I Piraha, una tribù che vive nel cuore dell’Amazzonia I Piraha sono poche centinaia, ma non lo sanno. Perché…
Publicado por Alexandre Lombardi dos Santos, fundador do GeraProva
Avaliar e prever efeitos de intervenções nos ecossistemas, e seus impactos nos seres vivos e no corpo humano, com base nos mecanismos de manutenção da vida, nos ciclos da matéria e nas transformações e transferências de energia, utilizando representações e simulações sobre tais fatores, com ou sem o uso de dispositivos e aplicativos digitais (como softwares de simulação e de realidade virtual, entre outros).
Fonte: Base Nacional Comum Curricular (MEC).Questão
I Piraha, una tribù che vive nel cuore dell’Amazzonia I Piraha sono poche centinaia, ma non lo sanno. Perché non lo sanno dire. I ricercatori della Columbia University si sono spinti nel cuore dell’Amazzonia per studiare questo popolo che parla la lingua più semplice del mondo: ha 7 consonanti e 3 vocali, può essere parlata o fischiata e non ha parole per esprimere numeri, quantità e colori. Ed ecco il risultato della ricerca, pubblicato da «Science»: non sanno contare perché non hanno parole per farlo - e dirlo. L’antropologo Peter Everett ha vissuto con loro 27 anni e ne ha descritto la vita: non usano la scrittura, la loro memoria collettiva dura al massimo due generazioni, non dormono mai più di due ore alla volta e non sanno tracciare segni, nonostante abbiano contatti da due secoli con le tribù circostanti. A Everett si è ora affiancato Peter Gordon della Columbia University, che si è concentrato sull’incapacità di contare. Dopo mesi di tentativi, gli adulti continuano a confondere i numeri. Secondo Everett, i Piraha non saprebbero contare per motivi culturali: nella loro vita l’astrazione e la qualificazione non sono utili. Il loro sarebbe un estremo tentativo di salvare la propria individualità. Per Gordon invece è il linguaggio a determinare il modo di pensare: ai Piraha mancano le parole per dire i numeri, quindi non sanno agire di conseguenza. In base alla ricerca pubblicata in “Science”, sappiamo che (UFPR 2005)
- A) i Piraha non sanno quanti siano perché non hanno nozioni di numeri.
- B) i ricercatori della Columbia University non sanno dire quanti siano i Piraha.
- C) i ricercatori della Columbia University non sono riusciti ad arrivare proprio nel centro dell’Amazzonia.
- D) i Piraha non sanno dire quanti siano perché non sanno parlare.
✅ Resposta correta: alternativa A
Resolução passo a passo
- O texto diz que os Piraha são poucas centenas de pessoas, mas não sabem disso porque não conseguem dizer ou contar, já que a língua deles não tem palavras para números, quantidades e cores. Passo 2: A pesquisa publicada na revista Science concluiu que eles não sabem contar porque não têm palavras para isso. Passo 3: A alternativa A traduz essa ideia: os Piraha não sabem quantos são porque não têm noção de números, que é a consequência da falta de palavras numéricas. Passo 4: A alternativa B está errada, pois quem não sabe quantos são os Piraha são os próprios Piraha, e não os pesquisadores da Columbia University. Passo 5: A alternativa C está errada, pois o texto afirma que os pesquisadores se embrenharam no coração da Amazônia, exatamente o contrário do que ela afirma. Passo 6: A alternativa D está errada, pois o texto diz que os Piraha falam uma língua, podem falá-la ou assobiá-la; a dificuldade está na falta de palavras para números, e não na incapacidade de falar. Passo 7: Conclusão: a resposta correta é a A, pois a falta de vocabulário numérico explica por que o povo não sabe quantos são.
💡 Dica: Leia atentamente o texto e relacione as informações para responder.
Alternativa por alternativa
CORRETA. O texto explica que os Piraha não sabem quantos são porque não possuem palavras para expressar números, o que impede a contagem.
O aluno inverte o sujeito da frase e acredita que são os pesquisadores da Columbia que não conseguem informar a quantidade de Piraha, quando o foco da pesquisa é a incapacidade dos próprios indígenas.
O aluno entende que os pesquisadores não chegaram ao centro da Amazônia, invertendo a informação do texto, que diz que eles se embrenharam no coração da floresta para estudar o povo.
O aluno confunde a falta de palavras para números com a incapacidade de falar, achando que os Piraha não sabem dizer quantos são porque não conseguem falar, embora o texto diga que eles têm língua própria.
Raio-X da questão
linguagem e cognição cultural
diagnostico
interpretação de texto científico · cultura e linguagem
estude a relação entre linguagem, cultura e pensamento
Confundir a incapacidade de contar com falta de inteligência ou ignorar a influência cultural e linguística no pensamento.
multiculturalismo
pensamento_critico
cientifico
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