BNCC
87 questões
Questões BNCC EF67EF17
Problematizar preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá-los, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito.
Texto oficial da habilidade, conferido palavra por palavra contra a Base Nacional Comum Curricular — BNCC_EI_EF.pdf, página 237. Extração confirmada por dois processos independentes.
Descrição da habilidade EF67EF17
Problematizar preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá-los, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito.
Séries
6º ano7º ano
Matérias
Educação Física
Assuntos
Problematização de preconceitos nas lutas e práticas corporais
Unidades temáticas relacionadas
BNCC - HabilidadesLutas
Questões relacionadas a EF67EF17
Questão 1 · Dissertativa
Em uma aula de Educação Física, a turma organizava uma vivência de lutas com atividades de equilíbrio e afastamento, sempre em duplas e com orientação da professora. Ao formar os grupos, Pedro disse: "Meninas podem ajudar a organizar, porque luta exige coragem de menino." Depois, Bia ouviu: "Menino que não quiser lutar é fraco."
Explique como os dois comentários revelam preconceitos de gênero sobre quem pode participar das lutas na escola.
Explique como os dois comentários revelam preconceitos de gênero sobre quem pode participar das lutas na escola.
Questão 2 · Objetiva
Na preparação de uma vivência de lutas, parte da turma sugeriu dividir as tarefas conforme o gênero, pois acreditava que cada grupo teria interesses e habilidades fixos. A professora propôs rever essa organização.
Qual organização da atividade ajuda a superar o estereótipo apresentado e garante participação igualitária?
Qual organização da atividade ajuda a superar o estereótipo apresentado e garante participação igualitária?
Questão 3 · Objetiva
Durante um acampamento escolar, a turma participou de uma oficina de lutas com atividades de equilíbrio e oposição controlada. Sem conversar com Caio, que usa muletas, alguns colegas decidiram que ele deveria apenas marcar os pontos, pois imaginaram que ele não conseguiria participar com segurança. A professora pediu que a turma revisasse essa decisão.
Qual decisão da turma enfrenta o preconceito e promove a equidade na oficina?
Qual decisão da turma enfrenta o preconceito e promove a equidade na oficina?
Questão 4 · Objetiva
Uma campanha fictícia de um centro esportivo do bairro divulgou a oficina de boxe como “adequada para meninos que precisam gastar energia” e a de dança de rua como “mais indicada para meninas”. Nas inscrições, 18 meninas demonstraram interesse no boxe, mas apenas 6 confirmaram a matrícula. Entre os meninos, 15 buscaram informações sobre a dança, e 5 se inscreveram. Em uma reunião, Luana explicou que queria aprender os deslocamentos do boxe, enquanto Caio se interessava pelos passos e pela criação de movimentos na dança. Ambos relataram ouvir brincadeiras que associavam suas escolhas ao que seria próprio de cada gênero.
Analise os efeitos da divulgação e dos relatos. Identifique a ação que enfrenta o estereótipo sem trocar uma imposição por outra.
Analise os efeitos da divulgação e dos relatos. Identifique a ação que enfrenta o estereótipo sem trocar uma imposição por outra.
Questão 5 · Objetiva
Organizadores de um centro esportivo recolhem, em uma consulta fictícia com jovens do bairro, sugestões para uma tarde de muay thai e wrestling. Entre 60 respostas, 18 afirmam que lutas “são para meninos fortes”, 14 dizem que quem pratica pode se tornar violento e 11 acham que pessoas com deficiência deveriam apenas assistir. Os instrutores explicam que as modalidades têm regras, acordos de cuidado e formas de participação ajustadas às necessidades de cada praticante. O conselho juvenil precisa definir as atividades do encontro, sem ignorar os comentários recebidos nem excluir interessados.
Analise os dados da consulta e identifique a proposta para o encontro que enfrenta os estereótipos apontados e amplia a participação com segurança.
Analise os dados da consulta e identifique a proposta para o encontro que enfrenta os estereótipos apontados e amplia a participação com segurança.
Questão 6 · Objetiva
Durante as inscrições para oficinas de lutas no centro comunitário, 24 vagas foram abertas para judô, boxe e capoeira. No formulário, seis meninas que demonstraram interesse no boxe desistiram após ouvir que a modalidade “é coisa de menino”. Quatro meninos interessados em capoeira indicaram receio de sofrer zombarias. Outros estudantes marcaram que evitariam qualquer luta por considerá-la violenta. Os instrutores informaram que as oficinas preveem regras de contato, uso de equipamentos, sinal para interromper a atividade e respeito às decisões dos participantes. Como as turmas serão definidas após um encontro inicial, a coordenação precisa criar uma medida que amplie a participação sem impor modalidades a ninguém.
Analise os motivos apresentados e identifique a medida de inscrição que enfrenta os estereótipos sem trocar uma exclusão por outra.
Analise os motivos apresentados e identifique a medida de inscrição que enfrenta os estereótipos sem trocar uma exclusão por outra.
Questão 7 · Objetiva
— Mãe, posso me inscrever no taekwondo do centro esportivo? — perguntou Davi, mostrando o panfleto.
— Luta? Isso ensina a bater nos outros — respondeu ela.
No grupo de mensagens do bairro, alguns responsáveis concordaram e ainda escreveram: “menina não combina com isso” e “quem treina luta vira briguento”.
Na semana seguinte, a professora de Educação Física contou à turma que o centro esportivo pediu apoio para divulgar as vagas. Ela lembrou que, nas aulas, as práticas corporais têm regras, cuidado com o colega e combinados de segurança. Também disse que muitos comentários misturam “luta” com “briga” e acabam afastando pessoas que gostariam de participar.
A turma decidiu pensar em uma ação para apresentar o taekwondo às famílias e aos colegas, sem reforçar esses estereótipos.
Com base no texto, identifique a ação que mais contribui para superar os preconceitos sobre lutas, valorizando regras, respeito e participação de todos.
— Luta? Isso ensina a bater nos outros — respondeu ela.
No grupo de mensagens do bairro, alguns responsáveis concordaram e ainda escreveram: “menina não combina com isso” e “quem treina luta vira briguento”.
Na semana seguinte, a professora de Educação Física contou à turma que o centro esportivo pediu apoio para divulgar as vagas. Ela lembrou que, nas aulas, as práticas corporais têm regras, cuidado com o colega e combinados de segurança. Também disse que muitos comentários misturam “luta” com “briga” e acabam afastando pessoas que gostariam de participar.
A turma decidiu pensar em uma ação para apresentar o taekwondo às famílias e aos colegas, sem reforçar esses estereótipos.
Com base no texto, identifique a ação que mais contribui para superar os preconceitos sobre lutas, valorizando regras, respeito e participação de todos.
Questão 8 · Objetiva
— Vocês viram os comentários no vídeo da aula de judô? — perguntou Lara no grupo da turma.
No vídeo, dois colegas treinavam uma queda simples em um tatame, com orientação para segurar a manga do uniforme e controlar a descida. Alguns comentários de familiares apareceram: “isso é briga”, “menina não combina com luta”, “quem aprende isso fica mais agressivo” e “vai dar machucado”. No dia seguinte, parte da turma ficou com vergonha e pediu para trocar o conteúdo por outro esporte.
A professora explicou que a escola pode usar a aula para discutir o assunto e pensar em como mostrar o que torna uma luta diferente de uma briga, sem expor ninguém. Ela quer que a turma proponha uma forma de continuar o estudo, diminuindo os julgamentos e aumentando a segurança e o respeito entre todos.
Analise as falas do texto e identifique a ação pedagógica que mais ajuda a superar os estereótipos sobre lutas, sem abandonar a prática e garantindo um ambiente seguro e respeitoso.
No vídeo, dois colegas treinavam uma queda simples em um tatame, com orientação para segurar a manga do uniforme e controlar a descida. Alguns comentários de familiares apareceram: “isso é briga”, “menina não combina com luta”, “quem aprende isso fica mais agressivo” e “vai dar machucado”. No dia seguinte, parte da turma ficou com vergonha e pediu para trocar o conteúdo por outro esporte.
A professora explicou que a escola pode usar a aula para discutir o assunto e pensar em como mostrar o que torna uma luta diferente de uma briga, sem expor ninguém. Ela quer que a turma proponha uma forma de continuar o estudo, diminuindo os julgamentos e aumentando a segurança e o respeito entre todos.
Analise as falas do texto e identifique a ação pedagógica que mais ajuda a superar os estereótipos sobre lutas, sem abandonar a prática e garantindo um ambiente seguro e respeitoso.
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