BNCC
126 questões
Questões BNCC EM13LP12
Selecionar informações, dados e argumentos em fontes confiáveis, impressas e digitais, e utilizá-los de forma referenciada, para que o texto a ser produzido tenha um nível de aprofundamento adequado (para além do senso comum) e contemple a sustentação das posições defendidas.
Descrição da habilidade EM13LP12
Selecionar informações, dados e argumentos em fontes confiáveis, impressas e digitais, e utilizá-los de forma referenciada, para que o texto a ser produzido tenha um nível de aprofundamento adequado (para além do senso comum) e contemple a sustentação das posições defendidas.
Séries
1ª série2ª série3ª sérieENEMFUVESTUELUNESP
Matérias
Língua Portuguesa
Assuntos
Protocolos de leitura
Questões relacionadas a EM13LP12
Questão 1 · Objetiva
E não me esquecer, ao começar o trabalho, de me preparar para errar. Não esquecer que o erro muitas vezes se havia tornado o meu caminho. Todas as vezes em que não dava certo o que eu pensava ou sentia – é que se fazia enfim uma brecha, e, se antes eu tivesse tido coragem, já teria entrado por ela. Mas eu sempre tivera medo do delírio e erro. Meu erro, no entanto, devia ser o caminho de uma verdade: pois só quando erro é que saio do que conheço e do que entendo. Se a “verdade” fosse aquilo que posso entender – terminaria sendo apenas uma verdade pequena, (...).
Citado em SANT’ANNA, Affonso Romano de. Com Clarice. São Paulo: EdUnesp, 2013.
Clarice Lispector
Ao abordar seu processo de escrita, a escritora Clarice Lispector argumenta que seu erro “devia ser o caminho de uma verdade”.
Trata-se de um argumento que pode ser definido como:
Citado em SANT’ANNA, Affonso Romano de. Com Clarice. São Paulo: EdUnesp, 2013.
Clarice Lispector
Ao abordar seu processo de escrita, a escritora Clarice Lispector argumenta que seu erro “devia ser o caminho de uma verdade”.
Trata-se de um argumento que pode ser definido como:
Questão 2 · Objetiva
(I) Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
(II) Andava pesadamente pela alameda central, entre os coqueiros. Não havia ninguém no Jardim. Depositou os embrulhos na terra, sentou-se no banco de um atalho e ali ficou muito tempo.
A vastidão parecia acalmá-la, o silêncio regulava sua respiração. Ela adormecia dentro de si.
Ana perde o ponto de sua descida do bonde e acaba se inserindo em um espaço diferenciado, fora dos limites do convívio doméstico.
Esses dois espaços, ilustrados pelos trechos (I) e (II), põem em confronto, respectivamente, as seguintes dimensões da vida da personagem:
(II) Andava pesadamente pela alameda central, entre os coqueiros. Não havia ninguém no Jardim. Depositou os embrulhos na terra, sentou-se no banco de um atalho e ali ficou muito tempo.
A vastidão parecia acalmá-la, o silêncio regulava sua respiração. Ela adormecia dentro de si.
Ana perde o ponto de sua descida do bonde e acaba se inserindo em um espaço diferenciado, fora dos limites do convívio doméstico.
Esses dois espaços, ilustrados pelos trechos (I) e (II), põem em confronto, respectivamente, as seguintes dimensões da vida da personagem:
Questão 3 · Objetiva
A cena que produz a epifania – o cego mascando chicles – pode ser compreendida como uma metáfora irônica da cegueira em que Ana vive.
No caso, a ironia está presente no papel que o cego assume na narrativa de levar Ana a:
No caso, a ironia está presente no papel que o cego assume na narrativa de levar Ana a:
Questão 4 · Objetiva
acabei até sabendo que eu não tinha nada que separar Amigo pra cá e por que pra lá. O que eu tinha era que fazer o que ele fez com as folhas e com o azul do céu: juntar. (p. 85)
O final do romance de Lygia Bojunga apresenta uma espécie de solução subjetiva de Cláudio, na tentativa de compreender o drama de seu Amigo Pintor.
Essa solução pode ser expressa da seguinte maneira:
O final do romance de Lygia Bojunga apresenta uma espécie de solução subjetiva de Cláudio, na tentativa de compreender o drama de seu Amigo Pintor.
Essa solução pode ser expressa da seguinte maneira:
Questão 5 · Objetiva
Os dois-pontos estabelecem coesão entre partes de uma frase, introduzindo diferentes ideias. Os dois-pontos introduzem ideia de modo em:
Questão 6 · Objetiva
AS QUESTÕES 09 A 22 REFEREM-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).
Gente, casa, livro, é sempre igual: primeiro eu fico olhando pra cor do olho, da porta, da capa; (p. 10)
Olhei, olhei, toca a olhar. E de repente eu entendi direitinho o que ele tinha falado! (p. 11)
Considerando a organização das palavras nos trechos sublinhados, o emprego das vírgulas indica as funções, respectivamente, de:
Gente, casa, livro, é sempre igual: primeiro eu fico olhando pra cor do olho, da porta, da capa; (p. 10)
Olhei, olhei, toca a olhar. E de repente eu entendi direitinho o que ele tinha falado! (p. 11)
Considerando a organização das palavras nos trechos sublinhados, o emprego das vírgulas indica as funções, respectivamente, de:
Questão 7 · Objetiva
O próprio conceito de tempo passou por revoluções. Até o começo do século 20, a física o tratava como algo absoluto e uniforme, independentemente de quem o medisse. (l. 16-17)
Considerando a sequência de ideias apresentadas no 5º parágrafo, a segunda frase do trecho citado poderia ser introduzida pela seguinte expressão:
Considerando a sequência de ideias apresentadas no 5º parágrafo, a segunda frase do trecho citado poderia ser introduzida pela seguinte expressão:
Questão 8 · Objetiva
A imagem a seguir reproduz um grafite visto em um muro em Portugal.
[imagem]
O grafite estabelece intertextualidade com o soneto I, que trata da mudança como fonte de desassossego para o poeta quinhentista.
Reelaborada na contemporaneidade, a mudança retratada no grafite pode ser associada ao seguinte tema, presente nos sonetos de Camões:
Reelaborada na contemporaneidade, a mudança retratada no grafite pode ser associada ao seguinte tema, presente nos sonetos de Camões:
[imagem]
O grafite estabelece intertextualidade com o soneto I, que trata da mudança como fonte de desassossego para o poeta quinhentista.
Reelaborada na contemporaneidade, a mudança retratada no grafite pode ser associada ao seguinte tema, presente nos sonetos de Camões:
Reelaborada na contemporaneidade, a mudança retratada no grafite pode ser associada ao seguinte tema, presente nos sonetos de Camões:
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