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Língua EspanholaUFPRBNCC EM13LP22Difícil⏱ longo

Los textos a continuación son referencia para las cuestiones 88, 89 y 90. Texto A INSTANTES Si pudiera vivir…

Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva

Habilidade BNCC EM13LP22

Construir e/ou atualizar, de forma colaborativa, registros dinâmicos (mapas, wiki etc.) de profissões e ocupações de seu interesse (áreas de atuação, dados sobre formação, fazeres, produções, depoimentos de profissionais etc.) que possibilitem vislumbrar trajetórias pessoais e profissionais.

Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).

Questão

Los textos a continuación son referencia para las cuestiones 88, 89 y 90. Texto A INSTANTES Si pudiera vivir nuevamente mi vida, en la próxima trataría de cometer más errores. No intentaría ser tan perfecto, me relajaría más. Sería más tonto de lo que he sido, de hecho tomaría muy pocas cosas con seriedad. Sería menos higiénico. Correría más riesgos, haría más viajes, contemplaría más atardeceres, subiría más montañas, nadaría más ríos. Iría a más lugares adonde nunca he ido, comería más helados y menos habas, tendría más problemas reales y menos imaginarios. Yo fui una de esas personas que vivió sensata y prolíficamente cada minuto de su vida; claro que tuve momentos de alegría. Pero si pudiera volver atrás trataría de tener solamente buenos momentos. Por si no lo saben, de eso está hecha la vida, solo de momentos; no te pierdas el ahora. Yo era uno de esos que nunca iban a ninguna parte sin un termómetro, una bolsa de agua caliente, un paraguas y un paracaídas; si pudiera volver a vivir, viajaría más liviano. Si pudiera volver a vivir comenzaría a andar descalzo a principios de la primavera y seguiría descalzo hasta concluir el otoño. Daría más vueltas en calesita, contemplaría más amaneceres, y jugaría con más niños, si tuviera otra vez vida por delante. Pero ya ven, tengo 85 años... y sé que me estoy muriendo. Disponible en: https://www.ehu.eus/~mepvaarf/ficheros/Borges.pdf. Texto B Polémica por el poema de Borges que nunca existió La editorial Random House Mondadori informó este miércoles que el libro “Borges y México”, presentado el martes en la capital mexicana, será reeditado porque en su interior atribuye un poema al autor argentino que no fue escrito por él. En un texto firmado por la escritora Elena Poniatowska que integra el libro, se atribuye a Jorge Luis Borges el poema “Instantes”, que ha circulado de forma frecuente en sitios de internet como si fuera parte de la obra borgiana, aunque fue escrito en realidad por la estadounidense Nadine Stair. En entrevista con BBC Mundo, la escritora mexicana admitió su error al citar como propios de Borges este poema y otras obras. “Yo pensé que eran de Borges porque circulaban mucho. Es un error y fue yo tener demasiada confianza, que es un defecto que siempre he tenido”, dijo Poniatowska. La casa editorial decidió reeditar la obra después de que la viuda del autor argentino advirtiera del error. En una sesión de chat celebrada este martes con los lectores del diario mexicano El Universal, María Kodama elogió el libro pero dijo que era “un error verdaderamente imposible de imaginar” la atribución que había hecho Poniatowska. “El poema 'Instantes' de Nadine Stair en realidad es un mal ejemplo para la juventud porque la incita a vivir en lo banal. Borges nunca se arrepintió de su vida”, dijo la viuda. Disponible en: https://www.bbc.com/mundo/noticias/2012/08/120801_cultura_controversia_poema_borges_bd. Tras la lectura del poema Instantes, es correcto afirmar que el yo poético: (UFPR 2026)

  1. A) hace una reflexión en tono confesional de sus arrepentimientos.
  2. B) critica las personas que no tienen tiempo para disfrutar de la naturaleza.
  3. C) alaba las memorias de infancia y juventud que han construido su identidad.
  4. D) reclama de las dificultades que han llegado junto a la vejez.

✅ Resposta correta: alternativa A

Resolução passo a passo

  1. O poema "Instantes" é uma fala em primeira pessoa em que o yo poético imagina o que faria se pudesse viver a vida novamente. Ele diz que cometeria mais erros, seria menos perfeccionista, correria mais riscos, faria mais viagens e teria mais problemas reais e menos imaginários.
  2. Ao fazer essas afirmações, o sujeito lírico olha para o próprio passado e reconhece o que deixou de fazer ou fez de forma excessivamente cautelosa. Isso caracteriza uma reflexão de tom confessional sobre arrepentimientos, ou seja, sobre o que ele gostaria de ter feito de outra maneira.
  3. Por isso a alternativa A é a correta. Ela descreve exatamente o movimento do poema: uma autoavaliação íntima e sincera do passado, marcada pelo desejo de mudança.
  4. A alternativa B está errada, pois o poema não critica pessoas sem tempo para a natureza; ele apenas menciona atardeceres, montanhas e rios como experiências que o eu lírico gostaria de ter vivido mais.
  5. A alternativa C está errada, pois o poema não exalta memórias de infância e juventude; a referência a brincar com crianças e dar voltas na calesita aparece como desejo hipotético, não como lembrança construtora da identidade.
  6. A alternativa D está errada, pois o eu lírico não reclama das dificuldades da velhice; ele apenas informa a idade e a proximidade da morte, sem lamentar problemas trazidos pelo envelhecimento.
  7. Conclusão: o gabarito oficial A está correto, pois a leitura do poema confirma uma reflexão confessional sobre o que o eu lírico faria diferente.

💡 Dica: Analiza el poema y el texto para interpretar el yo poético.

Alternativa por alternativa

A Correta

CORRETA. O eu poético faz uma reflexão em tom confessional sobre os erros cometidos e os arrependimentos, expressando o desejo de viver de forma mais leve e menos perfeita.

B Erradaerro: Interpretação

O aluno associa a menção a atardeceres, montanhas e rios a uma crítica social contra quem não aproveita a natureza, lendo o poema como uma denúncia em vez de uma reflexão pessoal.

C Erradaerro: Interpretação

O aluno percebe as referências a brincar com crianças, à calesita e aos amaneceres e conclui que o poema exalta a infância e a juventude, sem notar que tudo isso aparece como desejo hipotético de quem já viveu.

D Erradaerro: Interpretação

O aluno se fixa na idade de 85 anos e na frase sobre a morte e entende que o poema é um lamento sobre os problemas da velhice, sem perceber que o tom geral é de reflexão sobre escolhas passadas.

Raio-X da questão

Dificuldade Difícil
Leitura alto
Discriminação medio
Peso pedagógico medio
Autonomia do enunciado depende_texto
Cobertura da habilidade unica
🧪 Simulado🩺 Diagnóstico🧮 Exige cálculo🏠 Cotidiano🔗 Interdisciplinar⭐ Representativa✍️ interpretativa🧩 consolidacao
🎯 Conceito central

interpretacion del yo poético

📌 Objetivo

diagnostico

🧱 Pré-requisitos

comprension lectora avanzada · analisis de textos literarios

📚 Reveja

estudiar análisis de poemas y figuras literarias

⚠️ Erro mais comum

Confundir el autor del poema y no interpretar correctamente el yo poético.

🤝 Socioemocional

pensamento_critico

🏫 Contexto

literario

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