BNCC
62 questões
Questões BNCC EM13LP46
Compartilhar sentidos construídos na leitura/escuta de textos literários, percebendo diferenças e eventuais tensões entre as formas pessoais e as coletivas de apreensão desses textos, para exercitar o diálogo cultural e aguçar a perspectiva crítica.
Texto oficial da habilidade, conferido palavra por palavra contra a Base Nacional Comum Curricular — BNCC_EI_EF.pdf, página 527. Extração confirmada por dois processos independentes.
Descrição da habilidade EM13LP46
Compartilhar sentidos construídos na leitura/escuta de textos literários, percebendo diferenças e eventuais tensões entre as formas pessoais e as coletivas de apreensão desses textos, para exercitar o diálogo cultural e aguçar a perspectiva crítica.
Séries
1ª série2ª série3ª sérieENEMFUVESTUELUNESP
Matérias
Língua PortuguesaLiteratura
Assuntos
Protocolos de leitura
Questões relacionadas a EM13LP46
Questão 1 · Objetiva
No poema "Vou-me embora pra Pasárgada", de Manuel Bandeira, o eu lírico imagina um lugar idealizado em que "lá sou amigo do rei" e onde pode viver sem as limitações do cotidiano. A linguagem cria uma fuga para um espaço de liberdade e satisfação, em contraste com a realidade vivida.
No texto-base, a construção de Pasárgada produz qual efeito de sentido na leitura do poema?
No texto-base, a construção de Pasárgada produz qual efeito de sentido na leitura do poema?
Questão 2 · Objetiva
Trecho de "Canção do exílio", de Gonçalves Dias: "Minha terra tem palmeiras, / Onde canta o sabiá; / As aves que aqui gorjeiam, / Não gorjeiam como lá."
No trecho apresentado, o eu lírico constrói uma imagem do lugar de origem marcada principalmente por qual recurso expressivo e qual efeito de sentido ele produz?
No trecho apresentado, o eu lírico constrói uma imagem do lugar de origem marcada principalmente por qual recurso expressivo e qual efeito de sentido ele produz?
Questão 3 · Objetiva
Quando o audio do poema terminou, o grupo do sarau ficou em silencio por alguns segundos. O texto ouvido dizia:
"No muro, a tinta grita
um nome que nao cabe.
Quem passa, finge nao ver,
mas o muro lembra.
Eu encosto a mao: frio.
A rua segue, apressada,
como se o nome fosse nada."
Na conversa, Rita comentou que o verso "eu encosto a mao" a levou ao portao da casa onde cresceu, onde escrevia nomes de amigas para "não esquecer". Jonas discordou: para ele, o muro do poema lembra nomes apagados pela pressa da cidade, e o "finge nao ver" aponta uma escolha coletiva de ignorar. Outra participante acrescentou que, no bairro dela, nomes em muro viram recado e disputa. O mediador pediu que cada um retomasse um verso e explicasse o que ele faz sentir e pensar.
Analise as leituras apresentadas pelo grupo e identifique a intervencao do mediador que melhor compartilha sentidos do poema, reconhecendo a tensao entre a experiencia pessoal e uma interpretacao coletiva.
"No muro, a tinta grita
um nome que nao cabe.
Quem passa, finge nao ver,
mas o muro lembra.
Eu encosto a mao: frio.
A rua segue, apressada,
como se o nome fosse nada."
Na conversa, Rita comentou que o verso "eu encosto a mao" a levou ao portao da casa onde cresceu, onde escrevia nomes de amigas para "não esquecer". Jonas discordou: para ele, o muro do poema lembra nomes apagados pela pressa da cidade, e o "finge nao ver" aponta uma escolha coletiva de ignorar. Outra participante acrescentou que, no bairro dela, nomes em muro viram recado e disputa. O mediador pediu que cada um retomasse um verso e explicasse o que ele faz sentir e pensar.
Analise as leituras apresentadas pelo grupo e identifique a intervencao do mediador que melhor compartilha sentidos do poema, reconhecendo a tensao entre a experiencia pessoal e uma interpretacao coletiva.
Questão 4 · Objetiva
Num debate literário, um estudante afirma: “O autor usa frases curtas quando quer acelerar a leitura e aproximar o leitor da tensão da cena”.
— A afirmação do estudante é pertinente porque
— A afirmação do estudante é pertinente porque
Questão 5 · objetiva
Leia o poema "Pneumotórax", do poeta Manuel Bandeira (1886-1968). Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos. A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Tosse, tosse, tosse. Mandou chamar o médico: — Diga trinta e três. — Trinta e três... trinta e três... trinta e três... — Respire. — O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o [pulmão direito infiltrado. — Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax? — Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino. UNESP - 2023
Questão 6 · objetiva
O leitor é figura recorrente e fundamental na prosa machadiana. Verifica-se a inclusão do leitor na narrativa no seguinte trecho: UNESP - 2018
Questão 7 · Objetiva
Um leitor que tivesse as mesmas inclinações que as atribuídas, pelo narrador, ao leitor das Memórias póstumas de Brás Cubas teria maior probabilidade de impacientar-se, também, com a leitura da obra
[FUVEST 2014 - Questão 83] FUVEST - 2014
[FUVEST 2014 - Questão 83] FUVEST - 2014
Questão 8 · objetiva
ENEM - 2021 Se for possível, manda-me dizer:
– É lua cheia. A casa está vazia –
Manda-me dizer, e o paraíso
Há de ficar mais perto, e mais recente
Me há de parecer teu rosto incerto.
Manda-me buscar se tens o dia
Tão longo como a noite. Se é verdade
Que sem mim só vês monotonia.
E se te lembras do brilho das marés
De alguns peixes rosados
Numas águas
E dos meus pés molhados, manda-me dizer:
– É lua nova –
E revestida de luz te volto a ver.
HILST, H. **Júbilio, memória, noviciado da paixão**. São Paulo: Cia das Letras, 2018. Falando ao outro, o eu lírico revela-se vocalizando um desejo que remete ao
Falando ao outro, o eu lírico revela-se vocalizando um desejo que remete ao
– É lua cheia. A casa está vazia –
Manda-me dizer, e o paraíso
Há de ficar mais perto, e mais recente
Me há de parecer teu rosto incerto.
Manda-me buscar se tens o dia
Tão longo como a noite. Se é verdade
Que sem mim só vês monotonia.
E se te lembras do brilho das marés
De alguns peixes rosados
Numas águas
E dos meus pés molhados, manda-me dizer:
– É lua nova –
E revestida de luz te volto a ver.
HILST, H. **Júbilio, memória, noviciado da paixão**. São Paulo: Cia das Letras, 2018. Falando ao outro, o eu lírico revela-se vocalizando um desejo que remete ao
Falando ao outro, o eu lírico revela-se vocalizando um desejo que remete ao
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