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UNESP 2010 Língua Portuguesa23 questões

23 Questões de Língua Portuguesa do UNESP 2010

Veja 2 questões-amostra do UNESP 2010 com gabarito comentado e análise pedagógica completa. Monte um simulado com as 23 questões em segundos.

Sobre estas questões de Língua Portuguesa do UNESP 2010

Esta página reúne 23 questões de Língua Portuguesa do UNESP 2010 (prova oficial), com classificação pedagógica e alinhamento à BNCC quando aplicável. Abaixo você encontra 6 questões-amostra com a análise pedagógica completa (gabarito comentado, ficha pedagógica e resolução passo a passo) — uma prévia do que o GeraProva monta automaticamente para a prova inteira.

O que estas questões cobram: sinônimos formais e informais; uso contextual de palavras; uso de maiúscula e personificação; recurso estilístico ironia.

Objetivos pedagógicos principais: diagnostico.

23
Questões no banco
0F · 10M · 0D
Distribuição (amostra)
8
Contextualizadas
9
Interdisciplinares
🧠 Habilidades cognitivas (Bloom): Analisar, Lembrar
🎯 Tipos de raciocínio exigidos: Crítico, Dedutivo

Como usar: professores podem aplicar estas questões do UNESP 2010 diretamente em simulados e avaliações, ou gerar uma prova personalizada com o GeraProva misturando anos, matérias e dificuldade. Alunos podem usar para treino de vestibular, praticando antes de ver o gabarito comentado.

Simulado do UNESP 2010 em segundos

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Questão 1 UNESP 2010BNCC EM13LP06Média🧠 Analisar⏱ medio

Como é característico da crônica jornalística, João Ubaldo Ribeiro focaliza assuntos do cotidiano com muito bom humor, mesclando a seu discurso palavras e expressões coloquiais. Um exemplo é ansáticas, que aparece em “assertivas tão ansáticas quanto”, e outro, o substantivo freguês, empregado em “o freguês entra em pânico”. Caso o objetivo do autor nessas passagens deixasse de ser jocoso e se tornasse mais formal, as palavras adequadas para substituir, respectivamente, ansáticas e freguês seriam: UNESP - 2010

  1. A) Estúpidas, panaceia.
  2. B) Asininas, bestalhão.
  3. C) Intrigantes, sujeito.
  4. D) Estranhas, cara.
  5. E) Disparatadas, indivíduo.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

sinônimos formais e informais

💡 Dica de resolução

Analise o tom e o contexto das palavras para escolher sinônimos formais adequados.

✅ Resposta correta: E

‘Disparatadas’ é uma palavra formal e corresponde ao sentido de ‘ansáticas’ (ideias sem sentido). ‘Indivíduo’ é um termo neutro e formal, adequado como substituto de ‘freguês’ quando o objetivo é tornar o texto mais sério e impessoal.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) ‘Estúpidas’ pode até ser sinônimo de ‘disparatadas’, mas ‘panaceia’ não tem relação com ‘freguês’. Panaceia significa solução universal para todos os males, não sendo equivalente ao termo ‘freguês’, que indica uma pessoa.
❌ B) ‘Asininas’ significa ‘de asno, burro’, o que é ofensivo e não se adequa a um tom formal. ‘Bestalhão’ é termo pejorativo e coloquial, igualmente inadequado a um registro formal e não corresponde a ‘freguês’.
❌ C) ‘Intrigantes’ quer dizer algo que causa intriga, não tem relação direta com ‘ansáticas’ ou ‘disparatadas’. ‘Sujeito’ é informal e genérico, não representa um avanço em formalidade para substituir ‘freguês’.
❌ D) ‘Estranhas’ é vaga e insuficiente para substituir o sentido de ‘ansáticas/disparatadas’. ‘Cara’ é extremamente coloquial, oposto do que se pede em uma linguagem formal para substituir ‘freguês’.
📚 Reveja antes de resolver

Estude sinônimos e variações de registro formal e informal.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: alto
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: cotidiano
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 2 UNESP 2010BNCC EM13LP05Média🧠 Analisar⏱ medio

Embora o autor afirme, no fragmento citado, que os significados de razão e motivo são diferentes nas frases mencionadas, há numerosos contextos em que essas duas palavras podem ser indiferentemente utilizadas, sem alteração relevante do significado das frases. Baseado neste comentário, assinale a única alternativa em que a palavra motivo não pode substituir a palavra razão, já que nesse caso haveria uma grande mudança do sentido. UNESP - 2010

  1. A) Qual a razão de tamanha mudança?
  2. B) Ele perdeu a razão ao sentir aquele amor tão forte.
  3. C) A razão de sua renúncia foi a chegada de seu irmão.
  4. D) Ninguém descobriu a razão de sua morte.
  5. E) Que razões alegou para o pedido de divórcio?
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

uso contextual de palavras

💡 Dica de resolução

Analise o contexto de uso das palavras 'razão' e 'motivo' em cada frase.

✅ Resposta correta: B

Está certa porque, na frase 'Ele perdeu a razão ao sentir aquele amor tão forte', 'razão' significa juízo ou sanidade mental. Substituir por 'motivo' ('ele perdeu o motivo') mudaria totalmente o sentido, tornando a frase incoerente.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Está errada porque, na frase 'Qual a razão de tamanha mudança?', a palavra 'razão' pode ser substituída por 'motivo' sem alteração de sentido, já que ambas significam a causa da mudança.
❌ C) Está errada porque na frase 'A razão de sua renúncia foi a chegada de seu irmão', 'razão' e 'motivo' podem ser usados para indicar a causa da renúncia, sem alteração relevante de sentido.
❌ D) Está errada porque 'Ninguém descobriu a razão de sua morte' aceita tranquilamente 'motivo' no lugar de 'razão', pois ambos significam a causa da morte.
❌ E) Está errada porque, na frase 'Que razões alegou para o pedido de divórcio?', substituir 'razões' por 'motivos' mantém o sentido da frase, tratando-se dos argumentos apresentados para justificar o pedido.
📚 Reveja antes de resolver

Estude o significado e uso contextual de 'razão' e 'motivo'.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 3 UNESP 2010BNCC EM13LP06Média🧠 Lembrar⏱ medio

O autor escreve, no penúltimo período do segundo parágrafo, a palavra Pânico com inicial maiúscula. O emprego da inicial maiúscula, neste caso, se deve UNESP - 2010

  1. A) Ao fato de, por sinédoque, o cronista querer ressaltar a diferença entre a parte e o todo.
  2. B) À necessidade de enfatizar que há diferenças entre diversos tipos de pânico.
  3. C) Ao emprego da palavra com base no recurso da personificação ou prosopopeia.
  4. D) À necessidade de diferenciar os significados de “razão” e “motivo”.
  5. E) Para alertar sobre o grande perigo que representaria o pânico sem motivo.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

uso de maiúscula e personificação

💡 Dica de resolução

Analise o uso da maiúscula e relacione com figuras de linguagem.

✅ Resposta correta: C

Correta porque a inicial maiúscula em 'Pânico' transforma o sentimento abstrato em uma figura humana ou entidade, caracterizando o uso da personificação (ou prosopopeia), figura de linguagem que atribui qualidades humanas a seres inanimados ou conceitos abstratos.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Está errada porque sinédoque é uma figura de linguagem que representa o todo pela parte ou vice-versa. O uso da letra maiúscula aqui não serve para mostrar a relação entre parte e todo, mas sim para dar características humanas ou entidade ao 'Pânico', o que é relacionado à personificação, não à sinédoque.
❌ B) Errada porque o uso da inicial maiúscula não indica a existência de diferentes tipos de pânico. Não há essa comparação ou diferenciação de espécies de pânico no texto; a ênfase é na transformação do conceito em entidade.
❌ D) Está errada pois o uso da maiúscula não procura distinguir entre razão e motivo. A questão centra-se na personificação do sentimento, e não em diferenças semânticas entre os termos.
❌ E) Errada porque o emprego da inicial maiúscula não serve como alerta ao perigo do pânico, mas para atribuir à palavra um caráter de personagem ou entidade, por meio da personificação.
📚 Reveja antes de resolver

Estude figuras de linguagem, especialmente personificação.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Dedutivo
Taxonomia Bloom: Lembrar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico
Questão 4 UNESP 2010BNCC EM13LP06Média🧠 Analisar⏱ medio

Então, ao repetir solenemente que não há razão para pânico, os noticiários e notas de esclarecimento (e nós também) estão dizendo uma novidade semelhante a “água é um líquido” ou “a comida vai para o estômago”. Neste período, no tom bem humorado que o autor imprime à crônica, a palavra novidade assume um sentido contrário ao que apresenta normalmente. Essa alteração de sentido, em função de um contexto habilmente construído pelo cronista, caracteriza o recurso estilístico denominado: UNESP - 2010

  1. A) Ironia.
  2. B) Reticência.
  3. C) Eufemismo.
  4. D) Antítese.
  5. E) Hipérbole.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

recurso estilístico ironia

💡 Dica de resolução

Analise o contexto para identificar o recurso estilístico usado.

✅ Resposta correta: A

A alternativa correta é ironia porque o cronista afirma algo óbvio ("não há razão para pânico") como se fosse uma novidade, quando claramente não é. O humor vem do contraste entre o que se espera de uma novidade e a informação banal oferecida, caracterizando o uso da ironia: dizer uma coisa, mas querer que o leitor perceba o oposto, fazendo crítica ou brincadeira.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ B) Reticência está errada porque esse recurso estilístico é marcado pelo uso de reticências (...) para indicar continuidade, pausa ou omissão de pensamento, o que não ocorre no texto.
❌ C) Eufemismo está errada porque se refere ao uso de palavras mais suaves para amenizar uma ideia desagradável ou chocante, o que não acontece aqui. O texto não está suavizando nada, mas sim fazendo uma crítica.
❌ D) Antítese está errada porque ela consiste na aproximação de palavras ou ideias opostas, o que não se verifica no trecho citado, pois não há oposição clara de termos.
❌ E) Hipérbole está errada porque é o exagero proposital para enfatizar uma ideia. No texto, não há exagero, mas sim o oposto: a banalização de uma informação óbvia.
📚 Reveja antes de resolver

Estude figuras de linguagem, especialmente ironia e seus usos.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: consolidacao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: alto
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 5 UNESP 2010BNCC EM13LGG102Média🧠 Analisar⏱ medio

Para o narrador, não notamos os verdadeiros absurdos em assertões como as que ele comenta, porque: UNESP - 2010

  1. A) Não temos hábito de leitura e interpretação de textos.
  2. B) Não nos sentimos capazes de negar verdades evidentes.
  3. C) Quase todas as frases assertivas do idioma são “ansáticas”.
  4. D) Costumamos ouvi-las tantas vezes, que nem notamos tais absurdos.
  5. E) Essas frases aparecem em propagandas oficiais.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

interpretação de texto, absurdos, narrador

💡 Dica de resolução

Reflita sobre o motivo pelo qual o narrador não percebe os absurdos nas assertões.

✅ Resposta correta: D

Correta porque o texto destaca justamente que ouvimos essas afirmações tantas vezes que já nos acostumamos com elas e deixamos de notar o absurdo.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Está errada porque a questão não trata da falta de hábito de leitura ou de interpretação textual, e sim do motivo pelo qual frases absurdas passam despercebidas quando repetidas com frequência.
❌ B) Errada porque não se trata de alguém se sentir incapaz de negar verdades evidentes, mas sim de nem perceber o absurdo devido à repetição dessas frases.
❌ C) Incorreta pois nem todas as frases assertivas do idioma são absurdas ('ansáticas', termo usado tecnicamente por Wittgenstein), o problema não está na natureza das frases, e sim no hábito de ouvi-las muitas vezes.
❌ E) Errada pois o texto não afirma que apenas frases de propagandas oficiais passam por esse fenômeno, mas sim que o hábito de ouvir qualquer assertiva repetidas vezes nos faz não estranhar certos absurdos.
📚 Reveja antes de resolver

Estude interpretação de textos e análise crítica de argumentos.

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: abstrato
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Questão 6 UNESP 2010BNCC EM13LGG103Média🧠 Analisar⏱ medio

Ao longo do texto apresentado, percebemos que o cronista nos conduz com sutileza e humor para um sentido de emburrecer bem diferente do que parece estar sugerido na fala de sua avó. Para ele, portanto, como se observa principalmente no emprego da palavra no terceiro parágrafo, emburrecer é: UNESP - 2010

  1. A) Fazer perder progressivamente a inteligência por meio do esporte.
  2. B) Imitar a capacidade de concentração do animal para obter melhores resultados.
  3. C) Tornar-se uma pessoa muito teimosa, focada exclusivamente no esporte.
  4. D) Embotar as faculdades mentais pela prática constante do esporte.
  5. E) Esvaziar a mente de outras preocupações durante a prática do esporte.
📖 Análise pedagógica e resolução comentada
🎯 Conceito central

interpretação de sentido de palavra

💡 Dica de resolução

Analise o uso da palavra no contexto do terceiro parágrafo do texto.

✅ Resposta correta: E

Certa pois o cronista usa 'emburrecer' como sinônimo de esvaziar a mente de preocupações, obtendo leveza durante o esporte. Ele mostra que é positivo estar momentaneamente desligado do resto ao praticar esporte.

Por que as outras alternativas estão erradas:
❌ A) Errada porque o cronista não sugere que a prática esportiva tira inteligência. Ele brinca sobre esvaziar a mente das preocupações, não sobre perder inteligência ou emburrecer de fato.
❌ B) Errada porque o texto não fala sobre imitar a concentração de animal para obter resultados no esporte, mas sim da ideia de esquecer outras preocupações durante a atividade.
❌ C) Errada porque não há relação com teimosia ou foco exclusivo no esporte. O autor fala de 'emburrecer' como aliviar a mente, não sobre ficar teimoso nem obcecado.
❌ D) Errada porque 'embotar faculdades mentais' seria realmente ficar menos inteligente, o que não é a ideia defendida no texto. O autor associa 'emburrecer' a relaxar mentalmente, não a perder capacidades.
📚 Reveja antes de resolver

estudo de polissemia e contexto textual

📋 Ficha pedagógica
Objetivo: diagnostico
Raciocínio: Crítico
Taxonomia Bloom: Analisar
Dificuldade: Média
Tempo estimado: medio
Nível de leitura: medio
Estilo do enunciado: interpretativa
Contexto de aplicação: literario
Papel na prova: progressao
Peso pedagógico: medio
Poder de discriminação: medio
Autonomia do enunciado: completo
Cobertura da habilidade: unica
Indicações: Simulado · Diagnóstico · Cotidiano · Interdisciplinar
Habilidades BNCC trabalhadas nesta página
As questões desta página desenvolvem as seguintes habilidades da Base Nacional Comum Curricular:
EM13LGG102Analisar visões de mundo, conflitos de interesse, preconceitos e ideologias presentes nos discursos veiculados nas diferentes mídias, ampliando suas possibilidades de explicação, interpretação e intervenção crítica da/na realidade.
EM13LGG103Analisar o funcionamento das linguagens, para interpretar e produzir criticamente discursos em textos de diversas semioses (visuais, verbais, sonoras, gestuais).
EM13LP05Analisar, em textos argumentativos, os posicionamentos assumidos, os movimentos argumentativos (sustentação, refutação/contra-argumentação e negociação) e os argumentos utilizados para sustentá-los, para avaliar sua força e eficácia, e posicionar-se criticamente diante da questão discutida e/ou dos argumentos utilizados, recorrendo aos mecanismos linguísticos necessários.
EM13LP06Analisar efeitos de sentido decorrentes de usos expressivos da linguagem, da escolha de determinadas palavras ou expressões e da ordenação, combinação e contraposição de palavras, dentre outros, para ampliar as possibilidades de construção de sentidos e de uso crítico da língua.
EM13LP08Analisar elementos e aspectos da sintaxe do português, como a ordem dos constituintes da sentença (e os efeito que causam sua inversão), a estrutura dos sintagmas, as categorias sintáticas, os processos de coordenação e subordinação (e os efeitos de seus usos) e a sintaxe de concordância e de regência, de modo a potencializar os processos de compreensão e produção de textos e a possibilitar escolhas adequadas à situação comunicativa.

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Sobre estas questões

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Perguntas frequentes

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