seus aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais. Nesse sentido, a visão conservadora a respeito da História do Brasil considera esse período sob a ótica da “turbulência” – ou “desordem” – e da “calmaria” – ou “ordem”. Mesmo contestada por novos estudos, essa dicotomia tradicional, no período citado, pode ser encontrada analisando-se, respectivamente, (Mackenzie 2011)
- A) o Período Regencial e o Período Pré-colonial.
- B) o Período Regencial e o Segundo Reinado.
- C) o Segundo Reinado e o Primeiro Reinado.
- D) o Primeiro Reinado e o Período Regencial.
- E) o Período Pré-colonial e o Segundo Reinado.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
análise histórica do Brasil
💡 Dica de resolução
Analise as diferentes perspectivas históricas sobre o período indicado.
✅ Resposta correta: B
CORRETA. O Período Regencial (1831-1840) foi marcado por instabilidade política e revoltas (turbulência/desordem), enquanto o Segundo Reinado (1840-1889) é tradicionalmente visto como fase de estabilidade (calmaria/ordem).
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) O Período Pré-colonial não pertence ao século XIX e não se relaciona com a formação da nação brasileira entre 1830 e 1870.
❌ C) O Segundo Reinado não foi marcado por turbulência, e o Primeiro Reinado antecede o período analisado e não representa calmaria na visão tradicional.
❌ D) O Primeiro Reinado não é considerado o período de maior turbulência, e o Período Regencial não representa calmaria na visão tradicional.
❌ E) O Período Pré-colonial não pertence ao contexto do século XIX e não se relaciona com a formação da nação brasileira nesse período.
📚 Reveja antes de resolver
estude as interpretações históricas conservadoras e críticas do século XIX
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Analítico-dedutivo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 3 MACKENZIE 2011BNCC EM13CHS102Difícil🧠 Análise⏱ medio
No ano de sua independência, o Brasil tinha [...] tudo para dar errado. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre e carente [...]. O medo de uma rebelião dos cativos assombrava a minoria branca. O analfabetismo era geral. [...]. Os ricos eram poucos e, com raras exceções, ignorantes. O isolamento e as rivalidades entre as províncias prenunciavam uma guerra civil [...].
Laurentino Gomes, 1822
É correto afirmar que a independência do Brasil só não confirmou os temores apresentados no trecho, (Mackenzie 2011)
- A) porque ao defender a revolução popular de inspiração camponesa, inspirou legisladores como José Bonifácio e Joaquim Nabuco a defenderem a emancipação completa em relação a Portugal.
- B) porque o povo conseguiu entender os anseios de D. Pedro e da elite brasileira, ao pegar em armas e defender até a morte uma independência que parecia condenada em sua própria estrutura.
- C) porque foi realizada à revelia da população pobre – destacadamente de origem africana e indígena – uma vez que suas simpatias pela Revolução Americana ameaçavam os poderes da elite branca.
- D) porque parcelas significativas da elite brasileira se aglutinaram em torno de D. Pedro, a fim de manter as antigas bases de um Brasil colonial na estrutura do novo país que nascia em 1822.
- E) porque foi inspirada pela Revolução Francesa e pelas ideias iluministas, no contexto da crise do Antigo Sistema Colonial, sendo liderada pela elite burguesa contra a tirania representada por D. Pedro.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
independência do Brasil contexto histórico
💡 Dica de resolução
Analise o texto e relacione com o contexto histórico da independência do Brasil.
✅ Resposta correta: D
CORRETA. A independência do Brasil foi conduzida por setores da elite que se uniram em torno de D. Pedro para preservar as estruturas coloniais e evitar mudanças profundas na ordem social.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) José Bonifácio e Joaquim Nabuco não defenderam uma revolução popular nem a emancipação completa nesse contexto; a independência foi conservadora e não revolucionária.
❌ B) A população pobre não foi protagonista do processo, que foi conduzido pelas elites; não houve mobilização popular armada em massa.
❌ C) A independência não foi feita à revelia da população por medo de simpatias pela Revolução Americana, mas sim para manter privilégios das elites.
❌ E) A independência brasileira não foi inspirada pela Revolução Francesa nem liderada por uma elite burguesa contra D. Pedro; foi um movimento conservador, com D. Pedro à frente.
📚 Reveja antes de resolver
Estude o contexto social e político da independência do Brasil.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico · Representativa
Questão 4 MACKENZIE 2011BNCC EM13CHS104Difícil🧠 Análise⏱ medio
Rui Barbosa, quando assumiu a função de ministro da Fazenda durante o governo provisório do Marechal Deodoro da Fonseca (1889-1891), pretendeu garantir a independência econômica do Brasil frente ao capitalismo europeu. Para ele, a República somente se consolidaria ... sobre alicerces seguros quando suas funções se firmarem na democracia do trabalho industrial. Sua política financeira, contudo, não foi bem sucedida, como mostra a charge dada, devido à (Mackenzie 2011)
- A) emissão de papel-moeda em larga escala para incentivar o crédito para investidores do setor industrial, o que gerou uma política inflacionária, visto que o aumento do meio circulante não foi acompanhado pela elevação da produção interna.
- B) restrição de crédito para financiamento de novas empresas, além de cortes no gasto público e aumento dos impostos, o que gerou diversas manifestações, principalmente no meio do operariado nacional, prejudicado pelo aumento no custo de vida.
- C) adoção de tarifas alfandegárias protecionistas e estímulo às indústrias nacionais visando a aumentar a produção nacional, porém congelou os salários dos trabalhadores e aumentou os gastos na construção de obras públicas.
- D) realização de uma política financeira anti-inflacionária que buscou equilibrar nossa economia frente aos prejuízos herdados do período monárquico, graças aos vultosos empréstimos externos, realizados para sanar o déficit orçamentário.
- E) especulação financeira graças à facilidade de créditos concedidos pelo governo, que ao invés de contribuir para a instalação de novas indústrias no país, foram utilizados para saldar as dívidas dos cafeicultores perante os banqueiros estrangeiros.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
política financeira e independência econômica
💡 Dica de resolução
Analise a charge para compreender a crítica à política financeira de Rui Barbosa.
✅ Resposta correta: A
CORRETA. A política de Rui Barbosa ficou conhecida como Encilhamento, marcada pela emissão excessiva de papel-moeda para incentivar o crédito, o que gerou inflação devido ao descompasso entre o aumento do dinheiro em circulação e a produção interna.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada. Não houve restrição de crédito nem política de austeridade nesse período; ao contrário, houve expansão do crédito e aumento do meio circulante.
❌ C) Errada. Apesar de haver algum protecionismo, o problema central foi a emissão de moeda e não o congelamento de salários ou aumento de gastos públicos em obras.
❌ D) Errada. A política não foi anti-inflacionária, mas sim expansionista, causando inflação e não equilíbrio econômico.
❌ E) Errada. Apesar de mencionar a especulação financeira, a alternativa não destaca o impacto inflacionário da emissão de papel-moeda, que foi o principal problema.
📚 Reveja antes de resolver
Estude o contexto histórico da República Velha e a política econômica de Rui Barbosa.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Analítico-dedutivo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: depende_imagem
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 5 MACKENZIE 2011BNCC EM13CHS102Difícil🧠 Análise⏱ medio
Quando se percorre a história das repúblicas, vê-se que todas elas foram ingratas com seus concidadãos: mas há menos exemplos disto em Roma do que em Atenas, ou em qualquer outra cidade de governo popular. Se se quiser conhecer a razão, creio que ela está em que os romanos tinham menos motivos do que os atenienses para temer a ambição dos concidadãos.
Nicolau Maquiavel, Comentários sobre a Primeira Década de Tito Lívio
Podemos considerar as conclusões de Maquiavel verdadeiras se levarmos em conta que, (Mackenzie 2011)
- A) em Roma, passou-se por um grande período de estabilidade, sem lutas pelo poder entre os cidadãos, que foi do fim da Monarquia à ascensão de Mário e Sila, na República; já em Atenas, a desconfiança em relação aos cidadãos remontava à época da tirania, e, ao eliminarem-na, os atenienses criaram a instituição do ostracismo, para punir os cidadãos que ameaçassem a nascente democracia.
- B) em Roma, o período de instabilidade remontava à época da Monarquia, quando os reis usurparam as liberdades individuais em prol da coletividade, em uma clara divisão entre patrícios e plebeus; já em Atenas, a luta pelo poder entre cidadãos remontava à época da República, uma vez que os tiranos exerciam o poder em nome dos aristocratas, mas atraíam o apoio das massas com medidas populares.
- C) em Roma, não houve disputas pelo poder, uma vez que a República permitia livre acesso à política, por meio das magistraturas e das Assembleias, permitindo a participação política no conjunto da sociedade; já em Atenas, a democracia era restrita a quem fosse considerado cidadão e, por isso, gerava constantes conflitos entre a ampla camada de não-cidadãos e a elite aristocrática.
- D) em Roma, apesar de ampliar a prática da cidadania, esta era controlada pela elite patrícia e alijava do poder a camada de plebeus, a maioria na cidade; já em Atenas, apesar de excluir mulheres, crianças, escravos e estrangeiros, a democracia era exercida por todos aqueles considerados cidadãos, sem distinção censitária e com amplos poderes de decisão perante as instituições políticas da cidade.
- E) em Roma, não havia motivo algum para temer as lutas pelo poder, pois as instituições republicanas só foram consolidadas no final da República, época em que a cidade já era invadida pelos povos denominados bárbaros; em Atenas, as lutas entre os cidadãos remontavam à época da tirania, exercida por Clístenes que, ao cercear as liberdades individuais, sofreu forte oposição dos eupátridas.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
Análise crítica da história romana e ateniense
💡 Dica de resolução
Analise o texto e relacione as ideias de Maquiavel com o contexto histórico romano e ateniense.
✅ Resposta correta: A
CORRETA. A alternativa relaciona corretamente a menor frequência de punições a cidadãos em Roma à menor desconfiança em relação à ambição dos concidadãos, destacando o ostracismo ateniense como mecanismo de defesa da democracia nascente.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) A alternativa confunde períodos históricos e atribui à Monarquia Romana e à República Ateniense características que não correspondem à análise de Maquiavel nem à realidade histórica.
❌ C) A alternativa erra ao afirmar que não houve disputas pelo poder em Roma e ao sugerir participação política ampla, ignorando as restrições sociais e conflitos internos.
❌ D) Apesar de descrever corretamente a exclusão de grupos em Atenas, a alternativa erra ao sugerir que não havia distinção censitária e ao não abordar adequadamente o controle patrício em Roma.
❌ E) A alternativa apresenta anacronismos e erros factuais, como a consolidação tardia das instituições republicanas em Roma e a atribuição da tirania a Clístenes, que foi, na verdade, um reformador democrático.
📚 Reveja antes de resolver
Estude as características políticas e sociais das repúblicas romana e ateniense.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Interpretativo
Taxonomia Bloom: Análise
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Questão 6 MACKENZIE 2011BNCC EM13CHS102Difícil🧠 Compreender⏱ medio
Na França de Luís XIV, o Estado dinástico atingiu maturidade e começou a evidenciar algumas de suas características clássicas: burocracia centralizada; proteção real para impor fidelidade; sistema de tributação universal, mas aplicado de maneira injusta; supressão da oposição política pelo uso do protecionismo ou, se necessário, da força e cultivo das artes e ciências como meio de aumentar o poderio e prestígios nacionais. Essas políticas permitiram à monarquia francesa alcançar estabilidade política, implantar um sistema uniforme de leis e canalizar a riqueza e os recursos nacionais a serviço do Estado como um todo.
M. Perry, Civilização Ocidental
O texto apresenta características importantes a respeito do Antigo Regime (XV-XVIII). Dessa forma, é correto afirmar que tal período foi marcado pela tríade (Mackenzie 2011)
- A) Iluminismo-mercantilismo-sociedade estamental.
- B) Absolutismo-liberalismo-sociedade estamental.
- C) Absolutismo-mercantilismo-sociedade estamental.
- D) Iluminismo-mercantilismo-sociedade sectária.
- E) Absolutismo-capitalismo monopolista-sociedade estamental.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
Antigo Regime e suas características
💡 Dica de resolução
Analise as características do Antigo Regime descritas no texto para identificar a tríade correta.
✅ Resposta correta: C
CORRETA. O Antigo Regime é caracterizado pelo absolutismo (poder centralizado do rei), mercantilismo (política econômica intervencionista) e sociedade estamental (divisão social rígida em estamentos).
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) O Iluminismo é um movimento intelectual que critica o Antigo Regime, não uma de suas características.
❌ B) O liberalismo é uma doutrina política e econômica que surge em oposição ao absolutismo e ao mercantilismo.
❌ D) Sociedade sectária não corresponde à estrutura social do Antigo Regime, e o Iluminismo não é característica desse período.
❌ E) O capitalismo monopolista é uma fase posterior do capitalismo, não presente no Antigo Regime.
📚 Reveja antes de resolver
Estude as características políticas, sociais e econômicas do Antigo Regime.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Analítico-dedutivo
Taxonomia Bloom: Compreender
Dificuldade: Difícil
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS102Identificar, analisar e discutir as circunstâncias históricas, geográficas, políticas, econômicas, sociais, ambientais e culturais de matrizes conceituais (etnocentrismo, racismo, evolução, modernidade, cooperativismo/desenvolvimento etc.), avaliando criticamente seu significado histórico e comparando-as a narrativas que contemplem outros agentes e discursos.
EM13CHS104Analisar objetos e vestígios da cultura material e imaterial de modo a identificar conhecimentos, valores, crenças e práticas que caracterizam a identidade e a diversidade cultural de diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço.
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Perguntas frequentes
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