Sobre estas questões de História do UNESP 2011
Esta página reúne 14 questões de História do UNESP 2011 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.
O que estas questões cobram: retórica e verdade em discursos; argumento dos mestres sofistas; festas medievais pagãs e cristãs; resistência negra escravidão colonial.
Objetivos pedagógicos principais: diagnostico · avaliacao.
1F · 9M · 0D
Distribuição (amostra)
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Lembrar, Analisar, Aplicar
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Crítico, Dedutivo
Como usar: professores podem aplicar estas questões do UNESP 2011 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.
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Questão 1 UNESP 2011BNCC EM13CHS101Média🧠 Lembrar⏱ medio
Neste fragmento de um diálogo de Platão, as personagens Sócrates e Fedro discutem a respeito da relação entre a arte retórica, isto é, a arte de produzir discursos, e a expressão da verdade por meio de tais discursos. Trata-se de um tema ainda atual. Aponte a única alternativa que expressa um conteúdo não abordado pelas duas personagens no fragmento. UNESP - 2011
- A) A produção de bons discursos.
- B) A natureza da Filosofia.
- C) O poder persuasivo da oratória.
- D) A retórica como arte de criar discursos.
- E) A retórica como arte de criar discursos.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
retórica e verdade em discursos
💡 Dica de resolução
Leia atentamente o fragmento e identifique o conteúdo não abordado.
✅ Resposta correta: C
Certa porque o poder persuasivo da oratória não é diretamente discutido no fragmento citado. O foco está na relação entre retórica e verdade, e não na capacidade de convencer, independentemente da verdade.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque a produção de bons discursos é, sim, tratada no diálogo, já que Sócrates e Fedro debatem sobre a qualidade, estrutura e finalidade dos discursos, especialmente quanto à busca da verdade.
❌ B) Errada porque a natureza da Filosofia, especialmente em sua relação com a busca da verdade e a distinção frente à retórica, é central no trecho analisado.
❌ D) Errada porque os personagens discutem explicitamente a retórica como arte de criar discursos, inclusive questionando quando a produção desses discursos se aproxima da verdade ou se afasta dela.
❌ E) Errada porque repete a alternativa D, abordando novamente a noção da retórica como arte discursiva, questão debatida no diálogo.
📚 Reveja antes de resolver
estude os conceitos básicos de retórica e filosofia platônica
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Interdisciplinar
Questão 2 UNESP 2011BNCC EM13CHS101Média🧠 Analisar⏱ medio
Após uma leitura atenta do fragmento do diálogo Fedro, pode-se perceber que Sócrates combate, fundamentalmente, o argumento dos mestres sofistas, segundo o qual, para fazer bons discursos, é preciso UNESP - 2011
- A) evitar a arte retórica.
- B) conhecer bem o assunto.
- C) discernir a verdade do assunto.
- D) ser capaz de criar aparência de verdade.
- E) unir a arte retórica à expressão da verdade.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
argumento dos mestres sofistas
💡 Dica de resolução
Analise o argumento central do diálogo para identificar a crítica de Sócrates.
✅ Resposta correta: D
Correta porque os sofistas eram conhecidos por ensinar como criar discursos que apenas aparentam ser verdadeiros, utilizando argumentos persuasivos ainda que não fundamentados na verdade. Sócrates critica exatamente isso: o uso da retórica para criar aparência de verdade, em vez de buscar a verdade real.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque os sofistas valorizavam a arte retórica, não a evitavam. Eram conhecidos justamente por ensinar técnicas de argumentação e persuasão, normalmente sem compromisso com a verdade, mas sim com a eficácia do discurso.
❌ B) Errada porque os sofistas defendiam que a habilidade retórica é mais importante do que o conhecimento profundo sobre o tema. Para eles, é possível convencer independentemente de conhecer o assunto com profundidade.
❌ C) Errada pois os sofistas não priorizavam discernir a verdade nos discursos. Seu foco estava em convencer a audiência, não em buscar ou distinguir a verdade.
❌ E) Errada porque os sofistas não se propunham a unir retórica e verdade; seu objetivo era convencer, ainda que usando argumentos falsos ou enganosos. A união da retórica com a verdade é uma proposta socrática, não sofística.
📚 Reveja antes de resolver
estude o papel da retórica e a crítica socrática aos sofistas
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 3 UNESP 2011BNCC EM13CHS102Média🧠 Analisar⏱ medio
[Na Idade Média] Homens e mulheres gostavam muito de festas. Isso vinha, geralmente, tanto das velhas tradições pagãs (...), quanto da liturgia cristã. (Jacques Le Goff. A Idade Média explicada aos meus filhos, 2007.) Sobre essas festas medievais, podemos dizer que UNESP - 2011
- A) muitos relatos do cotidiano medieval indicam que havia um confronto entre as festas de origem pagã e as criadas pelo cristianismo.
- B) os torneios eram as principais festas e rompiam as distinções sociais entre senhores e servos que, montados em cavalos, se divertiam juntos.
- C) a Igreja Católica apoiava todo tipo de comemoração popular, mesmo quando se tratava do culto a alguma divindade pagã.
- D) as festas rurais representavam sempre as relações sociais presentes no campo, com a encenação do ritual de sagração de cavaleiros.
- E) religiosos e nobres preferiam as festas privadas e pagãs, recusando-se a participar dos grandes eventos públicos cristãos.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
festas medievais pagãs e cristãs
💡 Dica de resolução
Analise as diferenças entre festas pagãs e cristãs na Idade Média.
✅ Resposta correta: A
Correta porque, durante a Idade Média, festas e tradições pagãs continuaram populares mesmo após a expansão do cristianismo, o que gerava conflitos culturais e religiosos. A Igreja tentava substituir ou cristianizar costumes pagãos, mas esses eventos persistiam entre a população, revelando o confronto entre ambas as origens festivas.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Errada porque os torneios eram festas restritas à nobreza cavaleiresca e não incluíam os servos. Havia uma clara separação entre classes, e os servos não participavam dos mesmos torneios ou festas que os senhores.
❌ C) Errada porque a Igreja Católica condenava cultos e festividades pagãs, muitas vezes tentando eliminá-las ou adaptá-las ao calendário cristão para evitar a continuidade desses cultos.
❌ D) Errada porque as festas rurais nem sempre envolviam rituais de sagração de cavaleiros, que eram específicos da nobreza. As festas do campo eram relacionadas às colheitas, ciclos agrícolas ou crenças populares.
❌ E) Errada pois, na realidade, nobres e religiosos eram protagonistas de muitos eventos públicos cristãos e não rejeitavam festividades apoiadas ou promovidas pela Igreja. Privilegiavam festas cristãs oficiais, não exclusivamente festas privadas e pagãs.
📚 Reveja antes de resolver
Estude as características das festas pagãs e cristãs na Idade Média.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 4 UNESP 2011BNCC EM13CHS601Média🧠 Lembrar⏱ medio
Entre as formas de resistência negra à escravidão, durante o período colonial brasileiro, podemos citar UNESP - 2011
- A) a organização de quilombos, nos quais, sob supervisão de autoridades brancas, os negros podiam viver livremente.
- B) as sabotagens realizadas nas plantações de café, com a introdução de pragas oriundas da África.
- C) a preservação de crenças e rituais religiosos de origem africana, que eram condenados pela Igreja Católica.
- D) as revoltas e fugas em massa dos engenhos, seguidas de embarques clandestinos em navios que rumavam para a África.
- E) a adoção da fé católica pelos negros, que lhes proporcionava imediata alforria concedida pela Igreja.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
resistência negra escravidão colonial
💡 Dica de resolução
Identifique formas históricas de resistência negra no Brasil colonial.
✅ Resposta correta: C
Correta porque a preservação de crenças e rituais religiosos africanos foi uma forma de resistência cultural negra, mesmo sob repressão da Igreja Católica, que condenava tais práticas. Essa resistência ajudou a manter a identidade e coesão de grupos africanos escravizados.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque quilombos eram comunidades autônomas de negros fugitivos, sem supervisão de autoridades brancas. Eles eram fundados justamente para escapar do controle dos senhores brancos e viver em liberdade, resistindo à escravidão.
❌ B) Errada porque a principal cultura da época colonial era a cana-de-açúcar, não o café, e não há registros históricos de sabotagem sistemática pela introdução deliberada de pragas africanas nas plantações como forma de resistência.
❌ D) Errada porque não houve revoltas seguidas de fugas em massa organizadas com embarques clandestinos para a África. Fugir era difícil e o retorno coletivo à África não aconteceu de modo organizado no período colonial.
❌ E) Errada porque a conversão ao catolicismo não garantia alforria imediata. Muitos escravizados foram batizados, mas isso não alterava automaticamente sua situação jurídica nem resultava em liberdade concedida pela Igreja.
📚 Reveja antes de resolver
estude formas de resistência negra durante a escravidão no Brasil colonial
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: direta
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Representativa
Questão 5 UNESP 2011BNCC EM13CHS103Média🧠 Analisar⏱ medio
Artigo 5.º – O comércio de mercadorias inglesas é proibido, e qualquer mercadoria pertencente à Inglaterra, ou proveniente de suas fábricas e de suas colônias é declarada boa presa. (...) Artigo 7.º – Nenhum embarcação vinda diretamente da Inglaterra ou das colônias inglesas, ou do estado, desde a publicação do presente decreto, será recebida em porto algum. Artigo 8.º – Qualquer embarcação que, por meio de uma declaração, transgredir a disposição acima, será apresada e o navio e sua carga serão confiscados como se fossem propriedade inglesa. (Excerto do Bloqueio Continental, Napoleão Bonaparte. Citado por Kátia M. de Queirós Mattoso. Textos e documentos para o estudo da história contemporânea (1789-1963), 1977.) Esses artigos do Bloqueio Continental, decretado pelo Imperador da França em 1806, permitem notar a disposição francesa de UNESP - 2011
- A) estimular a autonomia das colônias inglesas na América, que passariam a depender mais de seu comércio interno.
- B) impedir a Inglaterra de negociar com a França uma nova legislação para o comércio na Europa e nas áreas coloniais.
- C) provocar a transferência da Corte portuguesa para o Brasil, por meio da ocupação militar da Península Ibérica.
- D) ampliar a ação de corsários ingleses no norte do Oceano Atlântico e ampliar a hegemonia francesa nos mares europeus.
- E) debilitar economicamente a Inglaterra, então em processo de industrialização, limitando seu comércio com o restante da Europa.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
Bloqueio Continental e impacto econômico
💡 Dica de resolução
Analise o impacto econômico do Bloqueio Continental sobre a Inglaterra.
✅ Resposta correta: E
Correta pois o Bloqueio Continental buscava enfraquecer economicamente a Inglaterra, dificultando a colocação de seus produtos industriais no continente europeu, em pleno processo de industrialização, através da proibição oficializada pelo decreto de Napoleão.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque o Bloqueio Continental não pretendia estimular a autonomia das colônias inglesas, nem tinha foco no fortalecimento do comércio interno dessas colônias, mas sim enfraquecer a potência industrial e comercial da própria Inglaterra continentalmente.
❌ B) Errada porque o objetivo do Bloqueio Continental não era negociar com a Inglaterra, mas sim isolar economicamente o país, proibindo seu comércio com a Europa e tentando sufocar sua economia pela força e não pelo diálogo.
❌ C) Errada pois o Bloqueio Continental não tinha como objetivo direto provocar a transferência da Corte portuguesa para o Brasil ou ocupar militarmente a Península Ibérica. Esse movimento foi consequência da recusa de Portugal em aderir ao bloqueio, não intenção inicial de Napoleão.
❌ D) Errada porque o bloqueio buscava restringir o comércio marítimo inglês, não estimular a atividade de corsários ingleses. Além disso, pretendia bloquear a Inglaterra, e não ampliar a hegemonia francesa nos mares, já que a França tinha uma marinha mais fraca.
📚 Reveja antes de resolver
Estude o contexto histórico do Bloqueio Continental e suas consequências econômicas para a Inglaterra.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: avaliacao
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 6 UNESP 2011BNCC EM13CHS205Fácil🧠 Lembrar⏱ curto
A construção de Brasília durante o governo Juscelino Kubitschek (1956-1961) teve, entre suas motivações oficiais, (A) afastar de São Paulo a sede do governo federal, impedindo que a elite cafeicultora continuasse a controlá-lo. (B) estimular a ocupação do interior do país, evitando a concentração das atividades econômicas em áreas litorâneas. (C) deslocar o funcionalismo público do Rio de Janeiro, permitindo que a cidade tivesse mais espaços para acolher os turistas. (D) tornar a nova capital um importante centro fabril, reunindo a futura indústria de base do Brasil. (E) reordenar o aparato militar brasileiro, expandindo suas áreas de atuação até as fronteiras dos países vizinhos. UNESP - 2011
- A) afastar de São Paulo a sede do governo federal, impedindo que a elite cafeicultora continuasse a controlá-lo.
- B) estimular a ocupação do interior do país, evitando a concentração das atividades econômicas em áreas litorâneas.
- C) deslocar o funcionalismo público do Rio de Janeiro, permitindo que a cidade tivesse mais espaços para acolher os turistas.
- D) tornar a nova capital um importante centro fabril, reunindo a futura indústria de base do Brasil.
- E) reordenar o aparato militar brasileiro, expandindo suas áreas de atuação até as fronteiras dos países vizinhos.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central
Motivações construção Brasília
💡 Dica de resolução
Lembre-se das motivações oficiais para a construção de Brasília no governo JK.
✅ Resposta correta: B
Correta porque a mudança da capital para o interior do Brasil buscava promover a integração nacional, estimular o desenvolvimento econômico e social de áreas afastadas do litoral e evitar a concentração das atividades econômicas nas regiões litorâneas já desenvolvidas.
Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque o principal objetivo da construção de Brasília não era afastar a sede do governo especificamente de São Paulo e nem impedir o controle da elite cafeicultora, até porque o poder econômico do café estava em declínio e o governo já estava no Rio de Janeiro, não em São Paulo.
❌ C) Errada porque o intuito não era liberar espaço no Rio de Janeiro para o turismo ao transferir o funcionalismo público, mas sim promover o desenvolvimento do interior e descentralizar o poder administrativo do país.
❌ D) Errada porque transformar Brasília em um polo fabril ou de indústria de base nunca foi um dos objetivos para a construção da nova capital. A proposta era política, administrativa e de ocupação territorial.
❌ E) Errada porque a transferência não visava expandir a atuação militar ou reordenar aparatos militares até as fronteiras, mas sim interiorizar a administração e promover integração nacional.
📚 Reveja antes de resolver
Estude o contexto histórico e as razões para a construção de Brasília.
📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Fácil
Tempo estimado: curto
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: direta
Contexto de aplicação: historico
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13CHS101Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
EM13CHS102Identificar, analisar e discutir as circunstâncias históricas, geográficas, políticas, econômicas, sociais, ambientais e culturais de matrizes conceituais (etnocentrismo, racismo, evolução, modernidade, cooperativismo/desenvolvimento etc.), avaliando criticamente seu significado histórico e comparando-as a narrativas que contemplem outros agentes e discursos.
EM13CHS103Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).
EM13CHS205Analisar a produção de diferentes territorialidades em suas dimensões culturais, econômicas, ambientais, políticas e sociais, no Brasil e no mundo contemporâneo, com destaque para as culturas juvenis.
EM13CHS601Identificar e analisar as demandas e os protagonismos políticos, sociais e culturais dos povos indígenas e das populações afrodescendentes (incluindo as quilombolas) no Brasil contemporâneo considerando a história das Américas e o contexto de exclusão e inclusão precária desses grupos na ordem social e econômica atual, promovendo ações para a redução das desigualdades étnico-raciais no país.
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Sobre estas questões
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Perguntas frequentes
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